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    <title>DEV Community: Alexandre Almeida</title>
    <description>The latest articles on DEV Community by Alexandre Almeida (@alealmeida369).</description>
    <link>https://dev.to/alealmeida369</link>
    <image>
      <url>https://media2.dev.to/dynamic/image/width=90,height=90,fit=cover,gravity=auto,format=auto/https:%2F%2Fdev-to-uploads.s3.amazonaws.com%2Fuploads%2Fuser%2Fprofile_image%2F3944858%2F30f69e8f-d907-4c88-9e47-e80be680cce2.png</url>
      <title>DEV Community: Alexandre Almeida</title>
      <link>https://dev.to/alealmeida369</link>
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    <language>en</language>
    <item>
      <title>matança de empregos em TI pela IA: hype ou realidade? Os dados dizem outra coisa</title>
      <dc:creator>Alexandre Almeida</dc:creator>
      <pubDate>Wed, 03 Jun 2026 10:58:15 +0000</pubDate>
      <link>https://dev.to/alealmeida369/matanca-de-empregos-em-ti-pela-ia-hype-ou-realidade-os-dados-dizem-outra-coisa-3o5c</link>
      <guid>https://dev.to/alealmeida369/matanca-de-empregos-em-ti-pela-ia-hype-ou-realidade-os-dados-dizem-outra-coisa-3o5c</guid>
      <description>&lt;blockquote&gt;
&lt;p&gt;TL;DR: 37k demissões em tech nos EUA em 2025, quase metade atribuída à IA. Mas 88% dos projetos de IA falham antes do prod. Alguém precisa falar sobre isso.&lt;/p&gt;
&lt;/blockquote&gt;

&lt;p&gt;Se você trabalha com tecnologia, provavelmente já sentiu o clima mudando nos últimos 18 meses.&lt;br&gt;
Não é paranoia. É dado.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&lt;strong&gt;O que está acontecendo de verdade&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Grandes empresas estão demitindo entre 10% e 40% de suas equipes técnicas com uma justificativa de duas partes:&lt;/p&gt;

&lt;ul&gt;
&lt;li&gt;"A IA faz o mesmo trabalho"&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;"Precisamos realocar verba para infraestrutura de IA"&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;

&lt;p&gt;&lt;strong&gt;O problema? Os números não sustentam essa narrativa.&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;

&lt;blockquote&gt;
&lt;p&gt;IDC: 88% dos projetos de IA corporativos não passam do POC&lt;br&gt;
MIT: 95% nunca geram impacto financeiro mensurável&lt;br&gt;
Realidade: o ROI de IA demora anos, não quarters&lt;/p&gt;
&lt;/blockquote&gt;

&lt;p&gt;&lt;strong&gt;O paradoxo mais cruel&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Você já imaginou ser o engenheiro responsável por documentar e treinar o modelo que vai te substituir?&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Isso está acontecendo em IBM, Google e Meta. E tem um nome: é uma das formas mais eficientes de destruir a moral de um time que já existe.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&lt;strong&gt;O resultado prático:&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;

&lt;ul&gt;
&lt;li&gt;Baixa produtividade dos que ficaram&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Sabotagem passiva de processos&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Perda de conhecimento institucional que não tem preço&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;

&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Para quem toma decisões técnicas&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Se você é CTO, tech lead ou arquiteto, os dados sugerem cautela:&lt;br&gt;
&lt;/p&gt;

&lt;div class="highlight js-code-highlight"&gt;
&lt;pre class="highlight plaintext"&gt;&lt;code&gt;Cortes motivados por IA → perda de conhecimento institucional
                        → desmotivação dos remanescentes  
                        → projetos de IA sem contexto de negócio
                        → ROI ainda mais distante

&lt;/code&gt;&lt;/pre&gt;

&lt;/div&gt;



&lt;p&gt;A adoção responsável de IA passa por capacitar pessoas, não substituí-las.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Linus Torvalds fala em 10x de produtividade para devs com IA — mas isso pressupõe que o dev ainda está lá.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Conclusão honesta&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;A IA vai mudar o mercado de trabalho. Isso é fato e não tem volta.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Mas a pressa corporativa em cortar headcount baseada em expectativas que os próprios dados desmentem revela um problema de liderança, não de tecnologia.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;O futuro é de quem souber combinar os dois.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Análise completa com fontes: &lt;a href="https://alealmeida369.com/blog" rel="noopener noreferrer"&gt;https://alealmeida369.com/blog&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Discussão aberta: você tem visto esse movimento na sua empresa ou stack? Drop nos comentários.&lt;/p&gt;

</description>
      <category>ai</category>
      <category>inteligencia</category>
      <category>artificial</category>
      <category>empregos</category>
    </item>
    <item>
      <title>Novo CNPJ: O "Bug do Milênio" versão Tupiniquim?</title>
      <dc:creator>Alexandre Almeida</dc:creator>
      <pubDate>Mon, 01 Jun 2026 13:43:40 +0000</pubDate>
      <link>https://dev.to/alealmeida369/novo-cnpj-o-bug-do-milenio-versao-tupiniquim-319m</link>
      <guid>https://dev.to/alealmeida369/novo-cnpj-o-bug-do-milenio-versao-tupiniquim-319m</guid>
      <description>&lt;p&gt;Se você é dev no Brasil, o número 14 está no seu DNA. Mas o alicerce mudou. O estoque de combinações numéricas do CNPJ esgotou (abrimos 4,2 milhões de empresas só em 2024!) e a Receita Federal deu o veredito: o CNPJ agora é alfanumérico.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;*&lt;em&gt;Parece simples? "Só mudar pra String"? &lt;br&gt;
*&lt;/em&gt;&lt;br&gt;
Senta aqui, vamos escovar uns bits:&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Por que não aumentaram um dígito? Economia de guerra. Adicionar o 15º dígito quebraria layouts de EDI, notas fiscais e arquivos de remessa no país todo. Manter 14 caracteres é a tentativa de mitigar o caos, mas a mudança de tipo é uma bomba silenciosa.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;O Pesadelo do Legado Quem ainda roda COBOL ou sistemas de 2005 (onde o fornecedor já faliu) está em pânico. Sair de uma PIC 9(14) para PIC X(14) não é só recompilar; é reescrever lógicas de validação matemática que assumiam que "CNPJ é só número". Se o sistema não tem suporte, ele simplesmente vai parar de aceitar novos clientes. Ponto.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;*&lt;em&gt;Banco de Dados: O custo da "String" DBAs, preparem o storage.&lt;br&gt;
*&lt;/em&gt;&lt;br&gt;
Antigo: Um BIGINT (8 bytes) resolvia. Comparação em nível de CPU, rápida e barata.&lt;br&gt;
Novo: CHAR(14) ou VARCHAR. Dependendo do charset (UTF8), saltamos para até 42 bytes.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Impacto: Índices mais gordos, consumo de RAM maior nos buffers e IOPS subindo. Se você usa CNPJ como chave em tabelas gigantes, a conta vai chegar.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Real na Lata: Não vai cair avião, mas a teia de integrações do Brasil é sensível. Se um validador no meio do caminho barrar uma letra, a cadeia inteira trava. 2025/2026 será o ano de limpar código de quem achou que "imutável" era para sempre.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;E seu legado, está pronto para o "A1B2C3…" ou vai esperar o sistema abendar em produção? Gostou desse tema? Leia mais no meu &lt;a href="https://alealmeida369.com/blog/" rel="noopener noreferrer"&gt;blog&lt;/a&gt;.&lt;/p&gt;

&lt;h1&gt;
  
  
  Desenvolvimento #Software #CNPJ #Legado #EngenhariaDeDados #COBOL #SQL
&lt;/h1&gt;

</description>
    </item>
    <item>
      <title>SQL Server Max Server Memory: Como Configurar a Memória Corretamente e Evitar Lentidão</title>
      <dc:creator>Alexandre Almeida</dc:creator>
      <pubDate>Mon, 01 Jun 2026 13:23:32 +0000</pubDate>
      <link>https://dev.to/alealmeida369/sql-server-max-server-memory-como-configurar-a-memoria-corretamente-e-evitar-lentidao-ke1</link>
      <guid>https://dev.to/alealmeida369/sql-server-max-server-memory-como-configurar-a-memoria-corretamente-e-evitar-lentidao-ke1</guid>
      <description>&lt;p&gt;&lt;strong&gt;O que você vai aprender neste artigo&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;

&lt;ul&gt;
&lt;li&gt;O que é o Max Server Memory e por que ele existe&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Por que o SQL Server "come" toda a memória do servidor&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Como calcular o valor ideal de memória para seu ambiente&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Como aplicar a configuração com T-SQL&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Como monitorar a pressão de memória&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Erros comuns que podem travar seu servido&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;

&lt;p&gt;*&lt;em&gt;Por que o SQL Server consome tanta memória?&lt;br&gt;
*&lt;/em&gt;&lt;br&gt;
Se você já abriu o Gerenciador de Tarefas de um servidor com SQL Server e se assustou com o consumo de RAM, saiba que isso é um comportamento esperado, mas que precisa ser gerenciado. O SQL Server foi projetado para usar o máximo de memória disponível para armazenar dados em cache (o chamado Buffer Pool). A lógica é simples: quanto mais dados ficam na memória, menos o servidor precisa acessar o disco, e o disco é muito mais lento que a RAM. O problema surge quando não existe um limite definido: o SQL Server vai consumindo memória até que o sistema operacional (SO) comece a reclamar. Quando isso acontece, o Windows passa a usar o arquivo de paginação (swap) como substituto da RAM, e, aí o desempenho desaba.&lt;/p&gt;

&lt;blockquote&gt;
&lt;p&gt;Resumindo: sem limite de memória configurado, o SQL Server pode "engolir" tanta RAM que o próprio Windows fica sem recursos para funcionar corretamente.&lt;/p&gt;
&lt;/blockquote&gt;

&lt;p&gt;*&lt;em&gt;O que é o Max Server Memory?&lt;br&gt;
*&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;

&lt;blockquote&gt;
&lt;p&gt;O Max Server Memory (máximo de memória do servidor) é uma configuração nativa do SQL Server que define o teto máximo de RAM que o mecanismo de banco de dados pode alocar para o Buffer Pool. Parâmetro Descrição max server memory (MB) Limite máximo de memória para o SQL Server min server memory (MB) Mínimo garantido de memória para o SQL Server. Por padrão, o valor de max server memory vem configurado como 2.147.483.647 MB,ou seja, praticamente sem limite. Isso significa que, em um servidor sem esse ajuste, o SQL Server vai tentar usar tudo o que o hardware oferecer.&lt;/p&gt;
&lt;/blockquote&gt;

&lt;p&gt;*&lt;em&gt;Qual o valor ideal? A fórmula prática&lt;br&gt;
*&lt;/em&gt;&lt;br&gt;
Não existe um número mágico, mas existe uma fórmula amplamente utilizada por DBAs para calcular um ponto de partida seguro:&lt;br&gt;
&lt;/p&gt;

&lt;div class="highlight js-code-highlight"&gt;
&lt;pre class="highlight plaintext"&gt;&lt;code&gt;Max Server Memory = RAM Total do Servidor  
                    - Memória para o Sistema Operacional  
                    - Memória para outros processos  
                    - Memória para o SSAS/SSIS/SSRS (se instalados no mesmo servidor)
&lt;/code&gt;&lt;/pre&gt;

&lt;/div&gt;



&lt;p&gt;*&lt;em&gt;Quanto reservar para o Sistema Operacional?&lt;br&gt;
*&lt;/em&gt;&lt;br&gt;
Use esta tabela como referência:&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Servidor com 32 GB de RAM, sem outros serviços instalados:&lt;br&gt;
&lt;/p&gt;

&lt;div class="highlight js-code-highlight"&gt;
&lt;pre class="highlight plaintext"&gt;&lt;code&gt;Max Server Memory = 32 GB - 4 GB (SO) = 28 GB = 28.672 MB

&lt;/code&gt;&lt;/pre&gt;

&lt;/div&gt;



&lt;p&gt;Como aplicar a configuração via T-SQL&lt;br&gt;
Você pode configurar o Max Server Memory diretamente pelo SQL Server Management Studio (SSMS) ou via T-SQL. A forma mais rápida e rastreável é usando script:&lt;br&gt;
&lt;/p&gt;

&lt;div class="highlight js-code-highlight"&gt;
&lt;pre class="highlight sql"&gt;&lt;code&gt;&lt;span class="c1"&gt;-- Habilita opções avançadas de configuração&lt;/span&gt;
&lt;span class="k"&gt;EXEC&lt;/span&gt; &lt;span class="n"&gt;sp_configure&lt;/span&gt; &lt;span class="s1"&gt;'show advanced options'&lt;/span&gt;&lt;span class="p"&gt;,&lt;/span&gt; &lt;span class="mi"&gt;1&lt;/span&gt;&lt;span class="p"&gt;;&lt;/span&gt;
&lt;span class="n"&gt;RECONFIGURE&lt;/span&gt;&lt;span class="p"&gt;;&lt;/span&gt;
&lt;/code&gt;&lt;/pre&gt;

&lt;/div&gt;





&lt;div class="highlight js-code-highlight"&gt;
&lt;pre class="highlight sql"&gt;&lt;code&gt;&lt;span class="c1"&gt;-- Define o limite máximo de memória (em MB)&lt;/span&gt;
&lt;span class="c1"&gt;-- Exemplo: 28 GB = 28.672 MB&lt;/span&gt;
&lt;span class="k"&gt;EXEC&lt;/span&gt; &lt;span class="n"&gt;sp_configure&lt;/span&gt; &lt;span class="s1"&gt;'max server memory (MB)'&lt;/span&gt;&lt;span class="p"&gt;,&lt;/span&gt; &lt;span class="mi"&gt;28672&lt;/span&gt;&lt;span class="p"&gt;;&lt;/span&gt;
&lt;span class="n"&gt;RECONFIGURE&lt;/span&gt;&lt;span class="p"&gt;;&lt;/span&gt;
&lt;/code&gt;&lt;/pre&gt;

&lt;/div&gt;



&lt;p&gt;Atenção: a configuração entra em vigor imediatamente, sem necessidade de reiniciar o SQL Server. Porém, a memória já alocada só será liberada gradualmente conforme a demanda diminui.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Verificando a configuração atual&lt;br&gt;
&lt;/p&gt;

&lt;div class="highlight js-code-highlight"&gt;
&lt;pre class="highlight sql"&gt;&lt;code&gt;&lt;span class="c1"&gt;-- Verifica os valores configurados&lt;/span&gt;
&lt;span class="k"&gt;EXEC&lt;/span&gt; &lt;span class="n"&gt;sp_configure&lt;/span&gt; &lt;span class="s1"&gt;'max server memory (MB)'&lt;/span&gt;&lt;span class="p"&gt;;&lt;/span&gt;

&lt;span class="c1"&gt;-- Ou de forma mais detalhada:&lt;/span&gt;
&lt;span class="k"&gt;SELECT&lt;/span&gt; 
    &lt;span class="n"&gt;name&lt;/span&gt;&lt;span class="p"&gt;,&lt;/span&gt;
    &lt;span class="n"&gt;value&lt;/span&gt;&lt;span class="p"&gt;,&lt;/span&gt;
    &lt;span class="n"&gt;value_in_use&lt;/span&gt;&lt;span class="p"&gt;,&lt;/span&gt;
    &lt;span class="n"&gt;description&lt;/span&gt;
&lt;span class="k"&gt;FROM&lt;/span&gt; &lt;span class="n"&gt;sys&lt;/span&gt;&lt;span class="p"&gt;.&lt;/span&gt;&lt;span class="n"&gt;configurations&lt;/span&gt;
&lt;span class="k"&gt;WHERE&lt;/span&gt; &lt;span class="n"&gt;name&lt;/span&gt; &lt;span class="o"&gt;=&lt;/span&gt; &lt;span class="s1"&gt;'max server memory (MB)'&lt;/span&gt;&lt;span class="p"&gt;;&lt;/span&gt;
&lt;/code&gt;&lt;/pre&gt;

&lt;/div&gt;



&lt;p&gt;*&lt;em&gt;Como fazer pelo SQL Server Management Studio (SSMS)&lt;br&gt;
*&lt;/em&gt;&lt;br&gt;
Se preferir a interface gráfica:&lt;/p&gt;

&lt;ol&gt;
&lt;li&gt;Clique com o botão direito no nome do servidor &amp;gt; Properties&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Vá até a aba Memory&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;No campo Maximum server memory (in MB), insira o valor calculado&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Clique em OK&lt;/li&gt;
&lt;/ol&gt;

&lt;p&gt;*&lt;em&gt;Como identificar se há pressão de memória no seu servidor&lt;br&gt;
*&lt;/em&gt;&lt;br&gt;
Antes de sair alterando configurações, vale verificar se o servidor realmente está sofrendo com falta de memória. Algumas consultas úteis:&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Verificar o uso atual do Buffer Pool&lt;br&gt;
&lt;/p&gt;

&lt;div class="highlight js-code-highlight"&gt;
&lt;pre class="highlight sql"&gt;&lt;code&gt;&lt;span class="k"&gt;SELECT&lt;/span&gt; 
    &lt;span class="n"&gt;physical_memory_in_use_kb&lt;/span&gt; &lt;span class="o"&gt;/&lt;/span&gt; &lt;span class="mi"&gt;1024&lt;/span&gt; &lt;span class="k"&gt;AS&lt;/span&gt; &lt;span class="n"&gt;memoria_usada_MB&lt;/span&gt;&lt;span class="p"&gt;,&lt;/span&gt;
    &lt;span class="n"&gt;page_fault_count&lt;/span&gt;&lt;span class="p"&gt;,&lt;/span&gt;
    &lt;span class="n"&gt;memory_utilization_percentage&lt;/span&gt;
&lt;span class="k"&gt;FROM&lt;/span&gt; &lt;span class="n"&gt;sys&lt;/span&gt;&lt;span class="p"&gt;.&lt;/span&gt;&lt;span class="n"&gt;dm_os_process_memory&lt;/span&gt;&lt;span class="p"&gt;;&lt;/span&gt;

&lt;/code&gt;&lt;/pre&gt;

&lt;/div&gt;



&lt;p&gt;Verificar sinais de pressão de memória&lt;br&gt;
&lt;/p&gt;

&lt;div class="highlight js-code-highlight"&gt;
&lt;pre class="highlight sql"&gt;&lt;code&gt;&lt;span class="k"&gt;SELECT&lt;/span&gt; 
    &lt;span class="p"&gt;[&lt;/span&gt;&lt;span class="n"&gt;notification_type&lt;/span&gt;&lt;span class="p"&gt;],&lt;/span&gt; 
    &lt;span class="p"&gt;[&lt;/span&gt;&lt;span class="n"&gt;creation_time&lt;/span&gt;&lt;span class="p"&gt;],&lt;/span&gt; 
    &lt;span class="p"&gt;[&lt;/span&gt;&lt;span class="n"&gt;request_status&lt;/span&gt;&lt;span class="p"&gt;]&lt;/span&gt;
&lt;span class="k"&gt;FROM&lt;/span&gt; &lt;span class="n"&gt;sys&lt;/span&gt;&lt;span class="p"&gt;.&lt;/span&gt;&lt;span class="n"&gt;dm_os_ring_buffers&lt;/span&gt;
&lt;span class="k"&gt;WHERE&lt;/span&gt; &lt;span class="n"&gt;ring_buffer_type&lt;/span&gt; &lt;span class="o"&gt;=&lt;/span&gt; &lt;span class="n"&gt;N&lt;/span&gt;&lt;span class="s1"&gt;'RING_BUFFER_RESOURCE_MONITOR'&lt;/span&gt;
&lt;span class="k"&gt;ORDER&lt;/span&gt; &lt;span class="k"&gt;BY&lt;/span&gt; &lt;span class="n"&gt;creation_time&lt;/span&gt; &lt;span class="k"&gt;DESC&lt;/span&gt;&lt;span class="p"&gt;;&lt;/span&gt;
&lt;/code&gt;&lt;/pre&gt;

&lt;/div&gt;



&lt;p&gt;*&lt;em&gt;Verificar Page Life Expectancy (PLE)&lt;br&gt;
*&lt;/em&gt;&lt;br&gt;
O PLE indica quantos segundos, em média, uma página de dados fica na memória antes de ser removida. Um PLE baixo pode indicar pressão de memória.&lt;br&gt;
&lt;/p&gt;

&lt;div class="highlight js-code-highlight"&gt;
&lt;pre class="highlight sql"&gt;&lt;code&gt;&lt;span class="k"&gt;SELECT&lt;/span&gt; 
    &lt;span class="n"&gt;object_name&lt;/span&gt;&lt;span class="p"&gt;,&lt;/span&gt;
    &lt;span class="n"&gt;counter_name&lt;/span&gt;&lt;span class="p"&gt;,&lt;/span&gt;
    &lt;span class="n"&gt;cntr_value&lt;/span&gt; &lt;span class="k"&gt;AS&lt;/span&gt; &lt;span class="n"&gt;PLE_segundos&lt;/span&gt;
&lt;span class="k"&gt;FROM&lt;/span&gt; &lt;span class="n"&gt;sys&lt;/span&gt;&lt;span class="p"&gt;.&lt;/span&gt;&lt;span class="n"&gt;dm_os_performance_counters&lt;/span&gt;
&lt;span class="k"&gt;WHERE&lt;/span&gt; &lt;span class="n"&gt;counter_name&lt;/span&gt; &lt;span class="o"&gt;=&lt;/span&gt; &lt;span class="s1"&gt;'Page life expectancy'&lt;/span&gt;
  &lt;span class="k"&gt;AND&lt;/span&gt; &lt;span class="n"&gt;object_name&lt;/span&gt; &lt;span class="k"&gt;LIKE&lt;/span&gt; &lt;span class="s1"&gt;'%Buffer Manager%'&lt;/span&gt;&lt;span class="p"&gt;;&lt;/span&gt;
&lt;/code&gt;&lt;/pre&gt;

&lt;/div&gt;



&lt;p&gt;Referência: Para servidores com até 4 GB de Buffer Pool, um PLE abaixo de 300 segundos é sinal de alerta. Para servidores maiores, use a fórmula: (GB de Buffer Pool / 4) × 300.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Cenários especiais: múltiplas instâncias ou serviços no mesmo servidor&lt;br&gt;
Se o mesmo servidor hospeda mais de uma instância do SQL Server ou outros serviços como SSAS, SSRS ou SSIS, o cálculo precisa ser ajustado para dividir a memória disponível entre todos. Servidor com 64 GB e duas instâncias SQL Server:&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Reserva para o SO:        8 GB&lt;br&gt;
Memória disponível:      56 GB&lt;br&gt;
Instância 1 (principal): 36 GB → max server memory = 36.864 MB&lt;br&gt;
Instância 2 (secundária):20 GB → max server memory = 20.480 MB&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Erros comuns ao configurar a memória&lt;/p&gt;

&lt;ol&gt;
&lt;li&gt;&lt;p&gt;Não configurar limite algum&lt;br&gt;
Deixar o valor padrão de 2 TB em um servidor de produção é uma das principais causas de lentidão sistêmica e travamentos do Windows.&lt;/p&gt;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;&lt;p&gt;Configurar um valor muito baixo&lt;br&gt;
Limitar demais a memória do SQL Server força leituras constantes no disco, tornando as consultas lentas. Encontrar o equilíbrio é essencial.&lt;/p&gt;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;&lt;p&gt;Não considerar outros processos&lt;br&gt;
Antivírus, agentes de backup, monitoramento e outros serviços também consomem RAM. Desconsiderá-los na conta pode resultar em problemas.&lt;/p&gt;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;&lt;p&gt;Confundir Max Server Memory com toda a memória do processo&lt;br&gt;
O max server memory controla principalmente o Buffer Pool. Outros componentes do SQL Server (como compilação de queries, CLR, linked servers) alocam memória fora desse limite.&lt;/p&gt;&lt;/li&gt;
&lt;/ol&gt;

&lt;p&gt;Checklist rápido de boas práticas&lt;br&gt;
Sempre configure o max server memory em qualquer instância de produção&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Use a fórmula de reserva de memória como ponto de partida&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Monitore o PLE regularmente&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Ajuste o valor conforme a carga de trabalho crescer&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Documente qualquer alteração feita na configuração&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Em ambientes com múltiplas instâncias, distribua a memória entre todas&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Configurar corretamente o Max Server Memory é uma das tarefas mais simples e com maior impacto positivo que um DBA pode fazer. É uma configuração de cinco minutos que pode evitar horas de dor de cabeça com lentidão e instabilidade. A regra de ouro é: o SQL Server precisa de memória para ser rápido, mas o Sistema Operacional também precisa de memória para manter tudo funcionando. Encontrar esse equilíbrio é o trabalho do DBA.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Gostou do conteúdo? Compartilhe com outros DBAs e continue acompanhando o &lt;a href="https://alealmeida369.com/blog" rel="noopener noreferrer"&gt;blog&lt;/a&gt; para mais artigos sobre performance e administração do SQL Server.&lt;/p&gt;

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      <category>database</category>
      <category>performance</category>
      <category>sql</category>
      <category>tutorial</category>
    </item>
    <item>
      <title>O Problema da IA que Lê Emoções: Por Que a Tecnologia Ainda É um Risco para Empresas</title>
      <dc:creator>Alexandre Almeida</dc:creator>
      <pubDate>Thu, 28 May 2026 14:28:15 +0000</pubDate>
      <link>https://dev.to/alealmeida369/o-problema-da-ia-que-le-emocoes-por-que-a-tecnologia-ainda-e-um-risco-para-empresas-31n7</link>
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      <description>&lt;h2&gt;
  
  
  Os Problemas Científicos e Práticos
&lt;/h2&gt;

&lt;blockquote&gt;
&lt;p&gt;Apesar dos avanços tecnológicos, a ciência por trás da leitura emocional automática enfrenta críticas contundentes. A base teórica frequentemente usada — a ideia de que emoções básicas produzem expressões faciais universais, proposta por Paul Ekman nos anos 60 — foi refutada em análises recentes que apontam que expressões faciais não são indicadores confiáveis do estado emocional real. Além disso, a premissa de que todos os seres humanos expressam emoções da mesma forma ignora diferenças culturais, fisiológicas e individuais.&lt;/p&gt;
&lt;/blockquote&gt;

&lt;p&gt;Um estudo finlandês de 2024 evidenciou que as tecnologias de monitoramento emocional tendem a prejudicar mais o bem-estar dos funcionários do que a ajudar. Entre os falhas apontadas estão:&lt;/p&gt;

&lt;ul&gt;
&lt;li&gt;Alta taxa de erro ao tentar identificar estados internos como “estresse” ou “engajamento”;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Viés racial, com maior incidência de falsos positivos para emoções negativas em pessoas negras, mesmo com expressões similares a pessoas brancas;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Violação da privacidade, já que “anonimização” de dados é ineficaz em grupos pequenos, permitindo a identificação inadvertida de indivíduos;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Pressão para a chamada “laboral emocional”, obrigando colaboradores a fingir emoções que a IA e a organização esperam;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Expansão do uso para vigilância excessiva, além dos propósitos originais, configurando “missão creep”.&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;

&lt;h2&gt;
  
  
  Implicações para Líderes e Organizações
&lt;/h2&gt;

&lt;p&gt;A adoção da IA para leitura de emoções pode parecer uma forma de ganhar controle sobre o ambiente interno sem a complexidade de incentivar confiança, motivação e cultura organizacional saudável. Entretanto, a tecnologia não substitui a liderança empática e o diálogo genuíno. Os impactos negativos na saúde mental dos colaboradores, além de riscos legais — como proibições na União Europeia e estados americanos — indicam que o uso indiscriminado dessa tecnologia pode gerar mais problemas do que soluções.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Organizações que buscam usar essa IA para melhorar segurança específica em atividades de risco podem se beneficiar, desde que haja transparência, respeito à privacidade e critérios éticos rigorosos. Contudo, sua aplicação para avaliação de desempenho, entrevistas de emprego ou monitoramento contínuo deve ser repensada com cautela.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Embora o avanço tecnológico possibilite detectar emoções com IA, a ciência por trás dessas interpretações ainda é frágil, cheia de vieses e sujeita a erros. O apelo imediato desse tipo de solução precisa ser equilibrado com consciência sobre suas limitações e os impactos sobre as equipes. O futuro da gestão emocional no trabalho passa mais pela liderança humana do que por algoritmos que tentam substituir o contato e a compreensão reais.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Leia também sobre o &lt;a href="https://alealmeida369.com/blog/orcamentos-ia-disparam-retorno-sobre-investimento-desafio" rel="noopener noreferrer"&gt;descontrole dos orçamentos de IA nas empresas&lt;/a&gt;.&lt;/p&gt;

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    </item>
    <item>
      <title>World ID: A revolução da “prova de humanidade” na era da inteligência artificial</title>
      <dc:creator>Alexandre Almeida</dc:creator>
      <pubDate>Sat, 23 May 2026 21:31:01 +0000</pubDate>
      <link>https://dev.to/alealmeida369/world-id-a-revolucao-da-prova-de-humanidade-na-era-da-inteligencia-artificial-4okj</link>
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      <description>&lt;p&gt;Com o avanço explosivo de IAs e deepfakes, a &lt;strong&gt;distinção entre humanos e bots está cada vez mais difícil&lt;/strong&gt;. A World ID, iniciativa de Sam Altman (OpenAI), propõe uma solução ambiciosa: Proof of Humanity (PoH) via escaneamento de íris com o dispositivo Orb e blockchain.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Na versão 4.0, o protocolo traz melhorias importantes: rotação de chaves, Selfie Check, delegação para agentes de IA e integração com Zoom e Okta. &lt;strong&gt;Mas também levanta questionamentos sérios sobre privacidade biométrica&lt;/strong&gt;, centralização de poder e os riscos de uma identidade digital imutável.&lt;br&gt;
Será que estamos caminhando para um futuro mais seguro ou para uma vigilância sem precedentes?&lt;br&gt;
Leia o artigo completo e entenda os impactos dessa tecnologia disruptiva para CTOs, arquitetos e líderes de tecnologia.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&lt;a href="https://alealmeida369.com/blog/world-id-a-revolucao-da-prova-de-humanidade-na-era-da-inteligencia-artificial" rel="noopener noreferrer"&gt;Leia o artigo completo&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;

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      <category>ai</category>
      <category>blockchain</category>
      <category>privacy</category>
      <category>security</category>
    </item>
    <item>
      <title>Google e a nova era da IA offline: o futuro está no processamento local</title>
      <dc:creator>Alexandre Almeida</dc:creator>
      <pubDate>Thu, 21 May 2026 21:52:10 +0000</pubDate>
      <link>https://dev.to/alealmeida369/google-e-a-nova-era-da-ia-offline-o-futuro-esta-no-processamento-local-g9</link>
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      <description>&lt;p&gt;A próxima revolução da inteligência artificial não está na nuvem. Ela está acontecendo OFFLINE — dentro do seu celular, notebook e dispositivos locais.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Enquanto o mercado ainda depende totalmente de ChatGPT, Gemini e APIs na nuvem, gigantes como Google já estão silenciosamente mudando a arquitetura da IA moderna com modelos que funcionam sem internet, processando tudo localmente na “edge”.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Neste artigo, mostro:&lt;/p&gt;

&lt;ul&gt;
&lt;li&gt;por que a IA offline pode redefinir segurança e privacidade corporativa,&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;como o Google está levando reconhecimento de voz avançado para dentro do dispositivo,&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;o impacto disso para arquitetos, CTOs e DBAs,&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;os riscos ocultos da dependência total da nuvem,&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;e por que o futuro provavelmente será híbrido: cloud + edge AI.&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;

&lt;p&gt;Também analiso os bastidores técnicos e estratégicos dessa mudança — incluindo aplicações militares, ambientes críticos e o novo papel do hardware na corrida da IA.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;A verdadeira disputa da próxima década talvez não seja “qual IA é mais inteligente”, mas:&lt;br&gt;
quem consegue continuar funcionando quando a nuvem desaparece.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&lt;a href="https://alealmeida369.com/blog/google-e-a-nova-era-da-ia-offline-o-futuro-esta-no-processamento-local" rel="noopener noreferrer"&gt;Leia o artigo completo&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;

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    </item>
    <item>
      <title>Por que os Modelos de IA "Open" Estão Ganhando Espaço em Relação aos Grandes Modelos de Linguagem (LLMs)</title>
      <dc:creator>Alexandre Almeida</dc:creator>
      <pubDate>Thu, 21 May 2026 21:48:46 +0000</pubDate>
      <link>https://dev.to/alealmeida369/por-que-os-modelos-de-ia-open-estao-ganhando-espaco-em-relacao-aos-grandes-modelos-de-linguagem-14f8</link>
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      <description>&lt;p&gt;Todo mundo está falando sobre ChatGPT, Claude e Gemini. Mas enquanto o mercado corre atrás dos modelos fechados, CTOs e líderes de tecnologia estão silenciosamente migrando para uma estratégia muito mais poderosa: IA open-weight.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Neste artigo, mostro o que quase ninguém fala sobre os bastidores da IA corporativa:&lt;/p&gt;

&lt;ul&gt;
&lt;li&gt;o custo real de rodar modelos como Llama em produção,&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;por que muitas empresas estão abandonando o discurso “100% open source”,&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;os riscos ocultos de dependência de fornecedores,&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;soberania digital,&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;segurança de dados,&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;e a verdadeira guerra entre autonomia e conveniência na nova economia da inteligência artificial.&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;

&lt;p&gt;Depois de colocar os números na ponta do lápis em ambientes Nvidia Cloud e GCP, a conclusão foi muito diferente do hype vendido no LinkedIn.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Se você é CTO, arquiteto, engenheiro, fundador ou trabalha com IA corporativa, este conteúdo provavelmente vai mudar sua visão sobre modelos abertos, custos de inferência e estratégia de longo prazo.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&lt;a href="https://alealmeida369.com/blog/por-que-os-modelos-de-ia-open-estao-ganhando-espaco-em-relacao-aos-grandes-modelos-de-linguagem-llms" rel="noopener noreferrer"&gt;Leia o artigo completo&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;

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      <category>ai</category>
      <category>llm</category>
      <category>machinelearning</category>
      <category>opensource</category>
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