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    <title>DEV Community: Augs Machado</title>
    <description>The latest articles on DEV Community by Augs Machado (@augsmachado).</description>
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      <title>DEV Community: Augs Machado</title>
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    <language>en</language>
    <item>
      <title>A era da Inteligência Artificial</title>
      <dc:creator>Augs Machado</dc:creator>
      <pubDate>Wed, 08 Jul 2020 11:45:18 +0000</pubDate>
      <link>https://dev.to/augsmachado/a-era-da-inteligencia-artificial-57ia</link>
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      <description>&lt;p&gt;&lt;a href="https://res.cloudinary.com/practicaldev/image/fetch/s--TYR4bkmy--/c_limit%2Cf_auto%2Cfl_progressive%2Cq_auto%2Cw_880/https://dev-to-uploads.s3.amazonaws.com/i/9vvdfitk0pz8h3kvdnje.png" class="article-body-image-wrapper"&gt;&lt;img src="https://res.cloudinary.com/practicaldev/image/fetch/s--TYR4bkmy--/c_limit%2Cf_auto%2Cfl_progressive%2Cq_auto%2Cw_880/https://dev-to-uploads.s3.amazonaws.com/i/9vvdfitk0pz8h3kvdnje.png" alt="Alt Text"&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Nos encontramos em um ponto de escolhas complicadas agora. Sabemos que dar significado à inteligência é extremamente complexo, a menos que identifiquemos a de nossa perspectiva de onde nós somos seres inteligentes. Um sistema para ser considerado inteligente precisa satisfazer requisitos não triviais, pois para ser inteligente ele precisa pensar e agir logicamente como ser humano, o que em termos computacionais não é trivial, já que demanda muito armazenamento e processamento que, no geral, são limitados. Com estes fatos postos, qual a melhor abordagem para inteligência artificial?&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;De acordo com &lt;strong&gt;Pereira (2020, p. 3)&lt;/strong&gt;, existem três formas principais e uma derivação para se abordar IA, são elas:&lt;/p&gt;

&lt;ul&gt;
&lt;li&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;A abordagem conexionista baseada na hipótese de causa-efeito&lt;/strong&gt;, no qual supõe que um modelo extremamente próximo ao cérebro humano seja capaz de reproduzir a inteligência humana. Tal abordagem trata de problemas imprecisos, mas que podem ser reconhecidos através de padrõs, como caligrafia, face, íris e outros. A principal contribuição dessa abordagem são as redes neurais.&lt;/p&gt;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;A abordagem simbólica foca-se na hipótese de sistema símbolos físicos&lt;/strong&gt;, isto é, conjuntos estruturados de símbolos e regras de manipulação destes são os meios necessários e suficientes para se obter inteligência. Esta vale-se de problemas bem definidos, como planejar tarefas, sendo a sua principal contribuição: os sistemas especialistas.&lt;/p&gt;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;A abordagem evolucionária é fundamentada na teoria darwiniana&lt;/strong&gt;, à qual infere que&lt;/p&gt;&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;

&lt;blockquote&gt;
&lt;p&gt;sistemas inteligentes simulando a evolução de uma população de indivíduos (aleatórios), que carregam genes com informação suficiente para dar origem à solução de um problema, usando operações genéticas de recombinação e mutação.&lt;/p&gt;
&lt;/blockquote&gt;

&lt;p&gt;Esta abordagem trabalha diretamente com problemas de otimização, como &lt;strong&gt;decidir a melhor rota para realizar o máximo de entregas possíveis com o menor custo e tempo possível das encomendas dos Correios [2]&lt;/strong&gt;, por exemplo. A principal contribuição desta abordagem são os algoritmos genéticos.&lt;/p&gt;

&lt;ul&gt;
&lt;li&gt;
&lt;strong&gt;A abordagem híbrida utiliza a combinação de diferentes ferramentas das outras abordagens&lt;/strong&gt; para encontrar a solução de um problema.&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;

&lt;p&gt;Desta forma, conclui &lt;strong&gt;Pereira (2020, p.4)&lt;/strong&gt; que&lt;/p&gt;

&lt;blockquote&gt;
&lt;p&gt;Inteligência Artificial é uma ampla área de pesquisa que subdivide-se em diversas sub-áreas, cada uma delas adotando diferentes abordagens e tratando de diferentes problemas que, em geral, são de alta complexidade (para os quais ainda não temos soluções satisfatórias).&lt;/p&gt;
&lt;/blockquote&gt;

&lt;p&gt;Com esse fechamento podemos entender o potencial da inteligência artificial. &lt;strong&gt;Dê uma olhada no infográfico abaixo [3]&lt;/strong&gt;. Note que há desde empresas no setor de recrutamento de pessoas até segurança e riscos.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&lt;a href="https://res.cloudinary.com/practicaldev/image/fetch/s--dadw8C9x--/c_limit%2Cf_auto%2Cfl_progressive%2Cq_auto%2Cw_880/https://dev-to-uploads.s3.amazonaws.com/i/878im6rfbg9yf53wyio7.jpg" class="article-body-image-wrapper"&gt;&lt;img src="https://res.cloudinary.com/practicaldev/image/fetch/s--dadw8C9x--/c_limit%2Cf_auto%2Cfl_progressive%2Cq_auto%2Cw_880/https://dev-to-uploads.s3.amazonaws.com/i/878im6rfbg9yf53wyio7.jpg" alt="Alt Text"&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Se eu puder fazer uma aposta de como será o futuro com base em tudo o que li, aprendi e vivenciei, com absoluta certeza, aposto que o futuro será algo com muita inteligência artificial em todos os níveis e em lugares que hoje ainda não pensamos. Recomendo fortemente que veja a série &lt;strong&gt;The Age of I.A. [4]&lt;/strong&gt;, disponível no Youtube Originals, caso deseje saber mais sobre inteligência articial e o que estão fazendo com ela.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Referências&lt;/strong&gt;&lt;br&gt;
[1] Pereira, Silvio do Lago. &lt;strong&gt;&lt;em&gt;Introdução à Inteligência&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt; Artificial. Disponível em &lt;a href="https://www.ime.usp.br/%7Eslago/IA-introducao.pdf"&gt;https://www.ime.usp.br/~slago/IA-introducao.pdf&lt;/a&gt;. Acesso em: 17 fev. 2020&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;[2] Para saber mais sobre &lt;strong&gt;&lt;em&gt;O Problema do Caixeiro Viajante&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;, veja esse vídeo &lt;a href="https://youtu.be/_vKMyRj855A"&gt;https://youtu.be/_vKMyRj855A&lt;/a&gt;. Acesso em 05 jul. 2020&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;[3] Este &lt;strong&gt;&lt;em&gt;infográfico&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt; foi extraído de TICs y Informacion, no link &lt;a href="https://ticsyformacion.com/2017/07/03/panorama-de-las-empresas-de-inteligencia-artificial-infografia-infographic-ai/"&gt;https://ticsyformacion.com/2017/07/03/panorama-de-las-empresas-de-inteligencia-artificial-infografia-infographic-ai/&lt;/a&gt;. Acesso em 07. jul. 2020&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;[4] O link para a playlist da série &lt;strong&gt;&lt;em&gt;The Age of I.A&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt; é . Acesso em: 17 fev. 2020&lt;/p&gt;

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      <category>inteligenciaartificial</category>
      <category>ia</category>
      <category>trends</category>
    </item>
    <item>
      <title>Sexta-feira, uma fita de Möbius invertida</title>
      <dc:creator>Augs Machado</dc:creator>
      <pubDate>Tue, 07 Jul 2020 12:36:34 +0000</pubDate>
      <link>https://dev.to/augsmachado/sexta-feira-uma-fita-de-mobius-invertida-n37</link>
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      <description>&lt;p&gt;De maneira muito resumida, &lt;strong&gt;Pereira (2020, p. 3-4)&lt;/strong&gt; descreve as principais fases da pesquisa sobre IA em quatro partes, são elas:&lt;/p&gt;

&lt;blockquote&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Modelagem de Neurônios Artificiais (1943-1950):&lt;/strong&gt; momento no qual as pesquisas eram voltadas para desenvolvimento de neurônios artificiais, ou seja, focando em criar máquinas capazes de aprender.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&lt;strong&gt;O Grande Entusiasmo (1951-1969):&lt;/strong&gt; chamado assim devido a onda de entusiasmo que se seguiu as inúmeras descobertas feitas no período, como os primeiros programas capazes de jogar xadrez, provar &lt;strong&gt;teoremas lógicos [2]&lt;/strong&gt;, imitar o racicínio humano, planejar tarefas, comunicar-se em linguagem natural, aprender por analogias e análise de estruturas moleculares. Um outro fator de entusiasmo no período foi a dissociação da imagem do computador de uma máquina de calcular para uma ferramenta poderosíssima.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Exponencial de Complexidade Computacional (1970-1980)&lt;/strong&gt; se dá no fato de que na medida que problemas iam sendo resolvidos utilizando IA, &lt;strong&gt;outros mais complexos eram experimentados [3]&lt;/strong&gt;. Entretanto, os grandes limitantes para um avanço exponecial eram: armazenamento de dados e tempo de processamento. Mesmo com constantes esforços para solucionar estes limitantes, o avanço era lento, algo que foi provado com a &lt;strong&gt;Teoria da Complexidade Computacional [4]&lt;/strong&gt;. Segundo &lt;strong&gt;Pereira (2020, p.3)&lt;/strong&gt;, a solução desses problemas complexos não dependia apenas da memória adicional ou de processadores mais rápidos, por isso muitas das expectativas foram frutradas.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Inferências (1981 - presente):&lt;/strong&gt; em 1981, com o anúncio japonês de um computador de quinta geração utilizando PROLOG como linguagem de máquina e capaz de realizar milhões de inferências por segundo, reacendeu as pesquisas norte-americanas e europeias, pois temiam que ocorre-se uma supremacia japonesa em pesquisa e desenvolvimento de IA.&lt;/p&gt;
&lt;/blockquote&gt;

&lt;p&gt;Atualmente, a inteligência artificial é encontrada em diversos setores e produtos, como câmeras de smartphones, assistentes virtuais, robótica, mineração de dados, manufatura, visão, jogos eletrônicos, processamento de linguagem natural, otimização de processos, reconhecimento facial, em sua geladeira e em toda a &lt;strong&gt;saga dos Vingadores [5]&lt;/strong&gt;.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Até este ponto vimos o quão especial é área de Inteligência Artificial, o que isso significa, como entendemos inteligência, a história dela. No entanto, como abordamos inteligência artificial? Do que ela ainda é capaz? O que podemos esperar? &lt;strong&gt;As respostas nós encontraremos amanhã&lt;/strong&gt;, na última parte do resumo de Introdução à Inteligência Artificial de Silvio do Lago Pereira.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Referências&lt;/strong&gt;&lt;br&gt;
[1] Pereira, Silvio do Lago. &lt;strong&gt;&lt;em&gt;Introdução à Inteligência Artificial&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;. Disponível em &lt;a href="https://www.ime.usp.br/%7Eslago/IA-introducao.pdf"&gt;https://www.ime.usp.br/~slago/IA-introducao.pdf&lt;/a&gt;. Acesso em: 17 fev. 2020&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;[2] Leia mais sobre as &lt;strong&gt;Leis da Lógica Formal&lt;/strong&gt; em &lt;a href="https://medium.com/@sir.relsen/introdu%C3%A7%C3%A3o-%C3%A0-l%C3%B3gica-formal-14771da340d"&gt;https://medium.com/@sir.relsen/introdu%C3%A7%C3%A3o-%C3%A0-l%C3%B3gica-formal-14771da340d&lt;/a&gt;.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;[3] Leia mais sobre &lt;strong&gt;Problemas Complexos&lt;/strong&gt; em &lt;a href="http://www.inf.ufpr.br/vignatti/courses/ci165/23.pdf"&gt;http://www.inf.ufpr.br/vignatti/courses/ci165/23.pdf&lt;/a&gt;.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;[4] Leia mais sobre a &lt;strong&gt;Teoria da Complexidade Computacional&lt;/strong&gt; em &lt;a href="http://rmct.ime.eb.br/arquivos/RMCT_1_tri_1987/teoria_complex_comput.pdf"&gt;http://rmct.ime.eb.br/arquivos/RMCT_1_tri_1987/teoria_complex_comput.pdf&lt;/a&gt;.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;[5] &lt;strong&gt;Achava mesmo que o Thanos seria vencido sem inteligência artificial?&lt;/strong&gt; Veja isso &lt;a href="https://youtu.be/bvWXCdnd7l0"&gt;https://youtu.be/bvWXCdnd7l0&lt;/a&gt;.&lt;/p&gt;

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      <category>inteligenciaartificial</category>
      <category>ia</category>
      <category>avengersendgame</category>
    </item>
    <item>
      <title>A inteligência não depende da aparência</title>
      <dc:creator>Augs Machado</dc:creator>
      <pubDate>Mon, 06 Jul 2020 11:16:22 +0000</pubDate>
      <link>https://dev.to/augsmachado/a-inteligencia-nao-depende-da-aparencia-5526</link>
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      <description>&lt;p&gt;&lt;a href="https://res.cloudinary.com/practicaldev/image/fetch/s--dxM1QFq2--/c_limit%2Cf_auto%2Cfl_progressive%2Cq_auto%2Cw_880/https://dev-to-uploads.s3.amazonaws.com/i/die9ooxkpvrbxad8fxcg.png" class="article-body-image-wrapper"&gt;&lt;img src="https://res.cloudinary.com/practicaldev/image/fetch/s--dxM1QFq2--/c_limit%2Cf_auto%2Cfl_progressive%2Cq_auto%2Cw_880/https://dev-to-uploads.s3.amazonaws.com/i/die9ooxkpvrbxad8fxcg.png" alt="Alt Text"&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Ontem nós falamos sobre a dificuldade de consenso sobre o que é inteligência e que parece contrastante a definição de inteligência artificial (IA). Entretanto, segundo &lt;strong&gt;Pereira (2020, p. 1)&lt;/strong&gt;, em 1950, &lt;strong&gt;Alan Turing [2]&lt;/strong&gt; propôs um teste capaz de determinar a prensença de atributos inteligentes ou não.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Uma vez que sem definir inteligência não é possível definir inteligência artificial, a base para o teste de Turing apoiava-se na premissa que mesmo não sabendo definir o que era inteligência, sabíamos que os seres humanos são inteligentes. Assim, de acordo com &lt;strong&gt;Pereira (2020, p.2)&lt;/strong&gt;,&lt;/p&gt;

&lt;blockquote&gt;
&lt;p&gt;se uma máquina fosse capaz de se comportar de tal forma que não pudéssemos distingui-la de um ser humano, essa máquina estaria demonstrando algum tipo de inteligência, que, nesse caso, só poderia ser inteligência artificial.&lt;/p&gt;
&lt;/blockquote&gt;

&lt;p&gt;O teste proposto por Turing consistia, de forma muito simplificada e resumida aqui, em uma entrevista entre um ser humano e um ente remoto via chat, onde se após determinado período de tempo a pessoa não fosse capaz de distiguir o ente entre humano e máquina, a hipótese de existir inteligência artificial era confirmada, de acordo com &lt;strong&gt;Pereira (2020, p.2)&lt;/strong&gt;.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Parece ser uma tarefa muito simples passar no Teste de Turing, não? De acordo com &lt;strong&gt;Pereira (2020, p.2)&lt;/strong&gt;, não é nada simples, pois o sistema precisaria minimamente das seguintes habilidades&lt;/p&gt;

&lt;blockquote&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;(1) processamento de linguagem natural:&lt;/strong&gt; para comunicar-se com o usuário;&lt;br&gt;
&lt;strong&gt;(2) representação de conhecimento:&lt;/strong&gt; para armazenar o que sabe ou aprende;&lt;br&gt;
&lt;strong&gt;(3) raciocínio automatizado:&lt;/strong&gt; para usar o conhecimento armazenado com a finalidade de responder perguntas ou tirar novas conclusões;&lt;br&gt;
&lt;strong&gt;(4) aprendizado de máquina:&lt;/strong&gt; para adaptar-se a novas circunstâncias, detectar e extrapolar padrões, a fim de atualizar o seu conhecimento armazenado.&lt;/p&gt;
&lt;/blockquote&gt;

&lt;p&gt;Até neste ponto vimos a definição de inteligência e como podemos mensurá-la. Observamos o funcionamento do teste de Turing, que para alguns é uma das melhores formas de testar a existência de inteligência artificial, mesmo tendo &lt;strong&gt;algumas fraquezas a serem levados em conta [3]&lt;/strong&gt;. Mas, o que a história nos conta sobre o uso de inteligência artificial? &lt;strong&gt;A resposta nós encontraremos amanhã na Parte 3&lt;/strong&gt;.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Referências&lt;/strong&gt;&lt;br&gt;
[1] Pereira, Silvio do Lago. &lt;strong&gt;&lt;em&gt;Introdução à Inteligência Artificial&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;. Disponível em &lt;a href="https://www.ime.usp.br/%7Eslago/IA-introducao.pdf"&gt;https://www.ime.usp.br/~slago/IA-introducao.pdf&lt;/a&gt;. Acesso em: 17 fev. 2020&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;[2] Veja o filme &lt;strong&gt;O Jogo da Imitação&lt;/strong&gt; para saber um pouco mais sobre Alan Turing. O trailer do filme &lt;a href="https://youtu.be/YIkKbMcJL_4"&gt;https://youtu.be/YIkKbMcJL_4&lt;/a&gt;. Acesso em: 17 fev. 2020&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;[3] Vejas algumas das &lt;strong&gt;Fraquezas do Teste de Turing&lt;/strong&gt; aqui &lt;a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Teste_de_Turing#Fraquezas_do_teste"&gt;https://pt.wikipedia.org/wiki/Teste_de_Turing#Fraquezas_do_teste&lt;/a&gt;. Acesso em: 17 fev. 2020&lt;/p&gt;

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      <category>inteligenciaartificial</category>
      <category>ai</category>
    </item>
    <item>
      <title>Hey Google, defina Inteligência Artificial</title>
      <dc:creator>Augs Machado</dc:creator>
      <pubDate>Sun, 05 Jul 2020 18:25:21 +0000</pubDate>
      <link>https://dev.to/augsmachado/hey-google-defina-inteligencia-artificial-b36</link>
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      <description>&lt;p&gt;&lt;a href="https://res.cloudinary.com/practicaldev/image/fetch/s--ztgOXdzo--/c_limit%2Cf_auto%2Cfl_progressive%2Cq_auto%2Cw_880/https://dev-to-uploads.s3.amazonaws.com/i/7i2vdzgu3ddm0pih1vb1.png" class="article-body-image-wrapper"&gt;&lt;img src="https://res.cloudinary.com/practicaldev/image/fetch/s--ztgOXdzo--/c_limit%2Cf_auto%2Cfl_progressive%2Cq_auto%2Cw_880/https://dev-to-uploads.s3.amazonaws.com/i/7i2vdzgu3ddm0pih1vb1.png" alt="Alt Text"&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Alguns definem inteligência com um dom divino que nos conecta à uma divindade. Outros definem como princípio de intelectualidade. Há ainda quem defina como capacidade de resolver problemas complexos com agilidade e de forma efetiva.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Pereira (2020, p.1)&lt;/strong&gt;, utilizando-se das definições para inteligência encontradas nos dicionários de língua portuguesa, nos diz que&lt;/p&gt;

&lt;blockquote&gt;
&lt;p&gt;Inteligência é a faculdade de aprender, compreender e adaptar-se.&lt;/p&gt;
&lt;/blockquote&gt;

&lt;p&gt;O autor acrescenta que não existe um consenso sobre o que é inteligência e, por esta razão, definir inteligência artificial é uma tarefa muito complicada e difícil. No entanto, podemos definir inteligência artificial, segundo &lt;strong&gt;Pereira (2020, p.1)&lt;/strong&gt;, como uma área do conhecimento humano que engloba:&lt;/p&gt;

&lt;blockquote&gt;
&lt;p&gt;(a) sistemas que pensam como humanos&lt;br&gt;
(b) sistemas que agem como humanos&lt;br&gt;
(c) sistemas que pensam logicamente&lt;br&gt;
(d) sistemas que agem logicamente&lt;/p&gt;
&lt;/blockquote&gt;

&lt;p&gt;Sendo alguns destes sistemas mais empíricos e de formulações lógicas (a e b), outros mais teóricos e ricos em proposições matemáticas (c e d). Vale notar que nenhuma delas é excludente, mas de grande importância para o desenvolvimento de novas aplicações e de novos conhecimentos em Inteligência Artificial, ou IA.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Uma vez que não há um consenso sobre o que é inteligência e parece contrastante a definição de IA, como contornar este problema? &lt;strong&gt;A resposta nós encontraremos amanhã na Parte 2&lt;/strong&gt;.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Referências&lt;/strong&gt;&lt;br&gt;
[1] Pereira, Silvio do Lago. &lt;strong&gt;&lt;em&gt;Introdução à Inteligência Artificial&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;. Disponível em &lt;a href="https://www.ime.usp.br/%7Eslago/IA-introducao.pdf"&gt;https://www.ime.usp.br/~slago/IA-introducao.pdf&lt;/a&gt;. Acesso em: 17 fev. 2020&lt;/p&gt;

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      <category>inteligenciaartificial</category>
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