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    <title>DEV Community: Gregorio Santos</title>
    <description>The latest articles on DEV Community by Gregorio Santos (@gregoriohd).</description>
    <link>https://dev.to/gregoriohd</link>
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      <url>https://media2.dev.to/dynamic/image/width=90,height=90,fit=cover,gravity=auto,format=auto/https:%2F%2Fdev-to-uploads.s3.amazonaws.com%2Fuploads%2Fuser%2Fprofile_image%2F980888%2Fdceac74c-15f5-4637-bb61-c6251ee988fd.PNG</url>
      <title>DEV Community: Gregorio Santos</title>
      <link>https://dev.to/gregoriohd</link>
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    <language>en</language>
    <item>
      <title>Entendendo o uso de record e DTO com java</title>
      <dc:creator>Gregorio Santos</dc:creator>
      <pubDate>Mon, 13 Oct 2025 23:24:12 +0000</pubDate>
      <link>https://dev.to/gregoriohd/entendendo-o-uso-de-record-e-dto-com-java-1f8k</link>
      <guid>https://dev.to/gregoriohd/entendendo-o-uso-de-record-e-dto-com-java-1f8k</guid>
      <description>&lt;p&gt;No ecossistema Java, os records surgiram como uma solução elegante para um problema antigo: a proliferação de código repetitivo (ou boilerplate). Antes dessa feature, classes simples, criadas apenas para transportar dados, como os famosos DTOs (Data Transfer Objects), exigiam uma implementação extensa e manual de métodos como equals(), hashCode() e toString(). Com a introdução dos records, essa implementação tornou-se significativamente mais concisa e eficiente, aumentando a produtividade e reduzindo erros. &lt;/p&gt;

&lt;h2&gt;
  
  
  O que é um record em Java?
&lt;/h2&gt;

&lt;p&gt;É um tipo especial de classe, que são imutáveis por padrão e foi introduzida experimentalmente no java 14, tornando-se estável no java 16. Seu objetivo e simplificar a criação de classes que serve apenas para carregar dados.&lt;/p&gt;

&lt;h2&gt;
  
  
  O que é um DTO (Data Transfer Object)?
&lt;/h2&gt;

&lt;p&gt;E um padrão de projeto, utilizado para não expor a camada de negocio da aplicação. E um objeto simples, contem apenas dados, utilizado para transportar dados entre camadas da aplicação e evitar a exposição de dados sensíveis.&lt;/p&gt;

&lt;h3&gt;
  
  
  Entendendo a estrutura de um record.
&lt;/h3&gt;



&lt;div class="highlight js-code-highlight"&gt;
&lt;pre class="highlight plaintext"&gt;&lt;code&gt;public record User(){}
&lt;/code&gt;&lt;/pre&gt;

&lt;/div&gt;



&lt;p&gt;public &lt;strong&gt;→&lt;/strong&gt; pode ser acessado de qualquer lugar.&lt;br&gt;
record &lt;strong&gt;→&lt;/strong&gt; define que é um tipo record.&lt;br&gt;
User &lt;strong&gt;→&lt;/strong&gt; nome do record.&lt;/p&gt;
&lt;h3&gt;
  
  
  Exemplo de record com componentes:
&lt;/h3&gt;


&lt;div class="highlight js-code-highlight"&gt;
&lt;pre class="highlight plaintext"&gt;&lt;code&gt;public record User(String name, String email, LocalDate creationDate){
}
&lt;/code&gt;&lt;/pre&gt;

&lt;/div&gt;


&lt;p&gt;O compilador alem de gerar os métodos equals(), hashCode() e toString(), também gera os métodos getters name(), email() e creationDate() que são os componentes do record (equivalem a atributos de classes comum em java). Não gera setters, pois os dados em um record são considerados imutáveis.&lt;/p&gt;
&lt;h2&gt;
  
  
  Record como DTO (O CASAMENTO PERFEITO)
&lt;/h2&gt;

&lt;p&gt;O exemplo a seguir apresenta uma comunicação simples, com o objetivo de transportar dados sem expor a classe de domino e utilizando a simplicidade do record.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Criando a classe de domínio User.&lt;br&gt;
&lt;/p&gt;

&lt;div class="highlight js-code-highlight"&gt;
&lt;pre class="highlight plaintext"&gt;&lt;code&gt;public class User {

    private String name;
    private String pass;
    private String email;
    private final LocalDate creationDate = LocalDate.now();
  //getter e setter

}
&lt;/code&gt;&lt;/pre&gt;

&lt;/div&gt;



&lt;p&gt;Criando nosso record, que vai representar DTO. Aqui protegeremos nossa senha(pass) de usuário, passando somente os componentes name, email e creationDate. Implementado um método estático (from) que vai retornar um novo UserDTO e recebera um User como parâmetro.&lt;br&gt;
&lt;/p&gt;

&lt;div class="highlight js-code-highlight"&gt;
&lt;pre class="highlight plaintext"&gt;&lt;code&gt;public record UserDTO(String name, String email, LocalDate creationDate){
  public static UserDTO from(User user) {
    return new UserDTO(
        user.getName(), 
        user.getEmail(), 
        user.getCreationDate());
    }
}
&lt;/code&gt;&lt;/pre&gt;

&lt;/div&gt;



&lt;p&gt;Como resultado temos:&lt;br&gt;
&lt;/p&gt;

&lt;div class="highlight js-code-highlight"&gt;
&lt;pre class="highlight plaintext"&gt;&lt;code&gt;public class Principal {

    public static void main(String[] args) {

        User user1 = new User("Joao","123","joao@mail");
        User user2 = new User("Jose","123","jose@mail");
        User user3 = new User("Maria","123","maria@mail");

        List&amp;lt;User&amp;gt; users = List.of(user1, user2, user3);

        User fidUser = users.get(2);

        UserDTO dto = UserDTO.from(fidUser);

        System.out.println(dto);

    }

}
&lt;/code&gt;&lt;/pre&gt;

&lt;/div&gt;



&lt;p&gt;Aqui simulamos nossa repositório de user, criamos três usuários, adicionamos eles a coleção de usuários utilizando List e simulamos a consulta de um usuário passando o index.&lt;br&gt;
&lt;/p&gt;

&lt;div class="highlight js-code-highlight"&gt;
&lt;pre class="highlight plaintext"&gt;&lt;code&gt;        User user1 = new User("Joao","123","joao@mail");
        User user2 = new User("Jose","123","jose@mail");
        User user3 = new User("Maria","123","maria@mail");

        List&amp;lt;User&amp;gt; users = List.of(user1, user2, user3);

        User fidUser = users.get(2);
&lt;/code&gt;&lt;/pre&gt;

&lt;/div&gt;



&lt;p&gt;Agora controlamos o que vai ser trafegado entre o nosso domínio e a camada de apresentação.&lt;br&gt;
&lt;/p&gt;

&lt;div class="highlight js-code-highlight"&gt;
&lt;pre class="highlight plaintext"&gt;&lt;code&gt;UserDTO dto = UserDTO.from(fidUser);
&lt;/code&gt;&lt;/pre&gt;

&lt;/div&gt;



&lt;p&gt;Utilizamos uma impressão simples no console para representar nossa camada de apresentação.&lt;br&gt;
&lt;/p&gt;

&lt;div class="highlight js-code-highlight"&gt;
&lt;pre class="highlight plaintext"&gt;&lt;code&gt;System.out.println(dto);

&lt;/code&gt;&lt;/pre&gt;

&lt;/div&gt;



&lt;p&gt;Retornando um UserDTO no console com name, email e dateCreation, protegemos assim nossa senha(pass) e protegendo nossa camada de domínio User.&lt;br&gt;
&lt;/p&gt;

&lt;div class="highlight js-code-highlight"&gt;
&lt;pre class="highlight plaintext"&gt;&lt;code&gt;UserDTO[name=Maria, email=maria@mail, creationDate=2025-10-12]
&lt;/code&gt;&lt;/pre&gt;

&lt;/div&gt;



</description>
      <category>programming</category>
      <category>java</category>
      <category>designpatterns</category>
      <category>architecture</category>
    </item>
    <item>
      <title>Entendendo @MappedSuperclass em JPA</title>
      <dc:creator>Gregorio Santos</dc:creator>
      <pubDate>Sat, 24 Aug 2024 19:54:52 +0000</pubDate>
      <link>https://dev.to/gregoriohd/entendendo-mappedsuperclass-em-jpa-4310</link>
      <guid>https://dev.to/gregoriohd/entendendo-mappedsuperclass-em-jpa-4310</guid>
      <description>&lt;p&gt;O JPA (Java Persistence API) fornece várias anotações para mapear classes Java para tabelas de banco de dados. Uma dessas anotações úteis é a @MappedSuperclass, que é usada para designar uma classe cujas propriedades devem ser herdadas por outras classes de entidade, mas que não é uma entidade em si. Vamos explorar a utilidade dessa anotação através de um exemplo prático envolvendo classes como Veiculo, Carro e Motocicleta.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&lt;strong&gt;O Que é @MappedSuperclass?&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;A anotação @MappedSuperclass é usada para indicar que uma classe não deve ser uma entidade independente, mas que seus atributos devem ser herdados por outras classes que são entidades. Isso é útil quando você deseja compartilhar atributos comuns entre várias entidades sem criar uma tabela separada para a classe base.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Principais características:&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;

&lt;ol&gt;
&lt;li&gt;- A classe anotada com @MappedSuperclass não é uma entidade.&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;- Não é possível executar consultas diretamente na classe @MappedSuperclass.&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;- As subclasses que estendem a classe @MappedSuperclass são mapeadas para tabelas individuais no banco de dados, mas herdam os campos da classe base.&lt;/li&gt;
&lt;/ol&gt;

&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Exemplo Prático&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Vamos criar um exemplo com uma hierarquia de classes para Veiculo, Carro e Motocicleta, onde Veiculo é a superclasse.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&lt;strong&gt;1. Classe Base: &lt;em&gt;Veiculo&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br&gt;
&lt;/p&gt;

&lt;div class="highlight js-code-highlight"&gt;
&lt;pre class="highlight plaintext"&gt;&lt;code&gt;import javax.persistence.MappedSuperclass;

@MappedSuperclass
public abstract class Veiculo {

    @Id
    @GeneratedValue(strategy = GenerationType.IDENTITY)
    private Long id;
    private String marca;
    private String modelo;
    private int ano;

    // Getters e Setters

}
&lt;/code&gt;&lt;/pre&gt;

&lt;/div&gt;



&lt;ul&gt;
&lt;li&gt;A classe Veiculo é anotada com @MappedSuperclass.&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;A classe Veiculo possui o campo id anotado com &lt;a class="mentioned-user" href="https://dev.to/id"&gt;@id&lt;/a&gt; e @GeneratedValue. Este identificador único será herdado por todas as subclasses, garantindo que cada entidade derivada de Veiculo tenha um campo id.&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Ela define três atributos comuns: marca, modelo e ano.&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;

&lt;p&gt;&lt;strong&gt;2. Subclasse: &lt;em&gt;Carro&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br&gt;
&lt;/p&gt;

&lt;div class="highlight js-code-highlight"&gt;
&lt;pre class="highlight plaintext"&gt;&lt;code&gt;import javax.persistence.Entity;
import javax.persistence.Table;

@Entity
@Table(name = "carro")
public class Carro extends Veiculo {

    private int quantidadePortas;

    // Getters e Setters

}
&lt;/code&gt;&lt;/pre&gt;

&lt;/div&gt;



&lt;ul&gt;
&lt;li&gt;A classe Carro herda os atributos da classe Veiculo.&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Ela é anotada com @Entity e mapeada para uma tabela chamada carro.&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;

&lt;p&gt;&lt;strong&gt;3. Subclasse: &lt;em&gt;Motocicleta&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br&gt;
&lt;/p&gt;

&lt;div class="highlight js-code-highlight"&gt;
&lt;pre class="highlight plaintext"&gt;&lt;code&gt;import javax.persistence.Entity;
import javax.persistence.Table;

@Entity
@Table(name = "motocicleta")
public class Motocicleta extends Veiculo {

    private boolean temSidecar;

    // Getters e Setters
}
&lt;/code&gt;&lt;/pre&gt;

&lt;/div&gt;



&lt;ul&gt;
&lt;li&gt;A classe Motocicleta também herda os atributos da classe Veiculo.&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Ela é anotada com @Entity e mapeada para uma tabela chamada motocicleta.&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;

&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Mapeamento de Tabelas&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Com as classes acima, o JPA criará as seguintes tabelas no banco de dados:&lt;/p&gt;

&lt;ol&gt;
&lt;li&gt;
&lt;strong&gt;Tabela&lt;/strong&gt; carro: Contém colunas para marca, modelo, ano e quantidadePortas.&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;
&lt;strong&gt;Tabela&lt;/strong&gt; motocicleta: Contém colunas para marca, modelo, ano e temSidecar.&lt;/li&gt;
&lt;/ol&gt;

&lt;p&gt;A tabela Veiculo não existe no banco de dados, pois a classe Veiculo é apenas uma superclasse e não uma entidade.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Benefícios de usar&lt;/strong&gt; &lt;em&gt;@MappedSuperclass&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;

&lt;ul&gt;
&lt;li&gt;Centralização do Identificador: O campo id é gerenciado na superclasse. Todas as entidades derivadas de &lt;em&gt;Veiculo&lt;/em&gt; compartilham o mesmo esquema de identificação.&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Reutilização de Código: Atributos comuns podem ser centralizados em uma superclasse, evitando duplicação nas subclasses.&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Facilidade de Manutenção: Alterações em atributos comuns podem ser feitas em um único lugar.&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Modelo de Dados Coeso: As subclasses compartilham a mesma estrutura, o que facilita a manipulação e o entendimento do modelo.&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;

&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Considerações&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Se você deseja que a superclasse também seja uma entidade (por exemplo, para consultas diretas), use a estratégia de herança @Inheritance em vez de @MappedSuperclass.&lt;br&gt;
@MappedSuperclass é ideal para situações em que a classe base não precisa ser persistida como uma entidade individual, mas suas propriedades são relevantes para várias entidades.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Conclusão&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;A anotação @MappedSuperclass é uma ferramenta poderosa para criar hierarquias de classes reutilizáveis em JPA. No exemplo acima, conseguimos centralizar os atributos comuns em Veiculo e, ao mesmo tempo, manter a flexibilidade e a independência das entidades Carro e Motocicleta. Essa abordagem promove um design mais limpo e modular, especialmente em sistemas com múltiplas entidades que compartilham características semelhantes.&lt;/p&gt;

</description>
      <category>jpa</category>
      <category>programming</category>
      <category>java</category>
      <category>backend</category>
    </item>
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