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    <title>DEV Community: Gustavo Ramos</title>
    <description>The latest articles on DEV Community by Gustavo Ramos (@gustavoramos82).</description>
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      <title>DEV Community: Gustavo Ramos</title>
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    <language>en</language>
    <item>
      <title>Sobre a bacia Tocantins-Araguaia</title>
      <dc:creator>Gustavo Ramos</dc:creator>
      <pubDate>Tue, 27 Aug 2024 18:00:16 +0000</pubDate>
      <link>https://dev.to/devsnorte/sobre-a-bacia-tocantis-uruguaia-2md0</link>
      <guid>https://dev.to/devsnorte/sobre-a-bacia-tocantis-uruguaia-2md0</guid>
      <description>&lt;p&gt;Esse artigo vem de um projeto que venho fazendo dos workshosps aos sábado sobre análise dos reservatórios (se quiser saber temos o repositório no &lt;a href="https://github.com/acaicomdados/analise-reservatorios-federais" rel="noopener noreferrer"&gt;Github&lt;/a&gt; onde poderá ter informações sobre todos os processo que estamos fazendo) e nessa parte estamos fazendo a análise de série histórica da bacia do Tocantins, então nada melhor sobre ter conhecimento sobre o que é essa bacia e a sua importância para a gestão de recursos hídricos no Brasil.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;O texto deste artigo está apoiado em um trabalho de conclusão de curso que pode ser encontrado &lt;a href="https://bdm.ufpa.br/jspui/handle/prefix/6518" rel="noopener noreferrer"&gt;aqui&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&lt;a href="https://media.dev.to/cdn-cgi/image/width=800%2Cheight=%2Cfit=scale-down%2Cgravity=auto%2Cformat=auto/https%3A%2F%2Fdev-to-uploads.s3.amazonaws.com%2Fuploads%2Farticles%2F7e9akhlpwrlkjuxqzrqy.png" class="article-body-image-wrapper"&gt;&lt;img src="https://media.dev.to/cdn-cgi/image/width=800%2Cheight=%2Cfit=scale-down%2Cgravity=auto%2Cformat=auto/https%3A%2F%2Fdev-to-uploads.s3.amazonaws.com%2Fuploads%2Farticles%2F7e9akhlpwrlkjuxqzrqy.png" alt="Bacia" width="800" height="444"&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Tem como rio principal o Rio Tocantins, sendo o principal curso d’́ água que, possuindo uma extensão de 2.416 km, configurando-se como o segundo maior rio totalmente brasileiro, sendo que a sua nascente é localizada no Estado de Goiás, passando pelos Estados do Tocantins e Maranhão até chegar em sua foz, na Ilha do Marajó.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Tem como seu afluente principal o Rio Araguaia, com uma extensão de 2.115 km, atravessando os Estados de Mato Grosso, Goiás, Tocantins e Pará, nascendo na Serra dos Caiapós a uma altitude de 850 metros. Seu encontro com o Rio Tocantins ocorre próximo ao Bico do Papagaio. &lt;/p&gt;

&lt;p&gt;O Rio Tocantins tem um potencial muito grande para construção de usinas hidrelétricas, sendo a mais conhecida a usina de Tucuruí, não sendo à toa que há vário usina construídas ao longo de seu percurso, como pode ser visto na imagem abaixo.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&lt;a href="https://media.dev.to/cdn-cgi/image/width=800%2Cheight=%2Cfit=scale-down%2Cgravity=auto%2Cformat=auto/https%3A%2F%2Fdev-to-uploads.s3.amazonaws.com%2Fuploads%2Farticles%2F52vvkge94qw29yei9ebx.png" class="article-body-image-wrapper"&gt;&lt;img src="https://media.dev.to/cdn-cgi/image/width=800%2Cheight=%2Cfit=scale-down%2Cgravity=auto%2Cformat=auto/https%3A%2F%2Fdev-to-uploads.s3.amazonaws.com%2Fuploads%2Farticles%2F52vvkge94qw29yei9ebx.png" alt="Localização doas usina ao longo do rio tocantins" width="395" height="488"&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Dada a sua importância energética e para a população que vive envolta, é muito importante ter a sua conservação e que com os caso de desmatamento e agrotóxicos isso acarreta diminuição e sua superfície, trazendo prejuízos e consequências futuras que pode acabar com toda uma dinâmica social e econômica.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Como podemos ver nesta reportagem do &lt;a href="https://g1.globo.com/jornal-nacional/noticia/2024/04/29/pesquisadores-alertam-para-situacao-critica-na-bacia-do-araguaia.ghtml" rel="noopener noreferrer"&gt;Jornal Nacional&lt;/a&gt; em que foi feito um estudo conduzido pela UNB, constatando mediante dados sobre a superfície de água e a vazão da correnteza nas 21 estações de monitoramento desde 1980 que o rio nos últimos 40 anos perdeu em média 40% de vazão e entre 40% e 67% da superfície de água, dependendo em que parte do rio, havendo uma correlação forte entre redução da superfície da água com o aumento do desmatamento e da quantidade de áreas irrigadas. Havendo contaminação de agrotóxicos na água nas sub-bacias estudadas&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Nesta reportagem da &lt;a href="https://noticias.uol.com.br/colunas/crise-climatica/2022/05/12/bacia-do-araguaia-tocantins-esta-secando-diz-estudo.htm" rel="noopener noreferrer"&gt;UOL&lt;/a&gt; mostra uma análise que observou os registros históricos de 27 estações de medição até o ano de 2019, e constatou vazões abaixo da média em 19 delas, com especial atenção para os períodos secos. Os resultados são um alerta para os projetos de irrigação, hidrelétricas e hidrovias propostos na região.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;E no &lt;a href="https://afnoticias.com.br/estado/quase-metade-da-bacia-tocantins-araguaia-ja-foi-desmatada-alertam-58-pesquisadores" rel="noopener noreferrer"&gt;Afronoticias&lt;/a&gt; em que quase metade da bacia foi desmatada, a calha do rio Tocantins está muito seriamente impactada por barragens e os afluentes do rio Araguaia têm sofrido com a retirada de água para agricultura irrigada, além da perda de áreas ripárias (as regiões que estão diretamente relacionadas com os cursos d’água e onde ocorre a mata ciliar ou vegetação que influi na dinâmica ambiental relacionada) e o assoreamento do rio.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Dados os impactos ambientais, medidas precisam ser cuidados, inclusive está em tramitação o projeto de lei &lt;a href="https://www.camara.leg.br/proposicoesWeb/fichadetramitacao?idProposicao=2259292" rel="noopener noreferrer"&gt;PL 4058/20&lt;/a&gt; atribuindo ao poder público medidas de conservação na bacia do Tocantins-Araguaia, dentre as medidas&lt;/p&gt;

&lt;ul&gt;
&lt;li&gt;elaboração de zoneamento ecológico-econômico&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;sistema de monitoramento e recuperação da cobertura vegetal do Cerrado&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;implantação do programa de pagamento por serviços ambientais&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;

&lt;p&gt;É muito importante organizar para que esta lei seja aprovada para garantir uma melhor conservação da bacia e de sua importância, além de apoiar outros projetos que tenha por objetivo a conservação&lt;/p&gt;

</description>
      <category>baciahidrografica</category>
      <category>recursoshidricos</category>
    </item>
    <item>
      <title>Analisando série histórica bacia tocantins - parte 2</title>
      <dc:creator>Gustavo Ramos</dc:creator>
      <pubDate>Mon, 12 Aug 2024 13:12:35 +0000</pubDate>
      <link>https://dev.to/devsnorte/analisando-serie-historica-bacia-tocantins-parte-2-15pi</link>
      <guid>https://dev.to/devsnorte/analisando-serie-historica-bacia-tocantins-parte-2-15pi</guid>
      <description>&lt;p&gt;Neste encontro, tem-se a continuação da análise que começou do último encontro em que se começou pela bacia hidrográfica de Tocantins, nesse encontro começamos a fazer uma análise de tendência e de sazonalidade em específico a usina de Tucuruí para depois fazer comparação com as outras usinas dessa mesma bacia hidrográfica.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&lt;a href="https://media.dev.to/cdn-cgi/image/width=800%2Cheight=%2Cfit=scale-down%2Cgravity=auto%2Cformat=auto/https%3A%2F%2Fdev-to-uploads.s3.amazonaws.com%2Fuploads%2Farticles%2Fo2dkbyemy3baztipie87.png" class="article-body-image-wrapper"&gt;&lt;img src="https://media.dev.to/cdn-cgi/image/width=800%2Cheight=%2Cfit=scale-down%2Cgravity=auto%2Cformat=auto/https%3A%2F%2Fdev-to-uploads.s3.amazonaws.com%2Fuploads%2Farticles%2Fo2dkbyemy3baztipie87.png" alt="boxplot" width="800" height="428"&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Pode observar um período de cheia, principalmente nos períodos de março e abril, e um período de estiagem de julho a outubro (seria essa a sazonalidade dos períodos de seca e cheia)&lt;/p&gt;

&lt;ul&gt;
&lt;li&gt;De janeiro a abril tem uma tendência de subida&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;De maio até outubro, uma tendência de queda e novembro uma subida&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;

&lt;p&gt;Isso pode ser visto aplicando a média móvel de 30 dias no gráfico abaixo&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&lt;a href="https://media.dev.to/cdn-cgi/image/width=800%2Cheight=%2Cfit=scale-down%2Cgravity=auto%2Cformat=auto/https%3A%2F%2Fdev-to-uploads.s3.amazonaws.com%2Fuploads%2Farticles%2Fkhdr18layihee9cnk1dz.png" class="article-body-image-wrapper"&gt;&lt;img src="https://media.dev.to/cdn-cgi/image/width=800%2Cheight=%2Cfit=scale-down%2Cgravity=auto%2Cformat=auto/https%3A%2F%2Fdev-to-uploads.s3.amazonaws.com%2Fuploads%2Farticles%2Fkhdr18layihee9cnk1dz.png" alt="media movel" width="800" height="345"&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;E um comportamento parecido pode observar comparando os anos, temos alguns de exemplo no gráfico abaixo&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&lt;a href="https://media.dev.to/cdn-cgi/image/width=800%2Cheight=%2Cfit=scale-down%2Cgravity=auto%2Cformat=auto/https%3A%2F%2Fdev-to-uploads.s3.amazonaws.com%2Fuploads%2Farticles%2Fdd5xp7x1xovo5gmxgxez.png" class="article-body-image-wrapper"&gt;&lt;img src="https://media.dev.to/cdn-cgi/image/width=800%2Cheight=%2Cfit=scale-down%2Cgravity=auto%2Cformat=auto/https%3A%2F%2Fdev-to-uploads.s3.amazonaws.com%2Fuploads%2Farticles%2Fdd5xp7x1xovo5gmxgxez.png" alt="Comparação anos" width="800" height="542"&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;A partir dessas análises podemos fazer os seguintes questionamentos para as próximas&lt;/p&gt;

&lt;ul&gt;
&lt;li&gt;Os outros reservatórios desta mesma bacia hidrográfica tem este comportamento?&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;tem relação com o volume de chuvas na região durante o ano?&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;A vazão que entra no reservatório tem relação com a geração de energia da mesma&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;

</description>
    </item>
    <item>
      <title>Analisando série histórica bacia tocantins - parte 1</title>
      <dc:creator>Gustavo Ramos</dc:creator>
      <pubDate>Sun, 21 Jul 2024 13:49:40 +0000</pubDate>
      <link>https://dev.to/devsnorte/analisando-serie-historica-bacia-tocantins-parte-1-27mj</link>
      <guid>https://dev.to/devsnorte/analisando-serie-historica-bacia-tocantins-parte-1-27mj</guid>
      <description>&lt;p&gt;Já foi feita uma análise geral das reservas federais, no qual todo o processo pode ser acompanhado no repositório do &lt;a href="https://github.com/acaicomdados/analise-reservatorios-federais" rel="noopener noreferrer"&gt;github&lt;/a&gt;, agora vai ser feito a análise das séries histórica da afluência dos reservatórios federais (Vazão/volume da água que entra no reservatório (m³/s))&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Como são muitos reservatórios, decidiu-se fazer cada análise separado por bacia hidrográfica já que os reservatórios de bacias de uma mesma bacia hidrográfica tem comportamentos semelhantes, e começaremos nesta analise com a bacia Tocantins&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&lt;a href="https://res.cloudinary.com/practicaldev/image/fetch/s--G4Myu_-C--/c_limit%2Cf_auto%2Cfl_progressive%2Cq_auto%2Cw_800/https://www.ana.gov.br/sar/sin/b_tocantins/tocantins.jpg" class="article-body-image-wrapper"&gt;&lt;img src="https://res.cloudinary.com/practicaldev/image/fetch/s--G4Myu_-C--/c_limit%2Cf_auto%2Cfl_progressive%2Cq_auto%2Cw_800/https://www.ana.gov.br/sar/sin/b_tocantins/tocantins.jpg" alt="bacia tocantins" width="800" height="444"&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Mais informações sobre esta bacia, consulte este link do Governo Federal &lt;a href="https://www.gov.br/ana/pt-br/assuntos/gestao-das-aguas/panorama-das-aguas/regioes-hidrograficas/regiao-hidrografica-tocantins-araguaia" rel="noopener noreferrer"&gt;aqui&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Analisando a série histórica, como pode ser observado no gráfico abaixo, podemos ver que:&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&lt;a href="https://media.dev.to/cdn-cgi/image/width=800%2Cheight=%2Cfit=scale-down%2Cgravity=auto%2Cformat=auto/https%3A%2F%2Fdev-to-uploads.s3.amazonaws.com%2Fuploads%2Farticles%2Fucew1x3tlw8gwyhiudxw.png" class="article-body-image-wrapper"&gt;&lt;img src="https://media.dev.to/cdn-cgi/image/width=800%2Cheight=%2Cfit=scale-down%2Cgravity=auto%2Cformat=auto/https%3A%2F%2Fdev-to-uploads.s3.amazonaws.com%2Fuploads%2Farticles%2Fucew1x3tlw8gwyhiudxw.png" alt="série histórica" width="800" height="339"&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;

&lt;ul&gt;
&lt;li&gt;O reservatório de Tucuruí é o que mais apresenta vazão, se comparado com outros da mesma bacia hidrográfica, pois além do rio Tocantins, a usina de Tucuruí recebe do afluente do rio Araguaia, como pode ver no esquema abaixo&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;

&lt;p&gt;&lt;a href="https://res.cloudinary.com/practicaldev/image/fetch/s--TIJQs_Xf--/c_limit%2Cf_auto%2Cfl_progressive%2Cq_auto%2Cw_800/https://www.ana.gov.br/sar/sin/diagramatocantins.jpg" class="article-body-image-wrapper"&gt;&lt;img src="https://res.cloudinary.com/practicaldev/image/fetch/s--TIJQs_Xf--/c_limit%2Cf_auto%2Cfl_progressive%2Cq_auto%2Cw_800/https://www.ana.gov.br/sar/sin/diagramatocantins.jpg" alt="esquema" width="800" height="324"&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Observação:&lt;/p&gt;

&lt;ul&gt;
&lt;li&gt;Reservatório com triângulo: do tipo usina com reservatório(Usina hidrelétrica sem reservatório de acumulação. O barramento foi construído apenas com intuito de ter uma queda d’água e o volume armazenado no reservatório não é capaz de manter o funcionamento da usina por mais do que uma semana)&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Reservatório com círculo: do tio usina fio água (Usinas nas quais o reservatório construído têm um volume armazenado capaz de atender as demandas por longo tempo (meses a anos))&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;

&lt;p&gt;Se olharmos uma média da afluência durante os meses, parece termos um seguinte padrão que pode ser investigado nos próximos encontros em que se observa tendência de subida até abril e começa a decrescer em maio e começa a subir em torno de novembro (a ser analisado)&lt;br&gt;
pico normalmente em março ou abril (a ser analisado a sazonalidade)&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&lt;a href="https://media.dev.to/cdn-cgi/image/width=800%2Cheight=%2Cfit=scale-down%2Cgravity=auto%2Cformat=auto/https%3A%2F%2Fdev-to-uploads.s3.amazonaws.com%2Fuploads%2Farticles%2F0r4vbuh2z6qg3auhlrs0.png" class="article-body-image-wrapper"&gt;&lt;img src="https://media.dev.to/cdn-cgi/image/width=800%2Cheight=%2Cfit=scale-down%2Cgravity=auto%2Cformat=auto/https%3A%2F%2Fdev-to-uploads.s3.amazonaws.com%2Fuploads%2Farticles%2F0r4vbuh2z6qg3auhlrs0.png" alt="Média" width="800" height="428"&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;A partir disso, nos próximos encontros será analisado melhor os comportamentos dos reservatórios da bacia de Tocantis&lt;/p&gt;

</description>
      <category>analytics</category>
      <category>serietemporal</category>
    </item>
    <item>
      <title>Análise das estações meteorológicas - parte extra 1</title>
      <dc:creator>Gustavo Ramos</dc:creator>
      <pubDate>Sun, 07 Jul 2024 14:34:34 +0000</pubDate>
      <link>https://dev.to/devsnorte/analise-das-estacoes-meteorologicas-parte-extra-1-4734</link>
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      <description>&lt;p&gt;Neste encontro extra, durante a Jornada de Desenvolvimento de Software (JES) organizada pelos discentes em engenharia de software da Universidade do Estado do Pará, foi feito uma amostra do que vem sendo feito durante os encontros do workshop de python para análise de dados&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Assim foi feito uma análise com base no segundo (você pode ler sobre clicando &lt;a href="https://dev.to/devsnorte/analise-das-reservas-federais-parte-2-1hcc"&gt;aqui&lt;/a&gt;) encontro em que foi levantado os impactos ambientais que os reservatórios causam a sua construção, a partir disso foi levantado se poderia utilizar as estações meteorológicas do Instituto nacional de Meteorologia (INMET) e se seria possível utilizar para fazer essa análise dos impactos ambientais sobre os reservatórios&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Assim foi extraído os dados de todas as estações instaladas verificar elas, em que ano foram fundadas e se estão próximas aos reservatórios&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Quanto ao Estado, temos que a maioria das estações estão localizadas em Minas Gerais, se comparada em outros Estados como Amapá e Roraima, por exemplo, podendo indicar que há uma distribuição desigual das estações em volta do Brasil&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&lt;a href="https://media.dev.to/cdn-cgi/image/width=800%2Cheight=%2Cfit=scale-down%2Cgravity=auto%2Cformat=auto/https%3A%2F%2Fdev-to-uploads.s3.amazonaws.com%2Fuploads%2Farticles%2Fdaqneojikjzh6pesde6w.png" class="article-body-image-wrapper"&gt;&lt;img src="https://media.dev.to/cdn-cgi/image/width=800%2Cheight=%2Cfit=scale-down%2Cgravity=auto%2Cformat=auto/https%3A%2F%2Fdev-to-uploads.s3.amazonaws.com%2Fuploads%2Farticles%2Fdaqneojikjzh6pesde6w.png" alt="Estado" width="800" height="521"&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Quanto ao ano de fundação, a maioria das estações está principalmente em três anos, 2006, 2007 e 2008, podemos verificar se houve alguma política pública federal que houve para fazer essa construção e qual necessidade houve na época&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&lt;a href="https://media.dev.to/cdn-cgi/image/width=800%2Cheight=%2Cfit=scale-down%2Cgravity=auto%2Cformat=auto/https%3A%2F%2Fdev-to-uploads.s3.amazonaws.com%2Fuploads%2Farticles%2Fz7aok274rwiqhsd2zfpg.png" class="article-body-image-wrapper"&gt;&lt;img src="https://media.dev.to/cdn-cgi/image/width=800%2Cheight=%2Cfit=scale-down%2Cgravity=auto%2Cformat=auto/https%3A%2F%2Fdev-to-uploads.s3.amazonaws.com%2Fuploads%2Farticles%2Fz7aok274rwiqhsd2zfpg.png" alt="ano" width="800" height="516"&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Inclusive quando olhamos esse ano de construção por Estado, vemos em que nos Estado, maioria foi construída nesse período, comparado a outros Estados em que tem um período maior de construção, como pode ser visto no gráfico abaixo&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&lt;a href="https://media.dev.to/cdn-cgi/image/width=800%2Cheight=%2Cfit=scale-down%2Cgravity=auto%2Cformat=auto/https%3A%2F%2Fdev-to-uploads.s3.amazonaws.com%2Fuploads%2Farticles%2Foagz8hobng1cpxyzamin.png" class="article-body-image-wrapper"&gt;&lt;img src="https://media.dev.to/cdn-cgi/image/width=800%2Cheight=%2Cfit=scale-down%2Cgravity=auto%2Cformat=auto/https%3A%2F%2Fdev-to-uploads.s3.amazonaws.com%2Fuploads%2Farticles%2Foagz8hobng1cpxyzamin.png" alt="Estado e ano" width="800" height="503"&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Agora, quando geramos um mapa com os pontos das estações meteorológicas da INMET, podemos ver que há muito bem distribuídas, principalmente na região Sul e Sudeste, mas quando olhamos para a região Norte, principalmente há muito poucas estações, talvez havendo a necessidade de políticas para instalação de mais estação para coleta de informações e previsões para apoiar os cenários de planejamento nas mais diversas situações&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&lt;a href="https://media.dev.to/cdn-cgi/image/width=800%2Cheight=%2Cfit=scale-down%2Cgravity=auto%2Cformat=auto/https%3A%2F%2Fdev-to-uploads.s3.amazonaws.com%2Fuploads%2Farticles%2Fyqnn7vt30r50zp0dljpq.png" class="article-body-image-wrapper"&gt;&lt;img src="https://media.dev.to/cdn-cgi/image/width=800%2Cheight=%2Cfit=scale-down%2Cgravity=auto%2Cformat=auto/https%3A%2F%2Fdev-to-uploads.s3.amazonaws.com%2Fuploads%2Farticles%2Fyqnn7vt30r50zp0dljpq.png" alt="mapa inmet" width="800" height="368"&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Mas enquanto para poder fazer a comparação dos impactos, talvez não haja essa possibilidade para fazer, porque a maioria dos reservatórios foram construídos na década de 70, enquanto a maioria das estações em 2006, 2007 e 2008, então a maioria não vai poder ser utilizado&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&lt;a href="https://media.dev.to/cdn-cgi/image/width=800%2Cheight=%2Cfit=scale-down%2Cgravity=auto%2Cformat=auto/https%3A%2F%2Fdev-to-uploads.s3.amazonaws.com%2Fuploads%2Farticles%2Fgiydgrrj5j24um506jaz.png" class="article-body-image-wrapper"&gt;&lt;img src="https://media.dev.to/cdn-cgi/image/width=800%2Cheight=%2Cfit=scale-down%2Cgravity=auto%2Cformat=auto/https%3A%2F%2Fdev-to-uploads.s3.amazonaws.com%2Fuploads%2Farticles%2Fgiydgrrj5j24um506jaz.png" alt="esat e reser" width="800" height="280"&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Mas há uma proximidade, então outros tipos de análise do que estamos procurando seria possível, e que talvez outros tipos de análise poderiam ser feitas&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&lt;a href="https://media.dev.to/cdn-cgi/image/width=800%2Cheight=%2Cfit=scale-down%2Cgravity=auto%2Cformat=auto/https%3A%2F%2Fdev-to-uploads.s3.amazonaws.com%2Fuploads%2Farticles%2F5bj4kcdjxnn6fvi98ltz.png" class="article-body-image-wrapper"&gt;&lt;img src="https://media.dev.to/cdn-cgi/image/width=800%2Cheight=%2Cfit=scale-down%2Cgravity=auto%2Cformat=auto/https%3A%2F%2Fdev-to-uploads.s3.amazonaws.com%2Fuploads%2Farticles%2F5bj4kcdjxnn6fvi98ltz.png" alt="esta" width="800" height="368"&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;

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    </item>
    <item>
      <title>Análise dos reservatórios federais - parte 2</title>
      <dc:creator>Gustavo Ramos</dc:creator>
      <pubDate>Mon, 24 Jun 2024 11:31:34 +0000</pubDate>
      <link>https://dev.to/devsnorte/analise-das-reservas-federais-parte-2-1hcc</link>
      <guid>https://dev.to/devsnorte/analise-das-reservas-federais-parte-2-1hcc</guid>
      <description>&lt;p&gt;Continuando o que foi feito no último workshop (se ainda não leu, pode ser acessar clicando &lt;a href="https://dev.to/devsnorte/analise-das-reservas-federais-parte-1-2j6f"&gt;aqui&lt;/a&gt;), daremos continuidade para dar análise dos reservatórios, quanto ao tipo de reservatórios, ele pode ser classificar em três, sendo eles:&lt;/p&gt;

&lt;ul&gt;
&lt;li&gt;
&lt;em&gt;Usina a fio d’água&lt;/em&gt;: usina hidrelétrica sem reservatório de acumulação. O barramento foi construído apenas com intuito de ter uma queda d’água e o volume armazenado no reservatório não é capaz de manter o funcionamento da usina por mais do que uma semana.&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;
&lt;em&gt;Usina com reservatório&lt;/em&gt;: usinas nas quais o reservatório construído têm um volume armazenado capaz de atender as demandas por longo período (de meses a anos).&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Usina de bombeamento: usinas construídas para o bombeamento d’água, transposição de rios.&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;

&lt;p&gt;&lt;a href="https://media.dev.to/cdn-cgi/image/width=800%2Cheight=%2Cfit=scale-down%2Cgravity=auto%2Cformat=auto/https%3A%2F%2Fdev-to-uploads.s3.amazonaws.com%2Fuploads%2Farticles%2Fdipjrxwmsn788ahjxwlm.png" class="article-body-image-wrapper"&gt;&lt;img src="https://media.dev.to/cdn-cgi/image/width=800%2Cheight=%2Cfit=scale-down%2Cgravity=auto%2Cformat=auto/https%3A%2F%2Fdev-to-uploads.s3.amazonaws.com%2Fuploads%2Farticles%2Fdipjrxwmsn788ahjxwlm.png" alt="Tipo" width="711" height="457"&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Podemos ver que a maioria é do tipo fio d’água, ou seja, não se tem um reservatório para acumulação, logo quando houver uma estiagem, não se tem água armazenada o suficiente por um tempo para entrar em todas as turbina, mas, comparado as usina com reservatório apresenta menos impactos ambientais&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Inclusive ano passado o Governo pensou em planos para retomar projetos de usinas com reservatório, como pode ser lida na matéria abaixo (a matéria pode ser vista clicando &lt;a href="https://www.camara.leg.br/noticias/996970-pais-deve-retomar-projetos-de-hidreletricas-com-reservatorios-apontam-especialistas/"&gt;aqui&lt;/a&gt;)&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Mas segundo essa reportagem de 2012, ambientalistas alertam para o perigo de se ter usina com reservatório, pelos impactos ambientais que a mesma pode ocasionar, o melhor, pelo que propõem, é usar as hidrelétricas em conjunto com as energias renováveis, como a elétrica e a solar (que pode ser lida &lt;a href="https://oglobo.globo.com/economia/hidreletricas-polemica-envolve-volta-de-reservatorios-5764763"&gt;aqui&lt;/a&gt;)&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&lt;a href="https://media.dev.to/cdn-cgi/image/width=800%2Cheight=%2Cfit=scale-down%2Cgravity=auto%2Cformat=auto/https%3A%2F%2Fdev-to-uploads.s3.amazonaws.com%2Fuploads%2Farticles%2F6cqobs16c8djmiyeo9tk.png" class="article-body-image-wrapper"&gt;&lt;img src="https://media.dev.to/cdn-cgi/image/width=800%2Cheight=%2Cfit=scale-down%2Cgravity=auto%2Cformat=auto/https%3A%2F%2Fdev-to-uploads.s3.amazonaws.com%2Fuploads%2Farticles%2F6cqobs16c8djmiyeo9tk.png" alt="Reservatório por Estado" width="800" height="513"&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Em relação aos reservatórios por Estado, temos que:&lt;/p&gt;

&lt;ul&gt;
&lt;li&gt;Temos Estados que só tem fio d’água com Piauí, Maranhão, Alagoas, Sergipe e Amapá&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Amazonas e Paraíba só tem usinas com reservatório&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;e todas as usina de bombeamento estão no Rio de Janeiro&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;

&lt;p&gt;Podemos ver que em questão de volume, o tipo de usina com reservatório são as que apresentam ter mais, em relação as outras&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&lt;a href="https://media.dev.to/cdn-cgi/image/width=800%2Cheight=%2Cfit=scale-down%2Cgravity=auto%2Cformat=auto/https%3A%2F%2Fdev-to-uploads.s3.amazonaws.com%2Fuploads%2Farticles%2Fn34awme0bc2koo3tlv78.png" class="article-body-image-wrapper"&gt;&lt;img src="https://media.dev.to/cdn-cgi/image/width=800%2Cheight=%2Cfit=scale-down%2Cgravity=auto%2Cformat=auto/https%3A%2F%2Fdev-to-uploads.s3.amazonaws.com%2Fuploads%2Farticles%2Fn34awme0bc2koo3tlv78.png" alt="volume por reservatório" width="800" height="506"&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Agora se vemos em relação aos Estados isso, podemos ver que o Pará e Bahia tem os maiores volumes em questão de usina com reservatório e Mato Grosso do Sul é o que tem mais em relação ao fio d’água&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&lt;a href="https://media.dev.to/cdn-cgi/image/width=800%2Cheight=%2Cfit=scale-down%2Cgravity=auto%2Cformat=auto/https%3A%2F%2Fdev-to-uploads.s3.amazonaws.com%2Fuploads%2Farticles%2Fozq5lfpmjiljtyt5hr9g.png" class="article-body-image-wrapper"&gt;&lt;img src="https://media.dev.to/cdn-cgi/image/width=800%2Cheight=%2Cfit=scale-down%2Cgravity=auto%2Cformat=auto/https%3A%2F%2Fdev-to-uploads.s3.amazonaws.com%2Fuploads%2Farticles%2Fozq5lfpmjiljtyt5hr9g.png" alt="Volume por estado" width="800" height="495"&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Se isso for observado por bacia, a bacia do Tocantins apresenta maior volume útil em relação da usina do tipo reservatório e a bacia Paraná apresenta maiores volume do tipo fio d’água&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&lt;a href="https://media.dev.to/cdn-cgi/image/width=800%2Cheight=%2Cfit=scale-down%2Cgravity=auto%2Cformat=auto/https%3A%2F%2Fdev-to-uploads.s3.amazonaws.com%2Fuploads%2Farticles%2Fgnyy7341bz0i4no2uve9.png" class="article-body-image-wrapper"&gt;&lt;img src="https://media.dev.to/cdn-cgi/image/width=800%2Cheight=%2Cfit=scale-down%2Cgravity=auto%2Cformat=auto/https%3A%2F%2Fdev-to-uploads.s3.amazonaws.com%2Fuploads%2Farticles%2Fgnyy7341bz0i4no2uve9.png" alt="Volume por bacia" width="800" height="589"&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Com isso também foi gerado dois mapas, um separado conforme o tipo de usina, e outro sobre o volume útil, sendo que os três maiores são: Tucuruí, Serra da Mesa e Sobradinho&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&lt;a href="https://media.dev.to/cdn-cgi/image/width=800%2Cheight=%2Cfit=scale-down%2Cgravity=auto%2Cformat=auto/https%3A%2F%2Fdev-to-uploads.s3.amazonaws.com%2Fuploads%2Farticles%2Fw1yu5egit3h0ydbz9fn7.png" class="article-body-image-wrapper"&gt;&lt;img src="https://media.dev.to/cdn-cgi/image/width=800%2Cheight=%2Cfit=scale-down%2Cgravity=auto%2Cformat=auto/https%3A%2F%2Fdev-to-uploads.s3.amazonaws.com%2Fuploads%2Farticles%2Fw1yu5egit3h0ydbz9fn7.png" alt="mapa por tipo" width="800" height="368"&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&lt;a href="https://media.dev.to/cdn-cgi/image/width=800%2Cheight=%2Cfit=scale-down%2Cgravity=auto%2Cformat=auto/https%3A%2F%2Fdev-to-uploads.s3.amazonaws.com%2Fuploads%2Farticles%2Fqn6n63gkjvunc7f33q94.png" class="article-body-image-wrapper"&gt;&lt;img src="https://media.dev.to/cdn-cgi/image/width=800%2Cheight=%2Cfit=scale-down%2Cgravity=auto%2Cformat=auto/https%3A%2F%2Fdev-to-uploads.s3.amazonaws.com%2Fuploads%2Farticles%2Fqn6n63gkjvunc7f33q94.png" alt="Mapa de volume" width="800" height="368"&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;

&lt;h2&gt;
  
  
  Conclusão
&lt;/h2&gt;

&lt;p&gt;Pela análise feita vemos que existe mais usinas do tipo fio d’água e que usina com reservatório tem mais volume útil se comparado a outros, quanto a isso a questão que fica e vale dá uma pesquisa é:&lt;/p&gt;

&lt;ul&gt;
&lt;li&gt;Quais impactos ambientais a usina com reservatório pode causar em relação ao fio d’água do que foi mencionado na reportagem acima?&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Qual seria a solução diante disso apontada pelos especialistas?&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;

&lt;p&gt;Também mostra uma possível análise futura seria pegar as estações meteorológicas mais próximas dos reservatórios e verificar se houve alguma alteração climática com a construção da usina e qual tipo de usina fica mais nítido observar essas alterações&lt;/p&gt;

</description>
      <category>reservatórios</category>
      <category>hidreletricas</category>
      <category>datascience</category>
      <category>analytics</category>
    </item>
    <item>
      <title>Percepções sobre análise dos reservatórios parte 1</title>
      <dc:creator>Gustavo Ramos</dc:creator>
      <pubDate>Wed, 12 Jun 2024 09:26:33 +0000</pubDate>
      <link>https://dev.to/devsnorte/percepcoes-sobre-analise-dos-reservatorios-parte-1-3d6h</link>
      <guid>https://dev.to/devsnorte/percepcoes-sobre-analise-dos-reservatorios-parte-1-3d6h</guid>
      <description>&lt;p&gt;A partir da parte 1 da análise de reservatórios federais (se não leu e quiser dá uma lida acesse &lt;a href="https://dev.to/devsnorte/analise-das-reservas-federais-parte-1-2j6f"&gt;aqui&lt;/a&gt;), fiquei curioso com o gráfico abaixo do porquê tem uma concentração dos anos 1970 e anos 2000 e busquei pesquisar o contexto histórico.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&lt;a href="https://media.dev.to/cdn-cgi/image/width=800%2Cheight=%2Cfit=scale-down%2Cgravity=auto%2Cformat=auto/https%3A%2F%2Fdev-to-uploads.s3.amazonaws.com%2Fuploads%2Farticles%2Fny07xtjo9yyj1utfl14f.png" class="article-body-image-wrapper"&gt;&lt;img src="https://media.dev.to/cdn-cgi/image/width=800%2Cheight=%2Cfit=scale-down%2Cgravity=auto%2Cformat=auto/https%3A%2F%2Fdev-to-uploads.s3.amazonaws.com%2Fuploads%2Farticles%2Fny07xtjo9yyj1utfl14f.png" alt="Ano" width="800" height="434"&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Então encontrei esse artigo chamado "A grande aceleração e a construção de barragens hidrelétricas no Brasil" (que pode ser acessado &lt;a href="https://www.scielo.br/j/vh/a/ChCpxyx8Xg6w74xRTmNBRvJ/?format=pdf&amp;amp;lang=pt"&gt;aqui&lt;/a&gt;)&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Segundo este artigo a construção de hidrelétricas tem relação com o desenvolvimento de indústria aqui no Brasil, assim se deu a necessidade de construção, por volta do início do século XX, em que se consolidou no período da ditadura militar aqui no Brasil, na década de 70, em que o modelo de geração hidrelétrica ocorreu através das esferas institucionais, dados principalmente pela Eletrobras com objetivo do fomentar o desenvolvimento industrial do mundo, coisa que vinha acontecendo desde a década de 30 com Vargas, entretanto foi na década de 70 que isso ganhou mais força e com forte intervenção do Estado.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Sendo que na década de 80, ocasionado, pela crise do petróleo de 79 e pelos movimentos sociais, o governo entrou em crise política e economicamente, fato que reduziu no número de construção de hidrelétricas e começou a ser considerada variáveis de impactos ambientais começaram a ser consideradas na construção de hidrelétricas &lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Agora sobre a época de 2000 (você pode ler melhor nesse documento &lt;a href="https://www.epe.gov.br/sites-pt/publicacoes-dados-abertos/publicacoes/PublicacoesArquivos/publicacao-227/topico-457/Considera%C3%A7%C3%B5es%20sobre%20a%20Expans%C3%A3o%20Hidrel%C3%A9trica%20nos%20Estudos%20de%20Planejamento%20Energ%C3%A9tico%20de%20Longo%20Prazo.pdf"&gt;aqui&lt;/a&gt;) se deu pelo fator de&lt;/p&gt;

&lt;ul&gt;
&lt;li&gt;Racionamento de energia de 2001 (você pode entender melhor sobre na matéria &lt;a href="https://economia.uol.com.br/faq/o-que-foi-o-apagao-de-2001-risco-racionamento-energia-eletrica.htm"&gt;aqui&lt;/a&gt; &lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Assim teve uma necessidade construção de mais energia elétrica para que isso não acontecesse e uma universalização de energia elétrica&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;

&lt;p&gt;Para facilitar o entendimento, têm-se a tabela abaixo para entender melhor o pontos importantes do contexto histórico (o material de onde vem a tabela pode ser encontrado &lt;a href="https://www.epe.gov.br/sites-pt/publicacoes-dados-abertos/publicacoes/PublicacoesArquivos/publicacao-227/topico-457/Considera%C3%A7%C3%B5es%20sobre%20a%20Expans%C3%A3o%20Hidrel%C3%A9trica%20nos%20Estudos%20de%20Planejamento%20Energ%C3%A9tico%20de%20Longo%20Prazo.pdf"&gt;aqui&lt;/a&gt;)&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&lt;a href="https://media.dev.to/cdn-cgi/image/width=800%2Cheight=%2Cfit=scale-down%2Cgravity=auto%2Cformat=auto/https%3A%2F%2Fdev-to-uploads.s3.amazonaws.com%2Fuploads%2Farticles%2F32qpp00ccqlclxxvwrve.png" class="article-body-image-wrapper"&gt;&lt;img src="https://media.dev.to/cdn-cgi/image/width=800%2Cheight=%2Cfit=scale-down%2Cgravity=auto%2Cformat=auto/https%3A%2F%2Fdev-to-uploads.s3.amazonaws.com%2Fuploads%2Farticles%2F32qpp00ccqlclxxvwrve.png" alt="Tabela" width="719" height="624"&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Assim, conforme os materiais obtidos, temos que o gráfico acima se deu por:&lt;/p&gt;

&lt;ul&gt;
&lt;li&gt;A construção de hidrelétrica, durante boa parte da história, se deu pelo processo de industrialização do Brasil&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Os pico na década de 70 pelo investimento massivo do governo para a indústria e 2000 para a universalização para não ocorrer o racionamento de 2001&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Explica também porque a maioria do reservatório estão localizados no sul e sudeste do Brasil, como podemos ver no mapa abaixo, devido que, historicamente, a industrialização começo nessas duas regiões, principalmente.&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;

&lt;p&gt;&lt;a href="https://media.dev.to/cdn-cgi/image/width=800%2Cheight=%2Cfit=scale-down%2Cgravity=auto%2Cformat=auto/https%3A%2F%2Fdev-to-uploads.s3.amazonaws.com%2Fuploads%2Farticles%2Fnbpxy47vlij7u89rkjqn.png" class="article-body-image-wrapper"&gt;&lt;img src="https://media.dev.to/cdn-cgi/image/width=800%2Cheight=%2Cfit=scale-down%2Cgravity=auto%2Cformat=auto/https%3A%2F%2Fdev-to-uploads.s3.amazonaws.com%2Fuploads%2Farticles%2Fnbpxy47vlij7u89rkjqn.png" alt="mapa" width="800" height="368"&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;

</description>
    </item>
    <item>
      <title>Análise dos reservatórios federais - parte 1</title>
      <dc:creator>Gustavo Ramos</dc:creator>
      <pubDate>Sun, 09 Jun 2024 02:12:16 +0000</pubDate>
      <link>https://dev.to/devsnorte/analise-das-reservas-federais-parte-1-2j6f</link>
      <guid>https://dev.to/devsnorte/analise-das-reservas-federais-parte-1-2j6f</guid>
      <description>&lt;p&gt;Este projeto tem como principal razão fazer uma visão exploratória das reservas federais utilizadas para mover as turbinas das hidrelétricas do país, o ponto também é fazer associações com outras variáveis, como produção de energia elétrica e dados meteorológicas para trazer uma análise mais completa&lt;/p&gt;

&lt;h2&gt;
  
  
  Objetivos e formulação de hipóteses
&lt;/h2&gt;

&lt;p&gt;Nesse primeiro encontro foram definidos os objetivos, formulação de hipóteses e uma análise inicial acerca das variáveis presentes no dataset&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;O objetivo desta análise é:&lt;/p&gt;

&lt;ul&gt;
&lt;li&gt;Fazer uma análise da vazão dos reservatórios e verificar se houve um aumento ou uma diminuição ao longo do tempo&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Fazer relação com dados de meteorologia e dados de geração de energia elétrica nas hidrelétricas&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;

&lt;p&gt;Com base nos objetivos descritos acima, foram formulados as seguintes hipóteses:&lt;/p&gt;

&lt;ul&gt;
&lt;li&gt;Houve uma diminuição nos reservatórios brasileiros (com base da notícia abaixo)&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;

&lt;p&gt;&lt;a href="https://www.cnnbrasil.com.br/nacional/brasil-perde-15-de-superficie-de-agua-desde-o-comeco-dos-anos-1990/"&gt;Brasil perde 15% de superfície de água desde o começo dos anos 1990&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;

&lt;ul&gt;
&lt;li&gt;Há uma relação entre índices meteorológicos e vazão de água&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Há uma relação da vazão de água com a produção de energia nas hidrelétricas&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;

&lt;h2&gt;
  
  
  Sobre o base de dados a ser utilizada
&lt;/h2&gt;

&lt;p&gt;O objetivo do dataset é usar os dados dos reservatórios federais da ANA (Agência Nacional de Águas e Saneamento Básico) de sua série histórica, mas não tem na base dos dados informações da bacia e geração de energia elétrica, logo, terá que ser utilizada outras bases de dados para fazer o cruzamento das informações.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Então foi usado outro dataset onde teria esses dados, mas não informações de que Estado estava localizado o reservatório, foi então que se usou a base do dados do pacote R dai cruzando essas informações&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&lt;a href="https://github.com/brunomioto/reservatoriosBR"&gt;GitHub - brunomioto/reservatoriosBR: R package for Brazilian reservoirs data&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&lt;a href="https://basedosdados.org/dataset/fcb40f26-0d15-463f-b5fe-e69d5f0affe1?table=ab8e842f-af0a-452e-8e35-d5270395dd6c"&gt;Avaliação da Operação do Sistema Interligado Nacional (SIN) e outros subsistemas – Base dos Dados&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Com isso agora se tem informações desejáveis sobre os reservatórios federais e usaremos essa base para fazemos a análise antes de usar para cruzar com a série histórica da ANA&lt;/p&gt;

&lt;h2&gt;
  
  
  Análise inicial
&lt;/h2&gt;

&lt;p&gt;&lt;a href="https://media.dev.to/cdn-cgi/image/width=800%2Cheight=%2Cfit=scale-down%2Cgravity=auto%2Cformat=auto/https%3A%2F%2Fdev-to-uploads.s3.amazonaws.com%2Fuploads%2Farticles%2F0gjwcx6gp3tvcyly0yx3.png" class="article-body-image-wrapper"&gt;&lt;img src="https://media.dev.to/cdn-cgi/image/width=800%2Cheight=%2Cfit=scale-down%2Cgravity=auto%2Cformat=auto/https%3A%2F%2Fdev-to-uploads.s3.amazonaws.com%2Fuploads%2Farticles%2F0gjwcx6gp3tvcyly0yx3.png" alt="Estado" width="800" height="442"&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Em relação entre os Estados, verifica-se que os Estados que tem mais reservatório são Minas Gerais e São Paulo, podemos ver que RS tem quase 15 reservatórios e muitos podem ter sido danificados com a recente tragédia no Estado, podemos verificar a partir disso verificar se por ter mais reservatórios, os Estados de SP e MG tem uma produção de energia elétrica comparado com outros Estados&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&lt;a href="https://media.dev.to/cdn-cgi/image/width=800%2Cheight=%2Cfit=scale-down%2Cgravity=auto%2Cformat=auto/https%3A%2F%2Fdev-to-uploads.s3.amazonaws.com%2Fuploads%2Farticles%2Folvyrgh5ctdrk8u6j9mn.png" class="article-body-image-wrapper"&gt;&lt;img src="https://media.dev.to/cdn-cgi/image/width=800%2Cheight=%2Cfit=scale-down%2Cgravity=auto%2Cformat=auto/https%3A%2F%2Fdev-to-uploads.s3.amazonaws.com%2Fuploads%2Farticles%2Folvyrgh5ctdrk8u6j9mn.png" alt="ano" width="800" height="434"&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Em relação ao ano de fundação dos reservatórios, podemos ver que tem dois picos: um durante as décadas de 70 e 80 e outra próxima próximo aos anos 2000, podemos ver qual contexto histórico e econômico da época que pode ter ocasionado isso para entender melhor essa distribuição&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&lt;a href="https://media.dev.to/cdn-cgi/image/width=800%2Cheight=%2Cfit=scale-down%2Cgravity=auto%2Cformat=auto/https%3A%2F%2Fdev-to-uploads.s3.amazonaws.com%2Fuploads%2Farticles%2Fu4dq4appsg2fw8yv43gu.png" class="article-body-image-wrapper"&gt;&lt;img src="https://media.dev.to/cdn-cgi/image/width=800%2Cheight=%2Cfit=scale-down%2Cgravity=auto%2Cformat=auto/https%3A%2F%2Fdev-to-uploads.s3.amazonaws.com%2Fuploads%2Farticles%2Fu4dq4appsg2fw8yv43gu.png" alt="bacias" width="800" height="401"&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Em relação às bacias, a grande parte se localiza na Grande, Paranaiba, Paranapanema, Amazonas, São Francisco e Uruguai, verificar então se tem uma grande vazão por esse reservatório é maior em relação as demais&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&lt;a href="https://media.dev.to/cdn-cgi/image/width=800%2Cheight=%2Cfit=scale-down%2Cgravity=auto%2Cformat=auto/https%3A%2F%2Fdev-to-uploads.s3.amazonaws.com%2Fuploads%2Farticles%2Fyi89dnpxnw9c77y95uh8.png" class="article-body-image-wrapper"&gt;&lt;img src="https://media.dev.to/cdn-cgi/image/width=800%2Cheight=%2Cfit=scale-down%2Cgravity=auto%2Cformat=auto/https%3A%2F%2Fdev-to-uploads.s3.amazonaws.com%2Fuploads%2Farticles%2Fyi89dnpxnw9c77y95uh8.png" alt="rio" width="800" height="512"&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Em relação ao rio, temos que os rios que possuem mais reservatórios são o Grande, Paranapanema e o São Francisco, sendo necessário, a partir disso, verificar o mesmo que na bacia&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;A cota máxima e mínima é sempre próxima de 400, sendo que neste problema dos dados, não será utilizada a média como referência, devido aos valores extremos, e sim a mediana, pois é uma medida que não tão influenciada aos valores extremos, se comparado com a média&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&lt;a href="https://media.dev.to/cdn-cgi/image/width=800%2Cheight=%2Cfit=scale-down%2Cgravity=auto%2Cformat=auto/https%3A%2F%2Fdev-to-uploads.s3.amazonaws.com%2Fuploads%2Farticles%2Flrz0glajmzm7dj6f2dhx.png" class="article-body-image-wrapper"&gt;&lt;img src="https://media.dev.to/cdn-cgi/image/width=800%2Cheight=%2Cfit=scale-down%2Cgravity=auto%2Cformat=auto/https%3A%2F%2Fdev-to-uploads.s3.amazonaws.com%2Fuploads%2Farticles%2Flrz0glajmzm7dj6f2dhx.png" alt="cota_max" width="800" height="440"&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&lt;a href="https://media.dev.to/cdn-cgi/image/width=800%2Cheight=%2Cfit=scale-down%2Cgravity=auto%2Cformat=auto/https%3A%2F%2Fdev-to-uploads.s3.amazonaws.com%2Fuploads%2Farticles%2Fot2mv13ocvjo0egv9bjp.png" class="article-body-image-wrapper"&gt;&lt;img src="https://media.dev.to/cdn-cgi/image/width=800%2Cheight=%2Cfit=scale-down%2Cgravity=auto%2Cformat=auto/https%3A%2F%2Fdev-to-uploads.s3.amazonaws.com%2Fuploads%2Farticles%2Fot2mv13ocvjo0egv9bjp.png" alt="cota min" width="800" height="439"&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&lt;a href="https://media.dev.to/cdn-cgi/image/width=800%2Cheight=%2Cfit=scale-down%2Cgravity=auto%2Cformat=auto/https%3A%2F%2Fdev-to-uploads.s3.amazonaws.com%2Fuploads%2Farticles%2Fgj3rwhze8rrciakrf9qs.png" class="article-body-image-wrapper"&gt;&lt;img src="https://media.dev.to/cdn-cgi/image/width=800%2Cheight=%2Cfit=scale-down%2Cgravity=auto%2Cformat=auto/https%3A%2F%2Fdev-to-uploads.s3.amazonaws.com%2Fuploads%2Farticles%2Fgj3rwhze8rrciakrf9qs.png" alt="Algumas medidas-resumo de algumas das variáveis, vendo pelo desvio padrão que é a última linha, o porquê a média não ser utilizada como referência" width="737" height="406"&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Algumas medidas-resumo de algumas das variáveis, vendo pelo desvio padrão que é a última linha, o porquê a média não ser utilizada como referência&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Em questão de volume, temos que a maioria está concentrado em valores com menos de 5 mil, vendo a investigar quem são esses reservatórios que tem esses valores extremos&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&lt;a href="https://media.dev.to/cdn-cgi/image/width=800%2Cheight=%2Cfit=scale-down%2Cgravity=auto%2Cformat=auto/https%3A%2F%2Fdev-to-uploads.s3.amazonaws.com%2Fuploads%2Farticles%2Ffqbh1ggrd8imb9b0onq4.png" class="article-body-image-wrapper"&gt;&lt;img src="https://media.dev.to/cdn-cgi/image/width=800%2Cheight=%2Cfit=scale-down%2Cgravity=auto%2Cformat=auto/https%3A%2F%2Fdev-to-uploads.s3.amazonaws.com%2Fuploads%2Farticles%2Ffqbh1ggrd8imb9b0onq4.png" alt="vol1" width="800" height="436"&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&lt;a href="https://media.dev.to/cdn-cgi/image/width=800%2Cheight=%2Cfit=scale-down%2Cgravity=auto%2Cformat=auto/https%3A%2F%2Fdev-to-uploads.s3.amazonaws.com%2Fuploads%2Farticles%2Fot1h7v7cqqqyrwznt68i.png" class="article-body-image-wrapper"&gt;&lt;img src="https://media.dev.to/cdn-cgi/image/width=800%2Cheight=%2Cfit=scale-down%2Cgravity=auto%2Cformat=auto/https%3A%2F%2Fdev-to-uploads.s3.amazonaws.com%2Fuploads%2Farticles%2Fot1h7v7cqqqyrwznt68i.png" alt="vol2" width="800" height="436"&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&lt;a href="https://media.dev.to/cdn-cgi/image/width=800%2Cheight=%2Cfit=scale-down%2Cgravity=auto%2Cformat=auto/https%3A%2F%2Fdev-to-uploads.s3.amazonaws.com%2Fuploads%2Farticles%2Fzcvzrbabgy8t021l0d3a.png" class="article-body-image-wrapper"&gt;&lt;img src="https://media.dev.to/cdn-cgi/image/width=800%2Cheight=%2Cfit=scale-down%2Cgravity=auto%2Cformat=auto/https%3A%2F%2Fdev-to-uploads.s3.amazonaws.com%2Fuploads%2Farticles%2Fzcvzrbabgy8t021l0d3a.png" alt="vol3" width="800" height="436"&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Em questão de ganhos de MW pela queda temos que a maioria é maior que 0,08, o que nos vai fazer investigar o porquê disso ser importante, se há um número aceitável para isso&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&lt;a href="https://media.dev.to/cdn-cgi/image/width=800%2Cheight=%2Cfit=scale-down%2Cgravity=auto%2Cformat=auto/https%3A%2F%2Fdev-to-uploads.s3.amazonaws.com%2Fuploads%2Farticles%2Fo5hm6ma9rx7q0lljiswa.png" class="article-body-image-wrapper"&gt;&lt;img src="https://media.dev.to/cdn-cgi/image/width=800%2Cheight=%2Cfit=scale-down%2Cgravity=auto%2Cformat=auto/https%3A%2F%2Fdev-to-uploads.s3.amazonaws.com%2Fuploads%2Farticles%2Fo5hm6ma9rx7q0lljiswa.png" alt="alt mw" width="800" height="436"&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Geramos um mapa para ver como estão a maioria concentrado em MG e em SP comparado como outros Estados no Brasil&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&lt;a href="https://media.dev.to/cdn-cgi/image/width=800%2Cheight=%2Cfit=scale-down%2Cgravity=auto%2Cformat=auto/https%3A%2F%2Fdev-to-uploads.s3.amazonaws.com%2Fuploads%2Farticles%2Fnbpxy47vlij7u89rkjqn.png" class="article-body-image-wrapper"&gt;&lt;img src="https://media.dev.to/cdn-cgi/image/width=800%2Cheight=%2Cfit=scale-down%2Cgravity=auto%2Cformat=auto/https%3A%2F%2Fdev-to-uploads.s3.amazonaws.com%2Fuploads%2Farticles%2Fnbpxy47vlij7u89rkjqn.png" alt="mapa" width="800" height="368"&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;

&lt;h2&gt;
  
  
  Questões para a próxima análise
&lt;/h2&gt;

&lt;p&gt;Feito isso, podemos pensar no que analisar a partir daqui, sendo os seguintes pontos&lt;/p&gt;

&lt;ul&gt;
&lt;li&gt;Os Estados onde se tem mais reservatório implica em mais produção de energia elétrica (referente as hidrelétricas)?&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;O volume do reservatório influência na produção de energia elétrica?&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;A altura também influencia na produção de energia elétrica?&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Pode fazer comparação da localização dos reservatórios com as estações meteorológicas&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;

&lt;h2&gt;
  
  
  Para saber mais
&lt;/h2&gt;

&lt;p&gt;Se quiser contribuir com o projeto ou é um especialista na área e queria dá uma direção no trabalho, segue os seguintes links&lt;/p&gt;

&lt;ul&gt;
&lt;li&gt;&lt;p&gt;Repositório github: &lt;a href="https://github.com/acaicomdados/analise-reservatorios-federais"&gt;https://github.com/acaicomdados/analise-reservatorios-federais&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;&lt;p&gt;Documentação do projeto: &lt;a href="https://flint-texture-e2f.notion.site/An-lise-de-recursos-h-dricos-6d430a9618054bc1b8cd6f213cad6e3c"&gt;https://flint-texture-e2f.notion.site/An-lise-de-recursos-h-dricos-6d430a9618054bc1b8cd6f213cad6e3c&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;&lt;p&gt;Meu linkedin: &lt;a href="https://www.linkedin.com/in/gustavoramos82/"&gt;https://www.linkedin.com/in/gustavoramos82/&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;

</description>
      <category>reservatorios</category>
      <category>analyst</category>
      <category>map</category>
    </item>
    <item>
      <title>Análise barragens - parte 2</title>
      <dc:creator>Gustavo Ramos</dc:creator>
      <pubDate>Sun, 05 May 2024 13:54:41 +0000</pubDate>
      <link>https://dev.to/devsnorte/analise-barragens-parte-2-39dm</link>
      <guid>https://dev.to/devsnorte/analise-barragens-parte-2-39dm</guid>
      <description>&lt;p&gt;Essa análise faz parte da documentação feita acerca das barragens de mineração (se ainda não leu a primeira parte clique &lt;a href="https://dev.to/devsnorte/analise-de-barragens-parte-1-57fg"&gt;aqui&lt;/a&gt; para fazer uma leitura antes de começar nesta) &lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Nesta análise iremos da uma olhada no teor (em porcentagem) do minério principal inserido no rejeito, uma observação foi um tratamento dos dados que onde esta zero significa também que não se aplica a este tipo de barragem para facilitar a análise&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Esse indicador é importante, pois é um indicador fundamental para diversos aspectos da indústria mineral, desde a &lt;strong&gt;eficiência do processo de beneficiamento&lt;/strong&gt; até os &lt;strong&gt;impactos ambientais&lt;/strong&gt; da disposição final do rejeito, sendo que a legislação ambiental brasileira estabelece limites máximos para o teor de contaminantes no rejeito, visando proteger o meio ambiente.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&lt;a href="https://media.dev.to/cdn-cgi/image/width=800%2Cheight=%2Cfit=scale-down%2Cgravity=auto%2Cformat=auto/https%3A%2F%2Fdev-to-uploads.s3.amazonaws.com%2Fuploads%2Farticles%2Fhpfefpm4v27b8tv10wrf.png" class="article-body-image-wrapper"&gt;&lt;img src="https://media.dev.to/cdn-cgi/image/width=800%2Cheight=%2Cfit=scale-down%2Cgravity=auto%2Cformat=auto/https%3A%2F%2Fdev-to-uploads.s3.amazonaws.com%2Fuploads%2Farticles%2Fhpfefpm4v27b8tv10wrf.png" alt="Teor por cento do minério" width="594" height="457"&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Podemos observar pelo gráfico que a maioria das barragens não se aplica isso, agora se retirar o zero para olhar melhor sobre a porcentagem, teremos o seguinte gráfico&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&lt;a href="https://media.dev.to/cdn-cgi/image/width=800%2Cheight=%2Cfit=scale-down%2Cgravity=auto%2Cformat=auto/https%3A%2F%2Fdev-to-uploads.s3.amazonaws.com%2Fuploads%2Farticles%2Fu48aca9zhjkethew7gf6.png" class="article-body-image-wrapper"&gt;&lt;img src="https://media.dev.to/cdn-cgi/image/width=800%2Cheight=%2Cfit=scale-down%2Cgravity=auto%2Cformat=auto/https%3A%2F%2Fdev-to-uploads.s3.amazonaws.com%2Fuploads%2Farticles%2Fu48aca9zhjkethew7gf6.png" alt="Teor para valores maior que zero" width="800" height="437"&gt;&lt;/a&gt;&lt;br&gt;
Logo, pode-se observar que a maioria dos valores estão próximos a zero, indicando que a maioria tem um teor muito próximo a zero&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Para ficar mais fácil a análise e ficar mais fácil de olhar isso em outras variáveis, optou-se por discretizar esses dados dividindo-o em classes, sendo elas:&lt;/p&gt;

&lt;ul&gt;
&lt;li&gt;
&lt;strong&gt;Classe 1&lt;/strong&gt; = são as que são igual a zero, ou seja, são as que não se aplica a esse tipo de barragem&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;
&lt;strong&gt;Classe 2&lt;/strong&gt; = Maior que zero e menor igual a 20&lt;/li&gt;
&lt;li&gt; &lt;strong&gt;Classe 3&lt;/strong&gt; = Maior que 20 e menor igual a 40&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;
&lt;strong&gt;Classe 4&lt;/strong&gt; = Maior que 40 e menor igual a 60&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;
&lt;strong&gt;Classe 5&lt;/strong&gt; = Maior que 60&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;

&lt;p&gt;&lt;a href="https://media.dev.to/cdn-cgi/image/width=800%2Cheight=%2Cfit=scale-down%2Cgravity=auto%2Cformat=auto/https%3A%2F%2Fdev-to-uploads.s3.amazonaws.com%2Fuploads%2Farticles%2Fgio4pobbkd0313ieiczn.png" class="article-body-image-wrapper"&gt;&lt;img src="https://media.dev.to/cdn-cgi/image/width=800%2Cheight=%2Cfit=scale-down%2Cgravity=auto%2Cformat=auto/https%3A%2F%2Fdev-to-uploads.s3.amazonaws.com%2Fuploads%2Farticles%2Fgio4pobbkd0313ieiczn.png" alt="Teor de acordo com a classe" width="603" height="456"&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Isto é uma forma de representar os gráficos anteriores, e podemos ver que a maioria das barragens não se aplica esse tipo de informação ou os teores são até 20% de teor de minério&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Agora podemos aplicar isso para olhar em relação as outras variáveis, se olhar em relação ao Estado, por exemplo, temos:&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&lt;a href="https://media.dev.to/cdn-cgi/image/width=800%2Cheight=%2Cfit=scale-down%2Cgravity=auto%2Cformat=auto/https%3A%2F%2Fdev-to-uploads.s3.amazonaws.com%2Fuploads%2Farticles%2Fvok9hbcoa9yzq7px5wg3.png" class="article-body-image-wrapper"&gt;&lt;img src="https://media.dev.to/cdn-cgi/image/width=800%2Cheight=%2Cfit=scale-down%2Cgravity=auto%2Cformat=auto/https%3A%2F%2Fdev-to-uploads.s3.amazonaws.com%2Fuploads%2Farticles%2Fvok9hbcoa9yzq7px5wg3.png" alt="Teor por Estado" width="800" height="436"&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;

&lt;ul&gt;
&lt;li&gt;Em três Estados pode se ver onde estão as maiores concentração de teor de minérios, sendo estes: Minas Gerais, Pará e Mato Grosso&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Pará tem um grande número de barragens ontem tem um teor acima de 60%&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;

&lt;p&gt;Se olharmos para o material que foi usado na construção das barragens, temos que a maioria foram construída de duas formas: com terra homogênea ou com terra/enrocamento&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&lt;a href="https://media.dev.to/cdn-cgi/image/width=800%2Cheight=%2Cfit=scale-down%2Cgravity=auto%2Cformat=auto/https%3A%2F%2Fdev-to-uploads.s3.amazonaws.com%2Fuploads%2Farticles%2F4hxgih3qbgxjw6h1ycod.png" class="article-body-image-wrapper"&gt;&lt;img src="https://media.dev.to/cdn-cgi/image/width=800%2Cheight=%2Cfit=scale-down%2Cgravity=auto%2Cformat=auto/https%3A%2F%2Fdev-to-uploads.s3.amazonaws.com%2Fuploads%2Farticles%2F4hxgih3qbgxjw6h1ycod.png" alt="Tipo de material da barragem" width="800" height="428"&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Se olharmos em relação ao teor, as maiores teores estão nas construções mais recorrente, e podemos ver que no que tem construção de concreto só tem do que não se aplica as barragem&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&lt;a href="https://media.dev.to/cdn-cgi/image/width=800%2Cheight=%2Cfit=scale-down%2Cgravity=auto%2Cformat=auto/https%3A%2F%2Fdev-to-uploads.s3.amazonaws.com%2Fuploads%2Farticles%2F4g6lx6346bnufzb6l40j.png" class="article-body-image-wrapper"&gt;&lt;img src="https://media.dev.to/cdn-cgi/image/width=800%2Cheight=%2Cfit=scale-down%2Cgravity=auto%2Cformat=auto/https%3A%2F%2Fdev-to-uploads.s3.amazonaws.com%2Fuploads%2Farticles%2F4g6lx6346bnufzb6l40j.png" alt="Tipo d ematerial em relação ao teor" width="800" height="343"&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Com esta análise, podemos ver que em alguns Esatdo tem am barregns que tem uma concentração de minerio em relação aos outros, temos que ver por que isso ocorre, e se a construçõa influencia alguma coisa.&lt;/p&gt;

&lt;h2&gt;
  
  
  Código
&lt;/h2&gt;

&lt;p&gt;Se quiser ver os códigos, tem o repositório do projeto &lt;a href="https://github.com/acaicomdados/analise-barragens/tree/main"&gt;aqui&lt;/a&gt; e também desta análise aqui neste post &lt;a href="https://github.com/acaicomdados/analise-barragens/blob/main/Notebook%20feito%20nos%20encontros/analise_barragens_30_03_24.ipynb"&gt;aqui&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;

</description>
      <category>dataanalysis</category>
      <category>datavizualization</category>
    </item>
    <item>
      <title>Análise de Barragens - Parte 1</title>
      <dc:creator>Gustavo Ramos</dc:creator>
      <pubDate>Sat, 20 Apr 2024 19:51:19 +0000</pubDate>
      <link>https://dev.to/devsnorte/analise-de-barragens-parte-1-57fg</link>
      <guid>https://dev.to/devsnorte/analise-de-barragens-parte-1-57fg</guid>
      <description>&lt;p&gt;Esta publicações faz parte de documentar do projeto de python em análise de dados organizado com o &lt;a href="https://www.linkedin.com/company/acai-com-dados/?viewAsMember=true"&gt;açai com dados&lt;/a&gt;, com o apoio da &lt;a href="https://www.linkedin.com/company/devsnorte/"&gt;devs norte&lt;/a&gt; que está se fazendo sobre análise de dados com Python e para ficar melhor organizado decidiu documentar as análises&lt;/p&gt;

&lt;h2&gt;
  
  
  Sobre o dataset
&lt;/h2&gt;

&lt;p&gt;Este dataset que foi obtido a partir do site do portal de dados abertos (que pode ser acessado &lt;a href="https://dados.gov.br/dados/conjuntos-dados/barragens-de-mineracao"&gt;aqui&lt;/a&gt;) sobre onde pode ser acessado os dados e o dicionário de que cada variável da tabela representa (até porque são  mais de 100 colunas) e tem informações sobre as barragens que se tem no Brasil&lt;/p&gt;

&lt;h3&gt;
  
  
  O que é barragem?
&lt;/h3&gt;

&lt;p&gt;Segundo o que apresenta [1] é um tipo de estrutura para a acumulação de substâncias liquidas ou uma mistura de substâncias sólidas e liquidas, proveniente do processo de extração de minérios.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Ainda segundo [2] os rejeitos não tem valor econômico mas, para evitar qualquer dano ambiental tem que ser devidamente armazenado, ou seja, a barragem funciona como uma barreira, onde são depositados os rejeitos&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;É por isso que existe politicas para ter uma fiscalização e ver se as empresas estão fazendo de modo adequado, aqui no Brasil, o órgão federal responsável por isso é a ANM.&lt;/p&gt;

&lt;h4&gt;
  
  
  O que é a ANM?
&lt;/h4&gt;

&lt;p&gt;É uma autarquia (É o serviço autônomo, criado por lei, com personalidade jurídica, patrimônio e receita próprios, para executar atividades típicas da Administração Pública, que requeiram, para seu melhor funcionamento, gestão administrativa e financeira descentralizada) criada pela Lei n.º 13.575, de 26 de dezembro de 2017, vinculada ao Ministério de Minas e Energia (MME) [3]&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Sobre o aspecto das barragens, a ANM é responsável por [1]:&lt;/p&gt;

&lt;ul&gt;
&lt;li&gt;Fazer o cadastro e classificação das barragens&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Fiscalizar a gestão de segurança das barragens&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Elaboração quanto as normas do tipo de estrutura que está sendo utilizada&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Assegurar que o s empreendedores cumpram o que está de acordo com a lei&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;

&lt;h2&gt;
  
  
  Análise inicial
&lt;/h2&gt;

&lt;p&gt;Este é um dataset  que tem 118 colunas e 934 linhas então se quiser saber sobre todas colunas se tratam, acesse o local do portal de dados abertos (que está referenciado no incio do texto) para se ter mais informações sobre o que cada coluna significa.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Se olharmos para os Estados, por exemplo, temos que a maioria das barragens está localizadas no Estado de Minas Gerais (aproximadamente 36,4%), entretanto, Outros Estado contém uma quantidade grandes de Estados também está presente uma grande quantidade, como Mato Grosso(aprox. 18,3%), Pará (aprox. 12,84%), mostrando que nesses Estado há grande quantidade de atividades de mineração.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&lt;a href="https://media.dev.to/cdn-cgi/image/width=800%2Cheight=%2Cfit=scale-down%2Cgravity=auto%2Cformat=auto/https%3A%2F%2Fdev-to-uploads.s3.amazonaws.com%2Fuploads%2Farticles%2Fcjxizv0f03ywg7snkoli.png" class="article-body-image-wrapper"&gt;&lt;img src="https://media.dev.to/cdn-cgi/image/width=800%2Cheight=%2Cfit=scale-down%2Cgravity=auto%2Cformat=auto/https%3A%2F%2Fdev-to-uploads.s3.amazonaws.com%2Fuploads%2Farticles%2Fcjxizv0f03ywg7snkoli.png" alt="Estado" width="800" height="436"&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Quanto a categoria de risco das barragens, a maioria está enquadrada na categoria  baixa (aprox. 50,53%) ou média (aprox. 37,79%)&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&lt;a href="https://media.dev.to/cdn-cgi/image/width=800%2Cheight=%2Cfit=scale-down%2Cgravity=auto%2Cformat=auto/https%3A%2F%2Fdev-to-uploads.s3.amazonaws.com%2Fuploads%2Farticles%2Fmawwgifnym614f3cb5hw.png" class="article-body-image-wrapper"&gt;&lt;img src="https://media.dev.to/cdn-cgi/image/width=800%2Cheight=%2Cfit=scale-down%2Cgravity=auto%2Cformat=auto/https%3A%2F%2Fdev-to-uploads.s3.amazonaws.com%2Fuploads%2Farticles%2Fmawwgifnym614f3cb5hw.png" alt="Categoria de risco" width="572" height="455"&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Mas se a categoria de risco que podem oferecer esta na sua maioria entre  baixo ou médio em sua maioria, em relação ao dano associado a maioria é baixo (aprox. 49,46%) mas tem um quantidade que tem um dano de potencial alto (aprox. 29%) e tem q ser feito uma grande cuidado e fiscalização principalmente com essas que podem oferecem um grande perigo.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&lt;a href="https://media.dev.to/cdn-cgi/image/width=800%2Cheight=%2Cfit=scale-down%2Cgravity=auto%2Cformat=auto/https%3A%2F%2Fdev-to-uploads.s3.amazonaws.com%2Fuploads%2Farticles%2F583e0paglosxspf0fcpc.png" class="article-body-image-wrapper"&gt;&lt;img src="https://media.dev.to/cdn-cgi/image/width=800%2Cheight=%2Cfit=scale-down%2Cgravity=auto%2Cformat=auto/https%3A%2F%2Fdev-to-uploads.s3.amazonaws.com%2Fuploads%2Farticles%2F583e0paglosxspf0fcpc.png" alt="Dano potencial" width="572" height="455"&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Agora se formos olhar a categoria de risco de acordo com o Estado, observamos as seguintes aspectos:&lt;/p&gt;

&lt;ul&gt;
&lt;li&gt;Minas Gerais, Pará e Bahia tem barragens com maioria das barragens de risco baixo&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Rondônia, Mato Grosso e Amapá tem em maioria barragem do tipo médio&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;A maioria das barragens que tá na categoria que não se aplica estão localizados  em Mato Grosso ou no Pará (poderá ver uma investigação futura de o porquê destas barragens não tem um classificação de acordo com o risco)&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;

&lt;p&gt;&lt;a href="https://media.dev.to/cdn-cgi/image/width=800%2Cheight=%2Cfit=scale-down%2Cgravity=auto%2Cformat=auto/https%3A%2F%2Fdev-to-uploads.s3.amazonaws.com%2Fuploads%2Farticles%2F70g50x7kf2zz3j9dyj8j.png" class="article-body-image-wrapper"&gt;&lt;img src="https://media.dev.to/cdn-cgi/image/width=800%2Cheight=%2Cfit=scale-down%2Cgravity=auto%2Cformat=auto/https%3A%2F%2Fdev-to-uploads.s3.amazonaws.com%2Fuploads%2Farticles%2F70g50x7kf2zz3j9dyj8j.png" alt="Estado de acordo com o risco" width="800" height="434"&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Agora se for fazer a comparação entre os Estado, temos que:&lt;/p&gt;

&lt;ul&gt;
&lt;li&gt;Os Estados onde se tem mais barragens do tipo baixo são: Minas Gerais, Pará e Bahia&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Os Estados onde se tem mais barragens do tipo médio são: Minas Gerais, Mato Grosso e São Paulo&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Os Estados onde se tem mais barragens do tipo alto são: Minas Gerais e Mato Grosso&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;

&lt;p&gt;Em relação ao dano potencial, podemos ver as seguintes aspectos:&lt;/p&gt;

&lt;ul&gt;
&lt;li&gt;Minas Gerais tem quase a mesma quantidade de barragens com dano alto e baixo e onde está presente as barragens deste tipo, tanto o baixo quanto o alto&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Bahia, São Paulo, Mato Grosso e Rondônia apresenta barragens do tipo baixo em mais quantidade&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Amazonas apresenta barragens em maioria ou alto ou baixo&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Santa Catarina tem mais barragens do tipo tipo alto&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;As barragens que não se aplica esse tipo de classificação estão localizados em Mato Grosso ou do Pará&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;

&lt;p&gt;&lt;a href="https://media.dev.to/cdn-cgi/image/width=800%2Cheight=%2Cfit=scale-down%2Cgravity=auto%2Cformat=auto/https%3A%2F%2Fdev-to-uploads.s3.amazonaws.com%2Fuploads%2Farticles%2Fo4tygculb2pgh1xo5jq9.png" class="article-body-image-wrapper"&gt;&lt;img src="https://media.dev.to/cdn-cgi/image/width=800%2Cheight=%2Cfit=scale-down%2Cgravity=auto%2Cformat=auto/https%3A%2F%2Fdev-to-uploads.s3.amazonaws.com%2Fuploads%2Farticles%2Fo4tygculb2pgh1xo5jq9.png" alt="Estado de acordo com o dano potencial" width="800" height="434"&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;

&lt;h2&gt;
  
  
  Conclusões
&lt;/h2&gt;

&lt;p&gt;Sobre a anĺise feita, podemos obter os seguintes insigths:&lt;/p&gt;

&lt;ul&gt;
&lt;li&gt;Minas Gerais é onde se concentram a mioria das barragens, entretanto outos Estados tem uma quantidade sinficativa de barraegns com Pará e Mato Grosso&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Quanto ao risco e ao dano tentar procurar por que existe a categoria não se aplica e se há outro critério para classificação&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Minas gerais é um Estado que se deve ser olhado com muita atenção nesse quesito, não é a toa os desatres que teve em Brumadinho e Mariana&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Pesquisar por em certos Estado tem locais de risco alto&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;

&lt;h2&gt;
  
  
  Código
&lt;/h2&gt;

&lt;p&gt;Para ter acesso aos códigos clique &lt;a href="https://github.com/acaicomdados/analise-barragens/blob/main/Notebook%20feito%20nos%20encontros/analise_barragem_dia_16_03_24.ipynb"&gt;aqui&lt;/a&gt; e no reporitório do Github para verificar o que mais foi feito e quiser contribuir com a análise clique &lt;a href="https://github.com/acaicomdados/analise-barragens/tree/main"&gt;aqui&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;

&lt;h2&gt;
  
  
  Referências
&lt;/h2&gt;

&lt;p&gt;[1] &lt;a href="https://www.gov.br/anm/pt-br/assuntos/barragens"&gt;https://www.gov.br/anm/pt-br/assuntos/barragens&lt;/a&gt;&lt;br&gt;
[2] &lt;a href="https://www.ufabc.edu.br/artigos/o-que-e-e-para-que-serve-uma-barragem-de-rejeitos"&gt;https://www.ufabc.edu.br/artigos/o-que-e-e-para-que-serve-uma-barragem-de-rejeitos&lt;/a&gt;&lt;br&gt;
[3] &lt;a href="https://www.gov.br/anm/pt-br/acesso-a-informacao/institucional"&gt;https://www.gov.br/anm/pt-br/acesso-a-informacao/institucional&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;

</description>
      <category>análisededados</category>
      <category>datavisualization</category>
    </item>
    <item>
      <title>O que é machine learning?</title>
      <dc:creator>Gustavo Ramos</dc:creator>
      <pubDate>Wed, 14 Feb 2024 22:40:25 +0000</pubDate>
      <link>https://dev.to/gustavoramos82/o-que-e-machine-learning-4g95</link>
      <guid>https://dev.to/gustavoramos82/o-que-e-machine-learning-4g95</guid>
      <description>&lt;p&gt;Em uma publicação passada, foi discutido sobre o que é Inteligência Artificial (se você ainda não leu clique &lt;a href="https://dev.to/gustavoramos82/inteligencia-artificial-o-que-e-e-possibilidades-14gm"&gt;aqui&lt;/a&gt;), mas agora vamos falar de uma sub-área da mesma, que é de machine learning (ou aprendizado de máquina)&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Sobre a área, ela tem por objetivo&lt;/p&gt;

&lt;ul&gt;
&lt;li&gt;Campo de estudo que dá aos computadores a habilidade de aprender sem ser explicitamente programado&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Aplicação de técnicas computacionais na busca de padrões que porventura estejam ocultos em um conjunto de dados&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Conjunto de ferramentas estatísticos que permitem a automatização da construção de uma função de predição a partir de um conjunto de observações&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;

&lt;p&gt;Logo, machine learning pega um conjunto de dados, treina para reconhecer algum tipo de padrão e a partir disso, nos permite fazer uma análise ou fazer alguma previsão.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Para ficar mais claro, vamos supor que estamos criando um modelo que identifique spams, tradicionalmente, tentaremos identificar alguns padrões e tentar organizar em código para tentar automatizar, conforme no esquema abaixo.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&lt;a href="https://media.dev.to/cdn-cgi/image/width=800%2Cheight=%2Cfit=scale-down%2Cgravity=auto%2Cformat=auto/https%3A%2F%2Fdev-to-uploads.s3.amazonaws.com%2Fuploads%2Farticles%2F2ewabiwpm65rqltriyhh.png" class="article-body-image-wrapper"&gt;&lt;img src="https://media.dev.to/cdn-cgi/image/width=800%2Cheight=%2Cfit=scale-down%2Cgravity=auto%2Cformat=auto/https%3A%2F%2Fdev-to-uploads.s3.amazonaws.com%2Fuploads%2Farticles%2F2ewabiwpm65rqltriyhh.png" alt="abordagem tradicional" width="800" height="434"&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;O problema desta abordagem é quem garante que observamos todos os padrões possíveis, deve ter algum ter que deixemos passar (ainda mais em um cenário que se tem uma grande quantidade de dados) e para atualizar demandaria muito tempo para fazer isso manualmente.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&lt;a href="https://media.dev.to/cdn-cgi/image/width=800%2Cheight=%2Cfit=scale-down%2Cgravity=auto%2Cformat=auto/https%3A%2F%2Fdev-to-uploads.s3.amazonaws.com%2Fuploads%2Farticles%2Frguo3oiszygclmflw144.png" class="article-body-image-wrapper"&gt;&lt;img src="https://media.dev.to/cdn-cgi/image/width=800%2Cheight=%2Cfit=scale-down%2Cgravity=auto%2Cformat=auto/https%3A%2F%2Fdev-to-uploads.s3.amazonaws.com%2Fuploads%2Farticles%2Frguo3oiszygclmflw144.png" alt="machine learning" width="800" height="434"&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Mas usando a abordagem de machine learning, pegamos vários exemplos de dados dos quais tem spam e não tem  e treinar o modelo para ele reconhecer os padrões para identificar para classificar melhor, avaliamos qual o modelo teve a melhor performance, se não for caso se esperava analisaríamos os erros tenta melhorar o modelo, dai se estiver conforme um desempenho esperado, o colocamos em produção.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Mas a partir de colocamos o modelo de produção, com o tempo ele pode perder a performance com a vinda de novos dados, então podemos automatizar o treinamento do modelo com novos dados para então evitar com a redução de performance.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&lt;a href="https://media.dev.to/cdn-cgi/image/width=800%2Cheight=%2Cfit=scale-down%2Cgravity=auto%2Cformat=auto/https%3A%2F%2Fdev-to-uploads.s3.amazonaws.com%2Fuploads%2Farticles%2F8m0j4mrsuaffnzhwnzcj.png" class="article-body-image-wrapper"&gt;&lt;img src="https://media.dev.to/cdn-cgi/image/width=800%2Cheight=%2Cfit=scale-down%2Cgravity=auto%2Cformat=auto/https%3A%2F%2Fdev-to-uploads.s3.amazonaws.com%2Fuploads%2Farticles%2F8m0j4mrsuaffnzhwnzcj.png" alt="Atualizando dados" width="800" height="353"&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;E também com modelo podemos entender como o modelo identifica o que é spam e o que não é e assim trazer insights para o negócio e a partir disso, por exemplo passar orientações para os usuários os cuidados que tem que ter para identificar e-mails suspeitos.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&lt;a href="https://media.dev.to/cdn-cgi/image/width=800%2Cheight=%2Cfit=scale-down%2Cgravity=auto%2Cformat=auto/https%3A%2F%2Fdev-to-uploads.s3.amazonaws.com%2Fuploads%2Farticles%2F6wsa0ejztirglfg30o2o.png" class="article-body-image-wrapper"&gt;&lt;img src="https://media.dev.to/cdn-cgi/image/width=800%2Cheight=%2Cfit=scale-down%2Cgravity=auto%2Cformat=auto/https%3A%2F%2Fdev-to-uploads.s3.amazonaws.com%2Fuploads%2Farticles%2F6wsa0ejztirglfg30o2o.png" alt="insigths" width="800" height="390"&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;A partir do exemplo que foi explicitado acima, esse modelo é do tipo &lt;em&gt;supervisionado&lt;/em&gt;, que tem um conjunto de atributos e saída, na qual com o treinamento do modelo, ele busca predizer qual o conjunto de saída dado os atributos, ou seja dado um texto, o modelo é treinado para identificar se é spam ou não.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Mas machine learning não se resume somente a isso, mas temos outros tipos de algoritmos de  machine learning:&lt;/p&gt;

&lt;ul&gt;
&lt;li&gt;
&lt;em&gt;Não-supervisionado&lt;/em&gt;: Os dados não tem rotulo, então modelo vai identificar algum padrão nos dados e fazer algum agrupamento&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;
&lt;em&gt;Semi-supervisionado&lt;/em&gt;: Dados parcialmente rotulados, sendo uma combinação de algoritmos supervisionados e não supervisionados&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;
&lt;em&gt;Por reforço&lt;/em&gt;: O sistema de aprendizado, chamado de agente, observa o ambiente, selecionar e executar ações e obter recompensas em troca – ou penalidades, caso contrário.&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;

&lt;p&gt;Podemos ver que a área é um campo muito grande e que há vários tipos de modelos que podem ser implementados dado algum problema, por isso é importante conhecer muito bem o problema para saber qual tipo de solução de machine learning será possível utilizar&lt;/p&gt;

</description>
      <category>ia</category>
      <category>datascience</category>
      <category>machinelearning</category>
    </item>
    <item>
      <title>O que é machine learning?</title>
      <dc:creator>Gustavo Ramos</dc:creator>
      <pubDate>Wed, 14 Feb 2024 22:40:18 +0000</pubDate>
      <link>https://dev.to/gustavoramos82/o-que-e-machine-learning-5a26</link>
      <guid>https://dev.to/gustavoramos82/o-que-e-machine-learning-5a26</guid>
      <description>&lt;p&gt;Em uma publicação passada, foi discutido sobre o que é Inteligência Artificial (se você ainda não leu clique &lt;a href="https://dev.to/gustavoramos82/inteligencia-artificial-o-que-e-e-possibilidades-14gm"&gt;aqui&lt;/a&gt;), mas agora vamos falar de uma sub-área da mesma, que é de machine learning (ou aprendizado de máquina)&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Sobre a área, ela tem por objetivo&lt;/p&gt;

&lt;ul&gt;
&lt;li&gt;Campo de estudo que dá aos computadores a habilidade de aprender sem ser explicitamente programado&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Aplicação de técnicas computacionais na busca de padrões que porventura estejam ocultos em um conjunto de dados&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Conjunto de ferramentas estatísticos que permitem a automatização da construção de uma função de predição a partir de um conjunto de observações&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;

&lt;p&gt;Logo, machine learning pega um conjunto de dados, treina para reconhecer algum tipo de padrão e a partir disso, nos permite fazer uma análise ou fazer alguma previsão.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Para ficar mais claro, vamos supor que estamos criando um modelo que identifique spams, tradicionalmente, tentaremos identificar alguns padrões e tentar organizar em código para tentar automatizar, conforme no esquema abaixo.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&lt;a href="https://media.dev.to/cdn-cgi/image/width=800%2Cheight=%2Cfit=scale-down%2Cgravity=auto%2Cformat=auto/https%3A%2F%2Fdev-to-uploads.s3.amazonaws.com%2Fuploads%2Farticles%2F2ewabiwpm65rqltriyhh.png" class="article-body-image-wrapper"&gt;&lt;img src="https://media.dev.to/cdn-cgi/image/width=800%2Cheight=%2Cfit=scale-down%2Cgravity=auto%2Cformat=auto/https%3A%2F%2Fdev-to-uploads.s3.amazonaws.com%2Fuploads%2Farticles%2F2ewabiwpm65rqltriyhh.png" alt="abordagem tradicional" width="800" height="434"&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;O problema desta abordagem é quem garante que observamos todos os padrões possíveis, deve ter algum ter que deixemos passar (ainda mais em um cenário que se tem uma grande quantidade de dados) e para atualizar demandaria muito tempo para fazer isso manualmente.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&lt;a href="https://media.dev.to/cdn-cgi/image/width=800%2Cheight=%2Cfit=scale-down%2Cgravity=auto%2Cformat=auto/https%3A%2F%2Fdev-to-uploads.s3.amazonaws.com%2Fuploads%2Farticles%2Frguo3oiszygclmflw144.png" class="article-body-image-wrapper"&gt;&lt;img src="https://media.dev.to/cdn-cgi/image/width=800%2Cheight=%2Cfit=scale-down%2Cgravity=auto%2Cformat=auto/https%3A%2F%2Fdev-to-uploads.s3.amazonaws.com%2Fuploads%2Farticles%2Frguo3oiszygclmflw144.png" alt="machine learning" width="800" height="434"&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Mas usando a abordagem de machine learning, pegamos vários exemplos de dados dos quais tem spam e não tem  e treinar o modelo para ele reconhecer os padrões para identificar para classificar melhor, avaliamos qual o modelo teve a melhor performance, se não for caso se esperava analisaríamos os erros tenta melhorar o modelo, dai se estiver conforme um desempenho esperado, o colocamos em produção.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Mas a partir de colocamos o modelo de produção, com o tempo ele pode perder a performance com a vinda de novos dados, então podemos automatizar o treinamento do modelo com novos dados para então evitar com a redução de performance.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&lt;a href="https://media.dev.to/cdn-cgi/image/width=800%2Cheight=%2Cfit=scale-down%2Cgravity=auto%2Cformat=auto/https%3A%2F%2Fdev-to-uploads.s3.amazonaws.com%2Fuploads%2Farticles%2F8m0j4mrsuaffnzhwnzcj.png" class="article-body-image-wrapper"&gt;&lt;img src="https://media.dev.to/cdn-cgi/image/width=800%2Cheight=%2Cfit=scale-down%2Cgravity=auto%2Cformat=auto/https%3A%2F%2Fdev-to-uploads.s3.amazonaws.com%2Fuploads%2Farticles%2F8m0j4mrsuaffnzhwnzcj.png" alt="Atualizando dados" width="800" height="353"&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;E também com modelo podemos entender como o modelo identifica o que é spam e o que não é e assim trazer insights para o negócio e a partir disso, por exemplo passar orientações para os usuários os cuidados que tem que ter para identificar e-mails suspeitos.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&lt;a href="https://media.dev.to/cdn-cgi/image/width=800%2Cheight=%2Cfit=scale-down%2Cgravity=auto%2Cformat=auto/https%3A%2F%2Fdev-to-uploads.s3.amazonaws.com%2Fuploads%2Farticles%2F6wsa0ejztirglfg30o2o.png" class="article-body-image-wrapper"&gt;&lt;img src="https://media.dev.to/cdn-cgi/image/width=800%2Cheight=%2Cfit=scale-down%2Cgravity=auto%2Cformat=auto/https%3A%2F%2Fdev-to-uploads.s3.amazonaws.com%2Fuploads%2Farticles%2F6wsa0ejztirglfg30o2o.png" alt="insigths" width="800" height="390"&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;A partir do exemplo que foi explicitado acima, esse modelo é do tipo &lt;em&gt;supervisionado&lt;/em&gt;, que tem um conjunto de atributos e saída, na qual com o treinamento do modelo, ele busca predizer qual o conjunto de saída dado os atributos, ou seja dado um texto, o modelo é treinado para identificar se é spam ou não.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Mas machine learning não se resume somente a isso, mas temos outros tipos de algoritmos de  machine learning:&lt;/p&gt;

&lt;ul&gt;
&lt;li&gt;
&lt;em&gt;Não-supervisionado&lt;/em&gt;: Os dados não tem rotulo, então modelo vai identificar algum padrão nos dados e fazer algum agrupamento&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;
&lt;em&gt;Semi-supervisionado&lt;/em&gt;: Dados parcialmente rotulados, sendo uma combinação de algoritmos supervisionados e não supervisionados&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;
&lt;em&gt;Por reforço&lt;/em&gt;: O sistema de aprendizado, chamado de agente, observa o ambiente, selecionar e executar ações e obter recompensas em troca – ou penalidades, caso contrário.&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;

&lt;p&gt;Podemos ver que a área é um campo muito grande e que há vários tipos de modelos que podem ser implementados dado algum problema, por isso é importante conhecer muito bem o problema para saber qual tipo de solução de machine learning será possível utilizar&lt;/p&gt;

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      <category>ia</category>
      <category>datascience</category>
      <category>machinelearning</category>
    </item>
    <item>
      <title>Inteligência Artificial: O que é</title>
      <dc:creator>Gustavo Ramos</dc:creator>
      <pubDate>Mon, 05 Feb 2024 23:20:56 +0000</pubDate>
      <link>https://dev.to/gustavoramos82/inteligencia-artificial-o-que-e-e-possibilidades-14gm</link>
      <guid>https://dev.to/gustavoramos82/inteligencia-artificial-o-que-e-e-possibilidades-14gm</guid>
      <description>&lt;p&gt;Este texto é a primeira parte de uma séria de texto para explicar certos conceitos da área, neste primeiro vamos falar um pouco sobre o que seria inteligência artificial.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Muito se fala sobre a Inteligência Artificial (IA), ainda mais sobre as IA’s generativas, mas será que as pessoas sabem o que é? Será que é realmente utilizar em seu negócio e outras partes? Sobre estas questões é que este texto foi produzido.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Mas para discutir sobre o que é IA, primeiro temos que responder: O que é inteligência? Sobre isso temos que ver o que as pessoas que estudam sobre psicologia cognitiva falam sobre inteligência.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Segundo Howard Gardner (1943-), um dos primeiros que falaram sobre a Teoria das Inteligências Múltiplas, fala que inteligência resulta em uma capacidade para resolver problemas ou na elaboração de produtos de importância em um determinado contexto ambiental, ou cultural.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Para Piaget (1896-1980), a inteligência é algo dinâmico que surge da construção de estruturas cognitivas que, à medida que vai sendo construído, vão se estabilizando no cérebro em um processo contínuo.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Para Vygotsky (1896-1934), fala que a inteligência é algo inato, mas construída nas trocas constantes com o meio ambiente, ou seja, uma troca contínua com o meio e com os indivíduos ao nosso redor.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Segundo Robert Sternberg (1949-) como uma atividade mental direcionada a adaptação proposital, seleção e modelagem de ambientes relevantes para a vida de alguém.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Olhando esses autores e outros da área sobre o que seria inteligência, temos pontos em comuns, que são eles:&lt;/p&gt;

&lt;ul&gt;
&lt;li&gt;Resolução de problemas&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Interação com o ambiente que nos cerca&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Construção de estruturas mentais&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;

&lt;p&gt;Logo a inteligência artificial tenta emular esses conceitos, então inteligência artificial seria: entender os mecanismos complexos de funcionamento do sistema mente/cérebro, para então reproduzir artificialmente.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Podemos entender então que o campo da inteligência artificial é um campo muito enorme que abrange muitas áreas, logo IA não é só IA generativa (como o ChatGPT, por exemplo), mas existem outras maneiras de se utilizar, mas não como o termo IA que vem sendo usado com mais frequência, sendo eles:&lt;/p&gt;

&lt;ul&gt;
&lt;li&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Sistemas de recomendação&lt;/strong&gt;: com base no que consumimos, o modelo recomenda outras coisas com base nos perfis que sejam parecidos com o nosso (um exemplo disso é uma recomendação de uma música com base nas músicas que escutamos ou em recomendação de produtos que compramos na internet)&lt;/p&gt;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Autocompletar&lt;/strong&gt;: Quando escrevemos alguma coisa em mensagem ou fazemos uma pesquisa, o modelo recomenda palavras para escrever na mensagem ou na pesquisa.&lt;/p&gt;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Spam&lt;/strong&gt;: Identificar padrões para verificar se aquele e-mail é duvidoso ou não.&lt;/p&gt;&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;

&lt;p&gt;Podemos ver que dependendo que aspecto da inteligência se que reproduzir, há diferentes paradigmas a se seguir, conforme a figura abaixo.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&lt;a href="https://media.dev.to/cdn-cgi/image/width=800%2Cheight=%2Cfit=scale-down%2Cgravity=auto%2Cformat=auto/https%3A%2F%2Fdev-to-uploads.s3.amazonaws.com%2Fuploads%2Farticles%2Frub4ic93dlmfrwcto6h4.png" class="article-body-image-wrapper"&gt;&lt;img src="https://media.dev.to/cdn-cgi/image/width=800%2Cheight=%2Cfit=scale-down%2Cgravity=auto%2Cformat=auto/https%3A%2F%2Fdev-to-uploads.s3.amazonaws.com%2Fuploads%2Farticles%2Frub4ic93dlmfrwcto6h4.png" alt="Image description" width="716" height="344"&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Logo, podemos ver que essa é uma área muito ampla e a partir disso podemos ver várias possibilidades que no auxiliam nos processo, seja para criatividade ou de suporte para a análise.&lt;/p&gt;

</description>
      <category>ai</category>
      <category>datascience</category>
    </item>
  </channel>
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