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    <title>DEV Community: Mariana Carvalho</title>
    <description>The latest articles on DEV Community by Mariana Carvalho (@hellomariworld).</description>
    <link>https://dev.to/hellomariworld</link>
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      <title>DEV Community: Mariana Carvalho</title>
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    <language>en</language>
    <item>
      <title>O Centro de Dados</title>
      <dc:creator>Mariana Carvalho</dc:creator>
      <pubDate>Thu, 06 Aug 2020 02:26:01 +0000</pubDate>
      <link>https://dev.to/sysadminas/o-centro-de-dados-1142</link>
      <guid>https://dev.to/sysadminas/o-centro-de-dados-1142</guid>
      <description>&lt;p&gt;Para falarmos sobre infraestrutura, precisamos entender alguns conceitos importantes.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Todos os dados, apesar de residirem em um mundo totalmente virtual, são, na verdade, “bits” e “bytes” que estão armazenados em um espaço físico e são, portanto, matéria física. Para isso, os dados precisam estar armazenados em algum lugar, ou em o que chamamos de “centro de dados”.&lt;br&gt;
Um centro de dados (data center, em inglês) é um espaço físico, onde empresas, universidades, hospitais e instituições armazenam suas aplicações, banco de dados, servidores e switches.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Na última década, temos visto empresas se reinventando e navegando no que chamamos de &lt;b&gt;Transformação Digital&lt;/b&gt;.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Cada vez mais, empresas, tanto públicas quanto privadas, estão percebendo que possuem um ativo muito valioso: os dados de seus usuários, funcionários e consumidores. Segundo um &lt;a href="https://www.forbes.com/sites/forbestechcouncil/2019/11/15/data-is-the-new-oil-and-thats-a-good-thing/#702030673045" rel="noopener noreferrer"&gt;artigo da Forbes&lt;/a&gt; publicado em inglês, em Novembro de 2019 “data is the new oil” ou, em tradução literal, “os dados são os novos óleos (ou petróleo, no caso)”. De fato são.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;A Transformação Digital pode ser entendida como a utilização de recursos digitais para alterar produtos, aplicações e a maneira como as organizações operam e interagem com o consumidor final. A Transformação Digital está relacionada à mudança e à disrupção digital em que empresas se utilizam de software e desenvolvimento tecnológico para conectar aparelhos com novos serviços.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;O escopo da Transformação Digital está baseado em um novo design e infraestrutura na qual empresas se utilizam de dados a nível da interface com seus usuários finais (sejam eles internos ou externos à organização).&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;O Centro de Dados é responsável por armazenar, processar, proteger e, através de suas aplicações e times de experts, transformar os dados em inteligência.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;O Centro de Dados é desenhado para prover recursos de processamento e armazenamento para aplicações e banco de dados, por meio de conexões de rede. Ele também deve ser desenhado e arquitetado para que seja o mais eficiente possível.&lt;/p&gt;

&lt;h1&gt;
  
  
  Componentes
&lt;/h1&gt;

&lt;p&gt;O Centro de Dados é composto por:&lt;br&gt;
&lt;/p&gt;
&lt;li&gt;&lt;a href="https://dev.to/sysadminas/hardware-servidores-e-armazenamento-12of"&gt;Servidores&lt;/a&gt;&lt;/li&gt; &lt;li&gt;&lt;a href="https://dev.to/sysadminas/redes-20mg"&gt;Switches&lt;/a&gt;&lt;/li&gt; &lt;li&gt;&lt;a href="https://dev.to/sysadminas/redes-20mg"&gt;Roteadores&lt;/a&gt;&lt;/li&gt; &lt;li&gt;
&lt;a href="https://dev.to/sysadminas/redes-20mg"&gt;Firewalls&lt;/a&gt;&lt;a&gt;&lt;/a&gt;
&lt;/li&gt; &lt;li&gt;&lt;a href="https://dev.to/sysadminas/hardware-servidores-e-armazenamento-12of"&gt;Hardware de armazenamento (discos)&lt;/a&gt;&lt;/li&gt; &lt;li&gt;Energia&lt;/li&gt; &lt;li&gt;Refrigeração&lt;/li&gt;
&lt;h1&gt;
  
  
  Centro de Dados e Eficiência Energética
&lt;/h1&gt;

&lt;p&gt;Um Centro de Dados deve ser desenhado levando-se em consideração seu consumo consciente de energia elétrica, com o objetivo de utilizar ao máximo seus recursos físicos, além de considerar seu impacto energético e no meio ambiente.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Para entender realmente os requisitos de energia do data center, é útil conhecer algumas terminologias básicas para sistemas elétricos:&lt;/p&gt;


&lt;li&gt;
&lt;b&gt;Amperes:&lt;/b&gt; Uma medida da corrente elétrica real que se move através de uma linha de energia. Os dispositivos têm uma classificação com base no número de amplificadores que podem usar ou suportar. Uma classificação de amplificador mais alta em um dispositivo significa que mais energia pode ser utilizada antes de ser sobrecarregada&lt;/li&gt;


&lt;li&gt;
&lt;b&gt;Volts:&lt;/b&gt; comparáveis à pressão da água em um tubo, os volts medem a força elétrica necessária para empurrar 1 ampere através de um fio ou condutor elétrico. Uma voltagem mais alta permite que mais energia seja transferida através de um circuito&lt;/li&gt;


&lt;li&gt;
&lt;b&gt;Ohms:&lt;/b&gt; a resistência que diminui a corrente elétrica e causa impedimentos. Mantendo a analogia da água, a alteração de ohms seria comparável à alteração do tamanho do tubo. Ohms mais baixos permitem que mais corrente viaje pelo circuito, mas requerem uma tensão mais alta para empurrar esses amplificadores adicionais&lt;/li&gt;


&lt;li&gt;
&lt;b&gt;Watts:&lt;/b&gt; a potência mede a energia elétrica disponível para ser usada por um dispositivo. Watts é frequentemente medido em kWh ou MW&lt;/li&gt;

&lt;p&gt;Pense em um circuito como uma torneira em uma pia. Se você quiser água, precisará se preocupar com: água para sair e pressão para forçá-la através dos canos. Da mesma forma, um circuito elétrico usa elétrons para transportar a eletricidade, mas esses elétrons precisam de algo para empurrá-los. Essa ‘pressão’ elétrica é o que chamamos de “tensão”.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Essa voltagem é fornecida pelas empresas de energia e, embora a voltagem meça a intensidade com que a eletricidade está sendo empurrada através de um circuito, é importante porque muitos circuitos são projetados para aceitar apenas um certo número de volts.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Os projetos tradicionais de distribuição de energia do datacenter consistem em unidades de distribuição de energia (Power Distribution Units, ou PDUs) que fornecem energia aos racks. À medida que o número de equipamentos montados em rack, como servidores, computadores e sistemas de armazenamento, aumenta, aumenta também a energia necessária para esse rack.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;As PDUs lidam com essa complexidade de distribuição de energia, retirando a que foi fornecida ao rack e distribuindo-a por várias tomadas para os servidores e equipamentos de rede do rack. Do ponto de vista do projeto, é uma prática recomendada ter duas PDUs por rack para redundância de energia em caso de interrupção ou falha. Às vezes, as empresas utilizam duas empresas de fornecimento de energia diferentes para garantir alta disponibilidade de energia, cada uma fornecendo uma PDU separada.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Atualmente, existem dois tipos de disposição dos gabinetes (ou racks) que contém os servidores e os refrigeradores. Aqui estão suas definições:&lt;br&gt;
&lt;/p&gt;
&lt;li&gt;
&lt;b&gt;Contenção do Corredor Quente:&lt;/b&gt; focado em canalizar o ar quente de exaustão liberado pelos servidores e equipamentos do Centro de Dados e direcioná-lo para a área onde se encontra o ar condicionado. Como, naturalmente, o ar quente tende a subir, ele é capturado pelo vazio no teto e, de lá, vai para o ar condicionado, sem se misturar com o ar frio.

&lt;p&gt;&lt;b&gt;Benefícios do Corredor Quente&lt;/b&gt; (Hot Aisle, em inglês): garante que o ar frio não seja comprometido pelo escapamento do ar quente e também garante que o ar quente chegue ao ar condicionado, fazendo com que este aumente sua capacidade de resfriamento, o que aumenta, ainda, a eficiência energética do centro de dados.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&lt;a href="https://media.dev.to/dynamic/image/width=800%2Cheight=%2Cfit=scale-down%2Cgravity=auto%2Cformat=auto/https%3A%2F%2Fdev-to-uploads.s3.amazonaws.com%2Fi%2Ffb3gpmbkvff5at3c2pde.png" class="article-body-image-wrapper"&gt;&lt;img src="https://media.dev.to/dynamic/image/width=800%2Cheight=%2Cfit=scale-down%2Cgravity=auto%2Cformat=auto/https%3A%2F%2Fdev-to-uploads.s3.amazonaws.com%2Fi%2Ffb3gpmbkvff5at3c2pde.png" alt="Alt Text"&gt;&lt;/a&gt;&lt;br&gt;
Referência da imagem &lt;a href="https://blog.innotechno.com.br/contencao-do-corredor-quente-ou-do-corredor-frio-qual-melhor-tecnica/" rel="noopener noreferrer"&gt;aqui&lt;/a&gt;.&lt;/p&gt;




&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;

&lt;b&gt;Contenção do Corredor Frio&lt;/b&gt; (ou Cold Aisle, em inglês): focado em criar um fluxo de ar frio nas passagens dos corredores e nas divisórias ao longo do teto ou chão. Esta implementação previne que o ar frio do ar condicionado saia para o exterior, eliminando também qualquer ponto quente que há dentro do corredor.

&lt;p&gt;&lt;b&gt;Benefícios do Corredor Frio:&lt;/b&gt; garante a utilização efetiva dos 15% da parte de cima dos racks, que, geralmente, são deixados em aberto/vazios. Com esse tipo de implementação de refrigeração, consegue-se utilizar todo o potencial de um rack, reduzindo o custo por metro quadrado do centro de dados.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&lt;a href="https://media.dev.to/dynamic/image/width=800%2Cheight=%2Cfit=scale-down%2Cgravity=auto%2Cformat=auto/https%3A%2F%2Fdev-to-uploads.s3.amazonaws.com%2Fi%2Fj43a7dcczqvig1786ur9.png" class="article-body-image-wrapper"&gt;&lt;img src="https://media.dev.to/dynamic/image/width=800%2Cheight=%2Cfit=scale-down%2Cgravity=auto%2Cformat=auto/https%3A%2F%2Fdev-to-uploads.s3.amazonaws.com%2Fi%2Fj43a7dcczqvig1786ur9.png" alt="Alt Text"&gt;&lt;/a&gt;&lt;br&gt;
Referência da imagem &lt;a href="https://blog.innotechno.com.br/contencao-do-corredor-quente-ou-do-corredor-frio-qual-melhor-tecnica/" rel="noopener noreferrer"&gt;aqui&lt;/a&gt;.&lt;/p&gt;

&lt;h1&gt;
  
  
  Centro de Dados e Segurança
&lt;/h1&gt;

&lt;p&gt;Como falamos anteriormente, o Centro de Dados armazena e protege todos os equipamentos e servidores que sustentam uma organização. Estes equipamentos e servidores, por sua vez, são responsáveis por armazenar o bem mais precioso das organizações: seus dados.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Assim, toda segurança se faz necessária: não somente a virtual, através de antivírus e firewalls — que serão discutidos no &lt;a href="https://dev.to/sysadminas/redes-20mg"&gt;capítulo 15&lt;/a&gt;, mas também a segurança física desse Centro de Dados.&lt;/p&gt;

&lt;h1&gt;
  
  
  Segurança Física
&lt;/h1&gt;

&lt;p&gt;A segurança física de um centro de dados tem como responsabilidade garantir a segurança dos equipamentos e prevenir qualquer tipo de acidente aos componentes físicos citados anteriormente.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Para isso, devem ser instaladas câmeras de segurança, com acesso somente permitido a pessoas autorizadas, que registre histórico de entrada e saída e agentes de segurança. Além dessas medidas de segurança, medidas reativas, como sistemas químicos para prevenção de incêndio e destruição dos aparelhos, são recomendadas.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Todo o cuidado, físico e virtual, é pouco perto do prejuízo financeiro que a perda de equipamentos pode trazer para uma organização. Por isso, todo o planejamento de um plano de segurança e prevenção é altamente recomendado em ambientes de centro de dados.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Seguindo a linha de proteção dos equipamentos, vamos falar, em nosso próximo capítulo, sobre Proteção de Dados, englobando a Recuperação de Desastres (RD), ou Disaster Recovery (DR), em inglês, e estratégias de backup e arquivamento. Caso queira aprender mais sobre segurança em um centro de dados, visite essa página da VMware.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&lt;b&gt;Sugestões de livros:&lt;/b&gt;&lt;br&gt;
&lt;a href="https://www.amazon.com.br/projeto-f%C3%AAnix-Gene-Kim/dp/8550801895" rel="noopener noreferrer"&gt;O Projeto Fênix&lt;/a&gt;, de Gene Kim, Kevin Behr e George Spafford, da Editora Alta Books&lt;br&gt;
&lt;a href="https://www.amazon.com/Data-Center-Security-Complete-Guide/dp/0655540547" rel="noopener noreferrer"&gt;Segurança no Centro de Dados&lt;/a&gt;, em inglês, da Amazon&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Caso conheça outras indicações de livros, certificações ou cursos, fique à vontade para deixar nos comentários. Ficarei feliz em adicionar a esse post!&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Esse texto faz parte do Guia de Infraestrutura de Tecnologia de Informação publicado no &lt;a href="https://medium.com/sysadminas/guia-de-infraestrutura-de-ti-30543bfe9922" rel="noopener noreferrer"&gt;medium&lt;/a&gt;, no &lt;a href="https://dev.to/sysadminas/guia-de-infraestrutura-de-ti-4m14"&gt;dev.to&lt;/a&gt;, e na Open Library. Para checar todos os capítulos, &lt;a href="https://dev.to/sysadminas/guia-de-infraestrutura-de-ti-4m14"&gt;clique aqui&lt;/a&gt; e acesse a Introdução.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Próximo capítulo: &lt;a href="https://dev.to/sysadminas/protecao-de-dados-if6"&gt;Proteção de Dados&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;


&lt;/li&gt;

</description>
      <category>datacenter</category>
      <category>infraestrutura</category>
      <category>womenintech</category>
      <category>data</category>
    </item>
    <item>
      <title>Proteção de Dados</title>
      <dc:creator>Mariana Carvalho</dc:creator>
      <pubDate>Wed, 05 Aug 2020 14:27:56 +0000</pubDate>
      <link>https://dev.to/sysadminas/protecao-de-dados-if6</link>
      <guid>https://dev.to/sysadminas/protecao-de-dados-if6</guid>
      <description>&lt;p&gt;Como mencionamos no capítulo anterior, proteger fisicamente os equipamentos é muito importante para que não haja nenhum tempo perdido na execução e funcionamento das atividades. Além disso, proteger os dados que estão contidos nesses equipamentos é igualmente importante.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Na indústria, vemos que as empresas usam estratégias de proteção de dados para prevenir que arquivos sejam deletados erroneamente, que dados sejam corrompidos, que aplicações sejam afetadas e caso haja algum tipo de desastre natural (como enchentes, furacão, terremoto, entre outros).&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Há duas estratégias que as empresas podem utilizar para proteger esses dados: &lt;b&gt;1)&lt;/b&gt; através da estratégia de backup e &lt;b&gt;2)&lt;/b&gt; estabelecendo um centro de dados que será acionado caso haja falhas no centro de dados principal, também chamado de centro de dados de recuperação de desastres (ou &lt;i&gt;Disaster Recovery&lt;/i&gt;, DR, em inglês).&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Atualmente, as empresas se utilizam mais dos backups do que da implementação de um centro de dados secundário, já que estabelecer um centro de dados secundário significa duplicar toda a infraestrutura. O que se tem visto são empresas usando provedores de nuvens públicas como solução para DR. &lt;/p&gt;

&lt;h1&gt;
  
  
  Backup
&lt;/h1&gt;

&lt;p&gt;O backup é uma cópia dos dados principais, que pode ser armazenada em fitas (mais baratos, mas menos performáticos), discos (permitindo o acesso mais rápido e confiável), ou nuvem pública (mais seguro, porém mais caro do que os métodos tradicionais de fita e disco). O objetivo do backup é a recuperação dos dados caso eles sejam perdidos ou corrompidos.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Ao desenhar uma estratégia de backup, o ideal é que a empresa tenha definido:&lt;br&gt;
&lt;/p&gt;
&lt;li&gt;&lt;b&gt;Janela de backup&lt;/b&gt;&lt;/li&gt; &lt;li&gt;&lt;b&gt;Tempo de retenção&lt;/b&gt;&lt;/li&gt; &lt;li&gt;&lt;b&gt;Arquivamento&lt;/b&gt;&lt;/li&gt; &lt;li&gt; &lt;b&gt;Tempo para restauração&lt;/b&gt; (também conhecido como &lt;i&gt;RTO - Recovery Time Objective&lt;/i&gt;, em inglês)

&lt;p&gt;Para definir o RTO, a empresa precisa se perguntar: quanto tempo estou disposto a deixar minha aplicação indisponível sem causar impacto nos negócios? &lt;/p&gt;
&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;
&lt;b&gt;Tolerância à perda de dados&lt;/b&gt; (também conhecido como RPO - &lt;i&gt;Recovery Point Objective&lt;/i&gt;, em inglês)

&lt;p&gt;Para definir o RPO, a empresa precisa se perguntar: qual quantidade de dados pode ser perdida sem causar impacto negativo no negócio? O RPO também é medido em tempo, desde a falha ocorrida no sistema, até a restauração do último backup feito.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&lt;a href="https://res.cloudinary.com/practicaldev/image/fetch/s--oFHm3IeH--/c_limit%2Cf_auto%2Cfl_progressive%2Cq_auto%2Cw_880/https://dev-to-uploads.s3.amazonaws.com/i/sxfqnxj08fc5hww63odj.png" class="article-body-image-wrapper"&gt;&lt;img src="https://res.cloudinary.com/practicaldev/image/fetch/s--oFHm3IeH--/c_limit%2Cf_auto%2Cfl_progressive%2Cq_auto%2Cw_880/https://dev-to-uploads.s3.amazonaws.com/i/sxfqnxj08fc5hww63odj.png" alt="Alt Text"&gt;&lt;/a&gt;&lt;br&gt;
Referência da imagem &lt;a href="https://www.enterprisestorageforum.com/storage-management/rpo-and-rto-understanding-the-differences.html"&gt;aqui&lt;/a&gt;. Adaptação: Mariana Carvalho.&lt;/p&gt;
&lt;h1&gt;
  
  
  Estratégia de Recuperação de Desastres
&lt;/h1&gt;

&lt;p&gt;Implementar um plano de Recuperação de Desastres está muitas vezes dentro da Estratégia de Continuidade de Negócios de uma organização. Por Estratégia de Continuidade de Negócios entende-se, segundo a Norma BS 25999-2, que esta é a “abordagem de uma organização que garanta a sua recuperação e continuidade ao se defrontar com um desastre, ou outro incidente maior ou interrupção de negócios”.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;A Estratégia de Recuperação de Desastres visa, portanto, a garantir que o negócio não seja interrompido no que diz respeito à área de Tecnologia da Informação (TI), cuidando do centro de dados, servidores, laptops, banco de dados, aplicações, entre outros. &lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Os principais objetivos de uma Estratégia de Recuperação de Desastres são:&lt;br&gt;
&lt;/p&gt;


&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Reduzir riscos caso algum desastre aconteça&lt;/li&gt; &lt;li&gt;

Diminuir impacto nas operações, que, por sua vez, impacta no negócio e faturamento&lt;/li&gt; &lt;li&gt;Prosseguir com as operações em caso de desastre&lt;/li&gt; &lt;li&gt;Estar em conformidade com leis de diferentes setores&lt;/li&gt;

&lt;p&gt;Uma estratégia de Recuperação de Desastres deve ser atualizada de tempo em tempo para que todos os componentes estejam funcionando propriamente, estejam em conformidade com diversas leis e normas e continuem alinhados com os objetivos de negócios da empresa como um todo.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Caso conheça indicações de livros, certificações ou cursos, fique à vontade para deixar nos comentários. Ficarei feliz em adicionar a esse post!&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&lt;i&gt;Esse texto faz parte do Guia de Infraestrutura de Tecnologia de Informação publicado no &lt;a href="https://medium.com/sysadminas/guia-de-infraestrutura-de-ti-30543bfe9922"&gt;medium&lt;/a&gt;, no &lt;a href="https://dev.to/sysadminas/guia-de-infraestrutura-de-ti-4m14"&gt;dev.to&lt;/a&gt;, e na Open Library. Para checar todos os capítulos, &lt;a href="https://dev.to/sysadminas/guia-de-infraestrutura-de-ti-4m14"&gt;clique aqui&lt;/a&gt; e acesse a Introdução.&lt;/i&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Próximo capítulo: &lt;a href="https://dev.to/sysadminas/software-livre-e-software-proprietario-cgc"&gt;Software Livre e Software Proprietário&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;

</description>
      <category>dataprotection</category>
      <category>infraestrutura</category>
      <category>womenintech</category>
      <category>datacenter</category>
    </item>
    <item>
      <title>Aplicações e Aplicativos</title>
      <dc:creator>Mariana Carvalho</dc:creator>
      <pubDate>Wed, 05 Aug 2020 14:10:01 +0000</pubDate>
      <link>https://dev.to/sysadminas/aplicacoes-e-aplicativos-3m69</link>
      <guid>https://dev.to/sysadminas/aplicacoes-e-aplicativos-3m69</guid>
      <description>&lt;p&gt;Com a era da Transformação Digital, as aplicações se tornaram parte essencial de qualquer negócio, seja ele um pequeno restaurante local, ou uma organização global. Atualmente, a coleta, armazenamento e análise dos dados tornaram-se processos fundamentais para geração de renda nas empresas. As empresas, então, passaram a investir em aplicações que facilitem essa coleta e gerenciamento dos dados, sejam eles de seus funcionários ou clientes, como também de suas vendas e balanços financeiros.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;As aplicações são, portanto, um programa ou conjunto de programas, que permite que o usuário final execute certas funções.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Exemplos de aplicações que você utiliza: Microsoft Office, como Word e PowerPoint, Google Chrome, Skype, entre outros. Grande corporações, por exemplo, utilizam aplicações como ERP (Enterprise Resource Planning, em inglês), ou CRM (Customer Relationship Management, em inglês). Exemplos de aplicações corporativas são: SalesForce (para o time de vendas), Workday (para o RH), EPIC (aplicação que muitos hospitais e clínicas médicas usam para armazenar dados de pacientes).&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Atualmente, existem dois tipos de arquitetura (ou personalidade, como gosto de chamar) de uma aplicação: a &lt;b&gt;monolítica&lt;/b&gt;, a mais conhecida e mais tradicional; e a &lt;b&gt;arquitetura de microsserviços&lt;/b&gt;:&lt;br&gt;
&lt;/p&gt;
&lt;li&gt;
&lt;b&gt;Aplicações monolíticas&lt;/b&gt; geralmente têm diversas camadas sobrepostas com responsabilidades distintas, ou seja, a aplicação possui uma interface para o usuário interagir e também possui as instruções de acessos aos dados em um único sistema. Quando é necessário alterar essa aplicação, mesmo que seja em um componente específico, todo o sistema precisa ser compilado e atualizado em produção&lt;/li&gt;
&lt;br&gt;
&lt;li&gt;A &lt;b&gt;arquitetura de microsserviços&lt;/b&gt; é utilizada para separar conjuntos de serviços com regras específicas, o que faz com que essas arquiteturas de soluções sejam flexíveis. A atualização desse modelo é mais prática que a monolítica, pois os microsserviços são independentes, o que facilita a sua manutenção&lt;/li&gt;

&lt;p&gt;&lt;a href="https://res.cloudinary.com/practicaldev/image/fetch/s--q7F5G8Tp--/c_limit%2Cf_auto%2Cfl_progressive%2Cq_auto%2Cw_880/https://dev-to-uploads.s3.amazonaws.com/i/1fhiepjqvnxfzu6q1vm3.png" class="article-body-image-wrapper"&gt;&lt;img src="https://res.cloudinary.com/practicaldev/image/fetch/s--q7F5G8Tp--/c_limit%2Cf_auto%2Cfl_progressive%2Cq_auto%2Cw_880/https://dev-to-uploads.s3.amazonaws.com/i/1fhiepjqvnxfzu6q1vm3.png" alt="Alt Text"&gt;&lt;/a&gt;&lt;br&gt;
Referência da imagem &lt;a href="https://insights.daffodilsw.com/blog/monolithic-vs-microservices-which-is-the-better-architecture-for-ecommerce-app-development"&gt;aqui&lt;/a&gt;. Adaptação: Mariana Carvalho.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Aplicações são desenvolvidas com base em diversas linguagens de programação, logo abaixo estão listados alguns exemplos das mais usadas atualmente:&lt;br&gt;
&lt;/p&gt;
&lt;li&gt;
&lt;b&gt;Front-end:&lt;/b&gt; HTML (linguagem de marcação), CSS (linguagem de estilo), React, Node.js, Angular, JavaScript, entre outras&lt;b&gt; &lt;li&gt;Back-end:&lt;/li&gt;&lt;/b&gt;C#, Java, PHP, Ruby, entre outras&lt;/li&gt;

&lt;p&gt;Se você quer aprender mais sobre aplicações e aplicativos, dê uma olhada nas dicas abaixo.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&lt;b&gt;Sugestão de livro:&lt;/b&gt;&lt;br&gt;
&lt;a href="https://books.google.com.br/books/about/Microsservi%C3%A7os_prontos_para_a_produ%C3%A7%C3%A3.html?id=c0U4DwAAQBAJ&amp;amp;printsec=frontcover&amp;amp;source=kp_read_button&amp;amp;redir_esc=y#v=onepage&amp;amp;q&amp;amp;f=false"&gt;Microsserviços prontos para produção&lt;/a&gt;, de Susan J. Fowler, da Editora O’Reilly&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&lt;b&gt;Sugestão de curso:&lt;/b&gt;&lt;br&gt;
&lt;a href="https://www.redhat.com/pt-br/topics/microservices"&gt;Introdução aos Microsserviços&lt;/a&gt;, da Red Hat&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&lt;b&gt;Sugestões de certificações:&lt;/b&gt;&lt;br&gt;
&lt;a href="https://trailhead.salesforce.com/credentials/applicationarchitect"&gt;Arquiteto de Aplicações&lt;/a&gt;, da SalesForce&lt;br&gt;
&lt;a href="https://docs.microsoft.com/en-us/learn/certifications/mcsa-web-applications-certification"&gt;Aplicação para Web&lt;/a&gt;, da Microsoft&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Caso conheça outras indicações de livros, certificações ou cursos, fique à vontade para deixar nos comentários. Ficarei feliz em adicionar a esse post!&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&lt;i&gt;Esse texto faz parte do Guia de Infraestrutura de Tecnologia de Informação publicado no &lt;a href="https://medium.com/sysadminas/guia-de-infraestrutura-de-ti-30543bfe9922"&gt;medium&lt;/a&gt;, no &lt;a href="https://dev.to/sysadminas/guia-de-infraestrutura-de-ti-4m14"&gt;dev.to&lt;/a&gt;, e na Open Library. Para checar todos os capítulos, &lt;a href="https://dev.to/sysadminas/guia-de-infraestrutura-de-ti-4m14"&gt;clique aqui&lt;/a&gt; e acesse a Introdução.&lt;/i&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Próximo capítulo: &lt;a href="https://dev.to/sysadminas/hardware-servidores-e-armazenamento-12of"&gt;Hardware - Servidores e Armazenamento&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;

</description>
      <category>applications</category>
      <category>infraestrutura</category>
      <category>womenintech</category>
      <category>aplicacoes</category>
    </item>
    <item>
      <title>Hardware - Servidores e Armazenamento</title>
      <dc:creator>Mariana Carvalho</dc:creator>
      <pubDate>Wed, 05 Aug 2020 12:41:21 +0000</pubDate>
      <link>https://dev.to/sysadminas/hardware-servidores-e-armazenamento-12of</link>
      <guid>https://dev.to/sysadminas/hardware-servidores-e-armazenamento-12of</guid>
      <description>&lt;p&gt;Um servidor, ou host, em inglês, é um hardware que provém algum tipo de serviço para outros aparelhos, também chamados de clientes. Servidores são um dos componentes de um Centro de Dados, discutidos no primeiro capítulo deste material.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Os componentes básicos de um servidor são:&lt;br&gt;
· Placa-mãe&lt;br&gt;
· Processador (CPU)&lt;br&gt;
· Memória (RAM)&lt;br&gt;
· Discos&lt;br&gt;
· Portas para conectividade&lt;br&gt;
· Power Supply&lt;br&gt;
· GPU — componente adicional&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&lt;a href="https://res.cloudinary.com/practicaldev/image/fetch/s--fcL4iK6c--/c_limit%2Cf_auto%2Cfl_progressive%2Cq_auto%2Cw_880/https://dev-to-uploads.s3.amazonaws.com/i/ck2qsxvd5q4iopy58js7.png" class="article-body-image-wrapper"&gt;&lt;img src="https://res.cloudinary.com/practicaldev/image/fetch/s--fcL4iK6c--/c_limit%2Cf_auto%2Cfl_progressive%2Cq_auto%2Cw_880/https://dev-to-uploads.s3.amazonaws.com/i/ck2qsxvd5q4iopy58js7.png" alt="Alt Text"&gt;&lt;/a&gt;&lt;br&gt;
Imagem: Google.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Os servidores que possuem todos os itens anteriores, além dos discos para armazenamento e do software de virtualização, tudo no mesmo dispositivo, são chamados de servidores hyper convergentes.&lt;/p&gt;

&lt;h1&gt;
  
  
  O que é Hiper Convergência
&lt;/h1&gt;

&lt;p&gt;Segundo a empresa VMware, uma das maiores empresas de virtualização do mundo, a hiper convergência (ou, em inglês, HCI, para hyperconverged infrastructure) é a junção física definida por software de 4 componentes. São eles:&lt;br&gt;
&lt;/p&gt;
&lt;li&gt;Discos (ou armazenamento, storage)&lt;/li&gt; &lt;li&gt;Processador (ou compute)&lt;/li&gt; &lt;li&gt;Redes&lt;/li&gt; &lt;li&gt;Sistema avançado de gerenciamento e automação&lt;/li&gt;

&lt;p&gt;A virtualização acaba por ser um fator essencial quando implementamos uma infraestrutura de hiper convergência, pois ela é responsável por tornar abstrato e unir todos os recursos disponíveis pelo hardware (servidores) e alocar, dinamicamente, as aplicações, máquinas virtuais e containers.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Um dos maiores benefícios da hiper convergência é a redução do número de servidores no centro de dados (ou, footprint reduction — em inglês), o que contribui para a redução de gastos com energia e refrigeração. Outro benefício é a escalabilidade — a maioria dos servidores hiper convergentes dão uma incrível flexibilidade ao cliente, fazendo com que ele comece pequeno, com apenas alguns servidores, e adicione servidores (e também discos) ao longo de sua necessidade e crescimento.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;O investimento em HCI acomoda workloads, aplicações e máquinas virtuais de pequenas até grandes empresas e, também por isso, é uma tendência forte na área de infraestrutura.&lt;/p&gt;

&lt;h1&gt;
  
  
  Armazenamento
&lt;/h1&gt;

&lt;p&gt;Levando em consideração um centro de dados tradicional, cada departamento de uma organização possui seus servidores, com discos locais conectados diretamente a esses servidores e dando, assim, o armazenamento para as aplicações que rodam nesses servidores específicos.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Essa abordagem na qual o armazenamento é conectado diretamente a cada servidor traz alguns desafios para as empresas, como limitação de armazenamento para cada servidor, o que reduz a possibilidade de escalabilidade e traz gargalos à leitura e à escrita nos discos.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Outro problema com essa abordagem é também a ineficiência gerada pelo espaço remanescente em outros servidores. Veja a imagem abaixo que explica o isolamento de servidores e seus discos dedicados:&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&lt;a href="https://res.cloudinary.com/practicaldev/image/fetch/s--Yt7YcXJu--/c_limit%2Cf_auto%2Cfl_progressive%2Cq_auto%2Cw_880/https://dev-to-uploads.s3.amazonaws.com/i/yxentsmnbf1bz97t0moh.png" class="article-body-image-wrapper"&gt;&lt;img src="https://res.cloudinary.com/practicaldev/image/fetch/s--Yt7YcXJu--/c_limit%2Cf_auto%2Cfl_progressive%2Cq_auto%2Cw_880/https://dev-to-uploads.s3.amazonaws.com/i/yxentsmnbf1bz97t0moh.png" alt="Alt Text"&gt;&lt;/a&gt;&lt;br&gt;
Referência da imagem &lt;a href="https://www.mycloudwiki.com/san/server-storage-architectures/"&gt;aqui&lt;/a&gt;. Adaptação: Mariana Carvalho.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Com o avanço tecnológico, a Transformação Digital das empresas e a maior geração, consumo e análise dados, os centros de dados passaram a ser expandidos exponencialmente. Assim, novas maneiras de gerenciar discos de armazenamento se mostraram necessárias.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Com a nova arquitetura focada nos dados, as empresas passaram a criar uma “piscina de recursos” (ou “storage pool”), trazendo mais eficiência e escalabilidade aos seus ambientes de TI. Nessa arquitetura, é criada a “Storage Area Network”, em inglês, também conhecida como SAN, na qual todos os discos de armazenamento estão conectados a diversos servidores.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Dessa forma, há melhor utilização e eficiência dos discos de armazenamento, menos gargalos e mais flexibilidade para escalonar o ambiente de TI.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Veja a imagem abaixo e compare-a com a anterior para entender melhor as diferenças:&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&lt;a href="https://res.cloudinary.com/practicaldev/image/fetch/s--LDqMy_Vx--/c_limit%2Cf_auto%2Cfl_progressive%2Cq_auto%2Cw_880/https://dev-to-uploads.s3.amazonaws.com/i/o741naj149vwqgy8ttek.png" class="article-body-image-wrapper"&gt;&lt;img src="https://res.cloudinary.com/practicaldev/image/fetch/s--LDqMy_Vx--/c_limit%2Cf_auto%2Cfl_progressive%2Cq_auto%2Cw_880/https://dev-to-uploads.s3.amazonaws.com/i/o741naj149vwqgy8ttek.png" alt="Alt Text"&gt;&lt;/a&gt;&lt;br&gt;
Referência da imagem &lt;a href="https://www.mycloudwiki.com/san/server-storage-architectures/"&gt;aqui&lt;/a&gt;. Adaptação: Mariana Carvalho.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&lt;b&gt;Sugestão de cursos em HCI&lt;/b&gt;:&lt;br&gt;
 &lt;a href="https://education.dellemc.com/content/emc/pt-br/home/store/search/course-details.html?courseID=MR-1WP-CIHCPXFORM"&gt;Curso de Hiper-Convergência&lt;/a&gt;, gratuito e inglês, da Dell Technologies&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&lt;b&gt;Sugestões de livros&lt;/b&gt;:&lt;br&gt;
&lt;a href="https://www.oreilly.com/library/view/hyperconverged-infrastructure-data/9780134997957/"&gt;Hyperconverged Infrastructure Data Centers: Demystifying HCI&lt;/a&gt;, por Sam Halabi&lt;br&gt;
&lt;a href="https://www.vmware.com/content/microsites/learn/en/311908_REG.html"&gt;HCI For Dummies&lt;/a&gt;, por VMware&lt;br&gt;
&lt;a href="https://www.hpe.com/us/en/resources/integrated-systems/hyperconverged-infrastructure-dummies.html"&gt;HCI For Dummies&lt;/a&gt;, por HPE e SimpliVity&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&lt;b&gt;Sugestões de certificações&lt;/b&gt;:&lt;br&gt;
&lt;a href="https://education.dellemc.com/content/dam/dell-emc/documents/en-us/DES-6321_Specialist-Implementation_Engineer_VxRail_Appliance_Exam.pdf"&gt;VxRail Appliance HCI&lt;/a&gt;, certificação em inglês, da Dell Technologies&lt;br&gt;
&lt;a href="https://www.globalknowledge.com/us-en/training/certification-prep/brands/nutanix/section/nutanix-cloud-administrator/nutanix-certified-professional-ncp-certification/"&gt;Nutanix Certified Professional&lt;/a&gt;, certificação em inglês, da Nutanix&lt;br&gt;
&lt;a href="https://azure.microsoft.com/en-us/products/azure-stack/hci/"&gt;Azure Stack HCI Solutions&lt;/a&gt;, da Microsoft&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Caso conheça outras indicações de livros, certificações ou cursos, fique à vontade para deixar nos comentários. Ficarei feliz em adicionar a esse post!&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&lt;i&gt;Esse texto faz parte do Guia de Infraestrutura de Tecnologia de Informação publicado no &lt;a href="https://medium.com/sysadminas/guia-de-infraestrutura-de-ti-30543bfe9922"&gt;medium&lt;/a&gt;, no &lt;a href="https://dev.to/sysadminas/guia-de-infraestrutura-de-ti-4m14"&gt;dev.to&lt;/a&gt;, e na Open Library. Para checar todos os capítulos, &lt;a href="https://dev.to/sysadminas/guia-de-infraestrutura-de-ti-4m14"&gt;clique aqui&lt;/a&gt; e acesse a Introdução.&lt;/i&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;» Próximo capítulo: &lt;a href="https://dev.to/sysadminas/redes-20mg"&gt;Redes&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;

</description>
      <category>hardware</category>
      <category>storage</category>
      <category>server</category>
      <category>datacenter</category>
    </item>
    <item>
      <title>Virtualização</title>
      <dc:creator>Mariana Carvalho</dc:creator>
      <pubDate>Wed, 05 Aug 2020 12:30:23 +0000</pubDate>
      <link>https://dev.to/sysadminas/virtualizacao-5dj5</link>
      <guid>https://dev.to/sysadminas/virtualizacao-5dj5</guid>
      <description>&lt;p&gt;Primeiramente, precisamos entender como era o mundo sem a virtualização.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;O mundo antes da virtualização era composto por servidores executando, tradicionalmente, apenas um aplicativo ou banco de dados em um único servidor, com apenas um sistema operacional. A cada novo aplicativo ou novo serviço que a área de TI necessitasse, um novo servidor teria que ser instalado, criando, assim, sistemas e servidores isolados, com sistemas operacionais próprios. Esses servidores seriam, portanto, pouco eficientes, requerendo maior espaço para serem armazenados e, consequentemente, elevando o consumo de energia e dificuldade de gerenciamento.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;A virtualização, por sua vez, faz com que seja possível rodar as aplicações em uma menor quantidade de servidores. Se antes precisávamos provisionar servidores específicos para aplicações específicas (sem possibilidade de escalonamento e com recursos limitados), com a virtualização podem ser criados ambientes mais ágeis, eficientes, de menor risco e com maior facilidade de gerenciamento.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Na virtualização, cada aplicação e seu sistema operacional rodam em uma máquina virtual, ou seja, o sistema operacional e os recursos físicos do hardware, como CPU, memória RAM e discos de armazenamento, tornam-se abstratos e provisionados para as máquinas virtuais.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Na imagem abaixo, conseguimos ver exatamente como a eficiência de rodar máquinas virtuais se compara a máquinas físicas (em servidores físicos). O servidor ESX faz com que os recursos (CPU, memória, NICs e discos) sejam abstratos e provisionados para cada uma das máquinas virtuais, que possuem diferentes Sistemas Operacionais e suportam diferentes aplicações.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&lt;a href="https://res.cloudinary.com/practicaldev/image/fetch/s--gkjJlH14--/c_limit%2Cf_auto%2Cfl_progressive%2Cq_auto%2Cw_880/https://dev-to-uploads.s3.amazonaws.com/i/gw5p4b4gm9gqsaa1rjaf.png" class="article-body-image-wrapper"&gt;&lt;img src="https://res.cloudinary.com/practicaldev/image/fetch/s--gkjJlH14--/c_limit%2Cf_auto%2Cfl_progressive%2Cq_auto%2Cw_880/https://dev-to-uploads.s3.amazonaws.com/i/gw5p4b4gm9gqsaa1rjaf.png" alt="Alt Text"&gt;&lt;/a&gt;&lt;br&gt;
Referência da imagem &lt;a href="https://www.veeam.com/blog/why-virtual-machine-backups-different.html"&gt;aqui&lt;/a&gt;. Adaptação: Mariana Carvalho.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Alguns dos &lt;b&gt;benefícios da virtualização&lt;/b&gt;:&lt;br&gt;
&lt;/p&gt;
&lt;li&gt;Redução de custos com espaços físicos&lt;/li&gt; &lt;li&gt;Redução de custos de servidores físicos&lt;/li&gt; &lt;li&gt;Provisionamento ágil de novas aplicações e servidores&lt;/li&gt; &lt;li&gt;Agilidade em manutenções programadas&lt;/li&gt;

&lt;p&gt;A virtualização pode acontecer em diversas camadas: servidores, redes, desktops, e aplicações:&lt;/p&gt;


&lt;li&gt;
&lt;b&gt;Virtualização de servidores:&lt;/b&gt; Através da virtualização de servidores, é possível criar várias máquinas virtuais (VMs) distintas dentro de um servidor. Essas VMs compartilham os mesmos recursos, entretanto uma nāo interfere no funcionamento da outra. Cada máquina virtual possui sua própria capacidade de armazenamento, memória e recursos de rede, por exemplo. É possível gerenciar e criar as máquinas virtuais através de ferramentas de virtualização, como o Hyper-V, VMware ESX, e o VMware Workstation Player




&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;
&lt;b&gt;Virtualização de redes:&lt;/b&gt; A virtualização de rede virtualiza os recursos de rede tradicionalmente entregues em hardware para software. A virtualização de rede pode combinar várias redes físicas com uma rede virtual baseada em software ou pode dividir uma rede física em redes virtuais independentes e separadas. Um exemplo de solução que virtualiza redes é o produto &lt;a href="https://www.vmware.com/products/nsx.html"&gt;NSX&lt;/a&gt;, da VMware&lt;/li&gt;


&lt;li&gt;
&lt;b&gt;Virtualização de desktops:&lt;/b&gt; A virtualização de desktops é muito similar à virtualização de servidores, em que é possível executar diversos sistemas operacionais em um host. Para hospedar desktops virtuais, geralmente se utiliza uma VDI (Virtual Desktop Infrastructure) ou um RDS (Remote Desktop Services)&lt;/li&gt;


&lt;li&gt;
&lt;b&gt;Virtualização de aplicações:&lt;/b&gt; Nesse tipo de virtualização, é possível utilizar aplicações remotamente, sem a necessidade de instalar a aplicação na máquina que o usuário está usando. Antigamente, o acesso a essas aplicações era feito apenas por VPN ou LAN, entretanto, hoje em dia, é possível acessá-las através da internet de forma segura&lt;/li&gt;

&lt;p&gt;Em um ambiente virtual, movimentar máquinas virtuais de um servidor para outro, ou até mesmo mudar os discos que os dados estão armazenados, traz muitos benefícios para a equipe de TI, como, por exemplo: agilidade, segurança, redução de riscos e também em casos de manutenções programadas em servidores específicos.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;A movimentação de máquinas virtuais pode ser feita de duas maneiras:&lt;br&gt;
&lt;/p&gt;
&lt;li&gt;
&lt;b&gt;Live Migration&lt;/b&gt;, ou migração ao vivo, na qual a máquina virtual está ligada e operante, sem que seja necessário parar operações&lt;/li&gt; &lt;li&gt;
&lt;b&gt;Cold migration&lt;/b&gt;, na qual a máquina virtual está desligada (completamente desligada) e suspensa (ligada, mas não operante)&lt;/li&gt;

&lt;p&gt;Em qualquer migração de máquinas virtuais, é necessário levar em consideração todos os requisitos ao movimentá-las, tendo a certeza de que há compatibilidade de discos, CPU, memória, entre outros.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Mais informações sobre migração de máquinas virtuais, em Português, &lt;a href="https://kb.vmware.com/s/article/1000936?lang=pt_PT"&gt;clique aqui&lt;/a&gt;. Mais informações sobre migração de máquinas virtuais, em Inglês, &lt;a href="https://pubs.vmware.com/vsphere-51/index.jsp?topic=%2Fcom.vmware.vsphere.vcenterhost.doc%2FGUID-98C18721-A4B0-4BD2-96BF-1BBC29391B3E.html"&gt;clique aqui&lt;/a&gt;.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Para aprender os conceitos fundamentais de virtualização, recomendamos estes sites, em inglês:&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&lt;a href="https://vmwarelearningzone.vmware.com/oltpublish/site/program.do?dispatch=showCourseSession&amp;amp;id=851ccadc-dd8b-11e7-a6ac-0cc47a352510"&gt;Fundamentos do Centro de Dados&lt;/a&gt;, da VMware&lt;br&gt;
&lt;a href="https://vmwarelearningzone.vmware.com/oltpublish/site/program.do?dispatch=showCourseSession&amp;amp;id=d8cc29c2-1afb-11e8-a6ac-0cc47a352510"&gt;Fundamentos da Nuvem&lt;/a&gt;, da VMware&lt;br&gt;
&lt;a href="https://www.redhat.com/pt-br/services/training/rh018-virtualization-and-infrastructure-migration-technical-overview?sc_cid=7013a000002gYMGAA2&amp;amp;section=Vis%C3%A3o+geral"&gt;Visão Geral Virtualização e Infraestrutura&lt;/a&gt;, da RedHat&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Caso conheça outras indicações de livros, certificações ou cursos, fique à vontade para deixar nos comentários. Ficarei feliz em adicionar a esse post!&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&lt;i&gt;Esse texto faz parte do Guia de Infraestrutura de Tecnologia de Informação publicado no &lt;a href="https://medium.com/sysadminas/guia-de-infraestrutura-de-ti-30543bfe9922"&gt;medium&lt;/a&gt;, no &lt;a href="https://dev.to/sysadminas/guia-de-infraestrutura-de-ti-4m14"&gt;dev.to&lt;/a&gt;, e na Open Library. Para checar todos os capítulos, &lt;a href="https://dev.to/sysadminas/guia-de-infraestrutura-de-ti-4m14"&gt;clique aqui&lt;/a&gt; e acesse a Introdução.&lt;/i&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Próximo capítulo: &lt;a href="https://dev.to/sysadminas/containers-43dc"&gt;Containers&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;

</description>
      <category>virtualization</category>
      <category>womenintech</category>
      <category>infraestrutura</category>
      <category>vmware</category>
    </item>
    <item>
      <title>Dados &amp; Informações</title>
      <dc:creator>Mariana Carvalho</dc:creator>
      <pubDate>Wed, 05 Aug 2020 12:15:58 +0000</pubDate>
      <link>https://dev.to/sysadminas/dados-informacoes-578k</link>
      <guid>https://dev.to/sysadminas/dados-informacoes-578k</guid>
      <description>&lt;p&gt;Antes de entrarmos no tópico sobre Banco de Dados, precisamos entender quais são os tipos de dados que existem. Caso você já tenha conhecimento sobre os diferentes tipos de dados e sua análise para geração de informação e inteligência, fique à vontade para pular para o próximo capítulo.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Atualmente, os dados são gerados e transformados em informação, que, por sua vez, são transformados em conhecimento e inteligência.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Transformar dados em inteligência é o núcleo da Transformação Digital que é responsável por gerar trazer muito valor às organizações.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;De acordo com o &lt;a href="https://en.wikipedia.org/wiki/DIKW_pyramid"&gt;Wikipedia&lt;/a&gt;, o surgimento da Pirâmide DIKW (&lt;i&gt;Data, Information, Knowledge, Wisdom&lt;/i&gt;, em inglês, ou Dados, Informação, Conhecimento, Inteligência) teve seus primórdios em1955. quando Kenneth Boulding apresentou uma variação da mesma hierarquia conhecida como “Sinais, Mensagens, Informação e Conhecimento”. Mas também referem-se a Nicholas L. Henry, professor americano que publicou, em 1974, um artigo diferenciando dados, informações e conhecimento, e explicou o conceito de Gerenciamento de Conhecimento em um artigo de jornal.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&lt;a href="https://res.cloudinary.com/practicaldev/image/fetch/s--Bn7pi1J5--/c_limit%2Cf_auto%2Cfl_progressive%2Cq_auto%2Cw_880/https://dev-to-uploads.s3.amazonaws.com/i/qq8g1jlu1okn9k4t4c05.png" class="article-body-image-wrapper"&gt;&lt;img src="https://res.cloudinary.com/practicaldev/image/fetch/s--Bn7pi1J5--/c_limit%2Cf_auto%2Cfl_progressive%2Cq_auto%2Cw_880/https://dev-to-uploads.s3.amazonaws.com/i/qq8g1jlu1okn9k4t4c05.png" alt="Alt Text"&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Referência da imagem &lt;a href="https://www.i-scoop.eu/big-data-action-value-context/dikw-model/"&gt;aqui&lt;/a&gt;. Adaptação: Mariana Carvalho.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Os dados podem ser classificados em quatro categorias:&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&lt;b&gt;1. Estruturados:&lt;/b&gt; dados que possuem um formato definido, uma estrutura, por exemplo salvos em uma planilha com linhas e colunas (tabela)&lt;br&gt;
a. Exemplo: banco de dados (Oracle, SAP, SQL)&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&lt;b&gt;2. Semi-estruturados:&lt;/b&gt; dados que estão agrupados mas não necessariamente seguem a estrutura de um banco de dados relacional como os citados acima, podendo conter tags e marcações, e criando relações com registros e hierarquias dentro do banco de dados&lt;br&gt;
a. Exemplo: arquivos XML&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&lt;b&gt;3. Quasi-estruturados:&lt;/b&gt; dados textuais com formatos irregulares, os quais podem ser formatados com ferramentas de software, dependendo de tempo e do esforço&lt;br&gt;
a. Exemplo: clickstream, ou clickpath, que contém informações sobre as páginas (e ordem das páginas) visitadas pelo usuário (informações incluem: páginas visitadas, tempo em cada página, entrada e saída do site)&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&lt;b&gt;4. Dados não estruturados:&lt;/b&gt; dados que não possuem um modelo de dado e não estão organizados em nenhum formato específico&lt;br&gt;
a. Exemplo: imagens, vídeos, PDF, apresentações e e-mails&lt;br&gt;
Assim, cada tipo de dado deve ser armazenado de uma forma para que não perca suas características naturais.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;De acordo com um &lt;a href="https://www.forbes.com/sites/bernardmarr/2019/10/16/what-is-unstructured-data-and-why-is-it-so-important-to-businesses-an-easy-explanation-for-anyone/#f95bf0815f64"&gt;artigo recente&lt;/a&gt; da revista Forbes, 90% dos dados atuais são considerados não-estruturados (e esse tipo de dado vem crescendo 65% a cada ano!). Pensando em nosso dia a dia (sem contar os milhões de dados gerados por empresas e consumidores a cada segundo), imagine que todo o conteúdo que criamos em nosso Twitter, Facebook, Instagram (cada story que você compartilha e fica salvo na sua pasta de “Arquivo” é um dado não-estruturado que deve ser armazenado em algum lugar e, por fim, recuperado a cada vez que você o compartilha), deve ser armazenado com segurança em algum lugar.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Essa é a importância de se estabelecer uma infraestrutura robusta que seja capaz de trazer performance, agilidade, escalabilidade e também a possibilidade de analisar esses dados e transformá-los em informações, gerando valor ao negócio.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&lt;b&gt;Sugestões de livros:&lt;/b&gt;&lt;br&gt;
&lt;a href="https://www.amazon.com.br/Intelig%C3%AAncia-competitiva-tempos-Big-Data/dp/8550801496"&gt;Inteligência Competitiva em Tempos de Big Data&lt;/a&gt;, de Elisabeth Gomes e Fabiane Braga&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&lt;a href="https://www.amazon.com/Think-Stats-Allen-B-Downey/dp/1449307116"&gt;Think Stats&lt;/a&gt;, de Allen B. Downey, da Editora O’Reilly&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&lt;b&gt;Sugestão de certificação:&lt;/b&gt;&lt;br&gt;
&lt;a href="https://www.vmware.com/education-services/certification/vca-dbt-exam.html"&gt;VMware Certified Associate Digital Transformation&lt;/a&gt;, da VMware&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Caso conheça outras indicações de livros, certificações ou cursos, fique à vontade para deixar nos comentários. Ficarei feliz em adicionar a esse post!&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&lt;i&gt;Esse texto faz parte do Guia de Infraestrutura de Tecnologia de Informação publicado no &lt;a href="https://medium.com/sysadminas/guia-de-infraestrutura-de-ti-30543bfe9922"&gt;medium&lt;/a&gt;, no &lt;a href="https://dev.to/sysadminas/guia-de-infraestrutura-de-ti-4m14"&gt;dev.to&lt;/a&gt;, e na Open Library. Para checar todos os capítulos, &lt;a href="https://dev.to/sysadminas/guia-de-infraestrutura-de-ti-4m14"&gt;clique aqui&lt;/a&gt; e acesse a Introdução.&lt;/i&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Próximo capítulo: &lt;a href="https://dev.to/sysadminas/banco-de-dados-5077"&gt;Banco de Dados&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;

</description>
      <category>data</category>
      <category>bigdata</category>
      <category>infraestrutura</category>
      <category>womenintech</category>
    </item>
    <item>
      <title>Banco de Dados</title>
      <dc:creator>Mariana Carvalho</dc:creator>
      <pubDate>Wed, 05 Aug 2020 01:18:05 +0000</pubDate>
      <link>https://dev.to/sysadminas/banco-de-dados-5077</link>
      <guid>https://dev.to/sysadminas/banco-de-dados-5077</guid>
      <description>&lt;p&gt;Um banco de dados é um conjunto de informações juntamente agregadas, estruturadas ou não, guardadas em um computador. O objetivo principal de um banco de dados é facilitar o armazenamento, modificação, gerenciamento e organização de dados de uma organização.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Segundo &lt;a href="https://www.oracle.com/database/what-is-database.html"&gt; definição da Oracle&lt;/a&gt;, uma das maiores empresas que oferece soluções de banco de dados, este é comumente controlado por um DBMS (database management system, em inglês, ou DBMS). Os dados e o DBMS, juntamente com as aplicações que se alimentam desse banco de dados, são considerados o sistema de banco de dados.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Organizações podem implementar diferentes tipos de banco de dados. Cada um deles oferece benefícios e vantagens dependendo dos objetivos nos quais as organizações querem se utilizar dos dados (e assim, transformá-los em informação e inteligência, através de análise).&lt;/p&gt;

&lt;h1&gt;
  
  
  Tipos de Banco de Dados
&lt;/h1&gt;

&lt;p&gt;Os tipos de bancos de dados podem ser encontrados aqui:&lt;/p&gt;


&lt;li&gt;
&lt;b&gt;Banco de dados relacionais&lt;/b&gt; (SQL é a linguagem usada para operar o banco de dado relacional — ou Structured Query Language, em inglês): é o tipo de banco de dados mais conhecido, com colunas e linhas. Com o banco de dados relacional, há muita facilidade em organizar e acessar dados estruturados (explicados ali em cima)&lt;/li&gt;


&lt;li&gt;
&lt;b&gt;Banco de dados NoSQL&lt;/b&gt;: é um banco de dados não-relacional, que permite que os dados não estruturados e semiestruturados (mencionados anteriormente), possam ser armazenados e manipulados, usando valores-chave dinâmicos (em contraste com um banco de dados relacional, que usa linhas e colunas fixas. Como comentamos ali em cima, nos últimos anos, vem acontecendo um crescimento exponencial desses dados e, consequentemente, a demanda por banco de dados NoSQL cresce na mesma medida&lt;/li&gt;


&lt;li&gt;
&lt;b&gt;Banco de dados orientados a objetos (BDOOs):&lt;/b&gt; sua representação se dá na forma de objetos, utilizando a estrutura de dados denominada “a orientação a objetos” (você provavelmente já ouviu esse conceito caso já tenha estudado “Orientação a Objetos”, que é parte do aprendizado de linguagens de programação)&lt;/li&gt;


&lt;li&gt;
&lt;b&gt;Bancos de dados distribuídos:&lt;/b&gt; aqui, o banco de dados está armazenado em diferentes locais, seja fisicamente ou em diferentes redes&lt;/li&gt;


&lt;li&gt;
&lt;b&gt;Data warehouse:&lt;/b&gt; é um repositório de dados. Data warehouses são famosas pela sua facilidade em disponibilizar os dados para análise rápida&lt;/li&gt;


&lt;li&gt;
&lt;b&gt;Bancos de dados OLTP&lt;/b&gt; (ou em inglês, Online Transactional Processing): um banco de dados analítico projetado para um grande número de transações realizados por vários usuários ao mesmo tempo. Imagine que quando você acessa o site das Lojas Americanas na sexta-feira de Black Friday e outros usuários também o acessam ao mesmo tempo, as informações que aparecem na tela (como o preço, nome e descrição do produto) estão em um banco de dados OLTP&lt;/li&gt;

&lt;p&gt;Outro termo relacionado a banco de dados que você irá ouvir bastante ao trabalhar com infraestrutura é o &lt;b&gt;MySQL&lt;/b&gt;. MySQL é um sistema de gerenciamento de banco de dados de código aberto (em inglês, open source), que permite o gerenciamento de banco de dados relacionais, explicado acima. Como foi mencionado anteriormente, a Oracle é uma das empresas que oferecem soluções de banco de dados (Microsoft, SAP e outras também oferecem) e esse produtos são pagos. O MySQL é totalmente gratuito.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&lt;b&gt;Sugestões de cursos:&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&lt;a href="https://university.mongodb.com/"&gt;MongoDB University&lt;/a&gt;&lt;br&gt;
&lt;a href="http://db4beginners.com/download/curso-de-mongodb-basico/"&gt;Curso de MongoDB básico&lt;/a&gt;&lt;br&gt;
&lt;a href="https://docs.microsoft.com/pt-br/learn/modules/introduction-sql-server-linux/"&gt;Introdução a SQL Server&lt;/a&gt;, da Microsoft&lt;br&gt;
&lt;a href="https://www.udemy.com/pt/topic/sql/free/"&gt;Cursos gratuitos Banco de Dados&lt;/a&gt;, em português e inglês, na Udemy e parceiros&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&lt;b&gt;Sugestões de livros:&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&lt;a href="https://play.google.com/store/books/details?id=63iYDwAAQBAJ&amp;amp;gl=us&amp;amp;hl=en-US&amp;amp;source=productsearch&amp;amp;utm_source=HA_Desktop_US&amp;amp;utm_medium=SEM&amp;amp;utm_campaign=PLA&amp;amp;pcampaignid=MKTAD0930BO1&amp;amp;gclid=CjwKCAjwjLD4BRAiEiwAg5NBFhmoQ91BqHbCHIoW7a2wteh20wveTlOXav09gn64GMmq_u0MnQe1SxoCUEgQAvD_BwE&amp;amp;gclsrc=aw.ds"&gt;Aprendendo SQL&lt;/a&gt;, da Editora O’Reilly&lt;br&gt;
&lt;a href="https://www.oreilly.com/library/view/database-administration-the/0201741296/"&gt;Database Administration: The Complete Guide to Practices and Procedures&lt;/a&gt;, de Craig S. Mullins, da Editora O’Reilly&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&lt;b&gt;Sugestões de certificações:&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&lt;a href="https://docs.microsoft.com/en-us/learn/certifications/courses/40364"&gt;Administração de Banco de Dados&lt;/a&gt;, da Microsoft, em inglês&lt;br&gt;
&lt;a href="https://www.oracle.com/br/corporate/features/oracle-certification.html"&gt;Programa de Certificação&lt;/a&gt;, da Oracle&lt;br&gt;
&lt;a href="https://www.sap.com/brazil/training-certification/education-courses.html"&gt;Certificações&lt;/a&gt;, da SAP&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Caso conheça outras indicações de livros, certificações ou cursos, fique à vontade para deixar nos comentários. Ficarei feliz em adicionar a esse post!&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&lt;i&gt;Esse texto faz parte do Guia de Infraestrutura de Tecnologia de Informação publicado no &lt;a href="https://medium.com/sysadminas/guia-de-infraestrutura-de-ti-30543bfe9922"&gt;medium&lt;/a&gt;, no &lt;a href="https://dev.to/sysadminas/guia-de-infraestrutura-de-ti-4m14"&gt;dev.to&lt;/a&gt;, e na Open Library. Para checar todos os capítulos, &lt;a href="https://dev.to/sysadminas/guia-de-infraestrutura-de-ti-4m14"&gt;clique aqui&lt;/a&gt; e acesse a Introdução.&lt;/i&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Próximo capítulo: &lt;a href="https://dev.to/sysadminas/computacao-em-nuvem-3j86"&gt;Computação em Nuvem&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;

</description>
      <category>database</category>
      <category>bancodedados</category>
      <category>infrasetrutura</category>
      <category>womenintech</category>
    </item>
    <item>
      <title>Considerações Finais &amp; Dicas</title>
      <dc:creator>Mariana Carvalho</dc:creator>
      <pubDate>Tue, 04 Aug 2020 01:26:28 +0000</pubDate>
      <link>https://dev.to/sysadminas/consideracoes-finais-dicas-435m</link>
      <guid>https://dev.to/sysadminas/consideracoes-finais-dicas-435m</guid>
      <description>&lt;p&gt;Ao chegar até aqui, você provavelmente conheceu um novo mundo relacionado à infraestrutura de um centro de dados e todos os componentes que há nele — tanto na esfera física (hardware) quanto abstrata (software).&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Este guia foi escrito com o objetivo principal de trazer um conteúdo em Língua Portuguesa para todas as pessoas que estão buscando se aventurar na área de infraestrutura e também para quem quiser revisitar conceitos dessa área.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Gostaríamos de agradecer novamente à &lt;a href="https://www.linkedin.com/in/ana-paula-lopes-da-cruz-924979143/?originalSubdomain=br"&gt;Ana&lt;/a&gt; e à &lt;a href="https://www.linkedin.com/in/alineoliveira-/"&gt;Aline&lt;/a&gt; pela revisão em nossos textos e por todas as pessoas que conversamos neste período de três meses de elaboração do material, que nos enviaram sugestões de cursos, certificações, livros e comunidades.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Acreditamos no poder da democratização do conhecimento através da disseminação do conhecimento em diferentes formas e em diferentes idiomas.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Abaixo, listamos algumas comunidades de Infraestrutura de TI e dos tópicos abordados acima, caso tenham interesse em se engajar, participar ou buscar mais informações:&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&lt;a href="https://medium.com/sysadminas"&gt;SysAdminas&lt;/a&gt;&lt;br&gt;
&lt;a href="https://braziliansintech.com/"&gt;Brazilians in Tech&lt;/a&gt;&lt;br&gt;
&lt;a href="https://www.instagram.com/vmugrs/"&gt;VMware User Group Rio Grande do Sul&lt;/a&gt;&lt;br&gt;
&lt;a href="https://events.docker.com/sao-paulo/"&gt;Docker Inc. São Paulo&lt;/a&gt;&lt;br&gt;
&lt;a href="https://events.docker.com/rio-de-janeiro/"&gt;Docker Inc Rio de Janeiro&lt;/a&gt;&lt;br&gt;
&lt;a href="https://www.facebook.com/devopsgirlsbrasil"&gt;DevOps Girls Brasil&lt;/a&gt;&lt;br&gt;
&lt;a href="https://cloud.google.com/community/meetups?hl=pt-br"&gt;Google Cloud Community&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Aqui, estão alguns sites de notícias relacionados à infraestrutura de IT e tecnologia em geral:&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&lt;b&gt;Inglês:&lt;/b&gt;&lt;br&gt;
&lt;a href="https://blocksandfiles.com/"&gt;Blocks &amp;amp; Files website&lt;/a&gt;&lt;br&gt;
&lt;a href="https://medium.com/faun"&gt;Faun conteúdo sobre DevOps&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&lt;b&gt;Português:&lt;/b&gt;&lt;br&gt;
&lt;a href="https://www.youtube.com/linuxtips"&gt;LINUXTips YouTube&lt;/a&gt;&lt;br&gt;
&lt;a href="https://computerworld.com.br/category/plataformas/"&gt;Computer World&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Caso você conheça outros grupos e comunidades relacionados à infraestrutura de TI no Brasil, fique à vontade para deixar seu comentário ou entrar em contato conosco &lt;a href="mailto:ionebeatriz.po@gmail.com"&gt;aqui&lt;/a&gt; e &lt;a href="mailto:ma.pcarvalho2@gmail.com"&gt;aqui&lt;/a&gt;.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Esperamos que a leitura tenha sido proveitosa e que tenha ajudado a obter informações relevantes de conceitos que consideramos essenciais para quem quiser começar na área de Infraestrutura de TI.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&lt;a href="https://www.linkedin.com/in/thebeaoliveira/"&gt;Bia&lt;/a&gt; e &lt;a href="https://www.linkedin.com/in/mari/"&gt;Mari&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&lt;i&gt;Esse texto é o Capítulo Final do Guia de Infraestrutura de Tecnologia de Informação publicado no &lt;a href="https://medium.com/sysadminas/guia-de-infraestrutura-de-ti-30543bfe9922"&gt;medium&lt;/a&gt;, no &lt;a href="https://dev.to/sysadminas/guia-de-infraestrutura-de-ti-4m14"&gt;dev.to&lt;/a&gt;, e na Open Library. Para checar todos os capítulos, &lt;a href="https://dev.to/sysadminas/guia-de-infraestrutura-de-ti-4m14"&gt;clique aqui&lt;/a&gt; e acesse a Introdução.&lt;/i&gt;&lt;/p&gt;

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      <category>infraestrutura</category>
      <category>dicas</category>
      <category>womenintech</category>
      <category>braziliansintech</category>
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