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    <title>DEV Community: isabellefeltrin</title>
    <description>The latest articles on DEV Community by isabellefeltrin (@isabellefeltrin).</description>
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      <title>Arquitetura REST: estudo sobre sua aplicabilidade</title>
      <dc:creator>isabellefeltrin</dc:creator>
      <pubDate>Sun, 28 Sep 2025 19:25:44 +0000</pubDate>
      <link>https://dev.to/isabellefeltrin/arquitetura-rest-estudo-sobre-sua-aplicabilidade-4bgd</link>
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      <description>&lt;p&gt;&lt;strong&gt;1. INTRODUÇÃO&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Conforme citado pelo autor Marco Tulio Valente em seu livro publicado em 2022, “Engenharia de Software Moderna”, o estudo da arquitetura de software observa o projeto como um todo, preocupando-se em elevar o nível e em fazer com que o sistema atenda aos seus objetivos. O autor também acrescenta que pode-se discutir sobre uma segunda definição, onde a arquitetura de software baseia-se num conjunto de decisões sobre a organização do sistema para definir padrões arquiteturais, orientados de acordo com a solução proposta. &lt;br&gt;
Com a criação de serviços web e a necessidade de integração entre eles, o padrão arquitetural REST (Representational State Transfer), apresentado por Roy Fielding em seu artigo publicado nos anos 2000, tornou-se base para a arquitetura Web atual, discutindo sobre métodos de design de sistemas que permanecem sendo seguidos como boas práticas (VALENTE, 2022). &lt;br&gt;
Este artigo tem como objetivo apresentar a usabilidade da arquitetura REST, sua estrutura e aplicabilidade em aplicações de serviços web.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&lt;strong&gt;2. DEFINIÇÃO&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;De acordo com Roy Fielding (2002), REST é uma arquitetura que procura diminuir o tempo de resposta entre os serviços integrados enquanto aumenta sua independência e a eficiência de escala. O autor acrescenta que o evento ocorre devido ao modo como a arquitetura é desenvolvida, a qual permite armazenar em cache as interações para utilizá-las posteriormente e processar ações por intercessores.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;REST também pode ser entendido como um protocolo desenvolvido para conectar vários serviços na web a depender de solicitações (VALENTE, 2022). Nestas solicitações, verbos HTTP (Protocolo de Transferência de Hipertexto) são utilizados para descrever e verificar a operação que está sendo executada, onde espera-se um retorno da API (Interface de Programação de Aplicações), os chamados “códigos de &lt;em&gt;status&lt;/em&gt;”. &lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&lt;strong&gt;2.1 Verbos HTTP e código de &lt;em&gt;status&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Conforme descrito por Valente (2022), o verbo GET é um dos mais utilizados atualmente na web, o qual  obtém um recurso através do &lt;em&gt;endpoint&lt;/em&gt; (identificador do recurso) descrito na requisição; o verbo PUT já descreve a criação ou a subscrição de um registro especificado na URL. Os dados para realizar esta operação devem ser descritos no corpo da requisição, assim como deve ocorrer ao utilizar o método POST, utilizado unicamente para originar novos recursos, enquanto o verbo DELETE é direcionado à eliminar um registro do sistema. &lt;/p&gt;

&lt;p&gt;O autor segue relatando o seguinte:&lt;/p&gt;

&lt;blockquote&gt;
&lt;p&gt;Os códigos de resposta são essencialmente como o REST comunica como uma solicitação foi processada no sistema para o qual estamos enviando-a&lt;br&gt;
(VALENTE, 2022, p. 76). &lt;/p&gt;
&lt;/blockquote&gt;

&lt;p&gt;Com isso, o conector da API a qual foi feita a requisição consegue entender o resultado de seu processamento, podendo ser tratado conforme lógica do sistema. &lt;br&gt;
    Os códigos de _status _possuem direcionamentos de respostas diferentes, conforme seu número de início. Códigos iniciados com o dígito 2 anunciam que a requisição foi aceita, já os iniciados com o dígito 3 informam que um recurso foi realocado e os de código 4 indicam que um erro ocorreu na ponta do conector ao acessar um registro do sistema. Por fim, os iniciados por código 5 indicam que ocorreu falha no servidor do sistema. &lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&lt;strong&gt;3. POPULARIDADE DA ARQUITETURA REST&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Conforme descrito por Fielding e Taylor(2002),  o tempo de resposta da requisição realizada é altamente percebida pelo usuário, fazendo com que surgisse a necessidade de diminuir as interações de rede. O acesso simultâneo e a preocupação de adaptação do sistema à possíveis novas mudanças também foram pontos levantados no artigo. &lt;br&gt;
    A arquitetura REST atua transferindo os dados de forma dinâmica, separando os conectores (cliente, servidor) de forma clara. Baseada nas solicitações feitas pelo destinatário, monta a mensagem em um formato de renderização encapsulado, permitindo padronizar o nível de resposta e ocultar informações e dados sensíveis. Ademais, devido à sua natureza sem estado, cada requisição pode ser processada independentemente das realizadas anteriormente (FIELDING; TAYLOR, 2002).&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&lt;strong&gt;4. CONCLUSÃO&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;A arquitetura REST demonstra na prática sua aplicação em termos de escalabilidade e aproveitamento de recursos, como o armazenamento em cache citado por Richard Fielding em seu artigo. É possível notar que sua aplicabilidade auxilia a conexão entre sistemas e promove uma melhor experiência, tanto ao usuário final quanto ao desenvolvedor responsável pelo projeto web. &lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&lt;strong&gt;5. REFERÊNCIAS&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;FIELDING, Roy Thomas. Principled design of the modern web architecture. 2000. Disponível em: &lt;a href="https://www.ics.uci.edu/%7Efielding/pubs/dissertation/rest_arch_style.htm" rel="noopener noreferrer"&gt;https://www.ics.uci.edu/~fielding/pubs/dissertation/rest_arch_style.htm&lt;/a&gt;. Acesso em: 28 set. 2025.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;VALENTE, Marco Tulio. Engenharia de software moderna. 2. ed. Rio de Janeiro: Grupo Gen, 2022.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;HOCHREIN, A. Design de microsserviços com Django. São Paulo: Novatec, 2020.&lt;/p&gt;

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      <category>architecture</category>
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