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    <title>DEV Community: Ana Paula</title>
    <description>The latest articles on DEV Community by Ana Paula (@karenina_arch).</description>
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      <title>DEV Community: Ana Paula</title>
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      <title>Porque criar um portfólio já no início dos estudos e porque escolhi o Tumblr para divulgar meus trabalhos e projetos</title>
      <dc:creator>Ana Paula</dc:creator>
      <pubDate>Wed, 09 Mar 2022 03:01:06 +0000</pubDate>
      <link>https://dev.to/karenina_arch/porque-criar-um-portfolio-ja-no-inicio-dos-estudos-e-porque-escolhi-o-tumblr-para-divulgar-meus-trabalhos-e-projetos-1dg5</link>
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      <description>&lt;p&gt;Olá cats, tudo bem com vocês? Torço para que sim.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Hoje vamos tratar de um tema um pouco diferente do usual. Não vamos falar de livros, mas falar de um trabalho ou talvez seja melhor chamar de atitude e que pode ajudar e muito no desenvolvimento e também divulgar seus processos de criação e aprendizagem. &lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Vamos tratar sobre a importância de se criar um portfólio, publicá-lo e talvez o mais importante de tudo, depois claro, da qualidade do material que você está divulgando: A plataforma.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Em um primeiro momento talvez você esteja pensando: "Mas portfólio já? Eu ainda sou tão iniciante..." Sim, e não tem melhor momento para se fazer isso do que no começo de sua aprendizagem. Vamos superar nossos medos e tentar entender o porquê dessa decisão.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Só para criarmos um entendimento geral, portfólio é uma coleção de trabalhos já realizados por um profissional. Muitas organizações também têm seus portfólios separados por departamentos ou unidades de negócios. Existem diversos tipos de portfólios, depende do segmento da empresa e do profissional.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;No nosso caso em específico, estamos falando sobre portfólios profissionais, ou seja, o seu e o meu, onde podemos exibir nossos melhores trabalhos a partir de uma curadoria pessoal e com senso crítico responsável.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Para segmentar ainda mais, vou tratar de portfólios para profissionais do design/web design e desenvolvedores web pois são situações da minha realidade. No entanto, o conceito desta redação é ser um texto plural e acredito que atenderá os mais diversos contextos.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Um portfólio pode ser físico ou digital, onde como já falado, você separa os seus maiores trabalhos, tanto em qualidade quanto em importância/relevância profissional e pessoal. Inclusive podem ser projetos criados na faculdade, ou porque não, na escola mesmo. É importante que se compreenda que tudo o que você faz, te traz uma carga de aprendizagem e consequentemente uma evolução, ainda que seus objetivos com o projeto não tenham sido alcançados. O princípio inicial é a aprendizagem em si, e não o sucesso e a perfeição, essa última você atinge com o tempo, e esse é o grande trunfo do portfólio. Com ele será possível acompanhar sua evolução, sua formação de gostos e preferências nas escolhas dos projetos. &lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Enfim, um portfólio mais do que retratar suas habilidades, também serve para contar sua história, sua formação, inclusive estipular até onde você pode vir a chegar.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Bom, neste momento você ainda pode não estar muito convencida e ainda está pensando: "Mas meus trabalhos atuais são tão iniciantes, ou pior, são tão ruins que posso me "queimar"..." Este pensamento está muito equivocado. &lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Primeiro que seus trabalhos são iniciantes porque você também é uma iniciante, e não existe nada ruim nisso, muito pelo contrário, que bom que você começou seus projetos!&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Tenha orgulho de si! Segundo ponto e entendo que isso pode ser bastante subjetivo para alguns, mas é o que acredito e este texto em especial é totalmente opinativo. Em meu ponto de vista, não existe isso de "trabalho ruim". O que existe e repito, é minha forma de ver o mundo é que seu trabalho ainda não condiz com determinados princípios impostos por determinada linguagem ou público, mas se foi um trabalho que contou com seu esforço e você aplicou seus conhecimentos da melhor forma dentro de suas possibilidades naquele momento, não consigo considerar um trabalho ruim. É um pouco diferente de código, onde acaba existindo um conceito "booleano" de certo ou errado. Seu código funciona ou não funciona.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Se ele funciona ainda sim, pode apresentar pontos a serem contestados, como mal uso da sintaxe, problemas com indentação e como você faz as anotações, mas de novo, para estes pontos em específico aí vale o conceito que para mim é subjetivo de ser ruim ou não. Se você fez com responsabilidade e dentro de suas possibilidades, não vejo porque seria um trabalho ruim, ele apenas revelou algumas de suas limitações e todos nós temos limitações. &lt;/p&gt;

&lt;p&gt;A forma como você expressa sua codificação também revela um pouco sobre sua personalidade e não entendo isso como algo ruim, mas como uma oportunidade de te conhecer melhor.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Aí vem outro ponto que acho muito importante que é a periodicidade que você deverá atualizar seu portfólio. A atualização deve ser constante, não precisa ser exatamente imediata, mas tem que demonstrar que você não parou seus estudos, não parou de tentar se aprimorar, e isso para um portfólio é muito legal! Ver sua própria evolução ao longo do tempo... Isso é mais do que promover uma exibição pública, mas também vai alimentar positivamente sua autoestima, e vai te estimular a sempre tentar cada vez mais buscar uma evolução no seu ofício.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Dada as devidas explicações na defesa do meu ponto de vista, chegou a hora de pensarmos: "Onde postar nosso portfólio"? Felizmente a internet (e vou me concentrar apenas na publicação digital), está recheada de plataformas onde podemos publicar nossos trabalhos. Conheço algumas delas, mas não todas e vou sugerir aqui as mais populares para que você mesma possa fazer sua pesquisa e escolha. Mas por favor, não se prenda ao material que exibo aqui.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Existem diversos sites onde você pode exibir seus projetos. Escolha o que te atende melhor. E lembre-se, se não gostou ou não foi o que você pensava, é só trocar de plataforma. Sites vem e vão, não se apegue tanto a eles.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Sugestões de onde você pode publicar seus portfólios:&lt;br&gt;
Behance: &lt;a href="https://www.behance.net/"&gt;https://www.behance.net/&lt;/a&gt;&lt;br&gt;
Adobe Portfólio: &lt;a href="https://portfolio.adobe.com/"&gt;https://portfolio.adobe.com/&lt;/a&gt; (Deve-se ter conta na Adobe Clound)&lt;br&gt;
Dribbble: &lt;a href="https://dribbble.com/"&gt;https://dribbble.com/&lt;/a&gt;&lt;br&gt;
DeviantArt: &lt;a href="https://www.deviantart.com/"&gt;https://www.deviantart.com/&lt;/a&gt;&lt;br&gt;
Tumblr: &lt;a href="https://www.tumblr.com/dashboard"&gt;https://www.tumblr.com/dashboard&lt;/a&gt;&lt;br&gt;
GitHub Pages: &lt;a href="https://pages.github.com/"&gt;https://pages.github.com/&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Atenção que algumas dessas plataformas são pagas, outras aceitam novos membros apenas com convite, mas todas são excelentes locais para você divulgar seus trabalhos ou quem sabe, se te faz sentir mais segura, um local que pode servir de repositório online de seus projetos. Talvez encarando assim você não fique com a sensação pesada de que está competindo profissionalmente com as mais diversas pessoas e talentos do mundo todo.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Nesse mar de possibilidades e escolhas, qual plataforma eu uso e porque? Bom, eu escolhi provavelmente a menos popular e todas, pelo menos nas pesquisas que eu fiz, mas mesmo não ser a preferida de todos cai como uma luva para meus projetos e minha personalidade. Atualmente eu uso o Tumblr!&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Tumblr basicamente é uma mistura de blog com rede social, aliás, sua interface é muito semelhante ao Twitter, mas sem as limitações de caracteres. O tumblr prioriza muito imagens, tanto estáticas como gif's e vídeos. Além disso, toda postagem que você faz, é enviada para o seu blog que é desenvolvido de forma automática assim que você cria sua conta. Mas claro, você pode e DEVE personalizar seu blog, existem templates a venda, gratuitos e você também pode montar o layout do zero a partir dos seus conhecimentos em design web e front-end. Inclusive é possível criar e vender seus templates por lá mesmo.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Eu escolhi um template pronto mas fiz algumas personalizações para atender e refletir meu gosto pessoal e estou bem satisfeita com o resultado.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Como ponto negativo, o Tumblr não é exatamente o site dos mais famosos e meu blog não aparece tão fácil para os buscadores. Mas ainda sim ele me atende bem no que preciso, sem me atrapalhar, me distrair ou se sobrepor aos meus objetivos em si. &lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Vou colocando meus projetos por lá, e vai se formatando uma linha do tempo de minha trajetória e é isso que pretendo destacar em meus portfólios, minha evolução e capacidade de readequação.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Mas e se você não é designer mas programadora? Bom, aí eu recomendo uma plataforma que muito provavelmente você já conhece que é o GitHub. Lá o foco é exibir seus projetos em código e não conceitos de projetos visuais, ainda que seja possível personalizar o seu GitHub com limitações, mas eu adoro!&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Você até pode construir um site estático completo e de forma gratuita por lá, esse inclusive era meu plano inicial, mas não consegui pegar o jeito da plataforma... Ainda estou estudando sobre ela, mas quem sabe um dia não volto aqui para fazer um review de minha experiência com o GitHub Pages. Acho que seria bem válido.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Então é isso cats! Não tenha vergonha de seus estudos e projetos. Acredite, você pode sim ter um portfólio ou fazer um repositório de seus estudos "medíocre", mas muita gente pode ver o seu material e se inspirar em seu esforço e assim vamos todos crescendo juntes. E tem coisa mais legal que isso? Acho que não!&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Gostou do texto? Encontrou algum erro? Por favor, me avise para que eu possa melhorar!&lt;br&gt;
Dúvidas, críticas, sugestões ou se apenas quiser conversar comigo é só me escrever uma mensagem logo abaixo.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Para conhecer um pouco mais sobre mim e meus trabalhos e só me visitar nas redes sociais. Estou no:&lt;br&gt;
YouTube: &lt;a href="https://www.youtube.com/channel/UC_FevagamC61mGB80uvh4lQ"&gt;https://www.youtube.com/channel/UC_FevagamC61mGB80uvh4lQ&lt;/a&gt;&lt;br&gt;
Twitter: &lt;a href="https://twitter.com/karenina_arch"&gt;https://twitter.com/karenina_arch&lt;/a&gt;&lt;br&gt;
Instagram: &lt;a href="https://www.instagram.com/karenina_arch/"&gt;https://www.instagram.com/karenina_arch/&lt;/a&gt;&lt;br&gt;
E se quiser ver meu portfólio: &lt;a href="https://kareninarch.tumblr.com/"&gt;https://kareninarch.tumblr.com/&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Te vejo no futuro!&lt;/p&gt;

</description>
      <category>portfolio</category>
      <category>iniciantes</category>
      <category>design</category>
      <category>webdev</category>
    </item>
    <item>
      <title>Review: Use a Cabeça! HTML e CSS. Uma excelente porta de entrada ao front-end</title>
      <dc:creator>Ana Paula</dc:creator>
      <pubDate>Sun, 20 Feb 2022 01:34:12 +0000</pubDate>
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      <description>&lt;p&gt;Olá cats! Como vão? Quanta saudade de vocês!&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Estamos de volta com um review muito aguardado por mim: Use a Cabeça! HTML e CSS de Elisabeth Robson &amp;amp; Eric Freeman.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;A obra foi lançada no Brasil pela editora Alta Books e a edição usada para esta análise foi a 2ª lançada em 2015.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;O livro conta com 710 páginas, mais 13 páginas de Índice.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Todo material foi muito bem traduzido e não encontrei nenhum problema referente a tradução, ou algum problema gráfico na edição.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Para quem já está acostumado com a série "Use a Cabeça!", já conhece a metodologia aplicada em seus livros - um material com conteúdo bastante ilustrativo, acompanhado de exemplos e exercícios bem práticos, tudo mesclado a uma narrativa técnica e linguagem bem acessível para um público que talvez nunca tenha estudado desenvolvimento web.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Ainda sim, mesmo sendo um conteúdo para iniciantes entendo que a obra agrada a todos os públicos, reforçando os princípios básicos do desenvolvimento front-end não recorrendo ao ensino do bibliotecas e frameworks, mas ensinando e reforçando a importância da lógica para a construção de sites a partir do HTML e CSS. &lt;/p&gt;

&lt;p&gt;É importante ter bem solidificado os fundamentos dessas linguagens para aí sim, poder usar de forma mais consciente e efetiva, recursos pré-montados como bibliotecas e frameworks, que claro, possuem suas utilidades e efetividades, mas talvez não seja o ideal para quem está no início de sua aprendizagem começar já com estas ferramentas.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;O livro aborda exemplos práticos, fazendo aquilo que acho obrigatório em uma leitura técnica, forçar uma leitura ativa por parte do aprendiz/leitor. No caso, são apresentados três exercícios bem práticos: A construção de três projetos front-end divididos no decorrer dos capítulos, o que achei uma metodologia genial! Conforme a leitura avança, os projetos são aperfeiçoados em "tempo real", o que dá um gás na leitura, sempre instigando a curiosidade sobre como vai ficar as próximas páginas até o final.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Inclusive os projetos são bem diversificados e dão a oportunidade de explorar bem as possibilidades propostas pelas linguagens HTML e CSS.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Mas nem tudo é perfeito. Nem na vida, tão pouco na literatura técnica que tanto gostamos. Problemas e imperfeições fazem parte do jogo e é importante compreendermos isso para podermos evoluir. Tanto como leitores, como também sendo produtores de conteúdo, texto e vídeo no meu caso.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Fazer os projetos é parte fundamental para a assimilação do conteúdo proposto por “Use a Cabeça! HTML e CSS", não fazê-los não é uma escolha, mas a perda da oportunidade de realmente aprender o que se está lendo. E aí as coisas complicaram um pouco…&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;O livro como já está implícito em seu nome, aborda a linguagem HTML - uma linguagem de marcação e a CSS que é uma linguagem de estilização. Logo, não é abordado a linguagem JavaScript, fundamental para formação de um desenvolvedor front-end, mas também uma outra linguagem, igualmente fundamental mas que tenho percebido é sempre negligenciada nos estudos de desenvolvimento web é o design.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Essa “falha” acabou sendo problemática para mim, na hora de montar as páginas, pois não conseguia encontrar imagens exatamente iguais às mostradas nos exercícios propostos. O resultado disso foi que uma boa parte do meu material ficou diferente do material mostrado no livro. Um resultado que confesso, não ficou visualmente agradável como as imagens mostradas na obra. &lt;/p&gt;

&lt;p&gt;De acordo com o livro, as imagens e os códigos completos (já vou tratar sobre isso) estão disponíveis em um repositório online, porém não encontrei essa documentação completa. O que encontrei foi quase ao final do livro, um site que continha todos os códigos do livro para estudos. O que vem a segunda problemática da obra…&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Os códigos não estão completos no livro. Eles estão fragmentados ao longo da obra e você deve ir “montando” o conteúdo conforme avança na leitura. Isso não seria exatamente um problema, mas a coisa complicou quando percebi que mesmo montado os códigos exatamente como estão no livro, eles ainda estavam diferentes da imagem. Isso ocorreu porque no livro os códigos possuem apenas trechos e para se ter os códigos completos é necessário baixar os arquivos e isso se torna um problema porque eles vem totalmente prontos e aí fiquei na dúvida sobre pra que fazer os exercícios se já está tudo aqui. Os códigos HTML e CSS, as imagens e figuras separadas em suas devidas pastas… Tudo já pronto!&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;A alternativa seria abrir duas janelas do editor de texto, uma com os códigos prontos e outra que você vai seguindo a orientação do livro, mas aí anula a própria aprendizagem proposta pelo livro que seria aprender fazendo conforme se avança na leitura. &lt;/p&gt;

&lt;p&gt;É só pensar em um livro de matemática onde os exercícios são divididos em duas colunas, uma com as questões e ao lado, a resposta passo a passo… Assim não se precisa exercitar seu raciocínio, apenas seguir o passo a passo. Com um agravante! Além de acompanhar as duas janelas com o código tem que continuar lendo o livro! No meu entendimento seria muito mais vantajoso passar o conteúdo completo nos livros mas dividindo em partes. Como aliás, era assim que eu estava pensando que seria.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Explicando melhor:&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Primeiro apresenta-se o conteúdo em texto bruto a ser formatado em HTML, depois as instruções para CSS e as imagens e por fim ainda se possível, algumas instruções em JavaScript para deixar o produto final mais interativo. Tirando a parte do JavaScript que não era o objetivo do livro, tudo isso poderia ser realizado sem problemas.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Acredito que tudo isso seja porque os escritores tiveram receio em passar um conteúdo que obrigasse os leitores a ter que escrever muito, o que poderia fazer do livro uma obra cansativa, mas não acho que recorrer a atalhos seja o melhor para uma aprendizagem. Como diria o sábio Naruto, não existem atalhos no mundo ninja. Entendo que não deveria existir atalhos no processo de aprendizagem também.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Concluindo, “Use a Cabeça! HTML e CSS" é um ótimo livro que me ensinou e entreteu muito. Sendo muito legal ver seus códigos literalmente tomando forma na tela do navegador. Durante a leitura sempre fiquei com vontade de tentar mais, fazer mais, não parar… Foi tudo muito bom, mas acho que os autores não deveriam ter medo e parar de subestimar seu público tentando facilitar demais o trabalho.  Este tipo de esforço vale muito a pena!&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;E aí, gostou da leitura? Tem alguma sugestão ou correção? Quer me indicar alguma leitura para que eu possa postar minhas impressões aqui para comunidade? Fica com vergonha não! Me manda uma mensagem que será um prazer conversar com você!&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Por hoje é só, cats! Nos vemos no futuro! Bye bye &amp;lt;3!&lt;/p&gt;

</description>
      <category>frontend</category>
      <category>webdev</category>
      <category>css</category>
      <category>html</category>
    </item>
    <item>
      <title>Análise da obra: Tipografia Uma Apresentação</title>
      <dc:creator>Ana Paula</dc:creator>
      <pubDate>Sat, 27 Nov 2021 23:24:41 +0000</pubDate>
      <link>https://dev.to/karenina_arch/analise-da-obra-tipografia-uma-apresentacao-4nn2</link>
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      <description>&lt;p&gt;Olá, cats! Tudo bem? Espero que estejam em segurança.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Hoje vamos falar de uma obra que cobre um tema importante na área do design gráfico e digital, que é a ciência para o desenvolvimento da tipografia.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;A obra chama-se “Tipografia: Uma Apresentação” da autora Lucy Niemeyer. Como seu próprio nome já informa, o livro tem por objetivo ser uma apresentação da importância, desenvolvimento e implementação da tipografia, e como esta técnica foi se aprimorando e ampliando ao longo do tempo e do desenvolvimento tecnológico da comunicação escrita.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;É importante antes apontar o quanto a tipografia é um recurso fundamental para a comunicação humana. Um estudo da empresa Information Architect Inc, afirmava que em 2006 o web design era composto em 95% de tipografia, portanto, naquele ano já havia sido constatada a importância da tipografia no desenvolvimento web.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Voltando mais próximos da nossa atualidade, o design voltado para web que é uma plataforma viva e vai se transformando ao longo do tempo, hoje está privilegiando imagens como fotos, gifs e vídeos, mas ainda assim, a tipografia se faz muito presente, afinal, quantas variáveis tipográficas conseguimos contar entre títulos, subtítulos, botões, corpo de texto, números e símbolos? Além disso, todos os elementos gráficos devem estar em harmonia com a tipografia, formando uma unidade visual com coerência e equilíbrio.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Hoje também a maioria, senão todos os usuários da internet, usam dispositivos mobile, o que exige ainda mais estudos e demanda de trabalho para se manter essa coerência visual aliada a tipografia. É necessário se pensar também sobre tamanho da fonte, cor, estilo e identidade.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Se formos avaliar responsividade e experiência do usuário, temas que atualmente são tratados em maior grau do que o próprio web design em si, é necessário se atentar para o que acontece quando o site está em sua versão mais compacta, a mobile. Some grid, algumas imagens, junte mais alguns efeitos e por fim ainda teremos texto, muito texto de ponta a ponta. Sendo assim, a importância da tipografia se faz  maior ainda hoje.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Reconhecendo a importância da tipografia, voltamos para a indicação da leitura da obra de Lucy Niemeyer, “Tipografia: Uma apresentação”.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;O livro desta resenha é de 2003 e estava em sua 3ª edição, sendo lançado pela editora 2AB na coleção de livros “Base Design”, que trata enfoques introdutórios e didáticos sobre questões recorrentes e contemporâneas do design. São livros que servem para auxiliar tanto profissionais da área, quanto estudantes.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;É um livro pequeno de formato pocket e possui 94 páginas, no entanto, este número reduzido é muito bem aproveitando, abarcando um panorama bem completo a respeito da tipografia, desde seu contexto histórico, mas também, sobre a construção e uso tipográfico para além do meio impresso como papel ou qualquer tipo de superfície concreta mas também, seu uso e aplicação em ambiente virtual.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;A autora, Lucy Niemeyer é pós doutoranda em design com mestrado em comunicação semiótica e pedagogia. Atualmente Lucy Niemeyer leciona design na PUC-RJ.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;No livro ela explica muito bem, no entanto, não pude deixar de notar uma certa “dureza” no sentido de como ela se refere a estudantes ou entusiastas de tipografia, que já tentam criar alguma identidade tipográfica sem dominar plenamente os conceitos exigidos por esta ciência da comunicação visual.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Conforme discorremos a leitura, somos apresentados a tipografia no design gráfico com explicação de termos e esclarecimentos sobre nomenclatura. Depois ainda temos a tecnologia envolvida e sua evolução dos tempos de Johannes Gutenberg até o formato digital. Vamos conhecendo também as famílias tipográficas e fontes digitais. E por fim, Lucy Niemeyer, ainda apresenta uma seleção de tipografia em projetos de design gráfico e critérios para o uso de fontes, com o tipo e sua usabilidade.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Enfim, achei uma obra bem completa que cumpre exatamente o seu papel proposto, o de ser uma apresentação ao universo tipográfico. Lucy Niemeyer faz isso de modo bastante didático e acessível para qualquer um que tenha interesse nessa área de conhecimento.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Fico bastante feliz em ver um material editorial deste tipo, com origem em nosso país e com uma profissional brasileira tão bem gabaritada. Sendo assim, entendo que a leitura da obra, “Tipografia: Uma Apresentação”, é mais do que recomendada para todos que tenham interesse em entrar no mundo do desenvolvimento web e design como um todo.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;E é isso! Te vejo no futuro. Até lá!&lt;/p&gt;

</description>
      <category>design</category>
      <category>beginners</category>
      <category>ux</category>
      <category>webdev</category>
    </item>
    <item>
      <title>Análise da obra: "Fundamentos do Design Digital"</title>
      <dc:creator>Ana Paula</dc:creator>
      <pubDate>Fri, 12 Nov 2021 16:53:18 +0000</pubDate>
      <link>https://dev.to/karenina_arch/analise-da-obra-fundamentos-do-design-digital-4i2a</link>
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      <description>&lt;p&gt;Olá, cats! Tudo bem? Espero que estejam em segurança.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Hoje vamos falar sobre um livro que peguei na biblioteca da minha escola, “Fundamentos do Design Digital” de Javier Royo. Lançado pela editora Rosari, a obra tem 169 páginas e tem o objetivo de apresentar, assim como já está implícito em seu nome, os princípios do design digital.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Porém, Javier Royo, que é designer, ilustrador e cartunista, vai além do mundo digital, compartilhando com seus leitores toda a base da comunicação visual humana, sua evolução, peso social, cultural e político.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;No primeiro episódio, por exemplo, o autor propõe um debate em tom filosófico sobre o papel da construção visual, suas funcionalidades e importância. Além disso, nos provoca ao declarar que não exatamente enxergamos o mundo de um modo natural ou “cru”, mas sim, a partir de uma construção imaginativa que fazemos dele. &lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Com esta construção de nossa realidade, começamos assim a montar um novo universo semelhante e sedutor como este em que vivemos fisicamente, é criado assim o mundo ou espaço virtual que simula a realidade, mas também apresenta signos próprios para que possamos compreender melhor esta nova realidade.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Sendo assim, para nos ajudar na leitura e compreensão deste universo recém criado, se faz necessário o uso de ferramentas ou recursos que nos ajudam a compreender melhor este mundo do qual vivemos a tanto tempo. &lt;/p&gt;

&lt;p&gt;É aí que entra o papel do design gráfico e tudo que acumulamos ao longo de nossa história a respeito da comunicação visual. Mas Javier Royo vai além e critica essa emulação pura e simples. Para o autor, o mundo virtual é um universo à parte e único e por isso, uma simples transferência do que temos na realidade para o virtual não é o suficiente para a construção e compreensão dessa nova realidade. &lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Segundo o autor, é necessário sim usarmos as bases de comunicação que dispomos, mas, é fundamental entender as particularidades e demandas do mundo digital e por isso, desenvolver novos tipos de comunicação que dê o devido suporte a esta nova plataforma.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Mas o livro não se sustenta apenas de críticas, longe disso. Javier Royo propõe de modo acessível novas formas de se tratar da comunicação visual e do design para nos comunicarmos virtualmente, mais do que isso, sugere novos pontos de vista e inspira a partir da leitura da obra a se refletir em como desenvolver e realmente adaptar nossos conhecimentos em comunicação para plataformas digitais e não apenas copiar e colar o que já se existe.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Já da metade para o final do livro, o autor busca mostrar os princípios e avanços que já realizamos no mundo do design digital, o que já temos estabelecidos e bem fundamentados na linguagem digital, inclusive, por já se encontrarem bem estabelecidos, acaba sendo desafiador a talvez desnecessariamente imprudente tentar mudar, mas nunca o autor impõe limites, é papel nosso, de designers, desenvolvedores web e ux/ui designers repensarmos sobre qual mundo virtual queremos ajudar a construir, talvez sem os mesmos erros e egoísmos que temos e já conhecemos bem no mundo real.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Portanto, recomendo muito a leitura da obra “Fundamentos do Design Digital”. Tanto para web designers, mas também para programadores e para todos que tenham interesse em contribuir para um ambiente virtual mais eficiente, democrático, acolhedor e funcional. &lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Temos aproximadamente 350 mil anos de experiência neste planeta, podemos sim fazer um mundo melhor, inclusive, um mundo digital.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;E é isso! Te vejo no futuro. Até lá!&lt;/p&gt;

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      <category>webdev</category>
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      <title>Crítica do livro: "Use a Cabeça! Programação"
</title>
      <dc:creator>Ana Paula</dc:creator>
      <pubDate>Wed, 13 Oct 2021 20:32:04 +0000</pubDate>
      <link>https://dev.to/karenina_arch/critica-do-livro-use-a-cabeca-programacao-143o</link>
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      <description>&lt;p&gt;Olá, cats! Tudo bem? Espero que estejam em segurança.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Hoje trago minhas impressões após a análise e estudos de programação a partir da leitura do livro: "Use a Cabeça! Programação", de Paul Barry e David Griffiths, lançado pela editora Alta Books.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;O livro foi originalmente lançado em 2010, mas aqui trataremos a quarta edição, lançada em fevereiro de 2016. Para quem ainda não conhece, a série "Use a Cabeça" apresenta uma didática bem intuitiva, recheada de humor, junto a diversas ilustrações e analogias, para o ensino de diversas áreas da tecnologia e ciências exatas.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Percebo um esforço dessa série não apenas tratar de temas tidos como complexos de uma maneira acessível, mas também lúdica e até mesmo, para espanto de muitos, divertida.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;O livro mantém o tempo todo esse estilo ao usar da metacognição, que consiste na aprendizagem sobre o processo da aprendizagem, ou seja, a metacognição aposta na capacidade do indivíduo de monitorar e autorregular os próprios processos cognitivos. Mas, como o livro faz isso?&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;A partir da repetição dos temas abordados que são descritos de maneiras diferentes. Por exemplo, uma página de texto explicativo também é complementada por ilustrações, exemplos e/ou tabelas, todos repetindo o mesmo conteúdo só que de formas diferentes.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Em um primeiro momento, poderíamos achar esta tática de ensino arriscada, pois poderia tornar o livro maçante, irritantemente repetitivo e extenso, contudo não é o que acontece. A obra está muito bem escrita e todo o material bem distribuído, a leitura não é desgastante e permite aprender conceitos sólidos dos princípios de programação. Os autores e equipe de apoio fizeram um bom trabalho neste ponto.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;O primeiro capítulo: "Começando a Codificar - Encontrando o seu caminho", tem uma dinâmica um pouco diferente dos demais 9 capítulos que compõem o livro. Este primeiro capítulo é de fato uma introdução a programação e ao Python em si, já que esta é a linguagem usada como o modelo pedagógico para aprendizagem.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Foi uma ótima experiência e justificou porque Python é a linguagem preferida para análise e ciências de dados, dada a sua capacidade de analisar e pesquisar arquivos, dados e strings. Talvez seja possível realizar as mesmas funções a partir de outras linguagens, mas Python demonstra uma elegante simplicidade em sua sintaxe para realizar estes processos. Arrisco dizer que era gostoso ir executando os comandos na prática no decorrer da leitura para ver se os resultados batiam com o que era apresentado no livro.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Inclusive o livro sempre propõe esta leitura ativa, o que na verdade é recomendável para qualquer leitura técnica. Não basta apenas ler, é necessário fazer anotações, resolver os exercícios propostos e se tiver acesso a algum editor de código ou IDE de Python melhor! Portanto, acredito que o livro cumpre muito bem o seu papel em instigar o leitor para uma leitura ativa.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;No entanto, conforme fui avançando na leitura, tive a impressão que a força de ensinar os princípios da programação foram se desvanecendo, como se os princípios da aprendizagem em programação perdessem espaço para o uso do TkInter do Python e demais bibliotecas e recursos. Senti falta de treinar mais códigos do que o proposto na obra.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;O livro avança em termos de conteúdo, mas causa a impressão de se distanciar do ensino do pensamento lógico computacional, focando apenas no ensino de bibliotecas específicas e na identificação da sua necessidade de uso.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Reforço que não considero uma abordagem ruim, mas foi frustrante ver que não estava sendo direcionada a ter um pensamento crítico sobre lógica programacional, mas aprendendo a reconhecer ferramentas que possam turbinar meus trabalhos com a linguagem Python. Traçando paralelos com outros tipos de literatura, seria como ler um romance policial que mostra muito bem todos os meandros de uma investigação criminal, mas não nos mostra um crime de fato.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Tendo em vista que a própria série "Use a Cabeça!" lançou um outro livro para ensinar os fundamentos da programação, "Use a Cabeça! Aprenda a Programar", de Eric Freeman, suponho que essa distorção de objetivos tenha sido observada por mais pessoas, contudo ainda não li este livro para opinar sobre a completude do seu conteúdo...&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;"Use a Cabeça! Programação", é um bom livro introdutório a programação, em especial a linguagem Python, mas introdução sempre será uma introdução, e sempre haverá mais o que ser aprendido. Me instigou, e acredito que poderá despertar em você também um senso de ir pesquisar um pouco mais do que o que está sendo apresentado na obra, como por exemplo, o livro ensina automatizar mensagens no Twitter com o Python. Por mais que não tenha conseguido implementar essa funcionalidade, seguindo o conteúdo demonstrado no livro, saber que é possível realizar algo do tipo me despertou a vontade de tentar ao menos aprender a como automatizar mensagens, mesmo não tendo nenhum objetivo prático para isso.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Meu objetivo não é fazer você questionar se vale ou não vale a pena a leitura, porque toda a leitura vale a pena, e essa máxima não muda aqui, meu objetivo é apenas alinhar as suas expectativas sobre o conteúdo. Leia o "Use a Cabeça! Programação"! Leia e estude tudo o que aparecer em suas mãos e diante de seus olhos! Não perca a oportunidade mágica de ler e aprender!&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;"Use a Cabeça! Programação" me ensinou a ser mais curiosa e expandiu meus horizontes sobre as possibilidades que a programação traz. Existe um universo, ou multiversos se pensarmos o tanto de áreas que envolvem as ciências computacionais, e é empolgante saber o tanto de áreas que ainda tenho que aprender para só então explorar! Ao final desta jornada fechei o livro me sentindo uma espécie de capitão Kirk, disposta a ir além da onde jamais estive!&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Aprender é bom demais, cats!&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Gostou do meu texto? Tem alguma sugestão ou correção? Quer me indicar alguma leitura para que eu possa postar minhas impressões aqui para comunidade? Fica com vergonha não! Me manda uma mensagem que será um prazer conversar com você!&lt;br&gt;
Por hoje é só, cats! Nos vemos no futuro! Bye bye &amp;lt;3!&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Este texto foi editado e revisado por minha querida amiga Ana Dulce das Pyladies São Carlos.&lt;br&gt;
Muito obrigada Ana &amp;lt;3!!&lt;/p&gt;

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      <category>programming</category>
      <category>beginners</category>
      <category>books</category>
      <category>python</category>
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      <title>Ana apresenta Karenina Arch</title>
      <dc:creator>Ana Paula</dc:creator>
      <pubDate>Wed, 13 Oct 2021 00:19:29 +0000</pubDate>
      <link>https://dev.to/karenina_arch/ana-apresenta-karenina-arch-18ma</link>
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      <description>&lt;p&gt;Olá cats, como vão?&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Eu sou a Ana Paula, mas gosto e prefiro ser chamada de Karenina Arch, e este é meu primeiro post aqui no DEV Community.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Estou muito feliz em participar da comunidade e espero contribuir muito. Agradeço desde já a todes por compartilharem tanto conhecimento comigo! Muito obrigada!&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Bom, meu intuito é fazer reviews de livros técnicos que tenho estudado, em especial, os que abordam tecnologia, computação, design e matemática. Amo essas áreas e tenho me dedicado às leituras das mesmas.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Quero compartilhar minhas impressões a respeito de obras que abordam estes temas para ajudar quem também tem interesse neste tipo de aprendizado por conta própria e também receber indicações de novos livros para que eu possa ir lendo e aprendendo cada vez mais!&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Para começar, vou fazer um review do livro "Use a Cabeça! Programação". A série "Use a Cabeça!" tem sido uma das minhas obras preferidas enquanto iniciante por toda sua didática, mas assim como toda e qualquer obra está longe de ser uma unanimidade ou perfeição. Vou compartilhar os pontos que achei bons e outros nem tanto a respeito deste livro, mas claro, desde já recomendo fortemente que você crie suas próprias impressões a partir de sua leitura do livro. Não quero e não acho tão produtivo compartilhar um resumo, mas acho interessante dividir minhas impressões com a comunidade a partir de reviews.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Bom, para um primeiro post, é isso!&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Mais uma vez muito obrigada e nos vemos muito e breve! Não deixem de estudar. Eu acredito e torço por você!&lt;/p&gt;

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