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    <title>DEV Community: Limonada com Vitória</title>
    <description>The latest articles on DEV Community by Limonada com Vitória (limonada).</description>
    <link>https://dev.to/limonada</link>
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      <title>DEV Community: Limonada com Vitória</title>
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    <language>en</language>
    <item>
      <title>O abismo entre cuidar do usuário e vender atenção: por que precisamos falar sobre dark patterns</title>
      <dc:creator>vitoriazzp</dc:creator>
      <pubDate>Wed, 05 Aug 2026 10:30:00 +0000</pubDate>
      <link>https://dev.to/limonada/o-abismo-entre-cuidar-do-usuario-e-vender-atencao-por-que-precisamos-falar-sobre-dark-patterns-5h1h</link>
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      <description>&lt;p&gt;Quem desenha interfaces sabe exatamente quais botões, textos e animações empurram alguém a gastar mais tempo, compartilhar mais dados ou clicar sem pensar. Isso não é acaso nem intuição: é técnica, testada e refinada em cada sprint.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Ao mesmo tempo, o produto cobra crescimento, retenção e ARPU. Esse atrito entre cuidado e conversão é o que chamamos de dark patterns.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Quero abrir essa discussão aqui porque ela raramente aparece nos fóruns certos. Falamos de dark patterns como algo que "outras empresas fazem", quando na prática é uma decisão que passa pela mesa de qualquer designer, PM ou dev em algum momento da carreira. Não é teoria distante. É escolha ética, técnica e muitas vezes política dentro do time, e vale a pena colocar em discussão em vez de tratar como tabu.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Quando percebi que eu também podia manipular: mexi no microcopy de confirmação de compra, uma palavra aqui, um botão que trocava de posição ou cor ali, e a taxa de desistência caiu. &lt;/p&gt;

&lt;p&gt;A partir daí passou a ser recorrente: otimizações que "melhoravam métrica", mas dependiam de nudges que exploravam culpa, urgência ou o medo de perder algo.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Exemplos que você provavelmente conhece&lt;br&gt;
Instagram. Entendo por que o feed infinito existe: mantém engajamento. Mas sei o que acontece no cérebro com recompensas imprevisíveis, e sei também como enterramos a opção de reduzir recomendações nos labirintos de configuração. Fiz isso? Já fiz ajustes parecidos.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Duolingo. A linguagem do feedback (streaks, perda de progresso) é poderosa. Já prototipei variações que aumentavam a retenção usando culpa como gatilho. Funcionava e me fazia questionar se o usuário estava aprendendo ou só evitando perder um número.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Twitter. Badges, contagens, notificações: projetos simples que criam desejo por validação social. Em sprints, empurramos features que aumentavam esse efeito porque "a métrica subiu". No fundo, eu sabia que estávamos jogando com a ansiedade alheia.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Apps de aposta viralizados. Pop-ups com ofertas por tempo limitado, passos confusos para cancelar, troca de opções por padrões escuros. Já recebi feedback de usuários irritados, e eu, que desenhei um dos fluxos, tive que ouvir isso de frente.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Shein, Shopee e afins. "Só resta 1 produto", "mais de 5 mil pessoas compraram isso" e contadores regressivos que reiniciam quando você atualiza a página. É falsa urgência e falsa escassez: números fabricados ou reciclados para criar pressão emocional artificial. A diferença entre isso e uma informação real de estoque baixo é sutil na tela e enorme na ética, e é justamente essa sutileza que faz o padrão funcionar tão bem.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;O que a ciência mostra, e por que importa pra quem desenha&lt;br&gt;
Reforço intermitente e dopamina. Quando você projeta recompensas imprevisíveis, o cérebro busca repetidamente a próxima "surpresa". A consequência é superficial: retenção aumentada, engajamento falseado.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Aversão à perda. Mensagens que mostram o que o usuário "vai perder" ativam decisões rápidas e emocionais, muitas vezes contrárias ao interesse real dele.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Sobrecarga e atalhos. Telas complexas e caminhos confusos para sair (cancelar, desativar) tiram o raciocínio crítico do jogo. O usuário cede por fadiga, e nós arquitetamos isso.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Como isso afeta quem está do outro lado da mesa&lt;br&gt;
Conflito interno. Sinto culpa quando meu trabalho aumenta a receita às custas do tempo ou da saúde mental do usuário. Sinto pressão quando meus líderes perguntam "Como aumentar essa métrica em 10%?" &lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Risco reputacional. Os ganhos rápidos vêm com custos: perda de confiança, churn e críticas públicas. E ainda assim, sprints e metas conseguem cegar times para isso.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Posição de poder e responsabilidade. Nós, designers, temos influência direta sobre escolhas que não são apenas estéticas. São comportamentais. Isso exige decisão ética.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Questionamentos para sair do abismo&lt;br&gt;
A pergunta de ouro antes de clicar em "entregar". Quem se beneficia mais com essa mudança, o usuário ou a empresa? Se a resposta for "empresa". Faça experimentos com métricas humanas. Além de CTR e tempo no app, rodo testes com métricas de bem-estar: satisfação após o uso, taxa de arrependimento, feedback qualitativo de suporte.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Transparência no design. Escrevo microcopies que explicam custos e consequências, proponho padrões claros de opt-in (nada de dark opt-out escondido) e defendo cancelamento simples.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Registro de decisões. Documento trade-offs e decisões de produto para prestar contas depois, principalmente quando sou cobrada por métricas agressivas.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Criar alternativas. Em vez de remover uma funcionalidade que traz receita, proponho versões menos opacas. Um exemplo: transformar streaks em relatórios de progresso voluntários, sem punição.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Buscar aliados. Levo preocupações para PMs, jurídico e pesquisa de usuário. O design sozinho não muda cultura. Muda quando vira política de time.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Argumentos que uso quando preciso convencer stakeholders&lt;br&gt;
Ética + negócio: respeito ao usuário constrói confiança, e confiança vira retenção real, não só picos inflados por truques.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Risco regulatório: as legislações de privacidade e de proteção ao consumidor estão mais rígidas, e dark patterns têm custo legal.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Longo prazo &amp;gt; curto prazo: métricas infladas podem mascarar problemas de produto; focar em uma experiência sustentável evita churn e crises de imagem.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Dica: leia o livro "Como articular decisões em design do Tom Grever"&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;A pergunta que fica não é "dark patterns existem?"&lt;br&gt;
É: quem no seu time está disposto a levantar a mão e perguntar "quem se beneficia com essa mudança"? E o que a empresa faz quando a resposta incomoda?&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Se você já viveu esse abismo, no seu time ou na sua carreira, quero saber: &lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Como vocês lidam com isso na prática? Existe espaço pra recusar uma métrica agressiva onde você trabalha, ou o assunto nem chega a ser discutido?&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Para saber mais: desenhar interfaces que vendem e respeitam quem usa&lt;br&gt;
Ética em design não é abrir mão de conversão. É mudar o critério do que conta como sucesso. Alguns materiais que aprofundam esse caminho:&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Deceptive Patterns, de Harry Brignull. O pesquisador que cunhou o termo "dark patterns" mantém um catálogo público de exemplos reais e escreveu o livro de referência sobre o assunto, disponível para leitura gratuita online.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;The Ethical Design Handbook, de Trine Falbe, Martin Michael Frederiksen e Kim Andersen. Um guia prático (com PDF de amostra gratuito) sobre como crescer um negócio sem depender de dark patterns, incluindo um "Ethical Design Scorecard" para avaliar produtos.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;"What Makes a Dark UI Pattern?", vídeo do Nielsen Norman Group, que traça a linha entre design persuasivo (nudge transparente) e manipulação (nudge que obscurece).&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;"Stop Shaming Your Users for Microconversions", também do NN/g, sobre por que confirmshaming ("não, prefiro continuar pagando caro") corrói confiança a médio prazo.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Se você trabalha com produto e quer levar esse debate para dentro do seu time, esses materiais dão vocabulário e dados concretos para a conversa, o que ajuda bastante quando o argumento precisa sair do campo do "eu acho" e entrar no campo do "aqui está o risco e o custo".&lt;/p&gt;

</description>
      <category>discuss</category>
      <category>ux</category>
      <category>braziliandevs</category>
      <category>darkpatterns</category>
    </item>
    <item>
      <title>Design não se faz sozinho: Friends of Figma mudou como eu vejo design</title>
      <dc:creator>vitoriazzp</dc:creator>
      <pubDate>Thu, 09 Jul 2026 07:31:44 +0000</pubDate>
      <link>https://dev.to/limonada/design-nao-se-faz-sozinho-friends-of-figma-mudou-como-eu-vejo-design-4gn7</link>
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      <description>&lt;h2&gt;
  
  
  Abertura
&lt;/h2&gt;

&lt;p&gt;Eu sempre participei de comunidades de tecnologia: grupos de estudo do Google, Flutterando, Stem Girls, He4rt Developers. Todos esses ambientes me faziam sentir segura para cometer erros, aprender e ensinar o próximo.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Mas toda comunidade de design que eu tentava me aproximar sempre parecia muito corporativa ou elitizada. E esse aspecto sempre me afastou.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Quando descobri o Friends of Figma, eu estava buscando formas de aprimorar meu inglês para além do streaming na Twitch, tentando aprender algo que fizesse sentido para o meu contexto em UX design.&lt;/p&gt;




&lt;h2&gt;
  
  
  O que é o Friends of Figma (FOF)
&lt;/h2&gt;

&lt;p&gt;É uma comunidade global e oficial do Figma. Existe uma edição em quase cada canto do planeta, e é possível participar de eventos online ou presenciais de forma gratuita. Basta se inscrever pelo site: &lt;a href="https://friends.figma.com/events/#/list" rel="noopener noreferrer"&gt;https://friends.figma.com/events/#/list&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;




&lt;h2&gt;
  
  
  A experiência online, em outros países
&lt;/h2&gt;

&lt;p&gt;Minha primeira experiência com um FOF, na verdade, foi em Boston. Como falei lá no início, eu estava tentando aprimorar meu inglês, era uma forma paralela de praticar a fala e a escrita dentro do meu contexto. E funcionou por alguns meses.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Mas eu queria mais. Queria algo presencial, mesmo que isso significasse abrir mão de praticar o idioma.&lt;/p&gt;




&lt;h2&gt;
  
  
  A experiência local
&lt;/h2&gt;

&lt;p&gt;Eu moro no sul do Brasil, mas participei de duas edições. A primeira, e a de que eu sou voluntária de verdade, é a de Porto Alegre. São eventos focados em networking, novidades do Figma e também em carreira. A segunda foi em São Paulo, quando ainda se falava bastante sobre IA e acessibilidade.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Foi interessante ir a esses eventos presenciais porque me deu visibilidade sobre quem usa a plataforma. E pasmem, não é só de designers que se faz aquela plataforma.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Foi através desse insight e das conversas com as pessoas que eu percebi: aqui é um lugar em que eu me sinto pertencente. Eu quero contribuir, quero crescer junto com essas pessoas.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Por isso, hoje em dia, já atuo como voluntária nos eventos da comunidade:&lt;/p&gt;

&lt;ul&gt;
&lt;li&gt;tirando fotos ou filmando;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;ajudando as pessoas a se localizarem no espaço;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;enviando link de dúvidas aos convidados;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;trocando ideia com quem vai ao evento.&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;




&lt;h2&gt;
  
  
  Portas que isso abriu
&lt;/h2&gt;

&lt;p&gt;UX design foi onde eu encontrei propósito. Mas mesmo praticando o que o mercado pedia de um designer de produto, percebi nos eventos que eu praticava muito pouco sobre a experiência do usuário na sua essência.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Foi escutando o dia a dia de outros designers e de pessoas de fora da área que eu enxerguei potência. Vi acessibilidade, por conhecer muitas visões diferentes. Vi que meu trabalho, quando envolvesse pesquisa, poderia ter um olhar muito mais crítico do que apenas visual ou de produto.&lt;/p&gt;




&lt;h2&gt;
  
  
  Por que comunidade importa pra quem faz design
&lt;/h2&gt;

&lt;p&gt;Em muitas das experiências que tive como designer, &lt;strong&gt;eu era uma equipe inteira sozinha&lt;/strong&gt;. Precisava decidir tudo, mesmo quando havia mais designers na empresa. Pro meu produto, eu era:&lt;/p&gt;

&lt;ul&gt;
&lt;li&gt;quem pesquisava, UX research;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;quem pensava e escrevia, UX writing;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;quem criava o visual, UI design;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;quem documentava, explicava decisão de UI e ainda componentizava, design system;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;quem criava processos pra outros designers terem mais eficiência, design ops.&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;

&lt;p&gt;Entender que não era só eu vivendo assim, que muita gente também acumulava tudo isso, foi triste. Mas também foi bom, porque me ajudou a adaptar minha forma de trabalhar. E descobrir que existem empresas com 200 designers, onde você não acumula função, também mudou minha perspectiva.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Foi aí que comecei a entender que design é, na verdade, uma área dentro da comunicação e da estratégia. E quando você sabe usar as duas, consegue ir muito mais longe.&lt;/p&gt;




&lt;h2&gt;
  
  
  Fechamento
&lt;/h2&gt;

&lt;p&gt;Se tem uma coisa que o &lt;strong&gt;Friends of Figma&lt;/strong&gt; me ensinou, é que crescer sozinha tem um teto. Dá pra ir, mas dá muito mais trabalho, e você aprende bem mais devagar do que aprenderia ao lado de outras pessoas.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Hoje, quando penso em carreira, penso em comunidade. Não é sobre ter as respostas prontas, é sobre estar perto de quem também está buscando, errando e construindo junto. Foi assim que entendi que design não é sobre dar conta de todas as frentes sozinha. É sobre saber quando ouvir, quando aprender com quem está do seu lado e quando ensinar quem está chegando agora.&lt;/p&gt;

&lt;blockquote&gt;
&lt;p&gt;Se você é designer, ou só curioso sobre a área, e ainda não participou de um Friends of Figma perto de você, ou mesmo online, esse é o convite. Procura no site, vê se tem uma edição na sua cidade ou se rola alguma online. Vale muito a pena.&lt;/p&gt;
&lt;/blockquote&gt;

</description>
      <category>career</category>
      <category>ux</category>
      <category>design</category>
      <category>community</category>
    </item>
    <item>
      <title>Quando o Pomodoro não funciona: organização realista para TDAH em burnout</title>
      <dc:creator>vitoriazzp</dc:creator>
      <pubDate>Mon, 15 Jun 2026 21:45:00 +0000</pubDate>
      <link>https://dev.to/limonada/quando-o-pomodoro-nao-funciona-organizacao-realista-para-tdah-em-burnout-2a4c</link>
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      <description>&lt;p&gt;⚠️&lt;strong&gt;aviso:&lt;/strong&gt; este artigo não pretende promover o trabalho durante exaustão mental (burnout), se você estiver passando por um - busque por ajuda terapêutica ou amigos. E principalmente: descanse!&lt;/p&gt;




&lt;p&gt;&lt;em&gt;Um relato honesto de alguém que trabalha com design, vive com TDAH e está cansada de dicas genéricas&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Tem um tipo de artigo sobre organização que eu já sei de cor. É sempre alguma variação de: “faça uma lista, use Pomodoro, durma 8 horas e beba água”.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Só que tem um cenário que quase nunca aparece nessas listas:  &lt;/p&gt;

&lt;blockquote&gt;
&lt;p&gt;O momento em que você não é neurotípica, está em burnout, tem duas tarefas importantes com o mesmo prazo e nenhuma técnica milagrosa resolve. É sobre isso que eu quero falar aqui.&lt;/p&gt;
&lt;/blockquote&gt;

&lt;h4&gt;
  
  
  Sumário:
&lt;/h4&gt;

&lt;ul&gt;
&lt;li&gt;O cenário caótico (e bem real)&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Por que o Pomodoro não funciona pra todo mundo&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Burnout em quem tem TDAH&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;O dia em que duas tarefas importantes têm o mesmo prazo&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Estratégia 1: uma prioridade verdadeira por dia&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Estratégia 2: subtarefas em vez de cronômetro&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Estratégia 3: time blocking gentil (agenda que não te esmaga)&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Estratégia 4: reduzir fricção em vez de exigir mais disciplina&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Estratégia 5: contratos curtos consigo mesma&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;E quando nada disso parece suficiente?&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Referências&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;




&lt;h2&gt;
  
  
  O cenário caótico (e bem real)
&lt;/h2&gt;

&lt;p&gt;Imagina o seguinte:&lt;/p&gt;

&lt;ul&gt;
&lt;li&gt;
&lt;strong&gt;Projeto A&lt;/strong&gt;: entrega do pitch da pós, com prazo na sexta.
&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;
&lt;strong&gt;Projeto B:&lt;/strong&gt; preparar apresentação do roadmap, também para sexta.&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;

&lt;p&gt;&lt;a href="https://media2.dev.to/dynamic/image/width=800%2Cheight=%2Cfit=scale-down%2Cgravity=auto%2Cformat=auto/https%3A%2F%2Fdev-to-uploads.s3.amazonaws.com%2Fuploads%2Farticles%2Fnih4cwaqxrl25kc9raml.png" class="article-body-image-wrapper"&gt;&lt;img src="https://media2.dev.to/dynamic/image/width=800%2Cheight=%2Cfit=scale-down%2Cgravity=auto%2Cformat=auto/https%3A%2F%2Fdev-to-uploads.s3.amazonaws.com%2Fuploads%2Farticles%2Fnih4cwaqxrl25kc9raml.png" alt="agenda de projetos" width="800" height="533"&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Você já está cansada, a cabeça rodando, o corpo em modo economia de energia.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Aí você joga no Google “como se organizar” e recebe de volta: &lt;em&gt;“Use a técnica Pomodoro, 25 minutos de foco, 5 de pausa.”&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;E você pensa: &lt;em&gt;“Amiga, eu mal estou levantando da cama. Você quer que eu vire um cronômetro humano?”&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;A real é que muita técnica de produtividade tradicional foi pensada para cérebros neurotípicos. Quando a gente vive com TDAH, burnout ou os dois juntos, essa lógica simplesmente não encaixa tão bem.&lt;/p&gt;




&lt;h3&gt;
  
  
  Por que o Pomodoro não funciona pra todo mundo
&lt;/h3&gt;

&lt;p&gt;Pomodoro é ótimo… para algumas pessoas.&lt;br&gt;&lt;br&gt;
Mas tem motivos bem específicos para ser um caos para muitos de nós. Por exemplo:&lt;/p&gt;

&lt;ul&gt;
&lt;li&gt;A pausa obrigatória, interrompe justo quando o foco finalmente chegou.
&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;A sensação do timer contando, aumenta a ansiedade em vez de ajudar.
&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Cada “reinício de ciclo” vira mais uma micro decisão, e nosso cérebro já sofre com excesso de decisões.&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;

&lt;p&gt;&lt;a href="https://media2.dev.to/dynamic/image/width=800%2Cheight=%2Cfit=scale-down%2Cgravity=auto%2Cformat=auto/https%3A%2F%2Fdev-to-uploads.s3.amazonaws.com%2Fuploads%2Farticles%2F17m07ffbiyuyo7qu5jdr.png" class="article-body-image-wrapper"&gt;&lt;img src="https://media2.dev.to/dynamic/image/width=800%2Cheight=%2Cfit=scale-down%2Cgravity=auto%2Cformat=auto/https%3A%2F%2Fdev-to-uploads.s3.amazonaws.com%2Fuploads%2Farticles%2F17m07ffbiyuyo7qu5jdr.png" alt="ilustrando processo de tdah" width="800" height="533"&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Quando você está em burnout, a coisa complica ainda mais, porque só o esforço de planejar ciclos já é cansativo, e a promessa de “é só 25 minutos” vira culpa se você não consegue seguir o script.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Então, não é sobre falta de disciplina!&lt;/strong&gt; &lt;br&gt;
Às vezes é simplesmente que a ferramenta foi desenhada para outro tipo de funcionamento mental.&lt;/p&gt;




&lt;h3&gt;
  
  
  Burnout em quem tem TDAH
&lt;/h3&gt;

&lt;p&gt;Burnout não aparece igual para todo mundo.&lt;br&gt;&lt;br&gt;
Em quem tem o transtorno, ele pode se confundir com uma “piora do TDAH”:&lt;/p&gt;

&lt;ul&gt;
&lt;li&gt;Mais esquecimento.
&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Mais desorganização.
&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Mais travamento, mais procrastinação.&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;

&lt;p&gt;De fora, pode parecer que “a pessoa ficou mais preguiçosa”.&lt;br&gt;&lt;br&gt;
Por dentro, é o cérebro tentando operar com pouco combustível, mas o tempo todo.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Ao mesmo tempo, muitos textos sobre organização ainda falam como se todos tivessem a mesma percepção de tempo, a mesma capacidade de manter rotina e a mesma reserva de energia mental.&lt;br&gt;&lt;br&gt;
Na prática, a gente precisa de algo mais gentil e realista.&lt;/p&gt;




&lt;h3&gt;
  
  
  O dia em que duas tarefas importantes têm o mesmo prazo
&lt;/h3&gt;

&lt;p&gt;Volta para o nosso exemplo:&lt;/p&gt;

&lt;ul&gt;
&lt;li&gt;
&lt;strong&gt;Projeto A:&lt;/strong&gt; pitch da pós.
&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;
&lt;strong&gt;Projeto B:&lt;/strong&gt; apresentação de roadmap.&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;

&lt;p&gt;Ambos importantes, ambos com o mesmo deadline.&lt;br&gt;&lt;br&gt;
O conselho padrão seria “&lt;strong&gt;&lt;em&gt;prioriza&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;”.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Só que priorizar quando tudo é importante é justamente uma das grandes dificuldades para quem não tem uma relação típica com tempo e urgência.&lt;br&gt;&lt;br&gt;
O resultado costuma ser paralisia, culpa e distração para escapar da sensação de “não sei por onde começar”.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Então vamos olhar de outro jeito:  &lt;/p&gt;

&lt;ul&gt;
&lt;li&gt;Não é sobre decidir qual projeto você “ama mais” &lt;/li&gt;
&lt;li&gt;é sobre desenhar um dia que seja possível com o cérebro e a energia que você tem agora.&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;

&lt;p&gt;Separei 5 estratégias que funcionam comigo, e também podem funcionar pra você, mas lembre-se: nada do que está aqui, é escrito em pedra. Ou seja, pode mudar e ajustar conforme precisar.&lt;/p&gt;

&lt;h2&gt;
  
  
  Estratégia 1: uma prioridade verdadeira por dia
&lt;/h2&gt;

&lt;p&gt;Sim, as duas tarefas são importantes.&lt;br&gt;&lt;br&gt;
Mas isso não significa que as duas precisam ser a missão principal do mesmo dia.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Uma recomendação comum em materiais de organização é reduzir o foco diário para poucas tarefas essenciais.&lt;br&gt;&lt;br&gt;
Aqui, a ideia é assumir que, em burnout, isso é ainda mais importante.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Na prática, poderia ficar assim:&lt;/p&gt;

&lt;ul&gt;
&lt;li&gt;Hoje: Projeto A (pitch da pós) é a prioridade absoluta.
&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Projeto B ganha um “prazo interno” diferente, por exemplo, avançar em um bloco menor no fim do dia ou no dia seguinte.&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;

&lt;p&gt;Você continua responsável pelas duas coisas.&lt;br&gt;&lt;br&gt;
Mas o centro da sua atenção e da sua energia fica reservado para uma tarefa de cada vez.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Isso não é irresponsabilidade, é uma forma de não se perder tentando abraçar tudo ao mesmo tempo.&lt;/p&gt;




&lt;h2&gt;
  
  
  Estratégia 2: subtarefas em vez de cronômetro
&lt;/h2&gt;

&lt;p&gt;Em vez de focar em “quanto tempo” você vai ficar na tarefa, faz mais sentido focar em “qual próximo passo concreto eu consigo dar”.&lt;br&gt;&lt;br&gt;
Vários materiais de terapia cognitivo-comportamental (TCC) para TDAH sugerem quebrar tarefas grandes em etapas bem pequenas e específicas.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&lt;a href="https://media2.dev.to/dynamic/image/width=800%2Cheight=%2Cfit=scale-down%2Cgravity=auto%2Cformat=auto/https%3A%2F%2Fdev-to-uploads.s3.amazonaws.com%2Fuploads%2Farticles%2Fvz3ylfof1mlpw4uwiko9.png" class="article-body-image-wrapper"&gt;&lt;img src="https://media2.dev.to/dynamic/image/width=800%2Cheight=%2Cfit=scale-down%2Cgravity=auto%2Cformat=auto/https%3A%2F%2Fdev-to-uploads.s3.amazonaws.com%2Fuploads%2Farticles%2Fvz3ylfof1mlpw4uwiko9.png" alt="priorização de tarefas" width="800" height="533"&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Por exemplo, para o Projeto A (pitch da pós):&lt;/p&gt;

&lt;ol&gt;
&lt;li&gt;Abrir o documento do pitch.
&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Escrever, em rascunho, qual problema o projeto resolve.
&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Transformar isso em 3 bullets de impacto.
&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Montar a estrutura dos slides base, sem se preocupar com visual perfeito.
&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Fazer uma revisão rápida e cortar o que está sobrando.&lt;/li&gt;
&lt;/ol&gt;

&lt;p&gt;Nenhuma dessas etapas depende de um timer. O “contrato” é com a próxima subtarefa, não com 25 minutos exatos.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Para cérebros que travam facilmente, esse tipo de granularidade ajuda tanto a começar quanto a terminar tarefas.&lt;/p&gt;




&lt;h2&gt;
  
  
  Estratégia 3: time blocking gentil (agenda que não te esmaga)
&lt;/h2&gt;

&lt;p&gt;Time blocking é reservar blocos de tempo para tarefas específicas em vez de deixar tudo jogado numa lista.&lt;br&gt;&lt;br&gt;
Em vez de: “trabalhar no pitch em algum momento”, fica:&lt;/p&gt;

&lt;ul&gt;
&lt;li&gt;
&lt;strong&gt;Das 9h às 11h&lt;/strong&gt;: Projeto A, escrever o conteúdo do pitch.
&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;
&lt;strong&gt;Das 14h às 16h:&lt;/strong&gt; Projeto A, montar e revisar slides.&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;

&lt;blockquote&gt;
&lt;p&gt;Não precisa ser milimetricamente exato. Se a manhã escorregar um pouco, você ajusta.&lt;/p&gt;
&lt;/blockquote&gt;

&lt;p&gt;O objetivo é diminuir a pergunta “o que eu faço agora” e não adicionar uma nova fonte de culpa. Quando estamos em burnout, cada micro decisão a menos já é um alívio.&lt;/p&gt;




&lt;h2&gt;
  
  
  Estratégia 4: reduzir fricção em vez de exigir mais disciplina
&lt;/h2&gt;

&lt;p&gt;Muitos conteúdos sobre organização falam de manter rotina, minimizar distrações e tentar se manter organizada.&lt;br&gt;&lt;br&gt;
Quando traduzimos isso para um dia real, vira algo bem simples.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Antes de começar o Projeto A, por exemplo:&lt;/p&gt;

&lt;ul&gt;
&lt;li&gt;Fechar as abas que não têm relação com o pitch.
&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Deixar abertas apenas o documento principal e o material de referência.
&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Preparar água ou café para evitar levantar e quebrar o foco a todo momento.&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;

&lt;p&gt;No espaço físico, não precisa ser uma revolução.&lt;br&gt;&lt;br&gt;
Só tirar do campo de visão aquilo que mais chama atenção ou te puxa para outra coisa.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Se energia é um recurso escasso, não dá pra confiar em disciplina infinita.&lt;br&gt;&lt;br&gt;
Então faz mais sentido mexer no ambiente para que agir seja um pouco menos difícil.&lt;/p&gt;




&lt;h2&gt;
  
  
  Estratégia 5: contratos curtos consigo mesma
&lt;/h2&gt;

&lt;p&gt;Uma alternativa ao Pomodoro que aparece em algumas discussões é a técnica Flowtime.  Em vez de timers fixos e pausas obrigatórias, a ideia é: escolher uma tarefa específica, entrar no fluxo e registrar quanto tempo você ficou, só depois.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Adaptando para o nosso contexto, dá para pensar em contratos curtos:&lt;/p&gt;

&lt;ul&gt;
&lt;li&gt;“Vou ficar no Projeto A até terminar esse slide.”
&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;“Vou escrever o roteiro do pitch até sentir que a cabeça travou. Quando isso acontecer, faço uma pausa curta e depois volto.”&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;

&lt;p&gt;Diferente do Pomodoro, você não é arrancada do foco por um alarme.&lt;br&gt;&lt;br&gt;
Você respeita o próprio ritmo, e usa o tempo como ferramenta de observação, não de punição.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Para quem já sente que vive num mundo de regras e cronômetros, essa abordagem pode ser mais leve e sustentável.&lt;/p&gt;




&lt;h2&gt;
  
  
  E quando nada disso parece suficiente?
&lt;/h2&gt;

&lt;p&gt;Não existe estratégia de organização que cure burnout, mesmo que vários textos sobre TDAH, burnout e saúde mental reforçam que descanso, redução de carga e apoio profissional são parte fundamental do processo. A vida não para, os projetos e contas continuam a chegar&lt;/p&gt;

&lt;blockquote&gt;
&lt;p&gt;Nessa encruzilhada, talvez a pergunta não seja “como ser mais produtiva”. Talvez seja &lt;strong&gt;&lt;em&gt;“como diminuir o caos o suficiente para funcionar sem me quebrar inteira”&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;.&lt;/p&gt;
&lt;/blockquote&gt;

&lt;h4&gt;
  
  
  Alguns pontos que aparecem com frequência nas minhas pesquisas:
&lt;/h4&gt;

&lt;ul&gt;
&lt;li&gt;Evitar multitarefa sempre que possível, mesmo que o cérebro queira abrir cinco coisas ao mesmo tempo.
&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Buscar companhia para iniciar tarefas (o famoso body doubling), que ajuda a atravessar a barreira do começo.
&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Tentar manter o básico de sono, alimentação e pausas mínimas, não como receita mágica, mas como sustentação do pouco foco disponível.&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;

&lt;p&gt;E, às vezes, organização realista é olhar para o Projeto A e o Projeto B, e decidir que um deles vai ficar mais simples do que você idealizou. Não por falta de capacidade, mas por &lt;strong&gt;autoconservação&lt;/strong&gt;.&lt;/p&gt;




&lt;h2&gt;
  
  
  Referências
&lt;/h2&gt;

&lt;p&gt;Se você quiser se aprofundar mais (ou indicar conteúdo para alguém), algumas fontes e materiais  que eu gosto de ler:&lt;/p&gt;

&lt;ul&gt;
&lt;li&gt;Meus testes pessoais durante 4 anos de terapia e autoavaliação de como fazer a vida andar, mesmo com o céu caindo na minha cabeça. Se quiser conversar, sinta-se livre pra me chamar no instagram &lt;a href="https://www.instagram.com/viitoriazzp/" rel="noopener noreferrer"&gt;@viitoriazzp&lt;/a&gt; &lt;/li&gt;
&lt;li&gt;&lt;a href="https://www.additudemag.com/how-to-stop-procrastinating-adhd/" rel="noopener noreferrer"&gt;A Deceptively Simple System for Getting More Done with ADHD - additude&lt;/a&gt;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;&lt;a href="https://aliabdaal.com/feel-good-productivity/" rel="noopener noreferrer"&gt;Ebook: Feel-Good Productivity - Ali Abdaal&lt;/a&gt;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;&lt;a href="https://www.amazon.com.br/Controlando-Depress%C3%A3o-com-Para-Leigos-ebook/dp/B07HCPFTLD" rel="noopener noreferrer"&gt;Ebook: Controlando a Depressão com TCC Para Leigos - Brian Thompson&lt;/a&gt;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;&lt;a href="https://www.youtube.com/@Psych2go" rel="noopener noreferrer"&gt;Canal de videos: Psycho2Go&lt;/a&gt;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;&lt;a href="https://www.youtube.com/watch?v=u53dtQsDbdU" rel="noopener noreferrer"&gt;Video: End Doom Scrolling in 30 Days! (ADHD Dopamine Fix) - Hayley Honeyman&lt;/a&gt;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;&lt;a href="https://www.youtube.com/watch?v=XOrytScuL28" rel="noopener noreferrer"&gt;Video: How to Recognize, Manage &amp;amp; Avoid Dysregulation- Hayley Honeyman&lt;/a&gt;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;&lt;a href="https://www.youtube.com/watch?v=psmAfHtxwVA" rel="noopener noreferrer"&gt;Video: The ADHD Organizational/Schedule Hack You NEED!- Hayley Honeyman&lt;/a&gt;&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;

&lt;p&gt;Se esses conteúdos não conversarem com a sua realidade, talvez seja justamente porque ainda faltam textos escritos por quem está vivendo isso na pele.  E, nesse caso, seu próprio relato já é uma parte importante dessa biblioteca que ainda não existe.&lt;/p&gt;

</description>
      <category>braziliandevs</category>
      <category>productivity</category>
      <category>mentalhealth</category>
      <category>career</category>
    </item>
    <item>
      <title>Entrei pra fazer networking, mas não imaginava o que ia encontrar...</title>
      <dc:creator>vitoriazzp</dc:creator>
      <pubDate>Sun, 24 May 2026 00:29:09 +0000</pubDate>
      <link>https://dev.to/limonada/entrei-pra-fazer-networking-mas-nao-imaginava-o-que-ia-encontrar-4b57</link>
      <guid>https://dev.to/limonada/entrei-pra-fazer-networking-mas-nao-imaginava-o-que-ia-encontrar-4b57</guid>
      <description>&lt;blockquote&gt;
&lt;p&gt;Participar ativamente de uma comunidade é um dos processos de desenvolvimento mais silenciosos que existem. &lt;/p&gt;
&lt;/blockquote&gt;

&lt;p&gt;A gente não percebe enquanto acontece. Você aparece num evento, contribui com uma ideia num projeto, responde uma dúvida num canal e parece pouca coisa. Mas vai acumulando.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;De repente você tá se comunicando melhor. Organizando pensamentos antes de mandar uma mensagem. Tendo criatividade pra contribuir com algo que não é só seu, mas que tem um pouco de você.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;São as famosas soft skills. Aquelas que todo mundo pede em vaga e quase ninguém consegue desenvolver dentro de uma sala de aula.&lt;/p&gt;

&lt;h2&gt;
  
  
  O que muda quando você escolhe estar ali
&lt;/h2&gt;

&lt;p&gt;No trabalho, você aparece porque precisa. &lt;strong&gt;Na comunidade&lt;/strong&gt;, você aparece &lt;strong&gt;&lt;em&gt;porque quer&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;. E essa diferença muda a forma como você se relaciona com tudo: com os prazos, com a colaboração, com os erros, com as pessoas.&lt;br&gt;
Quando você topa contribuir com um projeto comunitário sabendo que não vai ganhar nada além da experiência, algo se acomoda de um jeito diferente dentro de você. &lt;/p&gt;

&lt;blockquote&gt;
&lt;p&gt;Você aprende a colaborar sem competir. A melhorar sem precisar provar nada. A construir junto, considerando o ritmo de outras pessoas, padrões coletivos, melhoria contínua, tudo isso num espaço que muitas vezes cabe na palma da mão.&lt;/p&gt;
&lt;/blockquote&gt;

&lt;p&gt;E tem algo muito específico que acontece nesses espaços: você ajuda alguém que tá passando por uma situação que você passou há pouco tempo. Uma dúvida, uma insegurança, um momento de travamento. E o fato de você estar ali, com aquela experiência ainda fresca, faz diferença real pra aquela pessoa.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Isso não aparece no currículo. Mas fica em você.&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;




&lt;h2&gt;
  
  
  O voluntariado que não foi planejado, mas fez todo sentido
&lt;/h2&gt;

&lt;p&gt;Durante anos participei da &lt;a href="https://dev.to/he4rt"&gt;Heart Developers&lt;/a&gt; como membro. Sempre achei que era um lugar acessível de verdade, não só pra se conectar com pessoas, mas pra se desenvolver de formas que você não encontra em outros lugares.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Compartilhava isso com amigos, com pessoas do meu círculo, naturalmente.&lt;br&gt;
Foi do ano passado pra cá que minha postura mudou. Comecei a me envolver cada vez mais com a parte de moderação e administrativa da comunidade, e também a buscar uma modalidade dentro dela onde eu pudesse contribuir e me sentir parte de algo. Algo que sempre me trouxe boas experiências nos anos que estive na área de tecnologia.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;E foi exatamente isso que o voluntariado me ensinou que eu não esperava: - Que contribuir sem uma função formal também é crescimento. &lt;/p&gt;

&lt;ul&gt;
&lt;li&gt;Que organizar, moderar, cuidar de um espaço coletivo desenvolve habilidades que nenhum projeto solo desenvolve. &lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Comunicação com contexto, responsabilidade com o que é de todos, paciência com processos que não dependem só de você.&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;

&lt;p&gt;Foi a partir dessa mudança na He4rt que comecei a buscar outras comunidades também. &lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Passei a pesquisar em plataformas que já usava, Discord, LinkedIn, Twitch, com um olhar diferente. Foi assim que encontrei o Friends of Figma Porto Alegre, e outras comunidades que foram ampliando minha rede de pessoas em tecnologia de um jeito que o networking tradicional nunca teria feito.&lt;/p&gt;




&lt;h3&gt;
  
  
  Como encontrar comunidades que valem o seu tempo
&lt;/h3&gt;

&lt;blockquote&gt;
&lt;p&gt;Não existe fórmula, mas tem alguns caminhos que funcionaram pra mim e que podem fazer sentido pra você também.&lt;/p&gt;
&lt;/blockquote&gt;

&lt;ol&gt;
&lt;li&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Saiba o que você quer além do networking&lt;/strong&gt;: &lt;br&gt;
Pode parecer óbvio, mas faz diferença. No meu caso, eu queria fazer parte de algo, contribuir de verdade, e também me distrair um pouco do boom de IA que tá em todo lugar. Ter clareza sobre isso ajuda a filtrar o que faz sentido e o que não faz.&lt;/p&gt;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Busque nas plataformas que você já usa:&lt;/strong&gt;&lt;br&gt;
Discord, LinkedIn, Twitch, não precisa ir longe. Palavras-chave simples como "comunidade", "tecnologia", "UX design" já trazem resultados relevantes. O segredo é pesquisar com intenção, não só passivamente.&lt;/p&gt;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Entenda quais iniciativas aquela comunidade tem:&lt;/strong&gt;&lt;br&gt;
Antes de se envolver, observe. A comunidade só consome conteúdo ou também produz? Tem espaço pra voluntariado, projetos, colaboração? Você consegue enxergar uma forma de se desenvolver ali? Quando a resposta é sim, pertencimento vem naturalmente.&lt;/p&gt;&lt;/li&gt;
&lt;/ol&gt;




&lt;h4&gt;
  
  
  Por exemplo, duas comunidades que têm construído comigo:
&lt;/h4&gt;

&lt;p&gt;A &lt;strong&gt;Heart Developers&lt;/strong&gt; foi onde tudo começou a fazer mais sentido. Um lugar onde tecnologia e pessoas andam juntas, onde o papo não precisa ser só técnico pra ser relevante, e onde eu encontrei espaço pra contribuir de formas que não esperava.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&lt;em&gt;Encontro do PHP Pub SP + He4rt Devs, Maio de 2026&lt;/em&gt;&lt;br&gt;
&lt;a href="https://media2.dev.to/dynamic/image/width=800%2Cheight=%2Cfit=scale-down%2Cgravity=auto%2Cformat=auto/https%3A%2F%2Fdev-to-uploads.s3.amazonaws.com%2Fuploads%2Farticles%2Fx9rtdgq73eoqe5v1298m.jpg" class="article-body-image-wrapper"&gt;&lt;img src="https://media2.dev.to/dynamic/image/width=800%2Cheight=%2Cfit=scale-down%2Cgravity=auto%2Cformat=auto/https%3A%2F%2Fdev-to-uploads.s3.amazonaws.com%2Fuploads%2Farticles%2Fx9rtdgq73eoqe5v1298m.jpg" alt="heartdevs no php pub sp" width="800" height="600"&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;O &lt;strong&gt;Friends of Figma Porto Alegre&lt;/strong&gt; chegou depois, como parte dessa busca ativa por comunidades. E trouxe algo que eu não estava procurando diretamente: a percepção de que design é, antes de qualquer coisa, um assunto coletivo. Eventos, trocas, perspectivas diferentes sobre pessoas e seus desafios diários. &lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&lt;em&gt;Especial dia das Mulheres com Friends Of Figma, Março de 2026&lt;/em&gt;&lt;br&gt;
&lt;a href="https://media2.dev.to/dynamic/image/width=800%2Cheight=%2Cfit=scale-down%2Cgravity=auto%2Cformat=auto/https%3A%2F%2Fdev-to-uploads.s3.amazonaws.com%2Fuploads%2Farticles%2Fi5sh16667y7aawap7qyc.png" class="article-body-image-wrapper"&gt;&lt;img src="https://media2.dev.to/dynamic/image/width=800%2Cheight=%2Cfit=scale-down%2Cgravity=auto%2Cformat=auto/https%3A%2F%2Fdev-to-uploads.s3.amazonaws.com%2Fuploads%2Farticles%2Fi5sh16667y7aawap7qyc.png" alt="fof 2026" width="799" height="544"&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;

&lt;blockquote&gt;
&lt;p&gt;As duas têm algo em comum que não é fácil de construir: um ambiente onde você pode aparecer sem precisar fingir que já sabe tudo.&lt;/p&gt;
&lt;/blockquote&gt;




&lt;h2&gt;
  
  
  Por que isso importa mais do que parece
&lt;/h2&gt;

&lt;p&gt;A gente fala muito sobre cursos, certificações, portfólio. Fala menos sobre o que acontece quando você simplesmente aparece, participa e se deixa fazer parte de algo que também tá crescendo.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;A pessoa que você vai ser daqui a alguns anos não vai ser moldada só pelas ferramentas que aprendeu. Vai ser moldada pelas conversas que teve, pelos projetos que topou sem ter certeza, pelas pessoas que ajudou e pelas que te ajudaram.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Comunidade é isso. Um crescimento que acontece junto, quase sem você perceber, e que um dia você olha pra trás e vê claramente.&lt;br&gt;
Se você ainda não encontrou a sua, vale procurar!&lt;/p&gt;

</description>
      <category>braziliandevs</category>
      <category>community</category>
      <category>beginners</category>
      <category>networking</category>
    </item>
    <item>
      <title>Microsoft Teams: como fazer bom uso para o dia a dia</title>
      <dc:creator>vitoriazzp</dc:creator>
      <pubDate>Fri, 06 Feb 2026 01:25:27 +0000</pubDate>
      <link>https://dev.to/limonada/microsoft-teams-como-fazer-bom-uso-para-o-dia-a-dia-3e77</link>
      <guid>https://dev.to/limonada/microsoft-teams-como-fazer-bom-uso-para-o-dia-a-dia-3e77</guid>
      <description>&lt;p&gt;Microsoft Teams ou apenas Teams para os mais íntimos! é uma plataforma de agendamento de reuniões da Microsoft, similar ao Google Meet e Zoom, ela faz parte do pacote office.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Aqui no trabalho por conta do uso dos programas Microsoft, o uso frequente  e eficiente do Teams também se faz essencial. Em vista disso, eu trouxe algumas dicas e funcionalidades que ajudam a minha rotina a ser mais leve.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Bom, vamos lá?&lt;/p&gt;

&lt;h2&gt;
  
  
  1. Assistente de agendamento
&lt;/h2&gt;

&lt;p&gt;&lt;a href="https://media2.dev.to/dynamic/image/width=800%2Cheight=%2Cfit=scale-down%2Cgravity=auto%2Cformat=auto/https%3A%2F%2Fdev-to-uploads.s3.amazonaws.com%2Fuploads%2Farticles%2Ffqn01cg5y8kcad8mc7ln.png" class="article-body-image-wrapper"&gt;&lt;img src="https://media2.dev.to/dynamic/image/width=800%2Cheight=%2Cfit=scale-down%2Cgravity=auto%2Cformat=auto/https%3A%2F%2Fdev-to-uploads.s3.amazonaws.com%2Fuploads%2Farticles%2Ffqn01cg5y8kcad8mc7ln.png" alt="captura do assistente de agendamento do teams" width="800" height="371"&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;

&lt;ol&gt;
&lt;li&gt;selecione todas as pessoas que irão participar da agenda;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;clique em assistente de agendamento&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;visualize quais gaps (intervalos) de agenda estão livres para todos os integrantes&lt;/li&gt;
&lt;/ol&gt;

&lt;p&gt;Nessa visualização fica bem mais fácil de visualizar e também de agendar uma reunião que precise da participação de gerentes ou de todo o time de desenvolvimento &lt;/p&gt;

&lt;h2&gt;
  
  
  2. Em chats: crie uma seção para "agrupar"
&lt;/h2&gt;

&lt;p&gt;Se assim como eu você também faz muitas reuniões, criar seções pode ser um caminho de organizar e agrupar as tuas reuniões&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&lt;a href="https://media2.dev.to/dynamic/image/width=800%2Cheight=%2Cfit=scale-down%2Cgravity=auto%2Cformat=auto/https%3A%2F%2Fdev-to-uploads.s3.amazonaws.com%2Fuploads%2Farticles%2Favxo7xpx3bp6mwurbklh.png" class="article-body-image-wrapper"&gt;&lt;img src="https://media2.dev.to/dynamic/image/width=800%2Cheight=%2Cfit=scale-down%2Cgravity=auto%2Cformat=auto/https%3A%2F%2Fdev-to-uploads.s3.amazonaws.com%2Fuploads%2Farticles%2Favxo7xpx3bp6mwurbklh.png" alt="criar seção no teams" width="800" height="877"&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;

&lt;h2&gt;
  
  
  3. Agendamento de Mensagem
&lt;/h2&gt;

&lt;p&gt;Digite a sua mensagem de texto, mas antes de tocar na tecla Enter, pegue o mouse e toque com o botão direito do mouse, em seguida irá aparecer para agendar&lt;br&gt;
&lt;a href="https://media2.dev.to/dynamic/image/width=800%2Cheight=%2Cfit=scale-down%2Cgravity=auto%2Cformat=auto/https%3A%2F%2Fdev-to-uploads.s3.amazonaws.com%2Fuploads%2Farticles%2F8hn9ig98jlpjw9vn0676.png" class="article-body-image-wrapper"&gt;&lt;img src="https://media2.dev.to/dynamic/image/width=800%2Cheight=%2Cfit=scale-down%2Cgravity=auto%2Cformat=auto/https%3A%2F%2Fdev-to-uploads.s3.amazonaws.com%2Fuploads%2Farticles%2F8hn9ig98jlpjw9vn0676.png" alt="assistente de agendar mensagens" width="800" height="264"&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;

&lt;h2&gt;
  
  
  4. Estruture a sua reunião
&lt;/h2&gt;

&lt;p&gt;Uma reunião costuma ser de 30min, 1h ou no máximo 2h são para resolver um problema ou levantar ideias. É importante deixar claro aos participantes sobre &lt;strong&gt;o que é&lt;/strong&gt; e &lt;strong&gt;como&lt;/strong&gt; planeja fazer isso. Seja por meio de uma planilha, por meio de uma pergunta de provocação ou outro material.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Mostrar a quem participa que você preparou algo, mesmo que de forma básica e objetiva vai tornar a agenda mais assertiva e consequentemente pode trazer mais resultado.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Outras formas de tornar a estrutura notável, é seguir algumas dicas como:&lt;/p&gt;

&lt;ul&gt;
&lt;li&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;título&lt;/strong&gt; nome squad: assunto&lt;br&gt;
Ex: Time Tech Arrecadação: Uso do cursor por desenvolvedores&lt;/p&gt;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Pessoas obrigatórias:&lt;/strong&gt; quem tu precisa pra resolver o problema - seja teu colega&lt;/p&gt;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Pessoas opcionais:&lt;/strong&gt; quem pode contribuir, mas não é essencial&lt;br&gt;
descrição: coloque aqui o objetivo da reunião&lt;/p&gt;&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;

</description>
      <category>beginners</category>
      <category>meeting</category>
      <category>productivity</category>
    </item>
    <item>
      <title>8 formas de fazer networking em Tecnologia</title>
      <dc:creator>vitoriazzp</dc:creator>
      <pubDate>Fri, 30 Jan 2026 21:24:47 +0000</pubDate>
      <link>https://dev.to/limonada/8-formas-de-fazer-networking-em-tecnologia-2ane</link>
      <guid>https://dev.to/limonada/8-formas-de-fazer-networking-em-tecnologia-2ane</guid>
      <description>&lt;p&gt;Sempre fui bem tímida, do tipo que ensaia mentalmente antes de puxar qualquer conversa. Também tenho aquele cansaço social que chega sem avisar, o que às vezes atrapalha até o básico da interação. Mesmo assim, gosto muito dos eventos de tecnologia. Gosto do ambiente, das ideias circulando, das pessoas empolgadas com as mesmas coisas que eu, mesmo quando meu cérebro está pedindo um tempo.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;No DevFest 2025, enquanto conversava com uma amiga que é ainda mais tímida que eu, percebi como a gente cria muitas expectativas sobre o que “deveria” ser networking. E, sinceramente, não precisa ser nada grandioso. Dá pra fazer parte da comunidade de um jeito mais leve, sem pressão para virar a pessoa mais sociável do evento.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Reuni aqui 8 formas realistas de fazer networking em tecnologia quando você é tímida, mas ainda assim gosta desse universo.&lt;/p&gt;

&lt;h3&gt;
  
  
  1. Ir a eventos presenciais de tecnologia, no seu ritmo
&lt;/h3&gt;

&lt;p&gt;Você não precisa conversar com todo mundo. Dá para assistir às palestras, tomar um café, observar o ambiente e, se surgir uma oportunidade natural de trocar algumas palavras com alguém, ótimo. Se não acontecer, tudo bem também. Só o fato de estar ali já conta.&lt;/p&gt;

&lt;h3&gt;
  
  
  2. Contribuir com projetos open source ou construir algo em público
&lt;/h3&gt;

&lt;p&gt;Quando falar com pessoas parece difícil, o código ou o próprio projeto fazem o papel de apresentação. Contribuir, documentar processos ou mostrar seu progresso publicamente é um jeito silencioso de se conectar com a comunidade.&lt;/p&gt;

&lt;h3&gt;
  
  
  3. Entrar em comunidades ou grupos online
&lt;/h3&gt;

&lt;p&gt;Grupos no Discord, Slack ou WhatsApp permitem interações mais controladas, no seu tempo. É mais fácil conhecer pessoas quando você pode escrever, pausar, pensar e voltar depois, sem a pressão da conversa ao vivo.&lt;/p&gt;

&lt;h3&gt;
  
  
  4. Participar de desafios digitais e compartilhar o processo
&lt;/h3&gt;

&lt;p&gt;Desafios como &lt;a href="https://100diasdecodigo.dev/" rel="noopener noreferrer"&gt;#100diasdecodigo&lt;/a&gt; ou trilhas temáticas são ótimos para criar conexões espontâneas. Quando você compartilha seu progresso nas redes que gosta, outras pessoas que estão passando pelo mesmo processo acabam se aproximando.&lt;/p&gt;

&lt;h3&gt;
  
  
  5. Participar de hackathons
&lt;/h3&gt;

&lt;p&gt;Mesmo que dê um frio na barriga, hackathons criam um ambiente de colaboração intensa. Todo mundo está focado, cansado e tentando resolver problemas juntos, o que ajuda a quebrar a barreira da timidez de um jeito mais natural.&lt;/p&gt;

&lt;h3&gt;
  
  
  6. Registrar aprendizados nas redes que você prefere
&lt;/h3&gt;

&lt;p&gt;Pode ser Instagram, Dev.to, LinkedIn, o que combinar com você. Contar o que está estudando ou fazendo abre espaço para que outras pessoas se identifiquem e troquem ideias, sem precisar puxar conversa do nada.&lt;/p&gt;

&lt;h3&gt;
  
  
  7. Fazer pequenas trocas e mini-mentorias
&lt;/h3&gt;

&lt;p&gt;Ajudar alguém com uma dúvida, revisar um portfólio ou compartilhar uma experiência simples já é networking. Essas micro interações criam conexões verdadeiras, especialmente na comunidade brasileira de tecnologia, que costuma ser bem colaborativa.&lt;/p&gt;

&lt;h3&gt;
  
  
  8. Participar de encontros pequenos e temáticos
&lt;/h3&gt;

&lt;p&gt;Meetups menores, grupos de estudo e cafés de tecnologia são ambientes mais tranquilos para quem é tímida. Conversas mais curtas, grupos reduzidos e menos ruído facilitam a interação e deixam tudo menos intimidador.&lt;/p&gt;

&lt;h3&gt;
  
  
  No fim das contas
&lt;/h3&gt;

&lt;p&gt;Networking não precisa ser uma performance. Pode ser devagar, com pausas, no seu ritmo. Não é sobre falar com todo mundo, mas sobre se permitir existir na comunidade do jeito que funciona para você. Cada pequena participação, seja online ou presencial, já é uma forma de se conectar.&lt;/p&gt;

</description>
      <category>productivity</category>
      <category>networking</category>
      <category>tutorial</category>
      <category>braziliandevs</category>
    </item>
    <item>
      <title>10 meses como designer de serviço e 5 aprendizados</title>
      <dc:creator>vitoriazzp</dc:creator>
      <pubDate>Wed, 15 Oct 2025 08:22:33 +0000</pubDate>
      <link>https://dev.to/limonada/10-meses-como-designer-de-servico-e-5-aprendizados-4p2b</link>
      <guid>https://dev.to/limonada/10-meses-como-designer-de-servico-e-5-aprendizados-4p2b</guid>
      <description>&lt;blockquote&gt;
&lt;p&gt;O melhor framework é aquele que deixa claro o processo do stackeholder para qualquer pessoa que acessar o conteúdo... &lt;/p&gt;
&lt;/blockquote&gt;

&lt;h2&gt;
  
  
  Prólogo
&lt;/h2&gt;

&lt;p&gt;Antes de me tornar designer de serviço e estudar pra melhorar processos e serviços, eu trabalhava na manutenção de design systems pra designers e desenvolvedores, também atuei cross em um time de design ops.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Quando me foi oferecido participar de um novo time que iria tratar do fim da esteira de contratação e pagamento do parcelamento de cédula de crédito bancária (CCB) por clientes Energisa.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Aqui compartilho alguns dos meus aprendizados atuando na função como designer de serviço e produto específica para produtos financeiros do meio elétrico. Mas que podem ser replicados em outros nichos do mercado financeiro.&lt;/p&gt;

&lt;h2&gt;
  
  
  Introdução
&lt;/h2&gt;

&lt;p&gt;O design de serviço melhora as experiências do usuário e do funcionário ao projetar, alinhar e otimizar as operações de uma organização para dar melhor suporte às jornadas do cliente (Ref: &lt;a href="https://www.nngroup.com/articles/service-design-101/" rel="noopener noreferrer"&gt;NNGroup&lt;/a&gt;, 2017)&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Perguntas que eu me fiz durante a contextualização do produto:&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;

&lt;ul&gt;
&lt;li&gt;O que é o nosso serviço?&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Quem são nossos clientes diretos (funcionários) e indiretos (clientes finais)?&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Como a minha comunicação pode ser mais efetiva internamente?&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Como eu posso explicar o produto de CCB recuperação de forma simples?&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;O que é esperado de mim?&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;

&lt;p&gt;Foram algumas das questões que eu levantei e continuo levantando sempre que uma nova iniciativa é passada pra mim no trabalho. Algumas delas estão específicas do produto, já outras poderiam ser adaptadas a qualquer processo de discovery ou processo de design! Compartilho aqui as principais descobertas:&lt;/p&gt;

&lt;h2&gt;
  
  
  1. A Essência de Entender: Comunicação e Escuta Ativa
&lt;/h2&gt;

&lt;p&gt;Entrar no universo de produtos financeiros significou, primeiramente, aprender um novo vocabulário. A comunicação clara e a escuta ativa se revelaram habilidades essenciais. Rapidamente percebi que, para compreender termos técnicos, fluxos operacionais e as expectativas do negócio, era preciso uma postura aberta ao aprendizado e ao diálogo constante com especialistas e stakeholders.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;A escuta ativa foi fundamental para captar nuances, identificar problemas reais, alinhar expectativas e traduzir requisitos complexos de forma compreensível para toda a equipe. Fazer as perguntas certas, ouvir atentamente e registrar os aprendizados foram diferenciais que aceleraram meu entendimento e fortaleceram as soluções de design junto às áreas financeiras e operacionais.&lt;/p&gt;

&lt;h2&gt;
  
  
  2. O Desafio de Equilibrar Perspectivas: Cliente, Colaborador e Negócio
&lt;/h2&gt;

&lt;p&gt;Projetar soluções financeiras para o grupo Energisa exige equilibrar as necessidades de diferentes partes: o funcionário, o cliente final e os objetivos do negócio. Com pouca experiência no setor financeiro, o desafio inicial era evitar focar apenas em uma dessas perspectivas.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Aprendi a utilizar rituais de pesquisa, análise de jornada e cocriação para assegurar que todas as visões fossem consideradas. Qualquer decisão de design precisava levar em conta os impactos diretos na operação, na experiência dos colaboradores e na entrega de valor ao cliente, sem desconsiderar os objetivos estratégicos da empresa. Esse equilíbrio é alcançado através de testes e refinamentos contínuos, permitindo que as soluções evoluam de maneira sustentável para todos os envolvidos.&lt;/p&gt;

&lt;h2&gt;
  
  
  3. A Realidade do Trabalho em Equipe Multidisciplinar
&lt;/h2&gt;

&lt;p&gt;A complexidade dos projetos financeiros exige uma colaboração intensa entre diferentes times e especialidades. Percebi na prática que o trabalho multidisciplinar com tecnologia, produtos, jurídico e financeiro é inevitável. Com pouca expertise específica, a postura de aprendizado, a contribuição ativa e a busca por apoio foram rotineiras.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Participar de reuniões me mostrou que compartilhar dúvidas, apresentar descobertas e propor soluções aumentava o engajamento dos demais e ajudava a superar obstáculos. A maturidade da equipe se reflete na capacidade de resolver conflitos e convergir para soluções efetivas, mesmo quando se conduz processos pouco familiares.&lt;/p&gt;

&lt;h2&gt;
  
  
  4. Mapeando Processos “Fantasmas” e Manuais
&lt;/h2&gt;

&lt;p&gt;Em departamentos que buscam digitalizar ou automatizar processos financeiros, é comum encontrar fluxos manuais, etapas pouco documentadas e as chamadas tarefas “fantasmas” – aquelas cuja razão de existência não é clara. Para mim, com pouca vivência prévia, mapear esses processos tornou-se uma parte essencial do trabalho.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Isso significou investigar cada etapa com metodologia, entrevistas e acompanhamento (“shadowing”) para entender os reais motivos, identificar oportunidades de automação e eliminar tarefas que não agregam valor. O objetivo final era tornar as jornadas mais fluidas, menos suscetíveis a erros e mais transparentes para todas as equipes.&lt;/p&gt;

&lt;h2&gt;
  
  
  5. Simplicidade efetiva, é melhor que framework complexo
&lt;/h2&gt;

&lt;p&gt;No dia a dia das iniciativas financeiras, ficou evidente que soluções simples, bem desenhadas e comunicadas, geram mais impacto do que frameworks complexos que muitas vezes permanecem apenas na teoria. Para um designer com menos experiência, focar na simplicidade – seja em fluxos, interfaces ou propostas de valor – garante entregas mais rápidas, flexibilidade para iteração e maior inclusão das áreas envolvidas. O conceito de “menos é mais” provou ser especialmente verdadeiro em ambientes de transição, onde o objetivo é facilitar o entendimento, ganhar a adesão dos usuários e gerar resultados tangíveis em curto prazo.&lt;/p&gt;

&lt;h2&gt;
  
  
  Conclusão:
&lt;/h2&gt;

&lt;p&gt;Mesmo com pouca experiência em produtos financeiros, um designer de serviço utiliza a comunicação, a colaboração, a atenção à simplicidade e o foco constante no equilíbrio das experiências como pilares para navegar pelos desafios e gerar impacto nas iniciativas do grupo Energisa. Essas competências são fundamentais para desenvolver e entregar soluções que realmente façam a diferença.&lt;/p&gt;

</description>
      <category>productivity</category>
      <category>servicedesign</category>
      <category>beginners</category>
    </item>
    <item>
      <title>3 práticas para tirar dúvidas em palestras ou eventos</title>
      <dc:creator>vitoriazzp</dc:creator>
      <pubDate>Sat, 19 Jul 2025 18:27:46 +0000</pubDate>
      <link>https://dev.to/limonada/3-praticas-para-tirar-duvidas-em-palestras-ou-eventos-2ma6</link>
      <guid>https://dev.to/limonada/3-praticas-para-tirar-duvidas-em-palestras-ou-eventos-2ma6</guid>
      <description>&lt;p&gt;Antes de começar é importante saber que o &lt;em&gt;desconforto&lt;/em&gt;, a &lt;em&gt;ansiedade&lt;/em&gt; e a &lt;em&gt;vergonha&lt;/em&gt; são &lt;strong&gt;sensações e sentimentos comuns&lt;/strong&gt; entre pessoas que não costumam chegar até outras para perguntar algo. &lt;strong&gt;&lt;em&gt;Tu não está sozinho nessa!&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Aqui vou descrever 3 práticas que eu venho colocando em prática em eventos ou ambientes de networking nos últimos meses pra não levar as dúvidas pra casa, podem ser fáceis ou mais difíceis pra ti, mas ai me conta nos comentários, fecho?&lt;/p&gt;

&lt;h2&gt;
  
  
  1- Espere a palestra ou fala da pessoa acabar
&lt;/h2&gt;

&lt;p&gt;Se tu, assim como eu não tem o costume de falar em ambientes com muitas pessoas, essa é a opção certa pra ti! Se estiver em um desses ambientes é bom que tu tenha um bloco de notas no celular e anote todas as dúvidas e falas do palestrante que as dúvidas se relacionem.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Espere até que a palestre acabe, se levante e chame o palestrante pelo nome e pergunta se tem 5min para tirar umas dúvidas. Diga seu nome, apresente a fala do palestrante (contexto) e faça a pergunta. E pronto, se ele não compreender bem, tente trazer uma analogia ou um pouco mais de contexto para que ele compreenda bem o que você pensou.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Mas se for o caso de estar em um ambiente reduzido, e precisa conversar diretamente com a pessoa, então:&lt;br&gt;
1- Se apresente nome, idade&lt;br&gt;
2- Comente a respeito do que a pessoa estava falando e se for o caso elogie ou critique gentilmente para que você "quebre o gelo"&lt;br&gt;
3- Dê contexto se necessário e faça a pergunta.&lt;/p&gt;

&lt;h2&gt;
  
  
  2- Anote para formular bem a pergunta
&lt;/h2&gt;

&lt;p&gt;Se tu tem dificuldade em lembrar ou explicar as próprias dúvidas, então essa dica é pra ti!&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Pegue um aplicativo de bloco de notas ou uma folha de papel para escrever na mão as duvidas que você tiver durante a fala do palestrante. Respire fundo se precisar e então faça a pergunta.&lt;/p&gt;

&lt;h2&gt;
  
  
  3- Levante a mão ou se aproxime e pergunte
&lt;/h2&gt;

&lt;p&gt;Mais comum entre extrovertidos, mas não é um impeditivo pra ti não tentar fazer similar viu? Confesso que ainda estou no processo pra pegar o microfone e fazer a pergunta em multidões, mas aguardar a palestra finalizar para ir até o palestrante vem sendo minha abordagem favorita.&lt;/p&gt;

&lt;blockquote&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;E você quais abordagens utiliza para enfrenta o medo ou a vergonha&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;/blockquote&gt;

</description>
      <category>beginners</category>
      <category>learning</category>
      <category>softskill</category>
    </item>
    <item>
      <title>4 Plataformas para você aprender UX Design</title>
      <dc:creator>vitoriazzp</dc:creator>
      <pubDate>Fri, 20 Dec 2024 16:47:32 +0000</pubDate>
      <link>https://dev.to/limonada/4-plataformas-para-voce-aprender-ux-design-3cg0</link>
      <guid>https://dev.to/limonada/4-plataformas-para-voce-aprender-ux-design-3cg0</guid>
      <description>&lt;h2&gt;
  
  
  1 UXCel
&lt;/h2&gt;

&lt;p&gt;&lt;a href="https://media2.dev.to/dynamic/image/width=800%2Cheight=%2Cfit=scale-down%2Cgravity=auto%2Cformat=auto/https%3A%2F%2Fdev-to-uploads.s3.amazonaws.com%2Fuploads%2Farticles%2Fyjbsdr9xb08wxr9utaxb.png" class="article-body-image-wrapper"&gt;&lt;img src="https://media2.dev.to/dynamic/image/width=800%2Cheight=%2Cfit=scale-down%2Cgravity=auto%2Cformat=auto/https%3A%2F%2Fdev-to-uploads.s3.amazonaws.com%2Fuploads%2Farticles%2Fyjbsdr9xb08wxr9utaxb.png" alt="Imagem da página incial mostrando produtos da UXCel" width="800" height="443"&gt;&lt;/a&gt;&lt;br&gt;
Acesse em: &lt;a href="https://uxcel.com/" rel="noopener noreferrer"&gt;https://uxcel.com/&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;

&lt;h2&gt;
  
  
  2 Sharpen Design
&lt;/h2&gt;

&lt;p&gt;&lt;a href="https://media2.dev.to/dynamic/image/width=800%2Cheight=%2Cfit=scale-down%2Cgravity=auto%2Cformat=auto/https%3A%2F%2Fdev-to-uploads.s3.amazonaws.com%2Fuploads%2Farticles%2F2s6njv7ui0bw9jcdbp6l.png" class="article-body-image-wrapper"&gt;&lt;img src="https://media2.dev.to/dynamic/image/width=800%2Cheight=%2Cfit=scale-down%2Cgravity=auto%2Cformat=auto/https%3A%2F%2Fdev-to-uploads.s3.amazonaws.com%2Fuploads%2Farticles%2F2s6njv7ui0bw9jcdbp6l.png" alt="Imagem da página incial mostrando produtos da Sharpen Design" width="800" height="412"&gt;&lt;/a&gt;&lt;br&gt;
Acesse em: &lt;a href="https://sharpen.design/" rel="noopener noreferrer"&gt;https://sharpen.design/&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;

&lt;h2&gt;
  
  
  3 UXTools
&lt;/h2&gt;

&lt;p&gt;&lt;a href="https://media2.dev.to/dynamic/image/width=800%2Cheight=%2Cfit=scale-down%2Cgravity=auto%2Cformat=auto/https%3A%2F%2Fdev-to-uploads.s3.amazonaws.com%2Fuploads%2Farticles%2Fj2i22ydeqcsifx99gsoh.png" class="article-body-image-wrapper"&gt;&lt;img src="https://media2.dev.to/dynamic/image/width=800%2Cheight=%2Cfit=scale-down%2Cgravity=auto%2Cformat=auto/https%3A%2F%2Fdev-to-uploads.s3.amazonaws.com%2Fuploads%2Farticles%2Fj2i22ydeqcsifx99gsoh.png" alt="Imagem da página incial mostrando produtos da UXTools" width="800" height="443"&gt;&lt;/a&gt;&lt;br&gt;
Acesse em: &lt;a href="https://uxtools.co/" rel="noopener noreferrer"&gt;https://uxtools.co/&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;

&lt;h2&gt;
  
  
  4 NNGroup
&lt;/h2&gt;

&lt;p&gt;&lt;a href="https://media2.dev.to/dynamic/image/width=800%2Cheight=%2Cfit=scale-down%2Cgravity=auto%2Cformat=auto/https%3A%2F%2Fdev-to-uploads.s3.amazonaws.com%2Fuploads%2Farticles%2Fi4g5dumqjb5itxhxt1kn.png" class="article-body-image-wrapper"&gt;&lt;img src="https://media2.dev.to/dynamic/image/width=800%2Cheight=%2Cfit=scale-down%2Cgravity=auto%2Cformat=auto/https%3A%2F%2Fdev-to-uploads.s3.amazonaws.com%2Fuploads%2Farticles%2Fi4g5dumqjb5itxhxt1kn.png" alt="Imagem da página incial mostrando produtos da NNGroup" width="800" height="427"&gt;&lt;/a&gt;&lt;br&gt;
Acesse em: &lt;a href="https://www.nngroup.com/" rel="noopener noreferrer"&gt;https://www.nngroup.com/&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;

&lt;h1&gt;
  
  
  Conhece alguma outra plataforma?Compartilha comigo nos comentários!👇💜
&lt;/h1&gt;

</description>
      <category>ux</category>
      <category>beginners</category>
      <category>learning</category>
    </item>
    <item>
      <title>3 plugins pro seu Obsidian que aumentam a minha produtividade</title>
      <dc:creator>vitoriazzp</dc:creator>
      <pubDate>Sun, 04 Aug 2024 17:29:06 +0000</pubDate>
      <link>https://dev.to/limonada/3-plugins-pro-seu-obsidian-que-aumentam-a-minha-produtividade-21i2</link>
      <guid>https://dev.to/limonada/3-plugins-pro-seu-obsidian-que-aumentam-a-minha-produtividade-21i2</guid>
      <description>&lt;p&gt;Quando eu comecei a usar o Notion, uma das minhas principais incomodações era que ele era completo e personalizável demais, e isso me atrapalhava para fazer o que de fato precisava fazer: tomar nota e organizar o dia.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Foi aí que passei a buscar por outras opções: trello, clickup, Goodnotes até chegar no obsidian que estou até hoje. Os principais motivos?&lt;/p&gt;

&lt;ul&gt;
&lt;li&gt;Simples&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Objetivo&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Personalizações simples - é como se eu tivesse um caderno e um estojo de canetas e nada mais entende?&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;

&lt;h2&gt;
  
  
  Introdução
&lt;/h2&gt;

&lt;p&gt;Hoje em dia eu uso pelo menos uns 10 plugin para tornar o processo de anotação mais eficiente, trouxe aqui 3 destes que podem tornar teu dia ou processo tão simples, quanto tornam os meus.&lt;/p&gt;

&lt;h2&gt;
  
  
  01 - Chronology
&lt;/h2&gt;

&lt;p&gt;Acompanhar notas de forma cronológica com dia e hora, também te deixa pré-visualizar a nota sem precisar acessar o arquivo direto&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Link: &lt;a&gt;obsidian://show-plugin?id=chronology&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&lt;a href="https://media2.dev.to/dynamic/image/width=800%2Cheight=%2Cfit=scale-down%2Cgravity=auto%2Cformat=auto/https%3A%2F%2Fdev-to-uploads.s3.amazonaws.com%2Fuploads%2Farticles%2Fl219qxp5xe3zluir7h3y.png" class="article-body-image-wrapper"&gt;&lt;img src="https://media2.dev.to/dynamic/image/width=800%2Cheight=%2Cfit=scale-down%2Cgravity=auto%2Cformat=auto/https%3A%2F%2Fdev-to-uploads.s3.amazonaws.com%2Fuploads%2Farticles%2Fl219qxp5xe3zluir7h3y.png" alt="Pré-visualização de como é o plugin na prática" width="800" height="553"&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;

&lt;h2&gt;
  
  
  02 - Natural Language Dates
&lt;/h2&gt;

&lt;p&gt;Já pensou em escrever na próxima semana e o obsidian trazer as datas? sem ter de conferir calendário? Ah, e pode configurar a estrutura também tá? me ajuda muito para planejar as tarefas do mês&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Link: &lt;a&gt;obsidian://show-plugin?id=nldates-obsidian&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&lt;a href="https://media2.dev.to/dynamic/image/width=800%2Cheight=%2Cfit=scale-down%2Cgravity=auto%2Cformat=auto/https%3A%2F%2Fdev-to-uploads.s3.amazonaws.com%2Fuploads%2Farticles%2F14r41khenujuidn5j6pz.png" class="article-body-image-wrapper"&gt;&lt;img src="https://media2.dev.to/dynamic/image/width=800%2Cheight=%2Cfit=scale-down%2Cgravity=auto%2Cformat=auto/https%3A%2F%2Fdev-to-uploads.s3.amazonaws.com%2Fuploads%2Farticles%2F14r41khenujuidn5j6pz.png" alt="Pré-visualização de como é o plugin na prática" width="538" height="247"&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;

&lt;h2&gt;
  
  
  03 - Highlightr
&lt;/h2&gt;

&lt;p&gt;Quando comecei a trazer minhas anotações para o obsidian, uma das ações que eu mais sentia falta era a de marcação de texto. Usei por um tempo o underline, até ver que eu tinha código de cor e fazia FALTA!&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Link: &lt;a&gt;obsidian://show-plugin?id=highlightr-plugin&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&lt;a href="https://media2.dev.to/dynamic/image/width=800%2Cheight=%2Cfit=scale-down%2Cgravity=auto%2Cformat=auto/https%3A%2F%2Fdev-to-uploads.s3.amazonaws.com%2Fuploads%2Farticles%2Fq8x13fr4pnkhclfo6vhv.png" class="article-body-image-wrapper"&gt;&lt;img src="https://media2.dev.to/dynamic/image/width=800%2Cheight=%2Cfit=scale-down%2Cgravity=auto%2Cformat=auto/https%3A%2F%2Fdev-to-uploads.s3.amazonaws.com%2Fuploads%2Farticles%2Fq8x13fr4pnkhclfo6vhv.png" alt="Pré-visualização de como é o plugin na prática" width="800" height="550"&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;




&lt;h2&gt;
  
  
  Gostou desse tipo de postagem?
&lt;/h2&gt;

&lt;p&gt;Deixe um comentário! Me conte quais outros plugin você usa? Ou se já usou alguns destes, o que tu achou?&lt;/p&gt;

</description>
      <category>produtividade</category>
      <category>obisidian</category>
      <category>productivity</category>
      <category>braziliandevs</category>
    </item>
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