<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?>
<rss version="2.0" xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom" xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/">
  <channel>
    <title>DEV Community: Natan Luiz</title>
    <description>The latest articles on DEV Community by Natan Luiz (@nlsilvarts).</description>
    <link>https://dev.to/nlsilvarts</link>
    <image>
      <url>https://media2.dev.to/dynamic/image/width=90,height=90,fit=cover,gravity=auto,format=auto/https:%2F%2Fdev-to-uploads.s3.us-east-2.amazonaws.com%2Fuploads%2Fuser%2Fprofile_image%2F4159826%2F38e38790-ae23-4a7b-9ed3-4046124c5238.jpg</url>
      <title>DEV Community: Natan Luiz</title>
      <link>https://dev.to/nlsilvarts</link>
    </image>
    <atom:link rel="self" type="application/rss+xml" href="https://dev.to/feed/nlsilvarts"/>
    <language>en</language>
    <item>
      <title>Da gráfica ao código: como a IA me ajudou a perder o medo de recomeçar</title>
      <dc:creator>Natan Luiz</dc:creator>
      <pubDate>Sat, 03 Oct 2026 17:26:13 +0000</pubDate>
      <link>https://dev.to/nlsilvarts/da-grafica-ao-codigo-como-a-ia-me-ajudou-a-perder-o-medo-de-recomecar-9an</link>
      <guid>https://dev.to/nlsilvarts/da-grafica-ao-codigo-como-a-ia-me-ajudou-a-perder-o-medo-de-recomecar-9an</guid>
      <description>&lt;p&gt;Passei mais de 16 anos na indústria gráfica e também trabalhei como freelancer no digital. Agora estou migrando para a tecnologia, e percebi que não estou começando do zero. Este é meu primeiro post aqui, e quero contar como tem sido essa virada e o papel da inteligência artificial nela.&lt;/p&gt;

&lt;h2&gt;
  
  
  16 anos entre arquivos, cores e máquinas
&lt;/h2&gt;

&lt;p&gt;Quando comecei a construir minha carreira, as oportunidades que apareciam eram na área gráfica. Fiz cursos gratuitos de Programador Visual Gráfico e Desenhista Gráfico nas Escolas Profissionalizantes Salesianas. Logo depois, consegui meu primeiro emprego numa empresa de etiquetas, onde aprimorei o que tinha aprendido.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Para me especializar, cursei a faculdade de Design Gráfico, de 2011 a 2015. Nesse período, trabalhei em editoras, em comunicação visual e até em gráfica rápida.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Somando tudo, são mais de 16 anos como arte-finalista e impressor de máquinas digitais. Eu fechava arquivos e os ajustava para montar grades de impressão ou criar perfis de cor conforme cada material. Era um trabalho técnico, em que cada detalhe fazia diferença no resultado final.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Nesse tempo, passei por uma gráfica digital e pela indústria de embalagens, onde atuei como designer gráfico sênior. Finalizei arquivos para produção em offset, digital e plotter, e também desenvolvi embalagens.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Desde outubro de 2025, trabalho numa startup do ramo de presentes, focada em tecnologia e produtividade. Lá, atuo como arte-finalista, impressor de máquina digital e designer gráfico.&lt;/p&gt;

&lt;h2&gt;
  
  
  Do impresso ao digital
&lt;/h2&gt;

&lt;p&gt;Tive duas passagens como freelancer em agências de publicidade: de 2021 a 2022 e do fim de 2024 a meados de março de 2025. Atuei como diretor de arte e social media júnior, criando posts e campanhas, inclusive animados, e peças para mídias off-line e digitais.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Meu repertório também inclui identidade visual, branding, vídeos promocionais e motion graphics. No dia a dia, uso Photoshop, Illustrator, InDesign, CorelDRAW, After Effects, Premiere, Figma e ArtiosCAD.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Também fiz projetos de restauração de imagem e transcrição de texto. Foram trabalhos pequenos, para clientes que fui conquistando com o tempo, muitos deles amigos.&lt;/p&gt;

&lt;h2&gt;
  
  
  O medo de recomeçar
&lt;/h2&gt;

&lt;p&gt;Sempre fui apaixonado por tecnologia, mas a oportunidade de entrar na área nunca aparecia. Além disso, o medo de recomeçar me segurava. Eu imaginava estudar por quatro anos ou mais, começar de baixo e, no fim, não chegar a lugar nenhum.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Isso mudou quando comecei a trabalhar com embalagens e conheci a inteligência artificial. Entendi que, com a ajuda dela, poderia mesclar o que já sei com o que gosto de aprender. Foi o empurrão que faltava.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;O trabalho na startup também pesou na decisão. Foi esse ambiente que me motivou a começar a graduação tecnológica em Análise e Desenvolvimento de Sistemas. Comecei no início de 2026, e a conclusão está prevista para o fim de 2027.&lt;/p&gt;

&lt;h2&gt;
  
  
  Como estou me preparando
&lt;/h2&gt;

&lt;p&gt;Além da faculdade, venho complementando a formação com cursos livres:&lt;/p&gt;

&lt;ul&gt;
&lt;li&gt;Implantação de Serviços de Inteligência Artificial em Nuvem (Microsoft AI-900), no SENAI&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Cibersegurança na Nuvem, no SENAI&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Design de UI e UX, no SENAI&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Motion Design, no Campus Layer Lemonade (em andamento)&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;

&lt;h2&gt;
  
  
  O que essa trajetória me ensinou
&lt;/h2&gt;

&lt;p&gt;A gráfica me ensinou a transitar entre setores que falam linguagens diferentes. Conheci os processos de várias áreas da produção, cada uma com suas particularidades, mesmo todas trabalhando pelo mesmo objetivo.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Numa mesma gráfica, fui arte-finalista, designer, orçamentista e atendente, e depois atuei em agências. Por isso conheço as duas pontas: quem produz e quem lida com o cliente.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Vi de perto como o comercial e a produção têm dificuldade de entender um ao outro, o que gera problemas de comunicação. Acredito que posso ser a ponte entre esses dois lados.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Esse desafio também existe na tecnologia, entre quem define o que precisa ser feito e quem constrói. Traduzir uma linguagem para a outra é a bagagem que levo comigo.&lt;/p&gt;

&lt;h2&gt;
  
  
  Onde a IA entra
&lt;/h2&gt;

&lt;p&gt;A IA já faz parte do meu trabalho. Quando voltei a atuar com publicidade, passei a usá-la o tempo todo para gerar imagens das peças e criar conceitos. Também usei bastante nos projetos de restauração de imagem e transcrição de texto.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Meu portfólio também foi construído com a ajuda dela: usei IA para criar imagens, vídeos e textos que deixaram os projetos mais ricos. Foi essa experiência que me fez decidir seguir esse caminho.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Hoje, ela também é minha parceira de estudos. Ela me ajuda a organizar as ideias e a entender como unir o que aprendi em 16 anos ao que sempre quis aprender.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Meu maior receio era chegar ao fim da jornada com a sensação de ter perdido tempo. A IA não estuda por mim, mas me ajuda a manter o rumo.&lt;/p&gt;

&lt;h2&gt;
  
  
  Para onde quero ir
&lt;/h2&gt;

&lt;p&gt;Quero usar a tecnologia para tornar os processos industriais mais eficientes e automatizados. A Indústria 4.0 me interessa muito. Imagino, por exemplo, automatizar tarefas que conheço bem, como o fechamento de arquivos e o ajuste de perfis de cor.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Mas não quero me limitar a isso. Product design também me atrai, e tenho base para isso: sou formado em Design Gráfico e estudei UI e UX. O que busco é trabalhar em algo que agregue valor.&lt;/p&gt;

&lt;h2&gt;
  
  
  E você?
&lt;/h2&gt;

&lt;p&gt;Ainda estou no começo da jornada, mas com a certeza de que não parti do zero. Você também veio de outra área para a tecnologia? Conta nos comentários como foi a sua transição.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Se quiser ver meu trabalho como designer, incluindo campanhas fictícias que criei usando marcas como Samsung, Vivo e Bubbaloo, meu portfólio está no &lt;a href="https://www.behance.net/natanluiz" rel="noopener noreferrer"&gt;Behance&lt;/a&gt;.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&lt;em&gt;Este texto foi organizado com a ajuda de IA, a partir da minha história e das minhas ideias.&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;

</description>
      <category>braziliandevs</category>
      <category>career</category>
      <category>ai</category>
      <category>beginners</category>
    </item>
  </channel>
</rss>
