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    <title>DEV Community: vitoriazzp</title>
    <description>The latest articles on DEV Community by vitoriazzp (@vitoriazzp).</description>
    <link>https://dev.to/vitoriazzp</link>
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      <title>DEV Community: vitoriazzp</title>
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    <language>en</language>
    <item>
      <title>De front-end para UX, e de volta ao código: o que significa ser Design Engineer em 2026</title>
      <dc:creator>vitoriazzp</dc:creator>
      <pubDate>Fri, 03 Apr 2026 13:00:00 +0000</pubDate>
      <link>https://dev.to/he4rt/de-front-end-para-ux-e-de-volta-ao-codigo-o-que-significa-ser-design-engineer-em-2026-3j74</link>
      <guid>https://dev.to/he4rt/de-front-end-para-ux-e-de-volta-ao-codigo-o-que-significa-ser-design-engineer-em-2026-3j74</guid>
      <description>&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Sou UX/UI designer, mas antes disso fui front-end.&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Atuei cerca de 5 anos trabalhando com HTML e CSS, transformando layouts em páginas, entendendo hierarquia de informação e estrutura de interface. Depois, tomei o caminho oposto: migrei para UX/UI e agora completo 5 anos atuando em produtos, passando por fintech, utilities e atuando como Product Designer.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Essa trajetória, de front para UX e agora voltando a se aproximar do código, é justamente o que me levou a me reconhecer em um termo que gosto bastante: &lt;strong&gt;Design Engineer&lt;/strong&gt;.&lt;/p&gt;




&lt;h2&gt;
  
  
  Minha trajetória: 5 anos de front-end, 5 anos de UX
&lt;/h2&gt;

&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Quando era front-end&lt;/strong&gt;, eu via a tela como um resultado de código: HTML estruturando a informação, CSS dando forma e layout, um pouco de JavaScript dando comportamento.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Quando migrei para UX&lt;/strong&gt;, passei a olhar mais para o todo do produto: pesquisa, fluxos, contexto do usuário, design systems, governança, revisão de interfaces, conversa com times de produto e de negócios.&lt;br&gt;
Hoje, percebo que essas duas visões não são opostas. &lt;em&gt;Elas se completam.&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;

&lt;h2&gt;
  
  
  O que é design engineer em 2026?
&lt;/h2&gt;

&lt;p&gt;Se você pesquisar sobre "Design Engineer", vai encontrar muitas definições técnicas, mas na prática o que mais faz sentido para mim é:&lt;/p&gt;

&lt;blockquote&gt;
&lt;p&gt;A pessoa que entende UX, código e um pouco de backend ao mesmo tempo, e usa isso para desenhar interfaces que são pensadas desde o primeiro pixel até a última chamada de API.&lt;/p&gt;
&lt;/blockquote&gt;

&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Não é só "quem desenha + quem programa"&lt;/strong&gt;&lt;br&gt;
É quem pensa em &lt;strong&gt;&lt;em&gt;experiência e implementação juntas&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;:&lt;/p&gt;

&lt;ul&gt;
&lt;li&gt;Um botão que não só parece bem-desenhado, mas também considera estados de loading, erro, disabled.&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Um fluxo de cadastro que não só é bonito, mas que já prevê o que o backend vai precisar para validar, salvar e devolver feedback.&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Um produto que pensa em performance, acessibilidade e usabilidade em uma única conversa.&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;

&lt;h2&gt;
  
  
  Como front-end e UX mudam sua forma de ver produto
&lt;/h2&gt;

&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Como eu via a tela como desenvolvedor front-end&lt;/strong&gt;&lt;br&gt;
HTML estruturando a informação. CSS dando forma. Um pouco de JavaScript dando comportamento. A tela era resultado direto do código.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&lt;strong&gt;O que mudou quando migrei para UX/UI&lt;/strong&gt;&lt;br&gt;
Passei a olhar para o produto como um todo: pesquisa, fluxos, contexto do usuário. O código virou uma consequência, não o ponto de partida.&lt;/p&gt;

&lt;blockquote&gt;
&lt;p&gt;O que muda agora é que percebo que não preciso mais ficar só de um lado&lt;/p&gt;
&lt;/blockquote&gt;

&lt;h2&gt;
  
  
  Por que estou voltando ao código agora
&lt;/h2&gt;

&lt;p&gt;Com o avanço de ferramentas como IA integrada ao Figma, prototipagem cada vez mais próxima do código e experiências acumuladas como Product Designer, foi aí que o conceito de Design Engineer passou a fazer sentido de verdade pra mim.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&lt;strong&gt;JavaScript moderno, React e um pouco de backend&lt;/strong&gt;&lt;br&gt;
Comecei a estudar de forma mais focada para:&lt;/p&gt;

&lt;ul&gt;
&lt;li&gt;Atualizar meu JavaScript (ES2024, async/await, fetch, arrays/objetos)&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Reativar React (componentes, hooks, estado compartilhado)&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Entender backend leve (Node/Express, rotas simples, persistência básica)&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Pensar em performance e otimização das interfaces que ajudo a construir&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;

&lt;h3&gt;
  
  
  Como estou usando IA no processo de aprendizado
&lt;/h3&gt;

&lt;p&gt;Hoje, uso o Claude AI não como substituto, mas como apoio para:&lt;/p&gt;

&lt;ul&gt;
&lt;li&gt;Quebrar problemas de código em etapas menores&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Revisar fluxos de dados entre front e backend&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Organizar pensamentos e lógica de features&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;

&lt;h3&gt;
  
  
  Design Engineer não é um cargo. É uma forma de pensar
&lt;/h3&gt;

&lt;p&gt;O que mais gosto de dizer é que, em 2026, &lt;em&gt;&lt;strong&gt;Design Engineer não é só um título de empresa grande&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt; ou de time específico. Pode existir em qualquer lugar onde UX e código se encontram:&lt;/p&gt;

&lt;ul&gt;
&lt;li&gt;Em um produto próprio&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Em um projeto freelancer&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Em um repositório público&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Em um fluxo de trabalho híbrido, mesmo sem ter um cargo oficial com esse nome&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;

&lt;p&gt;O que importa é a &lt;strong&gt;maneira de pensar&lt;/strong&gt;: UX + código ao mesmo tempo. Protótipos e implementação como parte do mesmo processo. Interfaces que consideram o que o usuário sente e o que o backend precisa.&lt;/p&gt;

&lt;h2&gt;
  
  
  O que vem por aí: UX data-driven e componentes React
&lt;/h2&gt;

&lt;p&gt;Esse movimento não é só "voltar" ao front-end. É re-aprender JavaScript, entender melhor React e backend, e levar essa visão de UX para dentro do código.&lt;br&gt;
Em breve, quero escrever mais sobre:&lt;/p&gt;

&lt;ul&gt;
&lt;li&gt;Como transformo um fluxo de UX do Figma em componentes React&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Como penso em performance e carregamento em UX para web&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Como organizar estudos de UX + código em ciclos curtos e práticos&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;

&lt;p&gt;E numa parte que ainda não me sinto confortável, mas sei que é essencial: vou falar sobre como estou começando a me tornar uma &lt;strong&gt;UX mais data-driven&lt;/strong&gt;, porque ser Design Engineer em 2026 também é aprender a ouvir o que os números dizem sobre o UX que eu desenho.&lt;/p&gt;

&lt;h2&gt;
  
  
  Você também está nesse meio-termo entre UX e código?
&lt;/h2&gt;

&lt;p&gt;Se você chegou até aqui, é bem provável que também se sinta em algum meio-termo entre UX e código.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Que tal comentar:&lt;/p&gt;

&lt;ul&gt;
&lt;li&gt;Como você se vê hoje entre design e desenvolvimento?&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Você já tentou voltar pro código depois de virar UX, ou está no caminho invertido?&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;

&lt;p&gt;Esse é o tipo de conversa que me ajuda a entender como o conceito de &lt;strong&gt;Design Engineer&lt;/strong&gt; está se moldando, bem além de títulos de empresa.&lt;/p&gt;

</description>
      <category>ai</category>
      <category>design</category>
      <category>ux</category>
      <category>braziliandevs</category>
    </item>
    <item>
      <title>Microsoft Teams: como fazer bom uso para o dia a dia</title>
      <dc:creator>vitoriazzp</dc:creator>
      <pubDate>Fri, 06 Feb 2026 01:25:27 +0000</pubDate>
      <link>https://dev.to/vitoriazzp/microsoft-teams-como-fazer-bom-uso-para-o-dia-a-dia-3e77</link>
      <guid>https://dev.to/vitoriazzp/microsoft-teams-como-fazer-bom-uso-para-o-dia-a-dia-3e77</guid>
      <description>&lt;p&gt;Microsoft Teams ou apenas Teams para os mais íntimos! é uma plataforma de agendamento de reuniões da Microsoft, similar ao Google Meet e Zoom, ela faz parte do pacote office.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Aqui no trabalho por conta do uso dos programas Microsoft, o uso frequente  e eficiente do Teams também se faz essencial. Em vista disso, eu trouxe algumas dicas e funcionalidades que ajudam a minha rotina a ser mais leve.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Bom, vamos lá?&lt;/p&gt;

&lt;h2&gt;
  
  
  1. Assistente de agendamento
&lt;/h2&gt;

&lt;p&gt;&lt;a href="https://media2.dev.to/dynamic/image/width=800%2Cheight=%2Cfit=scale-down%2Cgravity=auto%2Cformat=auto/https%3A%2F%2Fdev-to-uploads.s3.amazonaws.com%2Fuploads%2Farticles%2Ffqn01cg5y8kcad8mc7ln.png" class="article-body-image-wrapper"&gt;&lt;img src="https://media2.dev.to/dynamic/image/width=800%2Cheight=%2Cfit=scale-down%2Cgravity=auto%2Cformat=auto/https%3A%2F%2Fdev-to-uploads.s3.amazonaws.com%2Fuploads%2Farticles%2Ffqn01cg5y8kcad8mc7ln.png" alt="captura do assistente de agendamento do teams" width="800" height="371"&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;

&lt;ol&gt;
&lt;li&gt;selecione todas as pessoas que irão participar da agenda;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;clique em assistente de agendamento&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;visualize quais gaps (intervalos) de agenda estão livres para todos os integrantes&lt;/li&gt;
&lt;/ol&gt;

&lt;p&gt;Nessa visualização fica bem mais fácil de visualizar e também de agendar uma reunião que precise da participação de gerentes ou de todo o time de desenvolvimento &lt;/p&gt;

&lt;h2&gt;
  
  
  2. Em chats: crie uma seção para "agrupar"
&lt;/h2&gt;

&lt;p&gt;Se assim como eu você também faz muitas reuniões, criar seções pode ser um caminho de organizar e agrupar as tuas reuniões&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&lt;a href="https://media2.dev.to/dynamic/image/width=800%2Cheight=%2Cfit=scale-down%2Cgravity=auto%2Cformat=auto/https%3A%2F%2Fdev-to-uploads.s3.amazonaws.com%2Fuploads%2Farticles%2Favxo7xpx3bp6mwurbklh.png" class="article-body-image-wrapper"&gt;&lt;img src="https://media2.dev.to/dynamic/image/width=800%2Cheight=%2Cfit=scale-down%2Cgravity=auto%2Cformat=auto/https%3A%2F%2Fdev-to-uploads.s3.amazonaws.com%2Fuploads%2Farticles%2Favxo7xpx3bp6mwurbklh.png" alt="criar seção no teams" width="800" height="877"&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;

&lt;h2&gt;
  
  
  3. Agendamento de Mensagem
&lt;/h2&gt;

&lt;p&gt;Digite a sua mensagem de texto, mas antes de tocar na tecla Enter, pegue o mouse e toque com o botão direito do mouse, em seguida irá aparecer para agendar&lt;br&gt;
&lt;a href="https://media2.dev.to/dynamic/image/width=800%2Cheight=%2Cfit=scale-down%2Cgravity=auto%2Cformat=auto/https%3A%2F%2Fdev-to-uploads.s3.amazonaws.com%2Fuploads%2Farticles%2F8hn9ig98jlpjw9vn0676.png" class="article-body-image-wrapper"&gt;&lt;img src="https://media2.dev.to/dynamic/image/width=800%2Cheight=%2Cfit=scale-down%2Cgravity=auto%2Cformat=auto/https%3A%2F%2Fdev-to-uploads.s3.amazonaws.com%2Fuploads%2Farticles%2F8hn9ig98jlpjw9vn0676.png" alt="assistente de agendar mensagens" width="800" height="264"&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;

&lt;h2&gt;
  
  
  4. Estruture a sua reunião
&lt;/h2&gt;

&lt;p&gt;Uma reunião costuma ser de 30min, 1h ou no máximo 2h são para resolver um problema ou levantar ideias. É importante deixar claro aos participantes sobre &lt;strong&gt;o que é&lt;/strong&gt; e &lt;strong&gt;como&lt;/strong&gt; planeja fazer isso. Seja por meio de uma planilha, por meio de uma pergunta de provocação ou outro material.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Mostrar a quem participa que você preparou algo, mesmo que de forma básica e objetiva vai tornar a agenda mais assertiva e consequentemente pode trazer mais resultado.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Outras formas de tornar a estrutura notável, é seguir algumas dicas como:&lt;/p&gt;

&lt;ul&gt;
&lt;li&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;título&lt;/strong&gt; nome squad: assunto&lt;br&gt;
Ex: Time Tech Arrecadação: Uso do cursor por desenvolvedores&lt;/p&gt;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Pessoas obrigatórias:&lt;/strong&gt; quem tu precisa pra resolver o problema - seja teu colega&lt;/p&gt;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Pessoas opcionais:&lt;/strong&gt; quem pode contribuir, mas não é essencial&lt;br&gt;
descrição: coloque aqui o objetivo da reunião&lt;/p&gt;&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;

</description>
      <category>beginners</category>
      <category>meeting</category>
      <category>productivity</category>
    </item>
    <item>
      <title>8 formas de fazer networking em Tecnologia</title>
      <dc:creator>vitoriazzp</dc:creator>
      <pubDate>Fri, 30 Jan 2026 21:24:47 +0000</pubDate>
      <link>https://dev.to/vitoriazzp/8-formas-de-fazer-networking-em-tecnologia-2ane</link>
      <guid>https://dev.to/vitoriazzp/8-formas-de-fazer-networking-em-tecnologia-2ane</guid>
      <description>&lt;p&gt;Sempre fui bem tímida, do tipo que ensaia mentalmente antes de puxar qualquer conversa. Também tenho aquele cansaço social que chega sem avisar, o que às vezes atrapalha até o básico da interação. Mesmo assim, gosto muito dos eventos de tecnologia. Gosto do ambiente, das ideias circulando, das pessoas empolgadas com as mesmas coisas que eu, mesmo quando meu cérebro está pedindo um tempo.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;No DevFest 2025, enquanto conversava com uma amiga que é ainda mais tímida que eu, percebi como a gente cria muitas expectativas sobre o que “deveria” ser networking. E, sinceramente, não precisa ser nada grandioso. Dá pra fazer parte da comunidade de um jeito mais leve, sem pressão para virar a pessoa mais sociável do evento.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Reuni aqui 8 formas realistas de fazer networking em tecnologia quando você é tímida, mas ainda assim gosta desse universo.&lt;/p&gt;

&lt;h3&gt;
  
  
  1. Ir a eventos presenciais de tecnologia, no seu ritmo
&lt;/h3&gt;

&lt;p&gt;Você não precisa conversar com todo mundo. Dá para assistir às palestras, tomar um café, observar o ambiente e, se surgir uma oportunidade natural de trocar algumas palavras com alguém, ótimo. Se não acontecer, tudo bem também. Só o fato de estar ali já conta.&lt;/p&gt;

&lt;h3&gt;
  
  
  2. Contribuir com projetos open source ou construir algo em público
&lt;/h3&gt;

&lt;p&gt;Quando falar com pessoas parece difícil, o código ou o próprio projeto fazem o papel de apresentação. Contribuir, documentar processos ou mostrar seu progresso publicamente é um jeito silencioso de se conectar com a comunidade.&lt;/p&gt;

&lt;h3&gt;
  
  
  3. Entrar em comunidades ou grupos online
&lt;/h3&gt;

&lt;p&gt;Grupos no Discord, Slack ou WhatsApp permitem interações mais controladas, no seu tempo. É mais fácil conhecer pessoas quando você pode escrever, pausar, pensar e voltar depois, sem a pressão da conversa ao vivo.&lt;/p&gt;

&lt;h3&gt;
  
  
  4. Participar de desafios digitais e compartilhar o processo
&lt;/h3&gt;

&lt;p&gt;Desafios como &lt;a href="https://100diasdecodigo.dev/" rel="noopener noreferrer"&gt;#100diasdecodigo&lt;/a&gt; ou trilhas temáticas são ótimos para criar conexões espontâneas. Quando você compartilha seu progresso nas redes que gosta, outras pessoas que estão passando pelo mesmo processo acabam se aproximando.&lt;/p&gt;

&lt;h3&gt;
  
  
  5. Participar de hackathons
&lt;/h3&gt;

&lt;p&gt;Mesmo que dê um frio na barriga, hackathons criam um ambiente de colaboração intensa. Todo mundo está focado, cansado e tentando resolver problemas juntos, o que ajuda a quebrar a barreira da timidez de um jeito mais natural.&lt;/p&gt;

&lt;h3&gt;
  
  
  6. Registrar aprendizados nas redes que você prefere
&lt;/h3&gt;

&lt;p&gt;Pode ser Instagram, Dev.to, LinkedIn, o que combinar com você. Contar o que está estudando ou fazendo abre espaço para que outras pessoas se identifiquem e troquem ideias, sem precisar puxar conversa do nada.&lt;/p&gt;

&lt;h3&gt;
  
  
  7. Fazer pequenas trocas e mini-mentorias
&lt;/h3&gt;

&lt;p&gt;Ajudar alguém com uma dúvida, revisar um portfólio ou compartilhar uma experiência simples já é networking. Essas micro interações criam conexões verdadeiras, especialmente na comunidade brasileira de tecnologia, que costuma ser bem colaborativa.&lt;/p&gt;

&lt;h3&gt;
  
  
  8. Participar de encontros pequenos e temáticos
&lt;/h3&gt;

&lt;p&gt;Meetups menores, grupos de estudo e cafés de tecnologia são ambientes mais tranquilos para quem é tímida. Conversas mais curtas, grupos reduzidos e menos ruído facilitam a interação e deixam tudo menos intimidador.&lt;/p&gt;

&lt;h3&gt;
  
  
  No fim das contas
&lt;/h3&gt;

&lt;p&gt;Networking não precisa ser uma performance. Pode ser devagar, com pausas, no seu ritmo. Não é sobre falar com todo mundo, mas sobre se permitir existir na comunidade do jeito que funciona para você. Cada pequena participação, seja online ou presencial, já é uma forma de se conectar.&lt;/p&gt;

</description>
      <category>productivity</category>
      <category>networking</category>
      <category>tutorial</category>
      <category>braziliandevs</category>
    </item>
    <item>
      <title>8 formas de fazer networking em Tecnologia</title>
      <dc:creator>vitoriazzp</dc:creator>
      <pubDate>Mon, 08 Dec 2025 03:46:00 +0000</pubDate>
      <link>https://dev.to/vitoriazzp/8-formas-de-fazer-networking-em-tecnologia-1p4o</link>
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      <description>&lt;p&gt;Sempre fui bem tímida, do tipo que ensaia mentalmente antes de puxar qualquer conversa. Também tenho aquele cansaço social que chega sem avisar, o que às vezes atrapalha até o básico da interação. Mesmo assim, gosto muito dos eventos de tecnologia. Gosto do ambiente, das ideias circulando, das pessoas empolgadas com as mesmas coisas que eu, mesmo quando meu cérebro está pedindo um tempo.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;No DevFest 2025, enquanto conversava com uma amiga que é ainda mais tímida que eu, percebi como a gente cria muitas expectativas sobre o que “deveria” ser networking. E, sinceramente, não precisa ser nada grandioso. Dá pra fazer parte da comunidade de um jeito mais leve, sem pressão para virar a pessoa mais sociável do evento.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Reuni aqui 8 formas realistas de fazer networking em tecnologia quando você é tímida, mas ainda assim gosta desse universo.&lt;/p&gt;

&lt;h3&gt;
  
  
  1. Ir a eventos presenciais de tecnologia, no seu ritmo
&lt;/h3&gt;

&lt;p&gt;Você não precisa conversar com todo mundo. Dá para assistir às palestras, tomar um café, observar o ambiente e, se surgir uma oportunidade natural de trocar algumas palavras com alguém, ótimo. Se não acontecer, tudo bem também. Só o fato de estar ali já conta.&lt;/p&gt;

&lt;h3&gt;
  
  
  2. Contribuir com projetos open source ou construir algo em público
&lt;/h3&gt;

&lt;p&gt;Quando falar com pessoas parece difícil, o código ou o próprio projeto fazem o papel de apresentação. Contribuir, documentar processos ou mostrar seu progresso publicamente é um jeito silencioso de se conectar com a comunidade.&lt;/p&gt;

&lt;h3&gt;
  
  
  3. Entrar em comunidades ou grupos online
&lt;/h3&gt;

&lt;p&gt;Grupos no Discord, Slack ou WhatsApp permitem interações mais controladas, no seu tempo. É mais fácil conhecer pessoas quando você pode escrever, pausar, pensar e voltar depois, sem a pressão da conversa ao vivo.&lt;/p&gt;

&lt;h3&gt;
  
  
  4. Participar de desafios digitais e compartilhar o processo
&lt;/h3&gt;

&lt;p&gt;Desafios como #100DaysOfCode ou trilhas temáticas são ótimos para criar conexões espontâneas. Quando você compartilha seu progresso nas redes que gosta, outras pessoas que estão passando pelo mesmo processo acabam se aproximando.&lt;/p&gt;

&lt;h3&gt;
  
  
  5. Participar de hackathons
&lt;/h3&gt;

&lt;p&gt;Mesmo que dê um frio na barriga, hackathons criam um ambiente de colaboração intensa. Todo mundo está focado, cansado e tentando resolver problemas juntos, o que ajuda a quebrar a barreira da timidez de um jeito mais natural.&lt;/p&gt;

&lt;h3&gt;
  
  
  6. Registrar aprendizados nas redes que você prefere
&lt;/h3&gt;

&lt;p&gt;Pode ser Instagram, Dev.to, LinkedIn, o que combinar com você. Contar o que está estudando ou fazendo abre espaço para que outras pessoas se identifiquem e troquem ideias, sem precisar puxar conversa do nada.&lt;/p&gt;

&lt;h3&gt;
  
  
  7. Fazer pequenas trocas e mini-mentorias
&lt;/h3&gt;

&lt;p&gt;Ajudar alguém com uma dúvida, revisar um portfólio ou compartilhar uma experiência simples já é networking. Essas micro interações criam conexões verdadeiras, especialmente na comunidade brasileira de tecnologia, que costuma ser bem colaborativa.&lt;/p&gt;

&lt;h3&gt;
  
  
  8. Participar de encontros pequenos e temáticos
&lt;/h3&gt;

&lt;p&gt;Meetups menores, grupos de estudo e cafés de tecnologia são ambientes mais tranquilos para quem é tímida. Conversas mais curtas, grupos reduzidos e menos ruído facilitam a interação e deixam tudo menos intimidador.&lt;/p&gt;

&lt;h3&gt;
  
  
  No fim das contas
&lt;/h3&gt;

&lt;p&gt;Networking não precisa ser uma performance. Pode ser devagar, com pausas, no seu ritmo. Não é sobre falar com todo mundo, mas sobre se permitir existir na comunidade do jeito que funciona para você. Cada pequena participação, seja online ou presencial, já é uma forma de se conectar.&lt;/p&gt;

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      <category>productivity</category>
      <category>networking</category>
      <category>tutorial</category>
    </item>
    <item>
      <title>Figma MCP: sou designer, o que eu tenho a ver?</title>
      <dc:creator>vitoriazzp</dc:creator>
      <pubDate>Thu, 04 Dec 2025 16:41:05 +0000</pubDate>
      <link>https://dev.to/vitoriazzp/figma-mcp-sou-designer-o-que-eu-tenho-a-ver-1dke</link>
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      <description>&lt;p&gt;Se você trabalha com produto, já percebeu que entre o “nosso design está pronto!” e o “isso está no ar!” existe um universo paralelo de desalinhamentos, ajustes de última hora e aquele eterno vai e volta entre Figma e código. Nada mais normal.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Mas agora temos um novo personagem nessa história: o &lt;strong&gt;Figma MCP (Model Context Protocol)&lt;/strong&gt; — uma ponte direta entre seus arquivos Figma e ferramentas de IA que geram código.&lt;br&gt;
E aí você pensa: “Beleza… mas eu sou designer. O que eu tenho a ver com isso?”&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;A resposta curta: tudo.&lt;br&gt;
A resposta longa: vem comigo.&lt;/p&gt;




&lt;h2&gt;
  
  
  O MCP traduz seu design de forma fiel para o código
&lt;/h2&gt;

&lt;p&gt;O Figma MCP cria um servidor que permite que agentes de IA — como Cursor, VS Code ou outros editores — acessem o &lt;strong&gt;contexto real&lt;/strong&gt; do seu arquivo: componentes, variáveis, tokens, layouts, constraints.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Ou seja, quando você manda a IA implementar um card, ela não está só “vendo um retângulo bonito”, ela está entendendo:&lt;/p&gt;

&lt;ul&gt;
&lt;li&gt;spacing real do design system&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;layout grid&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;variantes&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;tokens aplicados&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;comportamento definido no Dev Mode&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;

&lt;p&gt;Isso transforma o handoff. Literalmente.&lt;/p&gt;




&lt;h2&gt;
  
  
  Benefícios que designers vão sentir na prática
&lt;/h2&gt;

&lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;1) Converter frames direto em código confiável&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;

&lt;blockquote&gt;
&lt;p&gt;Você seleciona um frame, copia o link e a IA escreve o código já alinhado ao design system — sem “interpretações criativas”.&lt;br&gt;
Pra quem já trabalhou estruturando DS (como eu), isso é ouro puro.&lt;/p&gt;
&lt;/blockquote&gt;

&lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;2) As variáveis entram automaticamente no prompt&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;

&lt;blockquote&gt;
&lt;p&gt;Nada de prompts longos explicando spacing, grids ou tokens.&lt;br&gt;
O MCP envia tudo isso sozinho, deixando a IA mais esperta que nunca.&lt;/p&gt;
&lt;/blockquote&gt;

&lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;3) Colaboração com devs melhora MUITO&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;

&lt;blockquote&gt;
&lt;p&gt;O MCP até audita diferenças entre design e implementação, sugerindo ajustes ou avisando onde algo não bate.&lt;br&gt;
É quase um mini Design QA automatizado.&lt;/p&gt;
&lt;/blockquote&gt;




&lt;h2&gt;
  
  
  Um exemplo real do meu dia a dia em que MCP teria salvado tempo
&lt;/h2&gt;

&lt;p&gt;Quando eu trabalhava ajustando componentes do design system, muitas vezes criava layouts complexos — tabelas responsivas, modais com várias variantes, dropdowns cheios de estados.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Mas para validar tudo isso, eu dependia de um dev parar o que estava fazendo para montar uma versão funcional.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Com o MCP, teria sido assim:&lt;/p&gt;

&lt;blockquote&gt;
&lt;p&gt;copiar link → pedir no Cursor → “gera esse componente seguindo meu design system”&lt;/p&gt;
&lt;/blockquote&gt;

&lt;p&gt;Eu teria uma implementação inicial em minutos, pronta para iterar e testar. Sem interrupções, sem esperar sprint, sem perder contexto.&lt;/p&gt;




&lt;p&gt;Mas… e os desenvolvedores frontend?&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Eles continuam absolutamente essenciais.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;O MCP não substitui devs — ele substitui o retrabalho, a adivinhação e as idas e vindas desnecessárias.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;O frontend ainda será responsável por:&lt;/p&gt;

&lt;ul&gt;
&lt;li&gt;lógica de negócio&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;performance&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;arquitetura de componentes&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;integrações reais&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;otimizações&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;acessibilidade avançada&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;padrões de engenharia&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;boas práticas que IA nenhuma domina sozinha&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;

&lt;p&gt;&lt;strong&gt;O que muda é o foco:&lt;/strong&gt;&lt;br&gt;
menos tempo reescrevendo interface e mais tempo criando soluções melhores.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&lt;strong&gt;O MCP não tira o espaço do dev&lt;/strong&gt; — ele tira o peso do handoff manual e dá espaço para que o dev faça o que só ele sabe fazer.&lt;/p&gt;




&lt;h2&gt;
  
  
  Então… Figma MCP: sou designer, o que eu tenho a ver?
&lt;/h2&gt;

&lt;p&gt;Tudo.&lt;br&gt;
Você tem a ver porque o MCP coloca designers no centro do fluxo: seus componentes, suas variáveis, sua lógica visual passam a ser entendidas pelo código — sem intermediários distorcendo suas intenções.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Ele acelera protótipos, reduz ruído, aumenta fidelidade e melhora a colaboração.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;É um daqueles raros momentos em que design, dev e IA entram em sintonia real.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Se você trabalha com UX, prototipagem, design system ou quer entregar mais rápido sem depender de dez etapas intermediárias…&lt;br&gt;
o MCP é exatamente onde você deveria prestar atenção.&lt;/p&gt;

&lt;blockquote&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Quer aprender mais sobre?&lt;/strong&gt; Te recomendo ver o vídeo do próprio Figma aplicando a funcionalidade a Design Systems aqui: &lt;a href="https://www.youtube.com/watch?v=A4mqzgFbmjI" rel="noopener noreferrer"&gt;https://www.youtube.com/watch?v=A4mqzgFbmjI&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;/blockquote&gt;

</description>
      <category>figmamcp</category>
      <category>ai</category>
      <category>ux</category>
      <category>designsystem</category>
    </item>
    <item>
      <title>Interessante</title>
      <dc:creator>vitoriazzp</dc:creator>
      <pubDate>Sun, 26 Oct 2025 21:09:06 +0000</pubDate>
      <link>https://dev.to/vitoriazzp/interessante-17om</link>
      <guid>https://dev.to/vitoriazzp/interessante-17om</guid>
      <description>&lt;div class="crayons-card c-embed text-styles text-styles--secondary"&gt;
    &lt;div class="c-embed__content"&gt;
        &lt;div class="c-embed__cover"&gt;
          &lt;a href="https://dev.to/abacatedevrel/o-valor-de-uma-comunidade-seis-pilares-tangiveis-para-o-crescimento-da-sua-empresa-3i4g" class="c-link align-middle" rel="noopener noreferrer"&gt;
            &lt;img alt="" src="https://media2.dev.to/dynamic/image/width=800%2Cheight=%2Cfit=scale-down%2Cgravity=auto%2Cformat=auto/https%3A%2F%2Fdev-to-uploads.s3.amazonaws.com%2Fuploads%2Farticles%2Fh7wzn1tkfivhr53mblu3.png" height="400" class="m-0" width="800"&gt;
          &lt;/a&gt;
        &lt;/div&gt;
      &lt;div class="c-embed__body"&gt;
        &lt;h2 class="fs-xl lh-tight"&gt;
          &lt;a href="https://dev.to/abacatedevrel/o-valor-de-uma-comunidade-seis-pilares-tangiveis-para-o-crescimento-da-sua-empresa-3i4g" rel="noopener noreferrer" class="c-link"&gt;
            O Valor de uma Comunidade: Seis pilares tangíveis para o crescimento da sua empresa - DEV Community
          &lt;/a&gt;
        &lt;/h2&gt;
          &lt;p class="truncate-at-3"&gt;
            Olá!  Sei que, como líder de negócios, você está constantemente buscando maneiras de fazer a sua...
          &lt;/p&gt;
        &lt;div class="color-secondary fs-s flex items-center"&gt;
            &lt;img alt="favicon" class="c-embed__favicon m-0 mr-2 radius-0" src="https://media2.dev.to/dynamic/image/width=800%2Cheight=%2Cfit=scale-down%2Cgravity=auto%2Cformat=auto/https%3A%2F%2Fdev-to-uploads.s3.amazonaws.com%2Fuploads%2Farticles%2F8j7kvp660rqzt99zui8e.png" width="300" height="299"&gt;
          dev.to
        &lt;/div&gt;
      &lt;/div&gt;
    &lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;


</description>
      <category>braziliandevs</category>
      <category>comm</category>
    </item>
    <item>
      <title>10 meses como designer de serviço e 5 aprendizados</title>
      <dc:creator>vitoriazzp</dc:creator>
      <pubDate>Wed, 15 Oct 2025 08:22:33 +0000</pubDate>
      <link>https://dev.to/vitoriazzp/10-meses-como-designer-de-servico-e-5-aprendizados-4p2b</link>
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      <description>&lt;blockquote&gt;
&lt;p&gt;O melhor framework é aquele que deixa claro o processo do stackeholder para qualquer pessoa que acessar o conteúdo... &lt;/p&gt;
&lt;/blockquote&gt;

&lt;h2&gt;
  
  
  Prólogo
&lt;/h2&gt;

&lt;p&gt;Antes de me tornar designer de serviço e estudar pra melhorar processos e serviços, eu trabalhava na manutenção de design systems pra designers e desenvolvedores, também atuei cross em um time de design ops.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Quando me foi oferecido participar de um novo time que iria tratar do fim da esteira de contratação e pagamento do parcelamento de cédula de crédito bancária (CCB) por clientes Energisa.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Aqui compartilho alguns dos meus aprendizados atuando na função como designer de serviço e produto específica para produtos financeiros do meio elétrico. Mas que podem ser replicados em outros nichos do mercado financeiro.&lt;/p&gt;

&lt;h2&gt;
  
  
  Introdução
&lt;/h2&gt;

&lt;p&gt;O design de serviço melhora as experiências do usuário e do funcionário ao projetar, alinhar e otimizar as operações de uma organização para dar melhor suporte às jornadas do cliente (Ref: &lt;a href="https://www.nngroup.com/articles/service-design-101/" rel="noopener noreferrer"&gt;NNGroup&lt;/a&gt;, 2017)&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Perguntas que eu me fiz durante a contextualização do produto:&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;

&lt;ul&gt;
&lt;li&gt;O que é o nosso serviço?&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Quem são nossos clientes diretos (funcionários) e indiretos (clientes finais)?&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Como a minha comunicação pode ser mais efetiva internamente?&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Como eu posso explicar o produto de CCB recuperação de forma simples?&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;O que é esperado de mim?&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;

&lt;p&gt;Foram algumas das questões que eu levantei e continuo levantando sempre que uma nova iniciativa é passada pra mim no trabalho. Algumas delas estão específicas do produto, já outras poderiam ser adaptadas a qualquer processo de discovery ou processo de design! Compartilho aqui as principais descobertas:&lt;/p&gt;

&lt;h2&gt;
  
  
  1. A Essência de Entender: Comunicação e Escuta Ativa
&lt;/h2&gt;

&lt;p&gt;Entrar no universo de produtos financeiros significou, primeiramente, aprender um novo vocabulário. A comunicação clara e a escuta ativa se revelaram habilidades essenciais. Rapidamente percebi que, para compreender termos técnicos, fluxos operacionais e as expectativas do negócio, era preciso uma postura aberta ao aprendizado e ao diálogo constante com especialistas e stakeholders.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;A escuta ativa foi fundamental para captar nuances, identificar problemas reais, alinhar expectativas e traduzir requisitos complexos de forma compreensível para toda a equipe. Fazer as perguntas certas, ouvir atentamente e registrar os aprendizados foram diferenciais que aceleraram meu entendimento e fortaleceram as soluções de design junto às áreas financeiras e operacionais.&lt;/p&gt;

&lt;h2&gt;
  
  
  2. O Desafio de Equilibrar Perspectivas: Cliente, Colaborador e Negócio
&lt;/h2&gt;

&lt;p&gt;Projetar soluções financeiras para o grupo Energisa exige equilibrar as necessidades de diferentes partes: o funcionário, o cliente final e os objetivos do negócio. Com pouca experiência no setor financeiro, o desafio inicial era evitar focar apenas em uma dessas perspectivas.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Aprendi a utilizar rituais de pesquisa, análise de jornada e cocriação para assegurar que todas as visões fossem consideradas. Qualquer decisão de design precisava levar em conta os impactos diretos na operação, na experiência dos colaboradores e na entrega de valor ao cliente, sem desconsiderar os objetivos estratégicos da empresa. Esse equilíbrio é alcançado através de testes e refinamentos contínuos, permitindo que as soluções evoluam de maneira sustentável para todos os envolvidos.&lt;/p&gt;

&lt;h2&gt;
  
  
  3. A Realidade do Trabalho em Equipe Multidisciplinar
&lt;/h2&gt;

&lt;p&gt;A complexidade dos projetos financeiros exige uma colaboração intensa entre diferentes times e especialidades. Percebi na prática que o trabalho multidisciplinar com tecnologia, produtos, jurídico e financeiro é inevitável. Com pouca expertise específica, a postura de aprendizado, a contribuição ativa e a busca por apoio foram rotineiras.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Participar de reuniões me mostrou que compartilhar dúvidas, apresentar descobertas e propor soluções aumentava o engajamento dos demais e ajudava a superar obstáculos. A maturidade da equipe se reflete na capacidade de resolver conflitos e convergir para soluções efetivas, mesmo quando se conduz processos pouco familiares.&lt;/p&gt;

&lt;h2&gt;
  
  
  4. Mapeando Processos “Fantasmas” e Manuais
&lt;/h2&gt;

&lt;p&gt;Em departamentos que buscam digitalizar ou automatizar processos financeiros, é comum encontrar fluxos manuais, etapas pouco documentadas e as chamadas tarefas “fantasmas” – aquelas cuja razão de existência não é clara. Para mim, com pouca vivência prévia, mapear esses processos tornou-se uma parte essencial do trabalho.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Isso significou investigar cada etapa com metodologia, entrevistas e acompanhamento (“shadowing”) para entender os reais motivos, identificar oportunidades de automação e eliminar tarefas que não agregam valor. O objetivo final era tornar as jornadas mais fluidas, menos suscetíveis a erros e mais transparentes para todas as equipes.&lt;/p&gt;

&lt;h2&gt;
  
  
  5. Simplicidade efetiva, é melhor que framework complexo
&lt;/h2&gt;

&lt;p&gt;No dia a dia das iniciativas financeiras, ficou evidente que soluções simples, bem desenhadas e comunicadas, geram mais impacto do que frameworks complexos que muitas vezes permanecem apenas na teoria. Para um designer com menos experiência, focar na simplicidade – seja em fluxos, interfaces ou propostas de valor – garante entregas mais rápidas, flexibilidade para iteração e maior inclusão das áreas envolvidas. O conceito de “menos é mais” provou ser especialmente verdadeiro em ambientes de transição, onde o objetivo é facilitar o entendimento, ganhar a adesão dos usuários e gerar resultados tangíveis em curto prazo.&lt;/p&gt;

&lt;h2&gt;
  
  
  Conclusão:
&lt;/h2&gt;

&lt;p&gt;Mesmo com pouca experiência em produtos financeiros, um designer de serviço utiliza a comunicação, a colaboração, a atenção à simplicidade e o foco constante no equilíbrio das experiências como pilares para navegar pelos desafios e gerar impacto nas iniciativas do grupo Energisa. Essas competências são fundamentais para desenvolver e entregar soluções que realmente façam a diferença.&lt;/p&gt;

</description>
      <category>productivity</category>
      <category>servicedesign</category>
      <category>beginners</category>
    </item>
    <item>
      <title>3 práticas para tirar dúvidas em palestras ou eventos</title>
      <dc:creator>vitoriazzp</dc:creator>
      <pubDate>Sat, 19 Jul 2025 18:27:46 +0000</pubDate>
      <link>https://dev.to/vitoriazzp/3-praticas-para-tirar-duvidas-em-palestras-ou-eventos-2ma6</link>
      <guid>https://dev.to/vitoriazzp/3-praticas-para-tirar-duvidas-em-palestras-ou-eventos-2ma6</guid>
      <description>&lt;p&gt;Antes de começar é importante saber que o &lt;em&gt;desconforto&lt;/em&gt;, a &lt;em&gt;ansiedade&lt;/em&gt; e a &lt;em&gt;vergonha&lt;/em&gt; são &lt;strong&gt;sensações e sentimentos comuns&lt;/strong&gt; entre pessoas que não costumam chegar até outras para perguntar algo. &lt;strong&gt;&lt;em&gt;Tu não está sozinho nessa!&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Aqui vou descrever 3 práticas que eu venho colocando em prática em eventos ou ambientes de networking nos últimos meses pra não levar as dúvidas pra casa, podem ser fáceis ou mais difíceis pra ti, mas ai me conta nos comentários, fecho?&lt;/p&gt;

&lt;h2&gt;
  
  
  1- Espere a palestra ou fala da pessoa acabar
&lt;/h2&gt;

&lt;p&gt;Se tu, assim como eu não tem o costume de falar em ambientes com muitas pessoas, essa é a opção certa pra ti! Se estiver em um desses ambientes é bom que tu tenha um bloco de notas no celular e anote todas as dúvidas e falas do palestrante que as dúvidas se relacionem.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Espere até que a palestre acabe, se levante e chame o palestrante pelo nome e pergunta se tem 5min para tirar umas dúvidas. Diga seu nome, apresente a fala do palestrante (contexto) e faça a pergunta. E pronto, se ele não compreender bem, tente trazer uma analogia ou um pouco mais de contexto para que ele compreenda bem o que você pensou.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Mas se for o caso de estar em um ambiente reduzido, e precisa conversar diretamente com a pessoa, então:&lt;br&gt;
1- Se apresente nome, idade&lt;br&gt;
2- Comente a respeito do que a pessoa estava falando e se for o caso elogie ou critique gentilmente para que você "quebre o gelo"&lt;br&gt;
3- Dê contexto se necessário e faça a pergunta.&lt;/p&gt;

&lt;h2&gt;
  
  
  2- Anote para formular bem a pergunta
&lt;/h2&gt;

&lt;p&gt;Se tu tem dificuldade em lembrar ou explicar as próprias dúvidas, então essa dica é pra ti!&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Pegue um aplicativo de bloco de notas ou uma folha de papel para escrever na mão as duvidas que você tiver durante a fala do palestrante. Respire fundo se precisar e então faça a pergunta.&lt;/p&gt;

&lt;h2&gt;
  
  
  3- Levante a mão ou se aproxime e pergunte
&lt;/h2&gt;

&lt;p&gt;Mais comum entre extrovertidos, mas não é um impeditivo pra ti não tentar fazer similar viu? Confesso que ainda estou no processo pra pegar o microfone e fazer a pergunta em multidões, mas aguardar a palestra finalizar para ir até o palestrante vem sendo minha abordagem favorita.&lt;/p&gt;

&lt;blockquote&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;E você quais abordagens utiliza para enfrenta o medo ou a vergonha&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;/blockquote&gt;

</description>
      <category>beginners</category>
      <category>learning</category>
      <category>softskill</category>
    </item>
    <item>
      <title>Mesmo pra quem já teve essa primeira aula, acho que vale olhar. Eu tive minha primeira em html 3 e 4 (quando tava começando a ser semântico), achei ótimo o exemplo em um editor de texto.</title>
      <dc:creator>vitoriazzp</dc:creator>
      <pubDate>Sun, 13 Apr 2025 10:58:36 +0000</pubDate>
      <link>https://dev.to/vitoriazzp/mesmo-pra-quem-ja-teve-essa-primeira-aula-acho-que-vale-olhar-eu-tive-minha-primeira-em-html-3-e-k45</link>
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      <description>&lt;div class="ltag__link--embedded"&gt;
  &lt;div class="crayons-story "&gt;
  &lt;a href="https://dev.to/lixeletto/html-basico-para-estudantes-de-ti-loj" class="crayons-story__hidden-navigation-link"&gt;HTML básico para estudantes de TI&lt;/a&gt;


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      &lt;div class="crayons-story__meta"&gt;
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              Camilo Micheletto
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        &lt;a href="https://dev.to/lixeletto/html-basico-para-estudantes-de-ti-loj" id="article-link-2392547"&gt;
          HTML básico para estudantes de TI
        &lt;/a&gt;
      &lt;/h2&gt;
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              Comments


              2&lt;span class="hidden s:inline"&gt; comments&lt;/span&gt;
            &lt;/a&gt;
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            8 min read
          &lt;/small&gt;
            
              &lt;span class="bm-initial"&gt;
                

              &lt;/span&gt;
              &lt;span class="bm-success"&gt;
                

              &lt;/span&gt;
            
        &lt;/div&gt;
      &lt;/div&gt;
    &lt;/div&gt;
  &lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;

&lt;/div&gt;


</description>
      <category>html</category>
      <category>beginners</category>
      <category>webdev</category>
      <category>braziliandevs</category>
    </item>
    <item>
      <title>Como simplifiquei um processo em Museologia com uma solução digital</title>
      <dc:creator>vitoriazzp</dc:creator>
      <pubDate>Sun, 06 Apr 2025 23:04:29 +0000</pubDate>
      <link>https://dev.to/vitoriazzp/como-simplifiquei-um-processo-em-museologia-com-uma-solucao-digital-c92</link>
      <guid>https://dev.to/vitoriazzp/como-simplifiquei-um-processo-em-museologia-com-uma-solucao-digital-c92</guid>
      <description>&lt;h3&gt;
  
  
  1. Contexto e problemática
&lt;/h3&gt;

&lt;p&gt;Durante a graduação em Museologia, participei da disciplina &lt;em&gt;Tópicos Especiais em Museografia&lt;/em&gt;, que envolvia a prática de conservação de obras de arte. Parte essencial da atividade era o preenchimento de fichas catalográficas contendo detalhes do processo de limpeza e conservação das peças.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;O método adotado até então apresentava diversos desafios:&lt;/p&gt;

&lt;ul&gt;
&lt;li&gt;As fichas eram físicas ou digitalizadas de forma despadronizada.&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Os alunos preenchiam manualmente e, depois, enviavam imagens por e-mail separadamente.&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;A professora precisava revisar documentos soltos e organizá-los.&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;A instituição recebia os registros de maneira fragmentada e pouco eficiente.&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Além disso, a turma era composta por perfis diversos, com diferentes níveis de familiaridade com ferramentas digitais.&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;

&lt;p&gt;Esse processo gerava retrabalho, perda de tempo e dificultava o arquivamento sistemático das informações.&lt;/p&gt;

&lt;h3&gt;
  
  
  2. Surgimento da ideia
&lt;/h3&gt;

&lt;p&gt;&lt;a href="https://media2.dev.to/dynamic/image/width=800%2Cheight=%2Cfit=scale-down%2Cgravity=auto%2Cformat=auto/https%3A%2F%2Fdev-to-uploads.s3.amazonaws.com%2Fuploads%2Farticles%2Fywvlmd89uoznqi87xu4f.png" class="article-body-image-wrapper"&gt;&lt;img src="https://media2.dev.to/dynamic/image/width=800%2Cheight=%2Cfit=scale-down%2Cgravity=auto%2Cformat=auto/https%3A%2F%2Fdev-to-uploads.s3.amazonaws.com%2Fuploads%2Farticles%2Fywvlmd89uoznqi87xu4f.png" alt="Visão do arquivo digitalizado" width="800" height="450"&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Diante desse cenário, e trazendo minha bagagem como UX Designer, identifiquei a oportunidade de simplificar o fluxo de trabalho de forma acessível para todos os envolvidos.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;A proposta foi criar um &lt;strong&gt;template padronizado no Google Docs&lt;/strong&gt;, que os alunos poderiam duplicar e preencher com base em instruções claras inseridas como comentários ao longo do documento. Essa escolha levou em conta:&lt;/p&gt;

&lt;ul&gt;
&lt;li&gt;A familiaridade da maioria com editores de texto simples.&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;A necessidade de anexar imagens diretamente no arquivo.&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;A facilidade de revisão posterior pela professora.&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;

&lt;p&gt;Após o preenchimento por todos os alunos, os documentos foram organizados em ordem numérica em um único arquivo. Essa versão consolidada foi então revisada pela professora e enviada à instituição responsável por e-mail — de forma clara, padronizada e sem perda de informações.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&lt;a href="https://media2.dev.to/dynamic/image/width=800%2Cheight=%2Cfit=scale-down%2Cgravity=auto%2Cformat=auto/https%3A%2F%2Fdev-to-uploads.s3.amazonaws.com%2Fuploads%2Farticles%2F9p7kzgiy3y3ymxmjyq2o.png" class="article-body-image-wrapper"&gt;&lt;img src="https://media2.dev.to/dynamic/image/width=800%2Cheight=%2Cfit=scale-down%2Cgravity=auto%2Cformat=auto/https%3A%2F%2Fdev-to-uploads.s3.amazonaws.com%2Fuploads%2Farticles%2F9p7kzgiy3y3ymxmjyq2o.png" alt="Captura de tela do Google Drive da turma e do sumário do arquivo do dossiê que foi entregue a instituição" width="800" height="450"&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&lt;a href="https://media2.dev.to/dynamic/image/width=800%2Cheight=%2Cfit=scale-down%2Cgravity=auto%2Cformat=auto/https%3A%2F%2Fdev-to-uploads.s3.amazonaws.com%2Fuploads%2Farticles%2Fs5zejfci2nr3hsn67ql7.png" class="article-body-image-wrapper"&gt;&lt;img src="https://media2.dev.to/dynamic/image/width=800%2Cheight=%2Cfit=scale-down%2Cgravity=auto%2Cformat=auto/https%3A%2F%2Fdev-to-uploads.s3.amazonaws.com%2Fuploads%2Farticles%2Fs5zejfci2nr3hsn67ql7.png" alt="Captura de tela do Google Drive da turma, especificamente de uma das pastas com todas as fichas de registro de obras" width="800" height="450"&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;

&lt;h3&gt;
  
  
  3. Principais pontos de atenção
&lt;/h3&gt;

&lt;ul&gt;
&lt;li&gt;
&lt;strong&gt;Acessibilidade e inclusão&lt;/strong&gt;: Escolhemos uma ferramenta conhecida e gratuita, para garantir que todos conseguissem participar, mesmo com níveis variados de habilidade digital.&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;
&lt;strong&gt;Padronização e usabilidade&lt;/strong&gt;: O uso de comentários explicativos no próprio template garantiu consistência nas informações e facilitou o preenchimento.&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;
&lt;strong&gt;Organização e fluxo final&lt;/strong&gt;: A consolidação manual dos documentos otimizou a revisão da professora e melhorou a entrega para a instituição — agora em um formato limpo, completo e digitalizado.&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;




&lt;h2&gt;
  
  
  O que eu aprendi com essa experiência
&lt;/h2&gt;

&lt;p&gt;Mesmo em ambientes não-digitais, os princípios de UX são aplicáveis e fazem diferença. Essa experiência me ensinou que:&lt;/p&gt;

&lt;ul&gt;
&lt;li&gt;Boas soluções não precisam ser complexas, mas adaptadas à realidade dos usuários.&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Observar as dores reais e criar soluções simples pode impactar positivamente diversos perfis.&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Comunicação clara e fluxos acessíveis aumentam a adesão — mesmo fora do contexto tradicional de produtos digitais.&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;

</description>
      <category>museology</category>
      <category>tech</category>
      <category>ux</category>
    </item>
    <item>
      <title>4 Plataformas para você aprender UX Design</title>
      <dc:creator>vitoriazzp</dc:creator>
      <pubDate>Fri, 20 Dec 2024 16:47:32 +0000</pubDate>
      <link>https://dev.to/vitoriazzp/4-plataformas-para-voce-aprender-ux-design-3cg0</link>
      <guid>https://dev.to/vitoriazzp/4-plataformas-para-voce-aprender-ux-design-3cg0</guid>
      <description>&lt;h2&gt;
  
  
  1 UXCel
&lt;/h2&gt;

&lt;p&gt;&lt;a href="https://media2.dev.to/dynamic/image/width=800%2Cheight=%2Cfit=scale-down%2Cgravity=auto%2Cformat=auto/https%3A%2F%2Fdev-to-uploads.s3.amazonaws.com%2Fuploads%2Farticles%2Fyjbsdr9xb08wxr9utaxb.png" class="article-body-image-wrapper"&gt;&lt;img src="https://media2.dev.to/dynamic/image/width=800%2Cheight=%2Cfit=scale-down%2Cgravity=auto%2Cformat=auto/https%3A%2F%2Fdev-to-uploads.s3.amazonaws.com%2Fuploads%2Farticles%2Fyjbsdr9xb08wxr9utaxb.png" alt="Imagem da página incial mostrando produtos da UXCel" width="800" height="443"&gt;&lt;/a&gt;&lt;br&gt;
Acesse em: &lt;a href="https://uxcel.com/" rel="noopener noreferrer"&gt;https://uxcel.com/&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;

&lt;h2&gt;
  
  
  2 Sharpen Design
&lt;/h2&gt;

&lt;p&gt;&lt;a href="https://media2.dev.to/dynamic/image/width=800%2Cheight=%2Cfit=scale-down%2Cgravity=auto%2Cformat=auto/https%3A%2F%2Fdev-to-uploads.s3.amazonaws.com%2Fuploads%2Farticles%2F2s6njv7ui0bw9jcdbp6l.png" class="article-body-image-wrapper"&gt;&lt;img src="https://media2.dev.to/dynamic/image/width=800%2Cheight=%2Cfit=scale-down%2Cgravity=auto%2Cformat=auto/https%3A%2F%2Fdev-to-uploads.s3.amazonaws.com%2Fuploads%2Farticles%2F2s6njv7ui0bw9jcdbp6l.png" alt="Imagem da página incial mostrando produtos da Sharpen Design" width="800" height="412"&gt;&lt;/a&gt;&lt;br&gt;
Acesse em: &lt;a href="https://sharpen.design/" rel="noopener noreferrer"&gt;https://sharpen.design/&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;

&lt;h2&gt;
  
  
  3 UXTools
&lt;/h2&gt;

&lt;p&gt;&lt;a href="https://media2.dev.to/dynamic/image/width=800%2Cheight=%2Cfit=scale-down%2Cgravity=auto%2Cformat=auto/https%3A%2F%2Fdev-to-uploads.s3.amazonaws.com%2Fuploads%2Farticles%2Fj2i22ydeqcsifx99gsoh.png" class="article-body-image-wrapper"&gt;&lt;img src="https://media2.dev.to/dynamic/image/width=800%2Cheight=%2Cfit=scale-down%2Cgravity=auto%2Cformat=auto/https%3A%2F%2Fdev-to-uploads.s3.amazonaws.com%2Fuploads%2Farticles%2Fj2i22ydeqcsifx99gsoh.png" alt="Imagem da página incial mostrando produtos da UXTools" width="800" height="443"&gt;&lt;/a&gt;&lt;br&gt;
Acesse em: &lt;a href="https://uxtools.co/" rel="noopener noreferrer"&gt;https://uxtools.co/&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;

&lt;h2&gt;
  
  
  4 NNGroup
&lt;/h2&gt;

&lt;p&gt;&lt;a href="https://media2.dev.to/dynamic/image/width=800%2Cheight=%2Cfit=scale-down%2Cgravity=auto%2Cformat=auto/https%3A%2F%2Fdev-to-uploads.s3.amazonaws.com%2Fuploads%2Farticles%2Fi4g5dumqjb5itxhxt1kn.png" class="article-body-image-wrapper"&gt;&lt;img src="https://media2.dev.to/dynamic/image/width=800%2Cheight=%2Cfit=scale-down%2Cgravity=auto%2Cformat=auto/https%3A%2F%2Fdev-to-uploads.s3.amazonaws.com%2Fuploads%2Farticles%2Fi4g5dumqjb5itxhxt1kn.png" alt="Imagem da página incial mostrando produtos da NNGroup" width="800" height="427"&gt;&lt;/a&gt;&lt;br&gt;
Acesse em: &lt;a href="https://www.nngroup.com/" rel="noopener noreferrer"&gt;https://www.nngroup.com/&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;

&lt;h1&gt;
  
  
  Conhece alguma outra plataforma?Compartilha comigo nos comentários!👇💜
&lt;/h1&gt;

</description>
      <category>ux</category>
      <category>beginners</category>
      <category>learning</category>
    </item>
    <item>
      <title>3 plugins pro seu Obsidian que aumentam a minha produtividade</title>
      <dc:creator>vitoriazzp</dc:creator>
      <pubDate>Sun, 04 Aug 2024 17:29:06 +0000</pubDate>
      <link>https://dev.to/vitoriazzp/3-plugins-pro-seu-obsidian-que-aumentam-a-minha-produtividade-21i2</link>
      <guid>https://dev.to/vitoriazzp/3-plugins-pro-seu-obsidian-que-aumentam-a-minha-produtividade-21i2</guid>
      <description>&lt;p&gt;Quando eu comecei a usar o Notion, uma das minhas principais incomodações era que ele era completo e personalizável demais, e isso me atrapalhava para fazer o que de fato precisava fazer: tomar nota e organizar o dia.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Foi aí que passei a buscar por outras opções: trello, clickup, Goodnotes até chegar no obsidian que estou até hoje. Os principais motivos?&lt;/p&gt;

&lt;ul&gt;
&lt;li&gt;Simples&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Objetivo&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Personalizações simples - é como se eu tivesse um caderno e um estojo de canetas e nada mais entende?&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;

&lt;h2&gt;
  
  
  Introdução
&lt;/h2&gt;

&lt;p&gt;Hoje em dia eu uso pelo menos uns 10 plugin para tornar o processo de anotação mais eficiente, trouxe aqui 3 destes que podem tornar teu dia ou processo tão simples, quanto tornam os meus.&lt;/p&gt;

&lt;h2&gt;
  
  
  01 - Chronology
&lt;/h2&gt;

&lt;p&gt;Acompanhar notas de forma cronológica com dia e hora, também te deixa pré-visualizar a nota sem precisar acessar o arquivo direto&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Link: &lt;a&gt;obsidian://show-plugin?id=chronology&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&lt;a href="https://media2.dev.to/dynamic/image/width=800%2Cheight=%2Cfit=scale-down%2Cgravity=auto%2Cformat=auto/https%3A%2F%2Fdev-to-uploads.s3.amazonaws.com%2Fuploads%2Farticles%2Fl219qxp5xe3zluir7h3y.png" class="article-body-image-wrapper"&gt;&lt;img src="https://media2.dev.to/dynamic/image/width=800%2Cheight=%2Cfit=scale-down%2Cgravity=auto%2Cformat=auto/https%3A%2F%2Fdev-to-uploads.s3.amazonaws.com%2Fuploads%2Farticles%2Fl219qxp5xe3zluir7h3y.png" alt="Pré-visualização de como é o plugin na prática" width="800" height="553"&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;

&lt;h2&gt;
  
  
  02 - Natural Language Dates
&lt;/h2&gt;

&lt;p&gt;Já pensou em escrever na próxima semana e o obsidian trazer as datas? sem ter de conferir calendário? Ah, e pode configurar a estrutura também tá? me ajuda muito para planejar as tarefas do mês&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Link: &lt;a&gt;obsidian://show-plugin?id=nldates-obsidian&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&lt;a href="https://media2.dev.to/dynamic/image/width=800%2Cheight=%2Cfit=scale-down%2Cgravity=auto%2Cformat=auto/https%3A%2F%2Fdev-to-uploads.s3.amazonaws.com%2Fuploads%2Farticles%2F14r41khenujuidn5j6pz.png" class="article-body-image-wrapper"&gt;&lt;img src="https://media2.dev.to/dynamic/image/width=800%2Cheight=%2Cfit=scale-down%2Cgravity=auto%2Cformat=auto/https%3A%2F%2Fdev-to-uploads.s3.amazonaws.com%2Fuploads%2Farticles%2F14r41khenujuidn5j6pz.png" alt="Pré-visualização de como é o plugin na prática" width="538" height="247"&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;

&lt;h2&gt;
  
  
  03 - Highlightr
&lt;/h2&gt;

&lt;p&gt;Quando comecei a trazer minhas anotações para o obsidian, uma das ações que eu mais sentia falta era a de marcação de texto. Usei por um tempo o underline, até ver que eu tinha código de cor e fazia FALTA!&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Link: &lt;a&gt;obsidian://show-plugin?id=highlightr-plugin&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&lt;a href="https://media2.dev.to/dynamic/image/width=800%2Cheight=%2Cfit=scale-down%2Cgravity=auto%2Cformat=auto/https%3A%2F%2Fdev-to-uploads.s3.amazonaws.com%2Fuploads%2Farticles%2Fq8x13fr4pnkhclfo6vhv.png" class="article-body-image-wrapper"&gt;&lt;img src="https://media2.dev.to/dynamic/image/width=800%2Cheight=%2Cfit=scale-down%2Cgravity=auto%2Cformat=auto/https%3A%2F%2Fdev-to-uploads.s3.amazonaws.com%2Fuploads%2Farticles%2Fq8x13fr4pnkhclfo6vhv.png" alt="Pré-visualização de como é o plugin na prática" width="800" height="550"&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;




&lt;h2&gt;
  
  
  Gostou desse tipo de postagem?
&lt;/h2&gt;

&lt;p&gt;Deixe um comentário! Me conte quais outros plugin você usa? Ou se já usou alguns destes, o que tu achou?&lt;/p&gt;

</description>
      <category>produtividade</category>
      <category>obisidian</category>
      <category>productivity</category>
      <category>braziliandevs</category>
    </item>
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