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    <title>DEV Community: Wildrik</title>
    <description>The latest articles on DEV Community by Wildrik (@wildrik).</description>
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    <language>en</language>
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      <title>Spec-Driven Development: quando a especificação vira a fonte da verdade (não o código)</title>
      <dc:creator>Wildrik</dc:creator>
      <pubDate>Tue, 21 Jul 2026 01:19:33 +0000</pubDate>
      <link>https://dev.to/wildrik/spec-driven-development-quando-a-especificacao-vira-a-fonte-da-verdade-nao-o-codigo-f7d</link>
      <guid>https://dev.to/wildrik/spec-driven-development-quando-a-especificacao-vira-a-fonte-da-verdade-nao-o-codigo-f7d</guid>
      <description>&lt;p&gt;Venho usando agentes de código (Claude Code, Cursor) e bati numa parede que todo mundo conhece: o &lt;strong&gt;vibe coding&lt;/strong&gt; — descrever a tarefa e deixar a IA cuspir código — escala mal. Funciona até a terceira mudança, quando ninguém mais lembra qual era a intenção original. O código virou a única fonte de verdade, e ele é péssimo pra contar &lt;em&gt;por que&lt;/em&gt; algo foi feito.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Foi aí que caí no &lt;strong&gt;Spec-Driven Development (SDD)&lt;/strong&gt;: colocar a especificação &lt;em&gt;antes&lt;/em&gt; do código. Na prática, a "spec" é um markdown versionado no repo — requisitos + critérios de aceite — que a IA lê antes de gerar qualquer linha. Ela vira o artefato principal, não um doc que apodrece numa pasta.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;A tese que tirei: o gargalo de programar com IA deixou de ser "a IA escreve código bom?". Hoje é "a IA entende o que eu realmente quero?". A spec é o que fecha essa lacuna.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Três coisas que me fizeram levar a sério:&lt;/p&gt;

&lt;ul&gt;
&lt;li&gt;
&lt;strong&gt;Não é waterfall.&lt;/strong&gt; A spec é viva — você roda quatro fases em ciclos curtos: &lt;strong&gt;specify → plan → tasks → implement&lt;/strong&gt; (que em ferramentas como o Spec Kit viram comandos: &lt;code&gt;/speckit.specify&lt;/code&gt;, &lt;code&gt;/speckit.plan&lt;/code&gt;...). Mais perto de TDD do que de cascata.&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;
&lt;strong&gt;A spec guia o agente.&lt;/strong&gt; Em vez de prompts soltos, a IA lê a especificação e o plano. No meu uso, errou menos — e me deixou revisar a &lt;em&gt;intenção&lt;/em&gt; antes de revisar 400 linhas de diff.&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;
&lt;strong&gt;Já tem ferramenta de verdade.&lt;/strong&gt; Spec Kit (GitHub), Kiro (AWS), Tessl, OpenSpec — todas com repo aberto. E pra começar nem precisa de muito: um simples &lt;code&gt;CLAUDE.md&lt;/code&gt; (ou &lt;code&gt;AGENTS.md&lt;/code&gt;) na raiz do repo já é uma forma enxuta de aplicar a ideia.&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;

&lt;p&gt;Não é bala de prata. Pra script de 50 linhas, é overhead. O ganho aparece em código que vai ser mantido, em time, ou quando você delega pesado pra agentes autônomos.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Escrevi um guia mais fundo com as 4 fases em detalhe, a comparação &lt;strong&gt;Spec Kit vs Kiro vs Tessl vs OpenSpec&lt;/strong&gt; (qual escolher) e o passo a passo rodando SDD com Claude Code na prática: &lt;strong&gt;&lt;a href="https://www.techknow.com.br/post/spec-driven-development" rel="noopener noreferrer"&gt;techknow.com.br/post/spec-driven-development&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Quem aqui já tá usando spec como fonte da verdade no fluxo com IA? Curioso pra saber qual ferramenta pegou — e onde travou.&lt;/p&gt;

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      <category>ai</category>
      <category>programming</category>
      <category>claudecode</category>
      <category>productivity</category>
    </item>
    <item>
      <title>OpenCode: a alternativa open source ao Claude Code (sem lock-in de modelo nem de nuvem)</title>
      <dc:creator>Wildrik</dc:creator>
      <pubDate>Thu, 25 Jun 2026 16:51:59 +0000</pubDate>
      <link>https://dev.to/wildrik/opencode-a-alternativa-open-source-ao-claude-code-sem-lock-in-de-modelo-nem-de-nuvem-iie</link>
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      <description>&lt;p&gt;Venho testando agentes de código (Claude Code, Cursor, Copilot) e o que mais me chamou atenção foi o &lt;strong&gt;OpenCode&lt;/strong&gt;: open-source, 160k+ stars, com duas decisões de design que mudam o jogo.&lt;/p&gt;

&lt;ul&gt;
&lt;li&gt;
&lt;strong&gt;Model-agnostic de verdade:&lt;/strong&gt; roda com Claude, GPT, Gemini, DeepSeek e modelos locais via Ollama (75+ providers). Você troca de modelo sem trocar de ferramenta, o oposto do lock-in do Claude Code (só Claude) ou Cursor.&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;
&lt;strong&gt;Sem lock-in de nuvem:&lt;/strong&gt; com Ollama local e deploy air-gapped, dá pra rodar o agente sem o código sair da máquina. Relevante pra quem tem restrição de compliance (banco, gov, jurídico).&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;

&lt;p&gt;A tese: o eixo de competição saiu de "qual modelo é mais inteligente" pra "quem controla seu workflow e seus dados".&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Não é bala de prata. Em qualidade bruta de modelo o Claude Code ainda lidera. É um trade-off (liberdade, custo e controle dos dados vs qualidade no topo), não superioridade.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Escrevi um comparativo completo (OpenCode x Claude Code x Cursor x Copilot, com setup e pra quem vale) aqui: &lt;a href="https://www.techknow.com.br/post/opencode-alternativa-claude-code" rel="noopener noreferrer"&gt;https://www.techknow.com.br/post/opencode-alternativa-claude-code&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Alguém já botou o OpenCode no fluxo de trabalho? Curioso sobre a experiência com modelos locais.&lt;/p&gt;

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      <category>ia</category>
      <category>opensource</category>
      <category>devtools</category>
      <category>ai</category>
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