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Sendo levado para o back-end pela correnteza

Raphael da Silva
Updated on ・2 min read

Quando comecei na área eu fazia a parte de front-end e back-end, tudo era em um nível de iniciante, eu nem sabia que existia o termo full-stack e existia a possibilidade de trabalhar só com as tecnologias do lado do cliente ou só com as tecnologias do lado do servidor. Tudo era englobado no guarda-chuva de termos mais abrangentes como programador ou desenvolvedor web.

Por volta de 2013 com o hype de frameworks javascript, eu comecei a me sentir perdido, pois nem tinha aprendido direito as coisas que eu gostava (orientação a objetos, por exemplo) e já teria que aprender mais sobre front-end. Parar piorar, tudo isso alimentava mais a minha ansiedade (que já estava grande na época).

O que me deixava ainda mais perdido era a quantilidade de novos frameworks que passou a sair, algo que para mim era inviável de acompanhar. Em 2014 eu me mantive estudando muito mais orientação a objetos e comecei a compreender um pouco mais os seus conceitos muito teóricos. No meio disso, o front-end acabou não sendo o meu foco, mas nessa mesma época aprendi a fazer um CSS mais modular só usando classes e usar o padrão Revealing Module Pattern em Javascript (ainda fazendo uso Jquery).

Nos anos seguintes continuei no back-end com PHP e orientação a objetos, pois essas são as partes que mais gosto, consequentemente o front-end ficou em segundo plano. Focar no back-end foi algo que não foi feito de forma tão consciente antes, mas hoje é a parte com a qual eu tenho mais afinidade.

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