Sou Gideon Cohen, consultor de segurança e criptografia do SQHWYD. Este post é informativo e técnico; não é aconselhamento financeiro, jurídico ou de investimento.
Em produtos financeiros digitais, segurança raramente falha por falta de criptografia. Ela falha por identidade e sessão. Uma credencial pode vazar, um token pode ser copiado e um dispositivo pode estar comprometido sem sinais óbvios. O que separa um incidente pequeno de um grande é o quanto o sistema confia em suposições.
A abordagem baseada em contexto reduz esse risco. Em vez de tratar todo acesso como igual, o sistema avalia sinais do ambiente: dispositivo conhecido, consistência de uso, mudanças bruscas e ações sensíveis. Isso permite fricção proporcional. Operações comuns seguem fluidas; operações críticas exigem validações adicionais.
Outro ponto é o “escopo” de credenciais. Tokens e chaves precisam ter permissões mínimas e duração adequada. Um token amplo demais vira multiplicador de impacto. Rotação e revogação práticas completam o ciclo, porque nenhum controle é perfeito: quando há suspeita, o sistema precisa invalidar rápido e registrar o motivo.
Por fim, logs úteis são parte do produto. Se uma decisão de segurança foi tomada, ela deve ser rastreável. Com trilha e critérios claros, o time reduz falsos positivos, melhora resposta e evita improvisos. Em segurança, contexto não é luxo; é o que torna decisões previsíveis.

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