Cheguei ao Itaú Uruguai para ser Scrum Master. Não foi isso que aconteceu.
Quando cheguei ao Itaú Uruguai, meu papel era ser Scrum Master.
Mas, no caminho, encontrei um problema que me fez ir muito além da agilidade.
Era simples de enxergar: não existiam métricas claras de velocidade e qualidade das entregas do banco de forma automatizada e disponível a qualquer momento.
Até tínhamos alguns números soltos aqui e ali. Mas nada automatizado, nada padronizado, nada divulgado — e, principalmente, nada usado de verdade para tomar decisão.
Eu poderia ter ficado apenas na agilidade, que era o meu papel.
Mas vi uma oportunidade que ia além do que estava escrito no meu cargo. E fui atrás.
Me joguei de cabeça no JIRA: campos, conceitos, lógicas que ninguém da área tinha desbravado até então.
Passei dias e horas pensando em como construir uma #arquitetura mínima de #dados que fizesse sentido para todo mundo.
Era algo novo para todos. E eu precisava mostrar, na prática, que manipular dados e gerar #dashboards não era um bicho de sete cabeças.
Foi aí que coloquei meus 15 anos de experiência com dados a serviço de um problema que ninguém tinha assumido.
Foi devagar.
Teve gente que apoiou de cara. Teve gente que duvidou.
Mas fui construindo, mostrando resultado e, aos poucos, as métricas chegaram às pessoas certas — aquelas que realmente impulsionaram o tema para frente.
E, com isso, veio algo ainda mais importante: a confiança do time.
Ganhei uma cadeira que eu não tinha antes.
Passei a ser a referência de #Dados & #Analytics da gerência, além de Scrum Master.
A partir daí, desenhei o #roadmap, analisei #custo e #viabilidade de ferramentas como #AWS, #eazyBI, Looker Studio e #PowerBI e conversei diretamente com o time de dados da empresa para garantir uma arquitetura moderna, mas que também fizesse sentido dentro do orçamento que tínhamos.
Com as métricas rodando, veio o próximo salto.
Começamos a compartilhar esses dados com a matriz e com outras unidades do banco, até que eles chegaram a um painel regional.
E, quando os dados ganham visibilidade, vêm as perguntas mais importantes.
Por que nosso Lead Time é esse?
Onde estão os gargalos?
Esse questionamento, que nasceu do meu trabalho com métricas, abriu uma revisão completa do fluxo do JIRA que nossa equipe está conduzindo junto com negócio e tecnologia.
Participei das conversas e levei o benchmark do Brasil para a mesa.
Mostrar como o fluxo já funciona bem lá ajudou o time a desenhar o novo modelo aqui.
A decisão de como o fluxo vai ficar é da tecnologia.
Mas o motivo de estarmos discutindo isso hoje começou nos dados que eu trouxe.
Hoje também tenho o Dashboard de Gestão de Portfolio crescendo e chegando aos PMs e Líderes.
E novas métricas continuam entrando.
Por exemplo: quanto tempo uma feature, história, tarefa ou bug permanece efetivamente ativo e quanto tempo permanece em espera em cada estado.
O próximo passo será expandir esse trabalho para outra comunidade, que atende somente equipes de motores — que aqui no Uruguai significa equipes de engenharia de dados, testes, arquitetura de negócio e outras áreas mais relacionadas ao backend do que ao frontend.
Mas, olhando para tudo isso, o que mais me orgulha não são os dashboards.
É ter enxergado um problema que não era meu.
É ter ido atrás do conhecimento sozinha.
É ter aprendido, testado, errado, construído e, principalmente, ter conseguido trazer o time comigo.
Porque hoje existe algo que antes não existia: dados que sustentam decisões de equipes que nem sequer discutiam métricas antes.
Essa, para mim, é a parte mais importante da história.
Eu cheguei ao Itaú Uruguai como Scrum Master.
E, ao longo dessa jornada, passei a ser também a pessoa de Dados & Analytics da gerência de Transformação Digital do banco no Uruguai.
Não porque isso estava no meu cargo.
Mas porque eu enxerguei uma oportunidade, fui atrás dela e consegui transformar conhecimento em algo que gera valor para o negócio.
E é exatamente essa postura que quero levar para as próximas etapas da minha carreira:
não me limitar ao que está escrito no cargo, mas continuar buscando problemas, aprendendo coisas novas e encontrando formas de transformar dados em decisões melhores.
Vem mais coisa por aí, e eu vou contando tudo por aqui.
Agora seguimos para modernizar os dados em uma ferramenta mais user friendly, gerando autonomia para que a equipe de Transformação Digital possa construir cada vez mais indicadores e insights para decisões melhores e com cada vez mais qualidade.
Estou realizando um sonho ao construir uma carreira internacional.
E quero ir cada vez mais longe.
—— ESPAÑOL
Llegué a Itaú Uruguay para ser Scrum Master. No fue eso lo que pasó.
Cuando llegué a Itaú Uruguay, mi rol era ser Scrum Master.
Pero, en el camino, encontré un problema que me llevó mucho más allá de la agilidad.
Era simple de identificar: no existían métricas claras sobre la velocidad y la calidad de las entregas del banco, de forma automatizada y disponibles en cualquier momento.
Incluso teníamos algunos números sueltos por ahí. Pero nada automatizado, nada estandarizado, nada divulgado y, principalmente, nada que realmente se utilizara para tomar decisiones.
Podría haberme quedado solamente en la agilidad, que era mi rol.
Pero vi una oportunidad que iba más allá de lo que estaba escrito en mi cargo. Y fui atrás de ella.
Me metí de lleno en JIRA: campos, conceptos, lógicas que nadie del área había explorado hasta ese momento.
Pasé días y horas pensando en cómo construir una #arquitectura mínima de #datos que tuviera sentido para todos.
Era algo nuevo para todos. Y necesitaba mostrar, en la práctica, que manipular datos y generar #dashboards no era un bicho de siete cabezas.
Fue ahí que puse mis 15 años de experiencia con datos al servicio de un problema que nadie había asumido.
Fue de a poco.
Hubo gente que apoyó desde el principio. Hubo gente que dudó.
Pero seguí construyendo, mostrando resultados y, poco a poco, las métricas llegaron a las personas correctas: aquellas que realmente impulsaron el tema hacia adelante.
Y con eso llegó algo todavía más importante: la confianza del equipo.
Gané un lugar que antes no tenía.
Pasé a ser la referencia de #Datos & #Analytics de la gerencia, además de Scrum Master.
A partir de ahí, diseñé el #roadmap, analicé #costos y #viabilidad de herramientas como #AWS, #eazyBI, Looker Studio y #PowerBI, y conversé directamente con el equipo de datos de la empresa para garantizar una arquitectura moderna, pero que también tuviera sentido dentro del presupuesto que teníamos.
Con las métricas funcionando, llegó el siguiente salto.
Empezamos a compartir esos datos con la casa matriz y con otras unidades del banco, hasta que llegaron a un dashboard regional.
Y cuando los datos ganan visibilidad, aparecen las preguntas más importantes.
¿Por qué nuestro Lead Time es este?
¿Dónde están los cuellos de botella?
Este cuestionamiento, que nació de mi trabajo con métricas, abrió una revisión completa del flujo de JIRA que nuestro equipo está llevando adelante junto con negocio y tecnología.
Participé en las conversaciones y llevé el benchmark de Brasil a la mesa.
Mostrar cómo el flujo ya funciona bien allá ayudó al equipo a diseñar el nuevo modelo acá.
La decisión de cómo va a quedar el flujo es de tecnología.
Pero el motivo por el que hoy estamos discutiendo esto comenzó con los datos que llevé.
Hoy también tengo el Dashboard de Gestión de Portfolio creciendo y llegando a los PMs y Líderes.
Y nuevas métricas siguen entrando.
Por ejemplo: cuánto tiempo una feature, historia, tarea o bug permanece efectivamente activo y cuánto tiempo permanece en espera en cada estado.
El próximo paso será expandir este trabajo a otra comunidad, que atiende exclusivamente a equipos de motores —que acá en Uruguay significa equipos de ingeniería de datos, testing, arquitectura de negocio y otras áreas más relacionadas con el backend que con el frontend.
Pero, mirando todo esto, lo que más me enorgullece no son los dashboards.
Es haber visto un problema que no era mío.
Es haber ido atrás del conocimiento por mi cuenta.
Es haber aprendido, probado, errado, construido y, principalmente, haber conseguido llevar al equipo conmigo.
Porque hoy existe algo que antes no existía: datos que sustentan decisiones de equipos que antes ni siquiera discutían métricas.
Y para mí, esa es la parte más importante de la historia.
Llegué a Itaú Uruguay como Scrum Master.
Y a lo largo de este camino, pasé a ser también la persona de Datos & Analytics de la gerencia de Transformación Digital del banco en Uruguay.
No porque eso estuviera escrito en mi cargo.
Sino porque vi una oportunidad, fui atrás de ella y conseguí transformar conocimiento en algo que genera valor para el negocio.
Y es exactamente esa postura la que quiero llevar a las próximas etapas de mi carrera:
no limitarme a lo que está escrito en el cargo, sino seguir buscando problemas, aprendiendo cosas nuevas y encontrando formas de transformar datos en mejores decisiones.
Viene mucho más por delante, y voy a ir contando todo por acá.
Ahora seguimos para modernizar los datos en una herramienta más user friendly, generando autonomía para que el equipo de Transformación Digital pueda construir cada vez más indicadores e insights para tomar decisiones mejores y con cada vez más calidad.
Estoy cumpliendo un sueño al construir una carrera internacional.
Y quiero llegar cada vez más lejos.
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