Um pouco de cultura
Dotfiles, como implicado por seu nome, são arquivos com um pontinho anterior ao nome, que configuram o estado inicial dos programas e usualmente vivem - escondidos, nos diretórios do $HOME.
Users craft their dotfiles through the years with a such a care that them can easily be the most sensible and essential files in their system, version-controlling is a must, of course.
Tem até mesmo uma cultura de orgulhosamente compartilhar publicamente suas dotfiles, que por acaso é uma ótima forma de iniciar as suas e copiar boas ideias.
Em comum, quem curte Linux adora ferramentas de uso simples e fácil de inferir como find, grep ou ls, então seria natural eu seguir esse bom exemplo.
Vamos ao que interessa
Wes creates links of all files in the target directory, perfectly mirroring them in the destination directory, $HOME by default:
wes --root /data/dotfile_folder --create
Of course you can just try it out first:
wes --root /data/dotfile_folder --pretend
To remove all linked files, it goes as:
wes -r /data/dotfile_folder --remove
It goes as easy to set a different destination:
wes -r /data/bin --to ~/.local/bin --create
Ignorando o que não importa
We don’t want that just every file to be linked, eg: LICENSE. For those files, you can pin out their location by feeding the .wesignore, that follows docker’s .dockerignore.
E os arquivos originais, como ficam?
Conflicting files found at the destination directory are moved up to $HOME/.backup.
And that is it.
For more information, check the README.md in the main repository, or the --help option.
Ok, vou tentar, qual versão escolho?
Em caso de você estar imaginando qual é essa de várias main.*, quando vou brincar com uma nova linguagem, Wes é uma ótima mesa de laboratório com bons desafios para aprender essas.
Mas eu reconheço que apenas as versões em Python, Guile, e Go estão parcialmente funcionais.
Com isso tudo dito, escolha seu veneno! :)
E esse nome?
Nomeado ao grandioso Wes Montgomery.
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