Inteligência emocional não diz respeito a “não ficar estressado”, “não errar” ou “estar sempre tranquilo".
Trata-se de perceber as situações antes de ultrapassar limites e ter a maturidade para mudar de direção.
Nos ambientes profissionais, o desafio é o tempo todo fazer entregas, cumprir prazos, gerar qualidade técnica e ser útil do ponto de vista produtivo.
Entretanto, existe uma característica que baseia todas essas coisas e que não costuma ser falada, que é a capacidade de lidar com relacionamentos, frustrações, pressão e consigo mesmo.
Em minha trajetória, algumas aprendizagens ficaram claras:
Nem toda resposta precisa ser dada na hora.
Saber a hora certa para falar é tão importante quanto ter coragem para fazer conversas difíceis.
Estar certo e estabelecer boas relações nem sempre andam juntas.
Pedir desculpas é sinal de maturidade e não de fraqueza.
Pessoas boas vão ter crescimento. Pessoas boas e emocionalmente equilibradas irão liderar.
No fundo, a carreira não é uma corrida de 100 metros. Ela é uma maratona.
E quem não aprende a lidar com suas emoções não terá condições de dar conta do crescimento a longo prazo.
Inteligência emocional não é soft skills.
É career skill.
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