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Larinezen
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Programação orientada a objetos.

Desde que iniciei minha jornada no aprendizado em programação, é óbvio que, com a experiência e os estudos, fui captando a ideia de Orientação a Objetos.

Meio que intuitivamente, sem saber direito sobre os conceitos, eu já aplicava, ou pelo menos já idealizava, o programa nos moldes de OOP.

Dentre todos os seus benefícios, como a abstração do mundo real em código e a organização, uma vez que você aprende os conceitos e a aplicação, isso se torna um divisor de águas. É a abertura para o paraíso da organização, para aqueles que, assim como eu, adoram organizar as coisas da vida real em bolsinhas, caixinhas e cada coisa em seu lugar.

Mesmo tendo a orientação a objetos de forma instintiva comigo, eu ainda tinha (ainda tenho) algumas dificuldades no entendimento de certas palavras. Instancia, Objeto, Atributo, Herança e a pior Polimorfismo? O que é isso? Uma molécula de polímero polietileno? kkk

Um guarda roupa sem roupas nenhuma, essa é a classe. A estrutura já está lá: os cabides, as prateleiras, o porta sapatos. Mas vazio, sem nada dentro ainda. A partir do momento que eu compro o guarda roupa new GuardaRoupa() eu estou instanciando ele, e é nesse momento que os atributos ganham vida com valores reais com as minhas roupas, do meu jeito, bem organizadinhos como eu gosto. Aí sim ele se torna um objeto completo.

Os métodos foi o primeiro conceito que consegui entender, são as ações que eu posso realizar no contexto do meu guarda roupas como: OrganizarGavetaDeMeia(), GuardarRoupasLimpas(), SepararCamisetasEmCores() e por ai vai, a parte mais legal rsrsrs.

E assim, seguimos vivendo e aprendendo e em breve eu crio coragem para postar mais.

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Milton Camara

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